A rainha Elizabeth II realizou, nesta quinta-feira (15), seu primeiro ato público fora de uma de suas residências oficiais em sete meses, desde o início da pandemia do novo coronavírus. A monarca, de 94 anos, estava acompanhada por seu neto, o príncipe William, durante uma visita ao Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (Dstl), em Port Down, perto da cidade de Salisbury, na Inglaterra.
No laboratório, a rainha conversou com cientistas em atividade na gestão da crise da Covid-19 no Reino Unido. Elizabeth e o príncipe também tiveram a oportunidade de conversar com alguns dos funcionários que colaboraram em 2018 na resposta ao envenenamento por Novichok do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia naquela cidade.
Por ocasião da visita real, o laboratório reforçou suas medidas de segurança para proteger a rainha de uma possível infecção pelo coronavírus.
– Foi solicitado aconselhamento específico a médicos e pessoas relevantes e foram tomadas todas as precauções necessárias, trabalhando em estreita colaboração com o Dstl – disse um porta-voz do Palácio de Buckingham.
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Entre essas medidas preventivas, as 48 pessoas que hoje teriam um contato mais estreito com a rainha e William foram previamente testadas e cada um dos pequenos grupos organizados para participar do ato foram orientados a manter a distância social de dois metros com a realeza.
Além disso, a própria rainha foi ao evento de helicóptero enquanto o neto viajou de carro.
Desde que a pandemia foi declarada, em março, esta foi a primeira vez que Elizabeth II deixou uma de suas residências, e se afastou de seu pequeno grupo de funcionários, chamado de “Bolha de Sua Majestade”, para cumprir um compromisso oficial.
A rainha passou por um confinamento nacional em março, em sua residência em Berkshire County, mas sempre esteve ocupada trabalhando com audiências por telefone e videochamadas.
O último evento público da rainha Elizabeth fora de suas residências foi quando ela e outros membros da família real participaram de um evento em Londres, no dia 9 de março.
A porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany teve sua conta pessoal no Twitter bloqueada pela própria plataforma. Segundo a Casa Branca, o bloqueio aconteceu porque McEnany expôs uma suposta negociação entre Hunter Biden, filho do candidato democrata Joe Biden, e um executivo ucraniano.
– O Twitter bloqueou a conta pessoal da porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany por ter compartilhado notícias que os democratas não gostam – disse uma publicação do governo dos EUA.
Antes de ser bloqueada, McEnany havia publicado a informação de que Hunter recebeu a proposta de um executivo ucraniano para que ele usasse “sua influência” nos EUA em favor de sua empresa. Em troca, haveria o pagamento de 50 mil dólares por mês ao filho de Biden. McEnany diz ainda que, na época da proposta, Joe Biden era responsável pelas relações diplomáticas com a Ucrânia e Hunter fazia parte do conselho da Burisma, a empresa comandada pelo executivo.
A denúncia compartilhada por McEnany é baseada em uma reportagem do portal de notícias The NY Post. O site diz ter obtido emails que comprovariam as propostas ao filho de Biden. Curiosamente, Facebook e Twitter censuraram o alcance da reportagem. Como resposta, Trump ameaçou retirar as proteções que as plataformas gozam nos Estados Unidos.
O bloqueio da conta da porta-voz é visto como uma reação às ameaças de Donald Trump e uma tentativa de abafar as denúncias contra Biden, que segue à frente do republicano, segundo as pesquisas eleitorais.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou nesta 4ª feira (14.out.2020) a possibilidade de grande parte da população só ser vacinada contra a Covid-19 em 2022. Para a entidade, não há como todos os habitantes do planeta serem imunizados em 1 único ano.
Na visão da OMS, também não há capacidade de produzir doses suficientes para abastecer o mundo todo em 2021. Para a entidade, os grupos prioritários para receber a vacina no próximo ano serão os profissionais de saúde, idosos e pessoas com vulnerabilidades. Juntos, esses grupos representam menos de 20% da população total do planeta.
A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que o mundo deve ter uma vacina em 2021.No entanto, ela afirma que o acesso será limitado e que uma “pessoa comum, jovem, talvez vai precisar esperar até 2022”.
Swaminathan ponderou que a esperança será de que, ao vacinar uma parcela da população, a taxa de mortalidade caia. Segundo ela, a vacina só vai gerar imunidade de rebanho, após 70% da população ser imunizada, o que equivale a 5 bilhões de pessoas.
A meta da OMS até o final do próximo ano, é vacinar 2 bilhões de pessoas, o que será a maior campanha de vacinação da história.
A diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove, insiste que não é necessário esperar uma vacina para controlar o vírus. Segundo ela, temos “instrumentos para impedir a transmissão”, citando países que conseguiram manter baixas as taxas de contaminação, mesmo sem a vacina.
Mesmo com o grande salto de novos casos nos últimos dias, a esperança da entidade é que agora as taxas de mortalidade sejam menores, porque médicos estão mais preparados e existem alguns tratamentos para pacientes mais graves. Além disso, nesse momento, são os jovens os mais atingidos pela doença e os diagnósticos têm sido dados cada vez mais cedo.
A OMS afirmou também que “nunca recomendou” 1 lockdown completo nos países e que sempre insistiu em 1 pacote de medidas para o enfrentamento da pandemia. A diretora técnica declarou que muitos países precisaram tomar a atitude de 1 fechamento completo para aliviar os sistemas de saúde sobrecarregados. “Alguns países não tiveram opção”, pontuou.
Kerkhove disse esperar que os governos, diante da segunda onda da doença, optem por medidas localizadas, em regiões mais afetadas.
Um menino de apenas 5 anos de idade reagiu a um assalto que aconteceu dentro de sua própria casa. David Johnson estava com a mãe, na sala de casa, quando quatro criminosos entraram no local. Armados, os bandidos levaram a mulher para outro cômodo e o garotinho atacou um dos bandidos, arremessando seus brinquedos contra ele e tentando abaixar a mão que segurava a arma.
O episódio aconteceu no dia 30 de setembro, em Indiana, nos Estados Unidos, mas somente agora foi divulgado. A mãe da criança, Tamika Reid, afirmou que os criminosos chegaram a atirar. Os suspeitos fugiram sem roubar nada e seguem foragidos.
– Meu pequeno herói estava firme em tentar acertar os caras. Eu só pensava em tirar ele de casa antes que fizessem algo com meu filho – declarou Tamika para um jornal dos Estados Unidos.
A polícia local lamentou o ocorrido e expôs a preocupação com David. Eles afirmaram que, agora, é trabalho deles defender a criança.
Aproximadamente uma em cada dez pessoas pode ter sido infectada com o novo coronavírus, deixando a grande maioria da população mundial vulnerável à covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (5).
Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse ao Conselho Executivo da agência que os surtos da infecção estão aumentando em partes do Sudeste da Ásia, além de os casos e as mortes estarem subindo em áreas da Europa e na Região Leste do Mediterrâneo.
“Nossas melhores estimativas atuais nos dizem que cerca de 10% da população global podem ter sido infectadas por esse vírus. Varia dependendo do país, varia de urbano a rural, varia dependendo de grupos. Mas o que isso significa é que a vasta maioria do mundo continua em risco”, disse Ryan. “Estamos entrando em um período difícil. A doença continua a se espalhar.”
A OMS apresentou às autoridades chinesas, para consideração, uma lista de especialistas para fazer parte de uma missão internacional à China a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.
O assessor de segurança nacional dos Estados Unidos Robert O’Brien garantiu neste domingo (4) que não há qualquer discussão para que seja transferido o poder do presidente Donald Trump para o vice, Mike Pence.
– Não há nada sobre isso na mesa neste momento – disse o integrante do governo.
O’Brien concedeu uma entrevista à emissora americana CBS News. Ele explicou que Trump receberá relatórios de inteligência e segurança remotamente e que não há necessidade de considerar a transferência de poder porque o chefe de governo “está firmemente no comando do governo do país”.
Mais cedo, Brian Garibaldi, um dos médicos do hospital militar que trata Trump contra a Covid-19, afirmou que ele pode receber alta já nesta segunda-feira (5).
– Nosso plano é que esteja fora da cama o máximo possível, para que tenha mobilidade. Se seguir se sentindo bem, nosso plano é que tenha alta amanhã – explicou.
De acordo com o integrante da equipe que atua no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, as condições para a alta são o desaparecimento dos sintomas, a saturação adequada do oxigênio no sangue de Trump, além de ele se manter ativo nas próximas horas.
O que era uma discussão sobre desempenho no trabalho se transformou em uma tentativa de homicídio na cidade de Viena, na Áustria. O gerente de uma empresa ateou fogo em um funcionário durante a madrugada deste sábado (3).
De acordo com a imprensa local, o homem de 32 anos jogou gasolina em um empregado de 28 anos e depois usou um isqueiro para iniciar as chamas.
Outro funcionário tentou ajudar o companheiro enquanto o gerente fugiu. O responsável pelo crime retornou ao local de trabalho, onde foi preso pelas forças de segurança de Viena.
Durante o interrogatório, o gerente disse que não estava satisfeito com o rendimento do funcionário. Ele ainda negou que tenha tentado matar o emprego e que tenha lançado gasolina nele.
O juiz Carl Nichols, de Washington, nos Estados Unidos, suspendeu temporariamente a proibição de downloads do TitkTok em território americano. A ordem para bloquear o aplicativo desenvolvido pela empresa ByteDance havia sido dada pelo presidente Donald Trump no dia 18 de setembro.
Com a decisão da justiça, Google e Apple poderão manter o TikTok em suas lojas de apps. Caso o juiz tivesse deliberado a favor de Trump, o veto ao aplicativo passaria a valer nesta segunda-feira (28). Nichols afirmo que o republicano estava infringindo a liberdade de expressão.
– O TikTok é muito mais do que um aplicativo, é a versão moderna do fórum público, é uma comunidade, é um meio de comunicação muito importante em tempos de pandemia. Se a proibição entrar em vigor, será como se o governo estivesse impedindo que dois terços do país fosse à praça pública – afirmou o advogado da ByteDance, John Hall.
Na semana passada foi anunciado a criação de uma nova empresa – a TikTok Global – que teria a participação e dois impérios americanos: a Oracle e o Walmart com participações de 12,5% e 7,5% respectivamente. O Departamento do Tesouro alertou que caso as negociações não sejam bem-sucedidas, uma proibição completa das atividades do TikTok nos EUA pode entrar em vigor a partir do dia 12 de novembro.
A pandemia de coronavírus deixou pelo menos 73 países em risco de escassez de remédios para tratar pessoas com HIV. O Brasil não está nesta lista, mas, no país, quem depende dos antirretrovirais também enfrentam problemas para seguir o tratamento. De acordo com o Ministério da Saúde, devido à sobrecarga dos serviços em função da pandemia, houve uma redução de 17% no número de pessoas que iniciaram a terapia antirretroviral, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Ao UOL, Claudia Velásquez, diretora do Unaids (programa internacional da ONU voltado ao combate à Aids) no Brasil, disse que “com certeza” há impacto na resposta ao HIV, mas que ainda não é possível cravar o tamanho dessa interferência na saúde das pessoas que vivem com o vírus.
Em Florianópolis, quando os ônibus pararam de circular no início da pandemia e parte das clínicas que distribuía os insumos fechou as portas, pacientes chegaram a passar semanas sem medicação diária e coube a um grupo de ativistas criar um sistema para fazer a entrega dos insumos aos que moram mais longe. Fabrício Bogas Gastaldi, presidente da ONG Acontece | Arte e Política LGBT+, conta que, durante cerca de três semanas, ele e ativistas do Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção da Aids) se organizaram para levar as receitas dos pacientes até a Policlínica Centro, na região central, e voltar distribuindo os remédios de casa em casa. Essa força-tarefa consome generosa parcela.
Apesar de não haver cura para o HIV, os medicamentos antirretrovirais são capazes de controlar o vírus até deixar a carga viral indetectável no sangue.
Fabrício conta que com o nome e alguns poucos dados em mãos é possível retirar a medicação pelo paciente. Depois de três semanas, no entanto, o sistema se mostrou inviável. E nasceu a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, que dura até hoje.
Mesmo depois que o poder público entrou na força-tarefa, no entanto, o caminho do remédio até o paciente ainda depende muito do grupo. Cabe a Fabrício e outras duas pessoas receber pedidos de remédio pelo WhatsApp, em seus telefones pessoais, a qualquer hora do dia, e inserir os nomes na planilha.
Ele conta que sua vida parou, e ele se dedica a causa 24 horas por dia. Até quarta-feira, o sistema contava com 400 pessoas cadastradas só na capital catarinense, mas Fabrício conta que foi procurado por pessoas de municípios vizinhos.
Mesmo assim, das mais de 400 pessoas cadastradas, pelo menos 50 chegaram a passar muito tempo sem tomar as medicações, seja porque a receita não estava em dia e demorou para ser regularizada, seja por que não conhecia a possibilidade de acionar as ONGs. Há casos de pessoas que passaram três semanas sem tratamento.
A dificuldade é maior ainda para quem vive na região metropolitana, mas faz tratamento em Florianópolis: Fabrício conta que algumas puderam arcar com o Uber de uma cidade para outra, já que o transporte intermunicipal também foi interrompido, mas que há casos de pessoas que fizeram o trajeto a pé, durante três horas, para buscar o remédio.
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A passageira Hiyam Nasr Naji Daaban, de 31 anos, estava no voo MS777 da EgyptAir, que partiu do Cairo, no Egito, com destino a Londres, na Inglaterra, quando entrou em trabalho de parto. Moradora do Iêmen, ela deu à luz em uma viagem de cinco horas.
O piloto ia fazer um pouso de emergência em Berlim, na Alemanha, para que o parto fosse realizado em um hospital, mas não deu tempo. Felizmente havia um médico no avião que realizou o parto sem maiores dificuldades.
A surpresa foi noticiada pela companhia no Twitter que parabenizou o passageiro. A EgyptAir ainda presenteou o recém-nascido com uma passagem vitalícia gratuita, ou seja, todas as suas viagens de avião serão de graça.