As primeiras urnas abertas foram de eleitores fora do país, mostrando uma derrota da proposta do presidente Gabriel Boric. As contagens de votos foram em diferentes países estrangeiros e já estão terminando.
A Rejeição ganhou em:
Na China com 65% dos votos, enquanto a alternativa Aprovo obteve 34%.
Na Malásia com 54,6% dos votos e o Aprovo 45,4%.
Nas Filipinas com 59,1% dos votos e a aprovação recebeu 40,9%.
No Vietnã ganha a opção Rejeição com 81,8% dos votos, enquanto a Aprovação teve 18,2%.
Em Singapura com 64,2% versus o Apruebo recebeu 35,8%.
Na Índia impôs-se com 61,5%, enquanto que o Apruebo 38,5%.
Em Israel ganhou com 78,7% e a alternativa Apruebo obteve 21,3%.
Aprovei ganhou em:
A Austrália liderou com 67,16% e a Rejeição ficou com 32%.
A Nova Zelândia ganhou com 75%, enquanto a Rejeição ganhou 24%
O Japão terminou com 67% dos votos para a Aprovação e 32% para a Rejeição.
Coreia do Sul a opção Aprovar atingiu 63% e 36% Rejeição.
O presidente argentino, Alberto Fernández, declarou feriado nacional nesta sexta-feira (2), após a tentativa de assassinato da vice Cristina Kirchner. O ataque foi cometido por um brasileiro motorista do Uber, radicado em Buenos Aires.
Fernández classificou o episódio como “o mais grave desde 1983, quando o país voltou a ser uma democracia”.
“Decidi declarar feriado nacional para que, em paz e harmonia, o povo argentino possa expressar-se em defesa da vida, da democracia e solidarizar-se com nossa vice-presidente”, anunciou Alberto Fernández durante um pronunciamento em rede nacional.
Na manhã desta sexta, o chefe de gabinete da Casa Rosada (a sede da presidência da Argentina), Juan Manzur, convocou uma reunião de ministros.
Segundo informaram fontes da Chefia de Gabinete ao site “Infobae”, a reunião será realizada a partir das 8h30 no horário de Brasília.
Pais de alunos das escolas onde o material foi distribuído criticaram o conteúdo
Os alunos das escolas sob responsabilidade do distrito escolar Newport-Mesa, da Califórnia, receberam livros didáticos sobre educação sexual que ensinam sobre a suposta existência de 8 gêneros e 10 orientações sexuais.
O livro sobre noções de saúde para o ensino médio (Health Skills for High School) tem uma página na qual oito gêneros são apresentados, como andrógino, gênero fluido e não binário. Em outra página, há 10 orientações sexuais diferentes, desde heterossexual, homossexual e bissexual, passando por expressões como polissexual (pessoa que sente atração por dois ou mais gêneros) e escoliossexual (quem sente atração por pessoas transgêneros).
Página do livro Health Skills for High School | Foto: Reprodução/Fox News Digital
De acordo com reportagem da Fox News Digital, muitos pais estão criticando o distrito escolar e a escolha do material. “Eles estão sexualizando nossos filhos e normalizando o comportamento sexual em tenra idade”, disse ao portal Alicia Beget, mãe de alunos no distrito escolar. “Isso faz parte de uma agenda maior e quem está no comando tem consciência do que está sendo feito”, disse a mãe.
Outro livro distribuído aos alunos do distrito (Comprehensive Health), fornece perfis de alunos, incluindo seus nomes, orientação sexual e identidade de gênero, e pede às crianças que criem seus próprios perfis. Então, o aluno é encorajado a dizer seu nome, idade, gênero e orientação sexual com que se identifica.
Em resposta à Fox News Digital, o distrito escolar disse que segue os padrões de educação em saúde adotados pelo Estado, incluindo saúde sexual. “Usamos um currículo de saúde aprovado pelo Estado com módulos selecionados, ministrados por professores credenciados”.
Segundo a nota, os pais podem optar por não participar de uma educação sexual abrangente e também podem revisar todo o currículo ensinado em nossas escolas para que possam estar bem informados e tomar as melhores decisões para seus filhos. “Entendemos que existem vários pontos de vista e crenças, e seguimos os padrões do Estado da Califórnia para o currículo, ao mesmo tempo em que apoiamos a escolha dos pais”, conclui a nota.
Cerca de 90 mil funcionários trabalham em 34 empresas públicas
O Ministério da Economia da Argentina anunciou cortes de verbas para educação, saúde e obras. Em paralelo, a pasta anunciou investimentos em estatais, informou reportagem do jornal La Nacion nesta segunda-feira, 29.
Estima-se que as 34 empresas públicas no país concentrem cerca de 90 mil funcionários, o dobro do quadro do Judiciário e do Legislativo. A maior parte do orçamento vai para os salários, conforme estudo sobre o segundo trimestre.
De acordo com a análise de Laura Serra, economista do La Nacion, apesar de tanto investimento, a maioria das estatais é subexecutada. As empresas públicas estão no olho do furacão, porque os prejuízos que geram contribuem para aprofundar o déficit fiscal, mas seguem ilesas aos cortes do Estado.
Um terço do que foi cortado das principais pastas do governo da Argentina, como educação e saúde, equivale ao investimento nas estatais de 37 milhões de pesos argentinos (mais de R$ 1,3 trilhão).
“Recentemente, o Executivo anunciou o congelamento de receitas para o setor público nacional”, informou o La Nacion. “Mas, desde o fim de 2020, 135 mil pessoas entraram no Estado. Temos cada vez mais Estado, mas cada vez mais pobreza. É, claro, que só gastando mais não vamos resolver essa situação.”
Presidente Gustavo Petro não estava em nenhum dos carros atingidos Imagem: REUTERS/Luisa Gonzalez
Uma comitiva de segurança do presidente Gustavo Petro foi alvo de um ataque a tiros com armas de longo alcance enquanto passava pelo município de El Tarra, na Colômbia. Os três veículos da equipe foram atingidos. Petro não estava na comitiva e ninguém ficou ferido.
A delegação fazia um trabalho de reconhecimento da região, pois amanhã (26) o presidente colombiano fará uma visita à região. Na estrada de San Pablo, pelo menos seis pessoas faziam uma barreira ilegal, impedindo a passagem. Quando os carros oficiais não pararam, foram feitos os disparos.
Apesar dos ataques, a agenda de Petro está confirmada na região.
Segundo a própria Presidência, os ataques foram cometidos por um grupo que é dissidente das Farc(Forças Armadas Revolucionárias Colombianas).
Pelas redes sociais, Petro repudiou o episódio e disse que o trabalho de seu governo é seguir empenhado pela paz.https://platform.twitter.com/embed/Tweet.html?dnt=true&embedId=twitter-widget-0&features=e30%3D&frame=false&hideCard=false&hideThread=false&id=1562628638343778304&lang=en&origin=safari-reader%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Finternacional%2Fultimas-noticias%2F2022%2F08%2F25%2Fcomitiva-de-seguranca-de-presidente-da-colombia-e-atacada-com-tiros.htm&theme=light&widgetsVersion=31f0cdc1eaa0f%3A1660602114609&width=550px
Essa não é a primeira vez que uma comitiva oficial foi atacada nesta região, que além de dissidentes das guerrilhas, conta com grupos envolvidos com narcotráfico. Em janeiro deste ano, militares de um grupo de funcionários da prefeitura de Norte de Santander e da prefeitura de Tibú, foram atacados por meio de artefatos explosivos ativados remotamente na zona rural do município.
O bloco de países governados por líderes conservadores é liderado pelo Brasil
O governo da Colômbia anunciou a saída do acordo em torno da Declaração do Consenso de Genebra, documento contrário ao aborto e em defesa da “família tradicional”, criado por iniciativa do ex-secretário de Estado americano Mike Pompeo. O comunicado foi publicado na noite da segunda-feira 22 pela chancelaria colombiana.
O movimento nasceu em 2020 e conta com o apoio de pelo menos 30 países, entre eles o Brasil, graças à adesão do governo de Jair Bolsonaro (PL). A mobilização foi abandonada pelos Estados Unidos quando Joe Biden chegou ao poder, mas ainda tem o apoio de nações governadas por líderes autoritários, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.
A Colômbia era signatária durante o governo do direitista Iván Duque, mas deixa a organização após a vitória eleitoral do esquerdista Gustavo Petro.
No comunicado endereçado ao Brasil, novo líder do grupo, o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia disse que o governo do país “reconhece, respeita e protege os direitos sexuais e reprodutivos e a saúde sexual e reprodutiva das mulheres e das meninas”.
Também trata o aborto legal e seguro como um “direito” e “parte integral e indivisível da saúde da mulher”.
O governo colombiano ainda diz que “respeita que, em diferentes sistemas culturais, sociais e políticos, existam diversas formas de família”. Por fim, declara que “a Colômbia seguirá comprometida com a promoção e a satisfação das necessidades da saúde da mulher”.
O tribunal americano decidiu, na semana passada, que Williams, um homem que se identifica como mulher, preso no condado de Fairfax, Virgínia, nos Estados Unidos, deverá ficar alojado com detentas mulheres.
Apesar da legislação prever que “os detentos do sexo masculino devem ser classificados como tal se tiverem genitais masculinos”, o veredicto destaca que Williams é “uma mulher transgênero com disforia de gênero”.
O documento também descreve que, por 15 anos, Williams fez tratamentos hormonais para “disforia de gênero”, que o tribunal definiu como “desconforto ou sofrimento causado por uma discrepância entre a identidade de gênero de uma pessoa e o sexo atribuído no nascimento”.
As opiniões divergentes à decisão final destacaram que permitir que Williams esteja com detentas mulheres e passe por revista de guardas “cria um conjunto à parte de preocupações e questões de segurança”.
Williams reclamou de assédio na prisão masculina. As queixas são relacionadas aos pronomes masculinos destinados a Williams por parte dos agentes penitenciários.
Dados divulgados na semana passada dispararam os alarmes
Inflação na Argentina caminha fechar ano na casa dos 3 dígitos Foto: Pixabay
A forte alta nos preços que a Argentina registra nas últimas semanas faz com que o país caminhe para fechar 2022 com uma inflação anual superior a 90%. Alguns analistas estão prevendo, inclusive, a chegada aos três dígitos, o que não tinha sido visto nas últimas décadas.
A segunda maior economia da América do Sul não supera a barreira dos 100% no índice desde 2002. Desta vez, em meio a um contexto global de disparada de preços pela guerra na Ucrânia e desequilíbrio na economia nacional, em nenhum mês a Argentina fechou com menos de 3,9% de taxa de inflação.
No entanto, os dados oficiais de julho, divulgados na última quinta-feira (11), dispararam os alarmes. Os preços ao consumidor subiram 7,4% na comparação com junho – a maior alta mensal desde 2002 – e 71% no acumulado dos 12 últimos meses. Só ao longo deste ano, a elevação foi de 46,2%.
A forte aceleração acontece em meio a um cenário de instabilidade política, com mudanças no gabinete ministerial do governo presidido por Alberto Fernández, que resultaram na nomeação, no início deste mês, de Sergio Massa como titular da Economia.
Diante da tensão, o valor do dólar americano disparou no mercado paralelo até alcançar níveis recordes, desencadeando uma forte remarcação de preços em toda a economia real.
Em julho, houve altas generalizadas nos bens e serviços, mas com um preocupante aumento médio de 6% nos preços dos alimentos, com altas exorbitantes para ingredientes básicos na cozinha. A cebola, por exemplo, subiu 57,9% na comparação com junho.
TRÊS DÍGITOS Diante dessa dinâmica, houve fortes correções de alta nas previsões de inflação na Argentina.
Analistas privados, que são mensalmente consultados pelo Banco Central do país para a elaboração de um relatório de expectativas, projetavam no início do ano que 2022 terminaria com inflação de 55%, superando os 50,9% de 2021.
Esses mesmos consultores agora creem em uma alta de preços de 90,2% ao término do ano, muito acima da margem de 52% a 62% projetada pelo governo argentino e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Outros especialistas, contudo, calculam que a inflação irá superar os três dígitos em 2022.
– Certamente, teremos uma taxa próxima a 100%, a maior desde a hiperinflação de 1989 a 1990 – afirmou à Agência Efe Leonardo Piazza, diretor da empresa de consultoria LP Consulting.
Para o analista, o nível de gasto público, os ajustes tarifários e a inércia inflacionária, entre outros fatores, levarão a índices mensais que devem variar de 6,5% a 7%.
– Se a perda de reservas do Banco Central continuar e o governo não conseguir desacelerar o crescimento do gasto público, esse cenário de crescimento da inflação anual é bastante factível – avaliou Piazza.
DESAFIO O novo ministro da Economia da Argentina admitiu que, assim como alertam consultorias privadas, agosto também será um mês intenso com relação aos preços, mas garantiu que, a partir de setembro, a curva começará a cair.
Até o momento, as medidas anunciadas por Massa visam moderar os gastos, reduzir a emissão de moeda e aumentar as reservas, mas muitos especialistas consideram que é preciso um plano mais agressivo de controle da inflação.
Para Víctor Beker, diretor do Centro de Estados da Nova Economia, da Universidade de Belgrano, o maior desafio do ministro é “colocar em prática um plano combinado e consistente com medidas fiscais, monetárias, cambiais e de receitas, que garanta uma drástica queda na inflação”.
– Dificilmente, o gradualismo é uma opção. O transbordamento inflacionário pede um tratamento de choque, caso se queira evitar uma recaída na hiperinflação – afirmou Beker.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse que discutiu “o terrorismo nuclear da Rússia” na usina nuclear de Zaporizhzhia, no Sul da Ucrânia, durante ligação telefônica nesta terça-feira (16) com o presidente francês, Emmanuel Macron.
Em comentário no Twitter, Zelenskiy não deu mais detalhes de suas discussões sobre a usina, que a Rússia ocupou em março, após a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro.
Ontem (15), o presidente ucraniano pediu ao mundo que mostre “força e determinação” para defender a usina nuclear, a maior da Europa, após bombardeios nas proximidades. Kiev e Moscou trocam acusações pelos ataques..
“Diálogo contínuo com o presidente francês @EmmanuelMacron. Informado sobre a situação no front, o terrorismo nuclear da Rússia na usina nuclear de Zaporizhia)”, escreveu Zelenskiy no Twitter.
“Agradeci pela ajuda tangível à defesa. Discutimos a ajuda macrofinanceira à Ucrânia e os desafios de segurança alimentar. Precisamos aumentar as sanções à Rússia”, acrescentou.
“Nada parecido com isso já aconteceu com um presidente dos Estados Unidos antes”, detonou republicano
Ex-presindente Donald Trump Foto: Zach Gibson/EFE
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em comunicado que sua casa em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, está sendo “vasculhada” por agentes do FBI, a Polícia Federal norte-americana, em uma operação.
– Estes são tempos sombrios para nossa nação, pois minha linda casa, Mar-A-Lago, em Palm Beach, Flórida, está atualmente sitiada, invadida e ocupada por um grande grupo de agentes do FBI. Nada parecido com isso já aconteceu com um presidente dos Estados Unidos antes – lamentou Trump.
Mar-a-Lago é um resort de luxo histórico em Palm Beach, que foi comprado por Trump em 1985. Durante a Presidência do republicano, o imóvel foi utilizada como um escritório não oficial do governo, onde ele recebeu inclusive o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Ele reclamou da ação policial, que ele classificou como “desnecessária” e “inapropriada”. Trump ainda alegou que já havia cooperado com as investigações.
– [A operação] é má conduta do Ministério Público, é usar o sistema de justiça como uma arma e um ataque de membros de esquerda radical do Partido Democrata que desesperadamente não querem que eu concorra à presidência em 2024, especialmente com base em pesquisas recentes, e que também farão qualquer coisa para impedir republicanos e conservadores nas próximas eleições legislativas – declarou.
O ex-presidente argumentou também que um “ataque” como esse “só poderia ocorrer em países quebrados do Terceiro Mundo e que, “infelizmente, os EUA agora se tornaram um desses países, corrupto em um nível nunca visto antes”.
– Eles até arrombaram meu cofre! Qual é a diferença entre isso e [o escândalo de] Watergate, no qual agentes invadiram o Comitê Nacional Democrata? Aqui, ao contrário, os democratas invadiram a casa do 45º presidente dos Estados Unidos – reclamou.
Não está claro para que serve a operação, que tipo de mandado está sendo executado e o que os agentes federais estão procurando. A ação é um indício de que uma investigação conduzida pelo Departamento de Justiça inicialmente sobre a invasão do Capitólio cada vez mais se aproxima do ex-presidente.
Em uma iniciativa paralela, a invasão ao Capitólio também é objeto de apuração de uma comissão da Câmara americana.