A fronteira de 2,2 mil quilômetros entre a Colômbia e a Venezuela, fechada desde 2019, deve ser reaberta no próximo dia 26, de acordo com comunicado dos dois países nesta sexta-feira, 9. Desde 2015, a fronteira foi completamente fechada. Em 2021, foi parcialmente reaberta — apenas para pedestres. Muitos venezuelanos vão à Colômbia para comprar itens básicos de alimentação, em falta no país de Nicolás Maduro.
Com a reabertura, o transporte de cargas e de passageiros serão retomados. Os voos entre os dois países também voltarão a ser operados a partir de 26 de setembro.
“Em 26 de setembro abriremos a fronteira entre Colômbia e Venezuela. Como primeiro passo, reiniciaremos as conexões aéreas e o transporte de carga entre nossos dois países. Afirmamos o compromisso do governo de restabelecer relações fraternas”, disse Petro, em seu perfil no Twitter.
El próximo 26 de septiembre daremos apertura a la frontera entre Colombia y Venezuela. Como primer paso, se reanudará la conexión aérea y el transporte de carga entre nuestros países. Confirmamos el compromiso del Gobierno por restablecer las relaciones de hermandad.
Em 28 de agosto, os dois países trocaram embaixadores, oficializando a retomada das relações diplomáticas.
As relações entre os dois países foram rompidas em 2019, quando o governo de direita de Ivan Duque reconheceu Juan Guaidó, principal líder da oposição a Maduro, como presidente da Venezuela. Com a posse do esquerdista Gustavo Petro, em agosto, o novo governo colombiano, que tem afinidade ideológica com o ditador venezuelano, começou a reaproximação.
Antes de Petro, a Colômbia também havia acusado Maduro de abrigar terroristas e criminosos colombianos, acusações que o presidente venezuelano negou.
iRainha Elizabeth 2ª morreu aos 96 anos Imagem: Reprodução/Twitter
Com a morte da rainha Elizabeth 2ª, aos 96 anos, entra em prática um protocolo especial a ser tomado nos dias seguintes ao anúncio da morte — incluindo as preocupações com a segurança e a gestão de multidões no Reino Unido.
O plano detalha todas as ações que devem ser realizadas e se encerra no 10º dia, com o funeral da rainha. No protocolo, a data da morte é referida como “Dia D”, e os seguintes são “D+1”, “D+2”, continuando assim até a despedida final.
Dia D
No dia da morte da rainha Elizabeth, o Centro de Resposta Global (FCDO) envia a notícia para os governos fora do Reino Unido onde a monarca é Chefe de Estado e para os países da Commonwealth, onde ela é respeitada.
Todos os ministros são informados sobre o falecimento por e-mail e os representantes da família real divulgam a notícia ao público, por meio da mídia e das redes sociais. As bandeiras de Whitehall são abaixadas a meio mastro em até 10 minutos após o anúncio.
Em seguida, a primeira-ministra, Liz Truss, faz um pronunciamento oficial e agenda uma reunião com o novo rei, Charles.
Dia D+1
Às 10h, o Conselho de Adesão, que inclui figuras importantes do governo, se reúne com Charles no Palácio de St. James para proclamá-lo rei. O parlamento também se junta para aprovar uma mensagem de condolências. Todos os trabalhos parlamentares são suspensos por 10 dias.
Às 15h30, a primeira-ministra, representantes do governo e o novo rei têm uma nova reunião.
Dia D+2
O caixão da rainha Elizabeth 2ª chega ao Palácio de Buckingham. Como a monarca faleceu em Balmoral, na Escócia, são duas as opções: seu corpo pode ser transportado para Londres pelo trem real (Operação Unicorn) ou, caso não seja possível, por avião (Operação Overstudy). A primeira-ministra e os ministros participam de uma cerimônia para receber o caixão.
Dia D+3
Pela manhã, o rei Charles recebe a moção de condolências no Westminster Hall. À tarde, ele embarca em uma viagem de luto pelo Reino Unido — começando com uma visita ao parlamento escocês e um serviço na Catedral de St. Giles, em Edimburgo.
Dia D+4
O rei Charles chega à Irlanda do Norte, onde recebe outra moção de condolências no Castelo de Hillsborough e participa de um serviço na Catedral de St. Anne, em Belfast. Neste dia também ocorre um ensaio para o transporte do caixão entre o Palácio de Buckingham e o Palácio de Westminster.
Dia D+5
Ocorre a procissão do Palácio de Buckingham ao Palácio de Westminster ao longo de uma rota cerimonial por Londres. Também acontece um serviço memorial no Westminster Hall após a chegada do caixão.
Dia D+6
Do D+6 ao D+9, o corpo da rainha Elizabeth 2ª fica no Palácio de Westminster recebendo visitas — que são abertas ao público, mediante compra de ingresso.
No D+6, é realizado um ensaio para o cortejo do funeral de Estado.
Dia D+7
O rei Charles viaja para o País de Gales para receber outra moção de condolências do parlamento galês e participar de um serviço na Catedral de Llandaff, em Cardiff.
Dias D+8 e D+9
Milhares de pessoas prestam suas homenagens à rainha Elizabeth — a monarca mais longeva da história do Reino Unido e a que há mais tempo ocupava o poder no mundo.
Dia D+10
O funeral da rainha é realizado na Abadia de Westminster e o dia é proclamado como luto nacional. Elizabeth é sepultada no Castelo de Windsor, na Capela Memorial do Rei George VI, ao lado de seu pai.
Ocorre dois minutos de silêncio ao meio-dia em todo o país e duas procissões — uma em Londres e outra em Windsor.
Monarca de 73 anos lamentou morte da rainha Elizabeth II
Príncipe Charles agora é rei Charles III Foto: Reprodução/YouTube Guardian News
O rei Charles III, do Reino Unido, lamentou a morte de sua mãe, a rainha Elizabeth II, aos 96 anos, nesta quinta-feira (8). Em comunicado, o novo monarca, de 73 anos, afirmou que o momento é de “grande tristeza” para ele e toda a família.
Charles se disse enlutado pela morte de uma “soberana querida” e uma mãe “muito amada”.
– A morte da minha querida mãe, a majestade, a rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para os membros da minha família – afirmou o monarca em comunicado.
– Sei que a perda dela será profundamente sentida ao redor do país, reinos e Comunidade das Nações, e por incontáveis pessoas ao redor mundo – ressaltou.
O rei acrescentou que, durante este período de luto e mudanças, sua família será confortada pelo respeito e afeto com o qual a rainha era tratada.
Em seu pronunciamento, a primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, já se referiu ao rei como Charles III. Segundo o Palácio de Buckingham, a mulher dele, Camilla, se tornou rainha consorte.
Charles é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, devido à idade avançada da rainha.
Família Real anuncia a morte de rainha Elizabeth II, aos 96 anos / Fotos: EFE
Palácio de Buckingham afirma que médicos estão preocupados com estado de saúde da monarca
A rainha Elizabeth II do Reino Unido foi colocada sob supervisão médica depois de sua equipe de saúde expressar preocupação com quadro de saúde da monarca, informou nesta quinta-feira, 8, o Palácio de Buckingham.
Segundo um comunicado oficial, a rainha, de 96 anos, está confortável, mas médicos estão preocupados com seu estado de saúde. Membros da família real foram chamados para ir ao Palácio de Balmoral, na Escócia, residência de férias onde Elizabeth II está há mais de uma semana. O príncipe Charles, filho de Elizabeth II, e William, seu neto, viajaram hoje à Escócia.
No poder há 70 anos, a rainha Elizabeth II vinha apresentando problemas de saúde nos últimos meses e, por conta disso, desmarcando ou adaptando uma série de eventos oficiais.
A rainha se reuniu com a nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, na terça-feira 6. No Twitter, Truss escreveu que todo país está profundamente preocupado com as notícias do Palácio de Buckingham.
“Meus pensamentos — e os pensamentos das pessoas em todo o Reino Unido — estão com Sua Majestade a Rainha e sua família neste momento”, acrescentou Truss.
Indiciamento diz que Fernando Sabag Montiel, que tentou disparar tiros contra vice-presidente da Argentina, e Brenda Uliarte fizeram acordo e planejamento prévio ao ataque. Arma falhou no momento do disparo.
Homem tenta assassinar a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner
O atentado frustrado contra a vice-presidente argentina, Cristina Kirchner, foi produto de um “planejamento e acordo prévio” entre o agressor e sua namorada, segundo o documento judicial de indiciamento divulgado na quarta-feira (7).
Fernando Sabag Montiel – que na noite do dia 1º de setembro apontou uma arma a menos de um metro da cabeça de Kirchner quando ela estava cercada de apoiadores – e sua namorada, Brenda Uliarte, ambos detidos, foram indiciados por “tentarem matar Cristina Kirchner, contando para isso com o planejamento e o acordo prévio entre ambos”, diz o texto da juíza María Eugenia Capuchetti, divulgado por vários meios de comunicação, incluindo a agência oficial Télam.
Montiel apontou sua arma a menos de um metro da cabeça de Kirchner quando ela estava cercada por simpatizantes que a aguardavam do lado de fora de sua residência para expressar apoio após um pedido de 12 anos de prisão e para a perda de seus direitos a exercer cargos públicos por parte do Ministério Público em um julgamento por suposta corrupção.
O agressor, de 35 anos, e sua namorada, de 23, são os únicos detidos até o momento, acusados por tentativa de homicídio de Kirchner, que também governo a Argentina entre 2007 e 2015.
A Justiça também ouviu cinco amigos dos detidos, todos vendedores ambulantes de algodão doce, para apurar se eles tiveram algum papel no ato. Os vendedores prestaram depoimento como testemunhas, mas foram obrigados a entregar seus telefones celulares.
O indiciamento da juíza é provisório. Ela tem agora dez dias a partir de quarta-feira (7) para decidir se processa ou não os acusados.
Fernando Andrés Sabag Montiel, o brasileiro com nacionalidade argentina que atacou Cristina Kirchner com uma arma. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Na terça-feira (6), Montiel foi intimado a ampliar o depoimento dado na sexta-feira passada, mas nas duas audiências ele se negou a depor; teria dito apenas que sua namorada “não teve nada a ver” nem com a tentativa de homicídio, nem com o planejamento, segundo fontes judiciais.
Uliarte, por sua vez, cuja imagem foi registrada pelas câmeras de segurança perto do local do crime no momento do ataque, disse que foi apenas acompanhar o namorado.
Em uma entrevista a um canal de televisão antes de ser detida, a jovem afirmou que não havia encontrado o namorado nas 48 horas anteriores ao ataque.
De acordo com a acusação, Uliarte estava nas proximidades e foi possível determinar que o casal estava com a arma usada no ataque fracassado desde antes de 5 de agosto. A arma foi apreendida pela polícia no local.
No documento, a juíza afirmou que os dois agiram “aproveitando o estado de indefensabilidade” de Kirchner “gerado pela multidão”.
Montiel engatilhou a pistola Bersa calibre 38 apontada para a cabeça de Kirchner, mas por uma razão que ainda não foi esclarecida as balas não dispararam, no momento em que a vice-presidente cumprimentava os seguidores diante de sua residência.
Na confusão, Kirchner aparentemente não percebeu que foi alvo da arma e continuou autografando livros por alguns minutos antes de entrar em sua casa, enquanto alguns apoiadores seguravam o agressor no local para permitir a detenção pela polícia.
O governo afastou na quarta-feira parte dos policiais que fazem parte da segurança da vice, ao considerar que “não tiveram o nível que se esperava que tivessem”, reportou a agência Télam.
As investigações sobre o suposto atentado contra a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, podem ficar comprometidas. Vídeos que circulam na internet mostram o que seria uma tentativa de assassinato contra Cristina.
No sábado 3, “acidentalmente”, peritos que tentavam desbloquear o celular do homem que quase atirou na peronista fizeram o aparelho voltar ao modo de fábrica. As informações foram publicadas pelos jornais locais Clarin e La Nacion.
Dessa forma, nenhuma dado que existia no celular servirá como prova em julgamento. O conteúdo era considerado fundamental para a averiguação da participação de mais pessoas no suposto atentado e se o ato fora premeditado.
“Se for confirmada a informação de alguns jornalistas, iniciaremos outro processo contra todos os responsáveis por esse grande ‘erro’ judicial e/ou o possível acobertamento agravado”, escreveu Gregorio Dalbón, advogado de Cristina, no Twitter. “É gravíssima a responsabilidade da juíza e dos peritos.”
Ataque contra Cristina Kirchner
Na semana passada, Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos, tentou atirar na vice-presidente. A arma do homem, nascido no Brasil, mas naturalizado argentino desde 1994, estava carregada. Em virtude do modelo da pistola, para que ela funcionasse, seria necessário que a primeira bala fosse inserida na câmara de disparo, o que não ocorreu. Montiel está preso desde o ataque.
O suposto atentado ocorreu uma semana depois de a peronista ser enquadrada pelo Ministério Público do país. O órgão pediu 12 anos de cadeia para ele em razão do que seria um esquema de corrupção em obras públicas.
Presidente de extrema esquerda convocou reunião com partidos
Em derrota para o presidente de extrema esquerda Gabriel Boric, a nova Constituição do Chile foi rejeitada pela maioria da população. Quase 65% disseram não à Carta Magna, que recebeu o apoio de apenas 30% das pessoas.
Depois do fracasso, Boric convocou uma reunião com todos os partidos nesta segunda-feira, 5, às 17 horas, no horário de Brasília. “É preciso escutar a voz do povo”, disse ele. “A democracia saiu disso robusta. Devemos ser autocríticos.”
Assim que os resultados começaram a ser divulgados, na noite de ontem, ouvia-se uma série de buzinaços e gritos de “viva, Chile”, nos arredores da Praça Dignidad, em Santiago. Há dois anos, no mesmo local, extremistas comemoravam a decisão do então presidente, Sebastián Piñera, de convocar um plebiscito que optaria pela redação de um novo texto da Carta Magna.
O governo Boric ficou fragilizado, visto que ascendeu na esteira das manifestações de rua por uma nova Constituição. Em 2019, Boric, que era líder estudantil, autonomeou-se comandante dos atos e passou a pressionar Piñera.
Boric convocará os principais partidos do país para formular uma proposta, que será enviada ao Congresso, no qual o governo não tem maioria, para aprovação. Entre os pedidos da direita para o novo processo estão o de diminuir a cota de participação de independentes e dos indígenas, que tiveram 17 cadeiras na Assembleia, cada um representando uma nação indígena do país. A direita prefere que, desta vez, exista uma maior participação dos partidos tradicionais.
Segundo a lei eleitoral do país, não é possível realizar uma eleição de integrantes de uma nova Assembleia Constituinte em menos de 125 dias depois do plebiscito de ontem. Há outras opções, como a nomeação de um “comitê de notórios”, composto de especialistas, constitucionalistas e advogados para redigir a Carta. Também se discutirá se seria necessário outro plebiscito de aprovação ao final ou se o próprio Congresso poderia ou não aprová-la.
O que estabelece a nova Constituição do Chile?
Entre outros pontos, a Carta Magna rejeitada hoje poderia levar o país a uma ditadura socialista. O texto tratava de várias questões subjetivas, em vez de constitucionais. “Dessa forma, abre-se caminho para múltiplas interpretações no julgamento de casos concretos, podendo levar a uma situação em que a intervenção do Estado será maximizada”, constatou Vera Chemim, advogada constitucionalista e mestre em Direito público administrativo pela FGV.
“Ressalto um dos artigos: igualdade substantiva”, observou a especialista. “Trata-se de um conceito que remete ao filósofo búlgaro István Meszáros, cuja obra é socialista. Meszáros defende a construção de um mundo com ideais socialistas, apoiado na colaboração de vários cidadãos que se associam livremente a operar naquela nação social. O pensador discorre sobre o eterno debate entre liberdade e igualdade, priorizando essa última ao extremo. Ao fazer isso, evidentemente, cai-se em uma ditadura de esquerda.”
A pressão sobre a Igreja na Nicarágua está aumentando a cada dia, apesar do conflito entre Estado e Igreja ser antigo, infelizmente tem se intensificado desde 2018. De acordo com informações do Portas Abertas, atualmente as igrejas estão sendo chamadas de “inimigas do Estado” e atacadas por líderes do governo.
Entre 2019 e 2022 mais de 200 incidentes afetaram diretamente os cristãos. A Assembleia Nacional, ameaçou no mês de maio, processar a liderança das igrejas e tomar suas propriedades. Isso porque, a igreja ajudou os manifestantes nos protestos de 2018.
Para o governo da Nicarágua, os protestos eram para tentar um golpe de Estado e que a igreja agiu como cúmplice, já que acolheu e ajudou feridos nas passeatas. A informação é do Portal Gospel Prime.
A população protestou em 2018 contra os atos violentos do presidente Daniel Ortega e pediu novas eleições. Nesse período, as manifestações foram reprimidas por militares.
Os cultos estão sendo monitorados e até mesmo o acesso à saúde foi negado aos cristãos.
Além disso, templos foram destruídos e líderes prejudicados psicologicamente por conta das seguidas ameaças.
“As igrejas têm sido fundamentais na crise de direitos humanos na Nicarágua e, por isso, tornaram-se alvo da perseguição indiscriminada de Ortega e seus aliados,” disse Patrícia Montenegro, do Observatório Pró-transparência e Anticorrupção.
“A igreja tem o suporte da população. Em nível nacional, a igreja foi a última instituição sólida que restou. Não há outros grupos civis que tenham escapado da perseguição”, afirma Carlos Guadamuz, advogado de Defesa dos Direitos Humanos.
Marisa Lobo, psicóloga cristã, afirma que há um sinal de alerta para os cristãos no Brasil.
“Não podemos ignorar os fatos! O cenário político atual, na América Latina, indica que o Brasil está sendo cercado, aparentemente, por governos autoritários,” afirmou.
“Tudo começou em 2018, quando as igrejas católicas da Nicarágua se ofereceram como abrigo para os manifestantes que, naquele ano, protestavam contra o regime ditatorial. O governo reprimiu com extrema brutalidade, usando a força militar. Como resultado, 355 pessoas foram mortas”, lembrou.
“Para nós, o sinal de alerta é estrondoso, pois também vivemos uma luta contra grupos que possuem o mesmo discurso desses regimes. Uma vez que nós, cristãos, não abrimos mão dos valores judaico-cristãos, entre os quais está o direito à liberdade de consciência, expressão, propriedade e iniciativa, consequentemente nos tornamos o principal alvo a ser combatido por parte dos governos autoritários”, disse ainda.
“Portanto, se tivermos uma reviravolta nos rumos do Brasil, politicamente falando, é muito provável que o espírito vingativo que hoje opera na Nicarágua, através de Ortega, passe a agir também em nosso país, se voltando contra as igrejas, principalmente as evangélicas”, concluiu.
As primeiras urnas abertas foram de eleitores fora do país, mostrando uma derrota da proposta do presidente Gabriel Boric. As contagens de votos foram em diferentes países estrangeiros e já estão terminando.
A Rejeição ganhou em:
Na China com 65% dos votos, enquanto a alternativa Aprovo obteve 34%.
Na Malásia com 54,6% dos votos e o Aprovo 45,4%.
Nas Filipinas com 59,1% dos votos e a aprovação recebeu 40,9%.
No Vietnã ganha a opção Rejeição com 81,8% dos votos, enquanto a Aprovação teve 18,2%.
Em Singapura com 64,2% versus o Apruebo recebeu 35,8%.
Na Índia impôs-se com 61,5%, enquanto que o Apruebo 38,5%.
Em Israel ganhou com 78,7% e a alternativa Apruebo obteve 21,3%.
Aprovei ganhou em:
A Austrália liderou com 67,16% e a Rejeição ficou com 32%.
A Nova Zelândia ganhou com 75%, enquanto a Rejeição ganhou 24%
O Japão terminou com 67% dos votos para a Aprovação e 32% para a Rejeição.
Coreia do Sul a opção Aprovar atingiu 63% e 36% Rejeição.
O presidente argentino, Alberto Fernández, declarou feriado nacional nesta sexta-feira (2), após a tentativa de assassinato da vice Cristina Kirchner. O ataque foi cometido por um brasileiro motorista do Uber, radicado em Buenos Aires.
Fernández classificou o episódio como “o mais grave desde 1983, quando o país voltou a ser uma democracia”.
“Decidi declarar feriado nacional para que, em paz e harmonia, o povo argentino possa expressar-se em defesa da vida, da democracia e solidarizar-se com nossa vice-presidente”, anunciou Alberto Fernández durante um pronunciamento em rede nacional.
Na manhã desta sexta, o chefe de gabinete da Casa Rosada (a sede da presidência da Argentina), Juan Manzur, convocou uma reunião de ministros.
Segundo informaram fontes da Chefia de Gabinete ao site “Infobae”, a reunião será realizada a partir das 8h30 no horário de Brasília.