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A Austrália e a Nova Zelândia mantêm o rei ou a rainha da Inglaterra como chefe de Estado - Getty Images/2017
A Austrália e a Nova Zelândia mantêm o rei ou a rainha da Inglaterra como chefe de Estado Imagem: Getty Images/2017

Morta na quinta-feira (8), a rainha Elizabeth 2ª deixou uma carta lacrada em Sydney, na Austrália, que não pode ser lida antes de 2085. As informações são do tabloide britânico Mirror.

Conforme a publicação, a monarca escreveu a carta em 1986. Ela é endereçada ao prefeito e ao povo de Sydney e encontra-se no Queen Victoria Building (prédio rainha Victoria). O conteúdo, no entanto, nunca foi revelado.

As instruções da carta dizem o seguinte: “Saudações. Em um dia adequado para ser escolhido por você no ano de 2085, por favor, abra este envelope e transmita aos cidadãos de Sydney minha mensagem para eles.”

O edifício, que abriga agora um centro comercial, foi inaugurado em 1898 e nomeado em homenagem ao jubileu de diamante da então rainha Vitória, tataravó de Elizabeth.

Ao longo de seu reinado que durou 70 anos, Elizabeth visitou a Austrália 16 vezes.

A Austrália e a Nova Zelândia, duas ex-colônias britânicas, são independentes há décadas, mas mantêm o rei ou a rainha da Inglaterra como chefe de Estado. Hoje, o rei Charles 3º, filho de Elizabeth, foi formalmente nomeado monarca dos dois países.

Informações UOL


O presidente Jair Bolsonaro (PL) avalia ir a Londres, ao velório da rainha Elizabeth II. Ajustes na agenda estão sendo feitos para conciliar a visita ao Reino Unido e a ida à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, onde o Brasil fará o tradicional discurso de abertura, que já está praticamente pronto, segundo assessores do Palácio do Planalto.

Após ato de campanha em Axixá, município no interior de Tocantins, Jair Bolsonaro afirmou que fará ajustes na agenda.

“De acordo com o horário e dia, pode ser que eu vá. Na outra semana, eu tenho dois dias nos Estados Unidos, abertura dos trabalhos da ONU, vou me fazer presente. Se coincidir a véspera ou a despedida da rainha, há essa possibilidade de eu ir para o Reino Unido e participar do adeus a essa mulher que foi mais que uma rainha para aquele povo. Foi um exemplo para todos nós do mundo, até mesmo durante a sua visita em 68 ao Brasil, deixa saudades até hoje”, declarou à CNN.

Está sendo avaliada a possibilidade de Jair Bolsonaro ir a Londres e de lá seguir para Nova York, onde fará o discurso na ONU.

Créditos: CNN.


Foto: Reprodução/YouTube Guardian News

O rei Charles III, do Reino Unido, lamentou a morte de sua mãe, a rainha Elizabeth II, aos 96 anos, nesta quinta-feira (8). Em comunicado, o novo monarca, de 73 anos, afirmou que o momento é de “grande tristeza” para ele e toda a família.

Charles se disse enlutado pela morte de uma “soberana querida” e uma mãe “muito amada”.
– A morte da minha querida mãe, a majestade, a rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para os membros da minha família – afirmou o monarca em comunicado.

– Sei que a perda dela será profundamente sentida ao redor do país, reinos e Comunidade das Nações, e por incontáveis pessoas ao redor mundo – ressaltou.

O rei acrescentou que, durante este período de luto e mudanças, sua família será confortada pelo respeito e afeto com o qual a rainha era tratada.

Em seu pronunciamento, a primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, já se referiu ao rei como Charles III. Segundo o Palácio de Buckingham, a mulher dele, Camilla, se tornou rainha consorte.

Charles é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, devido à idade avançada da rainha.

*Com informações da AE


A rainha Elizabeth 2ª morreu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos, em seu castelo em Balmoral, na Escócia, onde passava férias desde julho. Ela ocupou o trono por mais de 70 anos e foi a monarca mais longeva da história do Reino Unido.

A informação foi divulgado pelo perfil nas redes sociais da família real:

Assim que um comunicado do Palácio de Buckingham informou que Elizabeth estava sob supervisão médica e que seu estado preocupava, os membros da família real começaram a viajar para a Escócia.

Um dos últimos compromisso oficiais de Elizabeth 2ª foi na última terça-feira (6), quando nomeou a nova primeira-ministra Liz Truss. Ela chegou a posar para foto com a nova mandatária. Na quarta-feira (7), dia da Independência do Brasil, a monarca mandou uma mensagem aos brasileiros.

Em fevereiro deste ano, a rainha pegou Covid-19, mas apresentou apenas sintomas leves de um resfriado e não teve grandes complicações.

Em junho, foi celebrado o jubileu de platina da rainha Elizabeth 2ª, que comemorou os 70 anos no trono britânico. Ela superou o recorde anterior pertencia à sua tataravó, a rainha Vitoria, que reinou durante 63 anos, 7 meses e 2 dias (de 20 de junho de 1837 até sua morte, em 22 de janeiro de 1901). Aos 96 anos, Elizabeth 2ª era a monarca reinante mais velha do mundo.
Elizabeth não estava na linha sucessória da família real britânica desde que nasceu. Sua vida mudou em 11 de dezembro de 1936, quando tinha 10 anos, e seu pai George 6º chega ao trono após seu tio Eduardo 8º renunciar para se casar com Wallis Simpson, que era americana e tinha se divorciado.

Em 20 de novembro de 1947, já como uma herdeira da coroa, Elizabeth se casa com o príncipe Philip da Grécia e Dinamarca, seu primo de terceiro grau. O casal teve quatro filhos: o mais velho e herdeiro do trono é o príncipe Charles, que nasceu em 1948. A única filha, Anne, nasceu em 1950, seguida de Andrew, em 1960, e Edward, em 1964.

Em 6 de fevereiro de 1952, quando estava no Quênia com Philip, representando o pai, que estava doente. Durante essa viagem oficial a mais um país da Commonwealth, Elizabeth foi informada sobre a morte do rei e que se tornaria rainha com apenas 25 anos.

Em 2 de junho de 1953, após o período de luto, Elizabeth é coroada rainha. Pela primeira vez, a cerimônia de coroação na abadia de Westminster, que era restrita para poucas pessoas, foi transmitida ao vivo no rádio e na televisão. Esse momento é considerado um marco para a abertura da Família Real britânica para o mundo.

*R7


Foto: Reprodução/Twitter

Um homem foi detido nesta quinta-feira (1°), em Buenos Aires, depois de tentar atirar na vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, nos arredores de sua casa, quando acontecia uma vigília em seu apoio. A informação foi confirmada à imprensa do país pelo ministro da Segurança, Aníbal Fernández.

Imagens feitas pela emissora de televisão C5N registraram o momento em que uma pessoa saca uma arma de fogo em frente ao rosto da ex-presidente. O homem foi identificado como Fernando André Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos.

– Uma pessoa indicada por pessoas próximas mostra uma arma e é detida pelo pessoal da segurança. Eles o afastam, a arma é encontrada. Agora a situação tem que ser analisada pelo nosso pessoal científico para avaliar os vestígios e a capacidade e disposição que tinha essa pessoa – declarou o ministro da Segurança à emissora.
Segundo relataram fontes oficiais do Ministério da Segurança à agência EFE, membros da Polícia Federal Argentina, responsável pela segurança da vice-presidente, foram alertados por manifestantes que estavam no local que “um homem estaria armado entre eles”.

No último dia 22 de agosto, um procurador solicitou 12 anos de prisão para Cristina por um caso de suposta corrupção e, desde então, grupos a favor e contra a ex-presidente se manifestaram nas ruas de Buenos Aires.

*Com informações EFE


Há temores de que os combates entre russos e ucranianos tenham danificado linhas de energia e causado incêndios na instalação

A usina de Zaporizhzhia, na Ucrânia

Inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da Organização das Nações Unidas (ONU) visitam nesta semana a usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia. Há temores de que os combates entre russos e ucranianos tenham danificado linhas de energia e causado incêndios na instalação. Uma catástrofe nuclear não está descartada.

A equipe de inspetores, liderada pelo diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, verificará os sistemas de segurança e proteção e avaliará as condições dos funcionários. A inspeção terá início na quarta-feira 31 e será concluída no sábado 3, segundo reportagem publicada pelo The Wall Street Journal.

Novos bombardeios ao redor da usina atingiram prédios localizados a cerca de 100 metros do complexo do reator e danificaram as tubulações de água, que já foram reparadas.

As forças russas ocuparam a usina, considerada a maior da Europa, e estacionaram equipamentos militares. Atualmente, trabalhadores ucranianos continuam a operá-la sob a mira de armas.

A visita desta semana é a mais importante da AIEA desde Chernobyl, em 1986, depois do catastrófico acidente que expeliu poeira radioativa por toda a Europa.

A Energoatom, empresa estatal de energia nuclear da Ucrânia, informou na quinta-feira 25 que os reatores de Zaporizhzhia foram completamente desconectados de suas linhas de energia, em virtude de um incêndio que a companhia atribuiu ao bombardeio russo.

Técnicos ucranianos reconectaram um dos reatores à rede de energia na sexta-feira 26, mas cinco outros reatores permanecem desligados. A usina produzia um quinto da eletricidade da Ucrânia antes da guerra. Kiev acredita que Moscou está tentando cortar sua conexão com o território ucraniano.

A AIEA tem como foco monitorar o uso de urânio enriquecido pelos países, mas, agora, está no centro do que diz ser o primeiro exemplo de um conflito bélico em um país com infraestrutura nuclear tão ampla quanto a Ucrânia.

Informações Revista Oeste


Cães de estimação passam a ser proibidos na Coreia do Norte; veja motivo

Na Coreia do Norte, os norte-coreanos estão sendo obrigados a entregar seus cães de estimação, pois o ditador Kim Jong-un anunciou em julho, que ter um animal de estimação agora é contra lei, denunciando que ter um cachorro em casa é como “uma tendência contaminada de ideologia burguesa”, segundo informações do jornal britânico Daily Mail.

Os donos temem que seus animais de estimação estejam sendo usados para resolver a escassez de alimentos do País. De acordo com informações de uma fonte ao jornal sul-coreano Chosun Ilbo, “as autoridades identificaram famílias com cães de estimação e estão forçando as pessoas a entregar ou confiscar à força e abater os animais”, disse. 

“Alguns dos cães são enviados para zoológicos estatais ou vendidos para restaurantes de carne de cachorro”. 

A carne de cachorro é considerada um alimento na península coreana, embora a tradição de comer cachorro esteja aos poucos desaparecendo na Coreia do Sul.

SCC10


Destroços de conjunto residencial atingido por ataques russos na cidade de Kharkiv - Vitalii Hnidyi/Reuters
Destroços de conjunto residencial atingido por ataques russos na cidade de Kharkiv Imagem: Vitalii Hnidyi/Reuters

A Ucrânia reconheceu nesta segunda-feira (22) ter perdido cerca de 9 mil soldados desde o início da invasão russa, há seis meses, um conflito que não dá sinais de estar próximo do fim.

“Cerca de 9.000 heróis morreram”, disse o comandante-chefe do exército ucraniano, general Zaluzhny, durante uma manifestação pública.

Zaluzhny acrescentou que há crianças ucranianas que precisam de atenção especial porque seus pais foram para o front e “provavelmente estavam entre os 9.000 heróis que morreram”.

A declaração do chefe do exército é a primeira sobre as baixas militares de Kiev desde abril.

Na quarta-feira, a Ucrânia celebrará seu dia da independência, que este ano coincide com os seis meses da invasão russa.

“Acho que estamos enfrentando uma guerra em larga escala”, afirmou o alto representante para a política externa da União Europeia (UE), o espanhol Josep Borrell, durante uma coletiva de imprensa no norte da Espanha, na qual anunciou que a UE discutirá a criação de uma grande “organização de treinamento e ajuda” para o exército ucraniano.

– Ganhando tempo? –

Depois de fracassar em sua tentativa de tomar Kiev, Moscou concentrou sua ofensiva nas regiões sul e leste do país, onde tenta controlar todo o Donbass, parcialmente ocupado por separatistas pró-russos desde 2014.

Um assessor presidencial ucraniano disse à AFP que a Rússia está tentando persuadir Kiev para que inicie novas conversas com o objetivo de ganhar tempo para se reagrupar.

Durante semanas, o Kremlin vem “tentando convencer a Ucrânia a iniciar negociações”, disse Mikhailo Podoliak à AFP.

O assessor presidencial sugeriu que se tratava de una estratagema para “congelar o conflito enquanto se mantém o status quo nos territórios ucranianos ocupados”.

Podoliak disse que Kiev acredita que Moscou realmente não quer conversas sérias de paz, mas “uma operação de pausa para seu exército” antes de uma nova ofensiva.

A dois dias do aniversário de seis meses da invasão, o serviço de segurança russo (FSB) acusou a Ucrânia de responsabilidade pela morte Daria Dugina, filha do filósofo Alexander Dugin, que seria próximo do Kremlin, depois que seu veículo explodiu no sábado nos arredores de Moscou.

O “assassinato” de Daria Dugina “foi preparado e cometido pelos serviços especiais ucranianos”, declarou o FSB, citado pelas agências de notícias russas.

O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a morte de Dugina de “crime vil” em uma mensagem de condolências divulgada pelo Kremlin nesta segunda-feira.

Alexander Dugin é um intelectual e escritor ultranacionalista que apoia firmemente a invasão russa da Ucrânia, assim como fazia sua filha.

De acordo com o FSB, a pessoa que colocou o explosivo no veículo é uma mulher ucraniana que teria fugido para a Estônia depois do atentado.

“A Ucrânia não tem absolutamente nada a ver com a explosão”, garantiu, por sua vez, a presidência ucraniana no domingo.

– Aniversário da independência –

Essa acusação a Kiev ameaça aumentar ainda mais a tensão entre os dois países.

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, advertiu que a Rússia poderia estar preparando algo particularmente “cruel” para esta semana.

No domingo, Zelensky detalhou que a Rússia poderia tomar a medida provocativa de julgar os soldados ucranianos detidos durante o ataque de Mariupol, no sul do país.

“Se esse julgamento desprezível acontecer […] será a linha a partir da qual não haverá negociação possível”, argumentou Zelensky em uma mensagem transmitida durante a noite.

Por sua vez, soldados do batalhão Azov capturados pelas forças russas após a batalha por Mariupol e libertados como parte de uma troca de prisioneiros, declararam que foram torturados quando estavam sob custódia da Rússia. Um ex-prisioneiro disse que presenciou casos “graves” de tortura.

Além disso, o assessor presidencial ucraniano advertiu que a Rússia poderia intensificar seus bombardeios nos dias 23 e 24 de agosto.

Diante dessa possibilidade, as autoridades proibiram manifestações públicas de 22 a 25 de agosto em Kiev e em Kharkiv, a segunda maior cidade do país.

Enquanto isso, a invasão da Ucrânia virou o mercado global de energia de cabeça para baixo e o conflito já está tendo consequências no aumento dos preços da energia e na escassez de alimentos.

Dada a perspectiva de queda dos termômetros, os europeus se preparam para um inverno difícil devido à escassez de gás da Rússia.

Nesta segunda-feira, a Bulgária afirmou que estava tentando negociar com a gigante russa Gazprom. O país é quase totalmente dependente da Rússia para seu consumo anual de 3 bilhões de metros cúbicos de gás natural.

Informações UOL


Bispo Rolando Álvarez, crítico do presidente nicaraguense Daniel Ortega, foi preso pelo regime do país

papa francisco
Papa Francisco Foto: EFE/EPA | Andreas Solaro

O papa Francisco manifestou, neste domingo (21), sua “preocupação” com as crescentes tensões entre a ditadura da Nicarágua e a Igreja Católica. Nesta sexta-feira (19), o bispo de Matagalpa, Rolando Álvarez, que faz críticas ao ditador Daniel Ortega, foi preso pelo regime do país.

– Acompanho de perto com preocupação e dor a situação criada na Nicarágua, que envolve pessoas e instituições, disse o pontífice, após a oração do Angelus.

Francisco expressou sua “convicção e esperança de que, por meio de um diálogo aberto e sincero, ainda possam ser encontradas as bases para uma convivência respeitosa e pacífica”.

Rolando Álvarez, crítico do presidente nicaraguense Daniel Ortega, foi detido na madrugada de sexta-feira e transferido para a residência de sua família em Manágua, onde permanece privado de sua liberdade, no mais recente episódio do confronto entre o governo e a Igreja Católica.

A Polícia especificou que tomou a decisão de transferir Álvarez porque ele persistiu em suas atividades “desestabilizadoras e provocativas”.

O bispo denunciou o fechamento pelas autoridades de cinco emissoras católicas e exigiu que o governo de Daniel Ortega respeite a “liberdade” religiosa.

Informações Pleno News


Rússia relata que mais de 800 soldados foram mortos nas fileiras ucranianas

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou neste sábado (20) que, nas últimas 24 horas, as forças ucranianas sofreram mais de 800 baixas, entre elas “até 20 mercenários americanos”.

Em um ataque da aviação russa contra posições da formação nacionalista Kraken e unidades mercenárias na região de Kharkiv, no leste da Ucrânia, “mais de 100 combatentes foram aniquilados, entre eles até 20 mercenários americanos”, disse o porta-voz da Defesa russa, general Igor Konashenkov.

Em seu habitual relatório matinal, o general acrescentou que até 130 soldados ucranianos foram mortos em outro ataque na mesma região, dessa vez com armas terrestres de alta precisão.

Konashenkov afirmou que na região vizinha de Dnepropetrovsk, próximo à cidade de Velikomikhailovka, a aviação tática russa “praticamente aniquilou” o 110º batalhão de defesa territorial ucraniano, causando mais de 350 baixas – destas, 200 correspondem a mortes.

Segundo o porta-voz militar, na mesma região e em Mykolaiv, mais de 200 soldados ucranianos morreram devido ao fogo da artilharia russa.

Além disso, destacou Konashenkov, as forças aerotransportadas ucranianas perderam mais de 200 homens na autoproclamada República Popular de Donetsk, em consequência de ataques com mísseis ar-terra. 

Informações Terra Brasil Notícias

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