O assessor de segurança nacional dos Estados Unidos Robert O’Brien garantiu neste domingo (4) que não há qualquer discussão para que seja transferido o poder do presidente Donald Trump para o vice, Mike Pence.
– Não há nada sobre isso na mesa neste momento – disse o integrante do governo.
O’Brien concedeu uma entrevista à emissora americana CBS News. Ele explicou que Trump receberá relatórios de inteligência e segurança remotamente e que não há necessidade de considerar a transferência de poder porque o chefe de governo “está firmemente no comando do governo do país”.
Mais cedo, Brian Garibaldi, um dos médicos do hospital militar que trata Trump contra a Covid-19, afirmou que ele pode receber alta já nesta segunda-feira (5).
– Nosso plano é que esteja fora da cama o máximo possível, para que tenha mobilidade. Se seguir se sentindo bem, nosso plano é que tenha alta amanhã – explicou.
De acordo com o integrante da equipe que atua no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, as condições para a alta são o desaparecimento dos sintomas, a saturação adequada do oxigênio no sangue de Trump, além de ele se manter ativo nas próximas horas.
O presidente Donald Trump pode receber alta nesta segunda-feira (5), como prevê o médico Brian Garibaldi, que é um dos integrantes da equipe que está acompanhando a evolução do chefe do Executivo no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed.
De acordo com o médico, os sintomas da Covid-19 estão desparecendo. Além disso, Trump está com boa oxigenação no sangue e tem se mantido ativo.
A Casa Branca tem emitido boletins diários sobre a saúde do presidente. A primeira-dama Melania Trump também testou positivo para a doença.
Em conversa por telefone ontem (2), os presidentes do Paraguai Mario Abdo Benítez e do Brasil Jair Bolsonaro firmaram acordo para reabrir as fronteiras entre os dois países “antes do dia 15 de outubro”.
Primeiro por iniciativa do governo paraguaio e depois por decreto do mandatário brasileiro, as fronteiras entre as duas Nações foram fechadas em março em decorrência da pandemia do novo coronavírus.
Nas últimas duas semanas aumentou a pressão pela reabertura por parte de comerciantes de cidades paraguaias cujo comércio depende dos turistas brasileiros, como é o caso de Pedro Juan Caballero, vizinha de Ponta Porã (MS).
Ontem, Comerciantes de Ciudad del Este, Salto del Guairá e Pedro Juan Caballero divulgaram documento dando oito dias de prazo ao governo para o fim do bloqueio fronteiriço. “A economia morta na fronteira é muito pior que a pandemia do novo coronavírus”, afirmaram.
Para aumentar a pressão contra Mario Abdo Benítez, o Planet Outlet e o Shopping China, maior loja de importados da América Latina, anunciaram que vão reabrir as portas na segunda-feira (5).
Na conversa de sexta-feira, os dois presidentes fecharam acordo estabelecendo todos os cuidados necessários para controle sanitário e migratório nos acessos entre dos dois países. Mario Abdo Benítez afirmou que do lado paraguaio está tudo pronto para a reabertura.
Já o presidente brasileiro disse ao colega paraguaio que ainda aguarda relatórios de instituições técnicas para reabilitar o trânsito de pessoas nas fronteiras. O dia exato da reabertura, no entanto, ainda não foi definido.
Entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã, o controle feito por militares paraguaios diminuiu consideravelmente nos últimos dias. Apesar de a cerca de arame farpado ainda existir em alguns pontos, brasileiros não encontram dificuldade para entrar no país vizinho, até para abastecer, aproveitando os preços dos combustíveis bem mais baixos, mesmo com dólar alto.
“Essa manhã o presidente está se sentindo muito bem”, afirmou o médico da Casa Branca Sean Conley na manhã deste sábado, 3, ao divulgar o estado de saúde de Donald Trump, internado desde a noite de sexta-feira no hospital militar Walter Reed. Conley se recusou a determinar uma data para a alta de Trump e disse que a internação “foi uma precaução”.
“Ainda não queremos falar em dia da alta porque a fase dois dessa doença (covid) pode vir acompanhada de um quadro inflamatório então temos que ter cuidado”, afirmou o médico, na frente do Centro Médico e acompanhado pelo resto da equipe que cuida de Trump.
“A primeira-dama não tem indicações para uma internação, ela está muito bem”, explicou Conley sobre Melania Trump, que também testou positivo para a covid-19 na sexta-feira, mas não foi internada como o marido.
A pergunta que ficou no ar foi se o presidente recebeu oxigênio em algum momento desde que começou a se sentir mal. “Ele não teve dificuldade de respirar, não está recebendo oxigênio nesse momento”, afirmou Conley. Questionado por jornalistas sobre se Trump precisou de auxílio para respirar em algum momento, o médico apenas disse que desde a noite de sexta não.
Conley explicou que Trump teve febre, sem detalhar quanto, tosse e fadiga, mas que os sintomas estão diminuindo. “Nesse momento estamos muito felizes com o progresso de Trump, não vemos nenhuma complicação no momento”, disse o médico da Casa Branca, explicando que desde a manhã da sexta-feira a febre vem diminuindo e neste sábado Trump não apresentou mais febre.
O presidente, segundo a equipe médica, formada por 10 profissionais, está com as funções cardíaca e renal sendo monitoradas a todo tempo. “Nesse momento está com 96% de saturação. Estamos tomando os cuidados necessários”.
Diagnosticado com Covid-19 nesta sexta-feira (2), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi levado para um hospital, segundo a porta-voz do governo Kayleigh McEnany. Segundo ela, o republicano ficará no Hospital Militar Nacional Walter Reeds “pelo próximos dias” por precaução.
– O presidente Trump permanece de bom humor, tem sintomas leves e trabalhou durante todo o dia. Como precaução e por recomendação de seu médico e especialistas, o presidente trabalhará nos próximos dias a partir dos escritórios presidenciais de (o hospital) Walter Reed – disse McEnany, em comunicado.
Ainda em um comunicado anterior, o governo afirmou que Trump sente fadiga, mas que está “animado”.
Donald Trump recebeu uma dose de oito gramas do coquetel experimental de anticorpos da empresa farmacêutica Regeneron nesta sexta-feira e completou o tratamento “sem incidentes”, poucas horas após testar positivo para Covid-19.
A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, também contraiu o coronavírus. Ela tem sintomas como dor de cabeça e tosse moderada.
O atacante brasileiro Neymar, do Paris Saint-Germain, entrou na lista negra da Receita da Espanha, publicada nesta quarta-feira (30) pela Agência Tributária do país, onde viveu entre 2013 e 2017, período em que defendeu o Barcelona.
A dívida do jogador, de acordo com as informações divulgadas pelo órgão oficial, é de 34,6 milhões de euros (R$ 229,1 milhões).
Dessa forma, Neymar é a pessoa física que mais deve na Espanha, superando o empresário Agapito García Sánchez, que encabeçava a última atualização da lista, de fevereiro deste ano, e que consta com 15,9 milhões de euros (R$ 105,2 milhões) em aberto.
Nos débitos que o camisa 10 da Seleção Brasileira têm com a Receita espanhola, estão incluídas as dívidas e multas pendentes de pagamento até 31 de dezembro de 2019, de mais de 1 milhão de euros (R$ 6,6 milhões).
De acordo com a lista de devedores da Agência Tributária, o valor exato devido pelo atacante brasileiro é de 34.624.26,60 euros.
A relação ainda conta com o ex-zagueiro argentino Gabriel Milito, que defendeu o Barcelona entre 2007 e 2011 e deixou de pagar cerca de 18 milhões de euros (R$ 119,1 milhões), conforme indicam as informações oficiais divulgadas.
Ele já entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, por ser o homem mais pesado do mundo, com quase 600 kg. Três anos depois, o mexicano Juan Pedro Franco, além de perder quase 70% de seu peso, conseguiu mais um feito: superar a Covid-19.
O juiz Carl Nichols, de Washington, nos Estados Unidos, suspendeu temporariamente a proibição de downloads do TitkTok em território americano. A ordem para bloquear o aplicativo desenvolvido pela empresa ByteDance havia sido dada pelo presidente Donald Trump no dia 18 de setembro.
Com a decisão da justiça, Google e Apple poderão manter o TikTok em suas lojas de apps. Caso o juiz tivesse deliberado a favor de Trump, o veto ao aplicativo passaria a valer nesta segunda-feira (28). Nichols afirmo que o republicano estava infringindo a liberdade de expressão.
– O TikTok é muito mais do que um aplicativo, é a versão moderna do fórum público, é uma comunidade, é um meio de comunicação muito importante em tempos de pandemia. Se a proibição entrar em vigor, será como se o governo estivesse impedindo que dois terços do país fosse à praça pública – afirmou o advogado da ByteDance, John Hall.
Na semana passada foi anunciado a criação de uma nova empresa – a TikTok Global – que teria a participação e dois impérios americanos: a Oracle e o Walmart com participações de 12,5% e 7,5% respectivamente. O Departamento do Tesouro alertou que caso as negociações não sejam bem-sucedidas, uma proibição completa das atividades do TikTok nos EUA pode entrar em vigor a partir do dia 12 de novembro.
A pandemia de coronavírus deixou pelo menos 73 países em risco de escassez de remédios para tratar pessoas com HIV. O Brasil não está nesta lista, mas, no país, quem depende dos antirretrovirais também enfrentam problemas para seguir o tratamento. De acordo com o Ministério da Saúde, devido à sobrecarga dos serviços em função da pandemia, houve uma redução de 17% no número de pessoas que iniciaram a terapia antirretroviral, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Ao UOL, Claudia Velásquez, diretora do Unaids (programa internacional da ONU voltado ao combate à Aids) no Brasil, disse que “com certeza” há impacto na resposta ao HIV, mas que ainda não é possível cravar o tamanho dessa interferência na saúde das pessoas que vivem com o vírus.
Em Florianópolis, quando os ônibus pararam de circular no início da pandemia e parte das clínicas que distribuía os insumos fechou as portas, pacientes chegaram a passar semanas sem medicação diária e coube a um grupo de ativistas criar um sistema para fazer a entrega dos insumos aos que moram mais longe. Fabrício Bogas Gastaldi, presidente da ONG Acontece | Arte e Política LGBT+, conta que, durante cerca de três semanas, ele e ativistas do Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção da Aids) se organizaram para levar as receitas dos pacientes até a Policlínica Centro, na região central, e voltar distribuindo os remédios de casa em casa. Essa força-tarefa consome generosa parcela.
Apesar de não haver cura para o HIV, os medicamentos antirretrovirais são capazes de controlar o vírus até deixar a carga viral indetectável no sangue.
Fabrício conta que com o nome e alguns poucos dados em mãos é possível retirar a medicação pelo paciente. Depois de três semanas, no entanto, o sistema se mostrou inviável. E nasceu a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, que dura até hoje.
Mesmo depois que o poder público entrou na força-tarefa, no entanto, o caminho do remédio até o paciente ainda depende muito do grupo. Cabe a Fabrício e outras duas pessoas receber pedidos de remédio pelo WhatsApp, em seus telefones pessoais, a qualquer hora do dia, e inserir os nomes na planilha.
Ele conta que sua vida parou, e ele se dedica a causa 24 horas por dia. Até quarta-feira, o sistema contava com 400 pessoas cadastradas só na capital catarinense, mas Fabrício conta que foi procurado por pessoas de municípios vizinhos.
Mesmo assim, das mais de 400 pessoas cadastradas, pelo menos 50 chegaram a passar muito tempo sem tomar as medicações, seja porque a receita não estava em dia e demorou para ser regularizada, seja por que não conhecia a possibilidade de acionar as ONGs. Há casos de pessoas que passaram três semanas sem tratamento.
A dificuldade é maior ainda para quem vive na região metropolitana, mas faz tratamento em Florianópolis: Fabrício conta que algumas puderam arcar com o Uber de uma cidade para outra, já que o transporte intermunicipal também foi interrompido, mas que há casos de pessoas que fizeram o trajeto a pé, durante três horas, para buscar o remédio.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (19), que indicará na próxima semana o novo nome para a Suprema Corte do país. O líder afirmou ainda que a vaga, aberta com a morte da juíza Ruth Bader, será ocupada também por uma mulher.
Mais cedo, Trump se dirigiu aos republicanos no Twitter, afirmando que preencher o cargo era uma obrigação que deveria ser cumprida “sem atraso”. Contudo, o presidente começa a enfrentar discordância dentro do próprio partido.
A senadora republicana Susan Collins, do Maine, disse hoje que a decisão deveria ser tomada pelo presidente eleito em novembro. Ao falar com repórteres na saída da Casa Branca, Trump rebateu afirmando “discordar completamente” da fala de Collins.
A campanha do democrata Joe Biden, opositor de Trump na disputa presidencial, afirmou que o candidato não pretende apresentar uma lista de possíveis nomes para o cargo. Os democratas argumentam que Trump está violando precedente de 2016, quando Barack Obama foi impedido de preencher uma vaga em aberto por se tratar de ano eleitoral.