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Presidente da Ucrânia citou os territórios da Crimeia, e as regiões de Donetsk e Lugansk

Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky Foto: EFE/EPA/SERGEY DOLZHENKO

Nesta terça-feira (8), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que está disposto a discutir com a Rússia a questão da independência da Crimeia e das regiões de Donetsk e Lugansk, em Donbass. O assunto foi abordado durante uma entrevista à emissora ABC News, dos Estados Unidos.

A medida foi uma exigência dos russos durante uma negociações por um cessar-fogo na Ucrânia. A Crimeia foi anexada pela Rússia em 2014, enquanto Donetsk e Lugansk foram palcos de conflitos separatistas nos últimos anos. As duas regiões foram reconhecidas pela Rússia como independentes.

Ao citar os termos da Rússia, Volodymyr Zelensky disse que é possível chegar a um “compromisso”.

– Podemos discutir os itens relacionados a territórios temporariamente ocupados e pseudorrepúblicas não reconhecidas por ninguém além da Rússia; podemos discutir e encontrar um compromisso sobre como esses territórios viverão – apontou.

Durante a entrevista, no entanto, o presidente da Ucrânia disse que aceita dialogar, mas que não pretende ceder a “ultimatos” da Rússia.

– Estou pronto para o diálogo, não estamos prontos para a capitulação – ressaltou.

O ataque da Rússia à Ucrânia ocorreu na madrugada do dia 24 de fevereiro. O anúncio da “operação militar no leste da Ucrânia” foi feito pelo presidente russo, Vladimir Putin, em um discurso transmitido na televisão. De acordo com ele, o objetivo era “proteger as pessoas que são submetidas a abusos, genocídio de Kiev durante oito anos”, e, para isso, ele buscaria “desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia e levar à Justiça aqueles que cometeram vários crimes sangrentos contra pessoas pacíficas, incluindo cidadãos russos”.

Informações Pleno News


Lista com os países e produtos afetados sai em dois dias; gás fornecido à Europa deve entrar na relação

Em reação a embargo de Biden, Putin vai limitar comércio de matérias-primas

Foto: Reprodução Twitter Kremlin

Por: Metro1 no dia 08 de março de 2022 às 17:23

O presidente Vladimir Putin anunciou que vai proibir ou limitar o comércio de matérias-primas da Rússia até o fim deste ano. O anúncio é uma reação ao embargo dos Estados Unidos ao petróleo e ao gás natural da Rússia.

A relação de produtos e países que serão afetados será elaborada em até dois dias, segundo o decreto presidencial divulgado pelo Kremlin. Com isso, a Rússia nem venderá, nem comprará produtos básicos.

A ação do presidente Joe Biden, coordenada segundo o presidente americano com seus aliados ocidentais, visa punir a Rússia pela guerra que iniciou ao invadir a Ucrânia, no dia 24 de fevereiro. Ela se soma a uma série de duras sanções econômicas.

Segundo a Folha de São Paulo, a principal retaliação russa deverá ocorrer contra a Europa. Na segunda-feira, o vice-premiê Alexander Novak disse que o gasoduto Nord Stream 1, que leva até 55 bilhões de metros cúbicos do produto todo ano da Rússia para a Alemanha, poderá ser fechado.

Já a proibição de exportação de petróleo deverá atingir todos os países da lista de nações consideradas hostis na crise ucraniana pelo Kremlin, como os 27 integrantes da União Europeia, Japão e Austrália. O Brasil não está nessa lista, e provavelmente poderá até auferir algum ganho na crise exportando produtos que serão proibidos a outros países.

Informações Metro 1


Presidente ucraniano destacou que não está se escondendo

Volodymyr Zelensky Foto: EFE/EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE HANDOUT

Na noite desta segunda-feira (7), o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky postou um vídeo que gravou em seu escritório, em Kiev. Essa foi a primeira vez que o líder russo foi visto no local desde a invasão russa, que teve início em 24 de fevereiro.

Zelensky afirmou que ficará na capital ucraniana. Ele destacou que não está se escondendo e não tem medo de ninguém. As informações são da CNN Brasil.

– Vou ficar em Kiev. No meu escritório. Não estou me escondendo. E não tenho medo de ninguém – falou.

No discurso, ele ressaltou ainda que esta é a 12ª noite de sua luta.

– Segunda-feira. Tarde. Você sabe, costumávamos dizer: segunda-feira é um dia difícil. Há uma guerra no país. Então todo dia é segunda-feira. E agora estamos acostumados ao fato de que todos os dias e todas as noites são assim. Hoje é dia 12. 12ª noite da nossa luta. Nossa defesa. Estamos todos no terreno, estamos todos trabalhando. Todos estão onde deveriam estar. Estou em Kiev. Minha equipe está comigo. A defesa territorial está no terreno. Os militares estão em posições. Nossos heróis! Médicos, socorristas, transportadores, diplomatas, jornalistas. Todos. Estamos todos em guerra. Todos contribuímos para a nossa vitória, que com certeza será alcançada. Pela força das armas e do nosso exército. Pela força das palavras e da nossa diplomacia. Pela força do espírito, que o primeiro, o segundo e cada um de nós temos – declarou.

Confira o vídeo, abaixo:

https://m.facebook.com/zelenskiy.official/videos/4670135189782685/

Informações Pleno News


Pedido foi feito durante reunião da Organização das Nações Unidas

Conselho da ONU
Foto: AP/Photo/Frank Franklin II/Agencia Sputnik

Os Estados Unidos e aliados pediram nesta segunda-feira (7) à Rússia, durante reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), para permitir a passagem segura de civis em cidades ucranianas sitiadas e ajuda a áreas de combate, dizendo que a crise humanitária na Ucrânia está se deteriorando rapidamente.

Enviados de muitos países, incluindo EUA, Irlanda e França, bem como o chefe de ajuda da ONU, Martin Griffiths, alertaram sobre o número crescente de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças, e pessoas deslocadas.

“Precisamos do compromisso firme, claro, público e inequívoco da Rússia para permitir e facilitar o acesso humanitário imediato e desimpedido para parceiros humanitários na Ucrânia”, disse a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, na reunião do Conselho de Segurança da ONU convocada para discutir a crise humanitária.

A Rússia ofereceu aos ucranianos rotas de fuga para a Rússia e Belarus, sua aliada próxima, na manhã de segunda-feira, depois que as tentativas de cessar-fogo para retirada no fim de semana falharam.

“Não conheço muitos ucranianos que desejam buscar refúgio na Rússia. Isso é hipocrisia”, disse o embaixador da França, Nicolas de Riviere.

Mais de 1,7 milhão de pessoas fugiram da Ucrânia, muitas empresas ocidentais se retiraram da Rússia e o Ocidente impôs duras sanções aos bancos russos e ao presidente Vladimir Putin.

Vassily Nebenzia, enviado russo à ONU, acusou as autoridades ucranianas de não permitir que civis fugissem.

Moscou, que nega atacar civis, prometeu levar adiante a campanha que lançou em 24 de fevereiro e chama de “operação militar especial”.

Informações Agência Brasil


A terceira rodada de negociações entre a Rússia e Ucrânia sobre o conflito, iniciado no final de fevereiro, encerrou por hoje em Belarus. Os países debatem um cessar-fogo permanente, mas há divergências entre as partes. Hoje, os russos divulgaram uma lista (veja abaixo) de reivindicações para o fim da guerra.

O impasse marcou o 12º dia da guerra, que também teve o anúncio da Ucrânia de que retomou o controle da cidade de Chuhuiv, no nordeste do país, e do aeroporto em Mykolayiv. Ataques aéreos continuam a ocorrer pelo país e um ataque em Makariv, na região de Kiev, teve a morte de 13 civis.

Segundo o negociador ucraniano e conselheiro da Presidência da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, houve “pequenos avanços” na logística de corredores humanitários. “As consultas continuarão, por hoje não temos resultados fortes”, disse. 

A Rússia anunciou uma trégua em várias cidades ucranianas a partir das 07h de terça-feira (04h no horário de Brasília) para a evacuação de civis por corredores humanitários.

“A Federação Russa anuncia um cessar-fogo a partir das 10h, horário de Moscou, de 8 de março” para a evacuação de civis de Kiev, além das cidades de Sumy, Kharkiv, Chernigov e Mariupol, informou o setor do Ministério da Defesa responsável por operações humanitárias na Ucrânia, em nota citada por agências de notícias russas.

O negociador russo, o membro da Duma Leonid Slutsky, disse que gostaria de levar um resultado mais concreto a Moscou, mas que “é mais difícil do que pensávamos”.

“As negociações terão continuidade, e esperamos que na próxima vez ou na seguinte, cheguemos a algum resultado. Será um trabalho difícil, mas constante”, disse ele em pronunciamento.

Na próxima quinta-feira (10), os chanceleres dos dois países se reunirão na Turquia, informou o ministro das Relações Exteriores turco, MevlutCavusoglu.

Países apresentam condições para o fim da guerra

A Rússia e a Ucrânia apresentam condições conflitantes para encerrar a guerra. Enquanto Kiev exige que as tropas russas saiam de seu território imediatamente e sem pré-condições, o Kremlin quer a rendição ucraniana. Além disso, a Rússia exige:

Caso sejam acatados seus termos, os russos dizem estar prontos para interromper a ação militar “em um momento”.

A reunião de hoje também ocorre em meio a acusações dos dois governos de violações dos corredores humanitários, combinados no fim de semana.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores de Kiev informou que “a Rússia sabotou a abertura de corredores humanitários para a evacuação da população civil” e continua a “bombardear Kiev, Mariupol, Volonovakha, Sumy, Mykolaiv, Kharkiv e outras cidades”.

“Isso impede a passagem em segurança de comboios humanitários que transportam pessoas, medicamentos e comida. Pedimos aos Estados para fazer o máximo de esforço para obrigar a Rússia a garantir o cessar-fogo para prevenir uma catástrofe humanitária em larga escala”, diz o comunicado.

Por outro lado, Moscou acusa Kiev de não fazer com que os corredores funcionem corretamente porque há bloqueios de “nacionalistas ucranianos”.Imagem: Arte UOL

Chanceleres se encontrarão na Turquia

Os ministros das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e da Ucrânia, Dmytro Kuleba, vão se reunir em Antália, na Turquia, na próxima quinta-feira (10).

“O encontro será realizado de maneira trilateral, também eu participarei”, disse o ministro turco Cavusoglu à agência de notícias estatal Anadolu.

Essa será a primeira vez que os chanceleres dos dois países se encontrarão desde a invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro.

Assim como outras nações do mundo, a Turquia também tenta mediar negociações de paz entre os dois governos por conta de sua proximidade com ambos.

Apesar de condenar a invasão russa e fechar seus portos para a passagem de embarcações do país, o governo do presidente Recep Tayyip Erdogan informou que não irá aderir às sanções aplicadas por muitos países ocidentais contra Moscou.

Rússia e Ucrânia já se reuniram duas vezes

Representantes de Kiev e Moscou já se reuniram duas vezes em Belarus desde o início da guerra.

O primeiro encontro aconteceu no dia 28 de fevereiro e durou cerca de cinco horas, mas terminou sem um acordo. Na ocasião, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, não participaram do encontro —ambos enviaram representantes.

A segunda reunião aconteceu na quinta-feira (3), também com o envio de representantes. Desta vez, porém, os países concordaram em montar um corredor de fuga para os civis, mas houve troca de acusações entre russos e ucranianos de descumprimento do acordo.

Os corredores humanitários são áreas consideradas seguras, pelas quais civis poderão escapar.

O desrespeito ao período de trégua fez a Ucrânia adiar o plano para a retirada de pessoas nas cidades de Mariupol e Volnovakha, no sudeste do país no sábado (5).

A Rússia, por sua vez, atribuiu os bombardeios em Mariupol a nacionalistas ucranianos. O governo liderado por Vladimir Putin afirma que “unidades de combate neonazistas” na cidade no leste da Ucrânia estariam barrando a saída de civis para usá-los como escudos humanos contra as tropas russas na região.

Conflito já dura 12 dias

No 12º dia da invasão à Ucrânia, a Rússia anunciou a abertura de corredores humanitários para a retirada de civis de quatro cidades da Ucrânia —a capital Kiev, Mariupol, Kharkiv e Sumy. Mas civis só podem ficar na Ucrânia ou ir para Rússia e Belarus.

O governo da Ucrânia diz que a proposta da Rússia é “inaceitável”.

Na madrugada, as forças russas intensificaram os ataques contra cidades do centro, norte e sul da Ucrânia. Um ataque aéreo deixou ao menos 13 civis mortos na cidade de Makariv, na região de Kiev, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.

O Ministério da Administração Interna da Ucrânia afirma que ao menos 30 pessoas estavam no terreno, uma fábrica de pães fora de operação. Cinco pessoas foram retiradas com vida após o ataque aéreo e não há atualizações sobre outros sobreviventes ou mortos.

Em entrevista ao site Sky News, Oleksandr Senkevych, prefeito de Mykolaiv, no sul da Ucrânia, diz que ao menos 40 bombas caíram na cidade na manhã de hoje. Quase todas atingiram edifícios civis, inclusive casas e um zoológico.

O prefeito também acusou a Rússia de usar bombas de fragmentação, proibidas pela lei internacional.

Informações Uol


Ator que se demitiu para lutar em guerra na Ucrânia é morto por russos
Foto: Reprodução / Instagram

Após deixar o trabalho como ator para lutar na guerra, em defesa de seu país, o ucraniano Pasha Lee foi morto em combate durante um bombardeio russo, neste domingo (6). Pasha Lee tinha 33 anos e lutava na cidade de Irpin, próxima à capital do país, Kiev.

Astro do cinema, dublador e apresentador de TV, Lee deixou o emprego já no primeiro dia de guerra, antes da Lei Marcial ser decretada na Ucrânia. Desde seu ingresso nas Forças de Defesa Territorial das Forças Armadas da Ucrânia, Lee vinha postando fotos com a farda militar nas redes sociais.

Em publicação no sábado (5), ele expressou esperança pelo seu povo. “Estamos sorrindo porque vamos conseguir. Ucrânia, estamos trabalhando”, escreveu.

A morte de Lee foi anunciada em post do Festival Internacional de Cinema de Odesa e replicada pela imprensa internacional.

Pasha Lee atuou em filmes como Shtolnya (2006), Zvychayna sprava (2012), Shadows of Unforgotten Ancestors (2013), The Fight Rules (2016) e Meeting of classmates (2019). Ele também era apresentador de TV no canal DOM e trabalhou em dublagens nos filmes O Rei Leão e O Hobbit, de acordo com informações de Sergiy Tomilenko, presidente do Sindicato Nacional de Jornalistas da Ucrânia.

Atualmente, as Forças Armadas da Ucrânia estimam que há mais de 11 mil soldados russos mortos desde o início dos ataques, em 24 de fevereiro.

*Pleno.News


Garoto carregava apenas uma mochila, um saco plástico e o passaporte  - Reprodução/Ministerstvo vnútra SR
Garoto carregava apenas uma mochila, um saco plástico e o passaporte  Imagem: Reprodução/Ministerstvo vnútra SR

Um menino de 11 anos cruzou ontem, sozinho, a fronteira da Ucrânia com a Eslováquia porque os pais precisaram permanecer no país. Ele foi chamado de “herói da noite” pelas autoridades eslovacas.

Segundo uma postagem do Ministério do Interior eslovaco no Facebook, o garoto de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia, carregava apenas uma mochila, um saco plástico, o passaporte e tinha um número de telefone escrito na mão. O nome dele não foi divulgado.

“Ele veio sozinho porque seus pais tiveram que ficar na Ucrânia. Voluntários cuidaram dele, o levaram para um lugar quente e lhe deram comida e bebida”, disse o ministério na publicação.

Segundo a pasta, ele conseguiu contatar parentes que foram buscá-lo e “toda a história acabou bem”. Não ficou claro se esses familiares vivem na Eslováquia.

O número de pessoas que fugiram do conflito na Ucrânia superou a barreira de 1,5 milhão, o que constitui a crise de refugiados mais acelerada desde a Segunda Guerra Mundial, anunciou a ONU (Organização das Nações Unidas) hoje, 11º dia do conflito.

“Mais de 1,5 milhão de refugiados da Ucrânia entraram nos países vizinhos em 10 dias. Esta é a crise de refugiados de crescimento mais rápido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial”, tuitou o alto comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) havia anunciado no sábado um total de 1,37 milhão de refugiados.

As autoridades esperam um fluxo ainda mais intenso de refugiados nos próximos dias, consequência da ofensiva do exército russo, especialmente em Kiev, a capital ucraniana.

A Polônia é o principal país de recepção para os refugiados. Desde 24 de fevereiro, dia do início da invasão da Ucrânia pela Rússia, 922.400 pessoas que fugiram do conflito entraram no território polonês, segundo a Guarda de Fronteira.

Informações UOL e AFP


Foto: EFE/EPA/Sergey Dolzhenko

Neste sábado (5), os Estados Unidos voltaram a pedir que seus cidadãos deixem a Rússia imediatamente. O pedido ocorre por causa da possibilidade de americanos sofram hostilidades por parte das forças de segurança russas, em meio a escalada de tensão decorrente da invasão da Ucrânia. As informações são da agência EFE.

O Departamento de Estado americano também solicitou, por meio de um comunicado, que não sejam feitas viagens para o território russo.

O órgão alertou que todos americanos que estiverem na Rússia podem estar expostos a provocações por parte das seguranças russas, em um momento que a embaixada dos EUA tem uma “capacidade limitada” para ajudar seus cidadãos.

A diplomacia americana também explicou que seus cidadãos podem ter problemas na Rússia para sacar dinheiro em bancos por causa das sanções que o Ocidente impôs à Moscou, que incluem a exclusão de algumas instituições financeiras russas ao sistema de transferências Swift.

Na semana passada, os EUA já tinham pedido que americanos que abandonassem a Rússia enquanto houvesse voos comerciais disponíveis.

Além disso, o Departamento de Estado autorizou a saída do pessoal não essencial e respectivos familiares da Embaixada americana em Moscou.

*EFE


Empresas emitiram comunicado neste sábado

Visa e Mastercard suspendem operações na Rússia Foto: Pixabay 

Neste sábado (5), as operadoras de cartão de crédito Mastercard e Visa anunciaram a suspensão de suas operações na Rússia. As empresas decidiram aumentar suas retaliações, embora já tivessem bloqueado parte das operações para instituições financeiras russas. As informações são do portal Metrópoles.

– Somos obrigados a agir após a invasão da Ucrânia e os eventos inaceitáveis que estamos testemunhando – disse a a presidente e CEO da Visa, Al Kelly, por meio de nota.

Com a nova decisão, todas as transações com cartões Visa e Mastercard, emitidas na Rússia, não funcionarão mais.

As duas operadoras são responsáveis por cerca de 74% das transações de pagamento em solo russo.

As empresas se comprometeram ainda a contribuir com 2 milhões de dólares, cada, em ajuda humanitária.

Informações Pleno News


Bomba FAB-500 encontrada na cidade de Chernihiv, segundo as Forças Armadas da Ucrânia - Reprodução/Twitter
Bomba FAB-500 encontrada na cidade de Chernihiv, segundo as Forças Armadas da Ucrânia Imagem: Reprodução/Twitter

Há pelo menos 351 mortes confirmadas de civis na Ucrânia desde que as tropas russas invadiram o país em 24 de fevereiro, além de outros 707 feridos, embora os verdadeiros números sejam provavelmente “consideravelmente maiores”, afirmou uma missão de monitoramento da ONU neste sábado.

A maioria das mortes de civis foram causadas por armas explosivas com uma área de impacto ampla, incluindo bombas de artilharia pesada e sistemas de lançamentos múltiplos de foguetes, e de ataques aéreos ou de mísseis, disseram monitores do Gabinete para Direitos Humanos do Alto Comissariado da ONU.

“O Gabinete acredita que os verdadeiros números são consideravelmente maiores, especialmente no território controlado pelo governo e especialmente nos últimos dias, porque as informações de alguns locais onde houve hostilidades intensas atrasou e muitos relatos ainda dependiam de confirmação”, disse.

A missão afirmou que centenas de supostas mortes civis em Valnovakha —onde havia tentativas de abrir um corredor de retirada pelo meio das forças russas — ainda precisavam de confirmação.

Informações UOL

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