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Em votação histórica, a Hungria compareceu em massa às urnas neste domingo para definir seu próximo Parlamento e o futuro de Viktor Orbán, primeiro-ministro do país desde 2010 e ícone da ultradireita global. Com comparecimento de 78% às 18h30 locais, a eleição deste ano caminha para um recorde, de acordo com especialistas.
 Sem pesquisa boca de urna, mas com uma infinidade de projeções, o pleito teve as apurações iniciadas no começo da noite europeia, meio da tarde no Brasil, mas levará horas para apontar se a controversa era Orbán acabou. Isso se não levar dias, caso o resultado seja apertado o suficiente para depender de votos do exterior. Dos pouco mais de 8 milhões de húngaros a votar, cerca de 500 mil são expatriados ou húngaros étnicos, que se valem de legislação aprovada pelo premiê para ter a cidadania –segundo pesquisas, a maior parte deste público vota em Orbán. O comparecimento recorde, no entanto, é um indicativo de bom desempenho do candidato de oposição Péter Magyar, 45, um ex-aliado, que fez uma campanha calcada em indícios de corrupção da gestão de Orbán, 62, assim como na situação econômica do país.
 A Hungria ostenta a maior inflação acumulada da Europa desde a pandemia, em 2020, 58%, mais que o dobro da registrada na média da União Europeia, 28%. A ostentação de riqueza de oligarcas ligados a Orbán também incomoda e movimenta sobretudo os eleitores jovens, público que vem garantindo a popularidade de Magyar nos últimos meses.
 

Em uma tentativa de última de hora de movimentar a campanha do aliado, o presidente americano, Donald Trump, prometeu ajudar na recuperação econômica da Hungria. O vice, J.D. Vance, cumpriu visita oficial a Budapeste na última semana, afirmando que a UE interferia na eleição.
 Sinal dos tempos, o destino de Orbán também preocupa o presidente russo, Vladimir Putin. O primeiro-ministro é uma das únicas pontes que lhe restam na UE. No capítulo mais recente da relação, escrutinada por uma série de denúncias na imprensa nas últimas semanas, o húngarou vetou um empréstimo de EUR 90 bilhões do bloco para a Ucrânia, provocando indignação em Bruxelas.

Os adversários votaram quase na mesma hora, no começo da manhã. “Nenhum patriota pode ficar em casa”, afirmou Orbán, replicando o tom nacionalista de sua campanha, voltada para questões externas.
 Magyar, por sua vez, reiterou o caráter decisivo da eleição. “O destino da Hungria está sendo decidido hoje e por um longo tempo.” O advogado e eurodeputado, que já fez parte do Fidesz, legenda conservadora de Orbán, lembrou que “fraude eleitoral é um crime sério”.
 Comentava os indícios da participação de serviços de inteligência russos na campanha de Orbán. Segundo avaliação da comissão do Parlamento Europeu que monitora o retrocesso democrático na Hungria, além de desinformação, as atividades patrocinadoras por Moscou poderiam incluir compra de votos, como ocorreu no ano passado na Geórgia, intimidação de eleitores e até mesmo episódios de violência. 

“Ninguém deve ceder a qualquer provocação. Temos certeza de que, se esta eleição ocorrer de forma tranquila e dentro da lei, ela será vencida por Tisza e pela Hungria”, afirmou Magyar, citando o nome do partido que fundou.
 “A Hungria tem uma Constituição, e ela precisa ser respeitada. A decisão do povo precisa ser respeitada”, disse Orbán, quando questionado sobre eventuais tentativas de desqualificar o pleito.
 

Até o fechamento das urnas, às 19h locais, não foram registrados maiores incidentes.

Fonte: Bahia Notícias


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou ainda mais o tom das ameaças contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”. A declaração foi feita em meio ao prazo final imposto por Washington para um acordo envolvendo a reabertura do Estreito de Ormuz.

Pleno.News – 07/04/2026 10h06 | atualizado em 07/04/2026 10h29

Donald Trump Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou ainda mais o tom das ameaças contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”. A declaração foi feita em meio ao prazo final imposto por Washington para um acordo envolvendo a reabertura do Estreito de Ormuz.

Em publicação na Truth Social, Trump disse não desejar esse desfecho, mas avaliou que ele “provavelmente” ocorrerá. Ao mesmo tempo, sugeriu que uma “mudança completa e total de regime” já estaria em curso no país, abrindo espaço para que “algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer”.

O presidente também classificou o momento como potencialmente decisivo.

– Vamos descobrir esta noite, um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim – escreveu.

As declarações vêm horas antes do prazo limite estipulado por Trump – 21h (de Brasília) desta terça-feira – para que o Irã avance em um acordo ou reabra o Estreito de Ormuz. Nos últimos dias, o republicano vinha indicando que não concederá novas extensões, após sucessivos adiamentos desde março.

O endurecimento do discurso ocorre após Teerã rejeitar a mais recente proposta de cessar-fogo, segundo a agência estatal IRNA, e em meio a advertências da ONU sobre a ilegalidade de ataques à infraestrutura civil.

*AE
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã nesta segunda-feira (30), afirmando que poderá atingir pontos estratégicos do país caso um cessar-fogo não seja firmado em breve. Entre os alvos citados estão instalações de energia, campos de petróleo e a ilha de Kharg, responsável pela maior parte das exportações iranianas.

Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que negociações estariam em andamento com o que chamou de um “novo e mais razoável” comando iraniano, embora não haja confirmação de mudança de regime em Teerã. Ele também condicionou um eventual recuo militar à reabertura do Estreito de Ormuz, fundamental para o fluxo global de petróleo.

Segundo o presidente norte-americano, caso não haja acordo em curto prazo, os EUA poderão intensificar a ofensiva e atingir estruturas que ainda não foram atacadas, como usinas e instalações petrolíferas. Ele classificou a possível ação como resposta a ataques atribuídos ao Irã ao longo das últimas décadas.

Do outro lado, o governo iraniano reagiu às declarações e criticou a proposta de Washington para encerrar o conflito. O porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghaei, afirmou que as condições apresentadas são desproporcionais e não refletem a realidade.

Baghaei também ressaltou que não houve negociação direta entre os dois países até o momento, apenas troca de mensagens por intermediários. Ele questionou a seriedade da condução diplomática dos EUA e reiterou que o Irã mantém posição clara desde o início da guerra.

*Metro1
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O governo da Argentina informou que poderá enviar militares para a guerra no Oriente Médio caso haja solicitação dos Estados Unidos. A declaração foi feita pelo porta-voz oficial, Javier Lanari, em entrevista ao jornal espanhol “El Mundo”, na quarta-feira (18). Segundo ele, “qualquer assistência considerada necessária será fornecida”, embora não haja confirmação de pedido formal por parte dos norte-americanos.

Desde o início do mandato, o presidente Javier Milei tem adotado postura de apoio a Israel e aos Estados Unidos, incluindo a promessa de transferir a embaixada argentina de Tel Aviv para Jerusalém. O governo também tem feito críticas ao Irã, acusado por Milei de envolvimento no atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), em 1994, participação sempre negada por Teerã. As declarações do presidente motivaram reação de veículos iranianos, que classificaram a posição argentina como hostil.

A sinalização de possível apoio militar ocorre em meio a denúncias envolvendo Milei no caso da criptomoeda Libra, após divulgação de suposto acordo financeiro revelado por análise pericial de celular de um empresário. O presidente ainda não comentou as novas acusações, enquanto parlamentares da oposição articulam a abertura de investigação. Historicamente, a Argentina já participou de ações militares ligadas aos EUA no Oriente Médio, como na Guerra do Golfo, em 1991, e enfrentou o Reino Unido na Guerra das Malvinas, em 1982.


Neste domingo (15), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os vencedores do Oscar 2026. O filme brasileiro O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho, não venceu em nenhuma das quatro categorias em que foi indicado.

Na categoria de Melhor Filme, a estatueta ficou com Uma Batalha Após a Outra. O longa brasileiro também concorria ao lado de produções como Pecadores, Marty Supreme, Frankenstein, Valor, The Last Symphony, The Silent War, Dreamcatcher e Beyond the Horizon.

Em Melhor Filme Internacional, o prêmio foi para Valor Sentimental. A disputa também tinha Sonhos de Trem (Brasil), La Promesa (Espanha), Les Ombres (França), Der Letzte Tanz (Alemanha), A Thousand Rivers (China) e El Silencio de las Flores (México).

Wagner Moura também não venceu na categoria de Melhor Ator. O prêmio ficou com Michael B. Jordan, pelo filme Pecadores. A lista de indicados incluía ainda Timothée Chalamet (Frankenstein), Cillian Murphy (The Silent War) e Paul Mescal (Beyond the Horizon).

Já na categoria de Melhor Escalação de Elenco, criada nesta edição do prêmio, a estatueta foi para Uma Batalha Após a Outra. Também concorriam O Agente Secreto, Pecadores, Frankenstein e Valor.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/JILL CONNELLY


Considerado um dos principais conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o empresário Jason Miller utilizou seu perfil no Instagram para provocar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), neste domingo (8), após a divulgação de que o magistrado teria trocado mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Segundo o site, a documentação relacionada aos dois grupos já foi finalizada no Departamento de Estado e passou por análise de diferentes órgãos do governo dos EUA, que deram aval ao material.

O processo segue o mesmo modelo usado recentemente para classificar outros grupos criminosos da América Latina como organizações terroristas, como o Cartel de Jalisco, do México, e o Tren de Aragua, da Venezuela.

Após a conclusão da análise interna pelo órgão chefiado pelo secretário Marco Rubio, o documento deve ser enviado ao Congresso americano e publicado no Registro Federal, etapa final do processo. Esse trâmite deve levar cerca de duas semanas.

A designação oficial como Organização Terrorista Estrangeira (FTO, na sigla em inglês) implica uma série de sanções. Entre elas estão o congelamento de ativos nos Estados Unidos, a proibição de acesso ao sistema financeiro americano e veta qualquer tipo de apoio material, como fornecimento de armas, por cidadãos ou empresas dos EUA.

O combate ao tráfico internacional de drogas, tratado como uma das prioridades da atual administração americana, foi tema de um encontro realizado neste sábado (7) em Miami, que reuniu líderes conservadores da América Latina. O evento foi chamado de Shield of the Americas (Escudo das Américas, em português).

Segundo o UOL, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro teria atuado nos bastidores para estimular a classificação das facções brasileiras como grupos terroristas. De acordo com o veículo, ele teria conversado sobre o tema com os presidentes Javier Milei, da Argentina, e Nayib Bukele, de El Salvador, pedindo apoio à iniciativa.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem se posicionado contra a designação das facções brasileiras como organizações terroristas. Autoridades brasileiras argumentam que PCC e Comando Vermelho não possuem motivação política ou ideológica, característica que, segundo a gestão petista, geralmente é associada ao conceito de terrorismo.

Outro ponto alegado pelo atual governo brasileiro é uma suposta preocupação com possíveis impactos sobre a soberania brasileira, especialmente diante do risco de maior atuação de forças americanas em operações contra o crime organizado na região.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, nesta segunda-feira (2), que o Irã estava reconstruindo locais que tornariam o programa de mísseis balísticos e o programa de bombas atômicas imunes a ataques em alguns meses.

Netanyahu não apresentou evidências sobre as afirmações, e fotos de satélite analisadas pela Associated Press mostram atividade limitada em dois locais que abrigavam instalação nucleares do Irã antes da guerra.

Em entrevista à Fox News, o premiê israelense afirmou ainda que o ataque iniciado no último sábado (28) criará condições para que o povo do Irã forme um governo democrático.

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O governo do Irã afirmou nesta segunda-feira (2) ter realizado um ataque contra o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A informação foi divulgada pela agência de notícias AFP.

De acordo com a agência, a Guarda Revolucionária iraniana declarou ter lançado uma nova leva de mísseis com dois alvos principais: o gabinete de Netanyahu e o quartel-general do comandante da Força Aérea de Israel.

Até a última atualização desta reportagem, o governo israelense ainda não havia se manifestado oficialmente sobre a alegação iraniana nem confirmado eventuais danos ou vítimas decorrentes do suposto ataque.

O episódio ocorre em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, após confrontos recentes envolvendo Irã, Israel e os Estados Unidos, que resultou na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

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O paradeiro do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, é incerto após ataques realizados por Israel e Estados Unidos neste sábado (28), segundo informou o The Times of Israel. A ofensiva mirou chefes do regime iraniano e ampliou a tensão no Oriente Médio.

A TV israelense noticiou a possibilidade de morte do líder iraniano. Já o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, negou a informação. – Ele ainda está vivo “pelo que sei” – afirmou.

O destino do aiatolá passou a ser questionado após relatos de que generais da Guarda Revolucionária teriam sido mortos nos bombardeios.

As Forças de Defesa de Israel informaram que mais de 200 aeronaves atacaram cerca de 500 alvos no Irã durante a noite. Segundo os militares, a ação ocorreu em duas etapas, atingindo sistemas de defesa e estruturas de mísseis balísticos.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que a operação tem como meta retirar o regime do poder. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o objetivo é garantir “liberdade” aos iranianos.

Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel. Autoridades locais relataram 89 feridos leves e quedas de foguetes no centro do país. O espaço aéreo israelense foi fechado após os ataques.

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Acordo prevê a transferência de tecnologia e internalização

O governo brasileiro assinou com a Coreia do Sul três Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) destinadas à produção nacional dos medicamentos bevacizumabe, eculizumabe e aflibercepte, prevendo a transferência de tecnologia e internalização da fabricação no Brasil. O investimento do Ministério da Saúde está estimado em até R$ 1,104 bilhão no primeiro ano.

“A medida amplia a capacidade produtiva nacional de produtos e insumos essenciais à saúde pública, fortalece a soberania produtiva do país, reduz vulnerabilidades do SUS [Sistema Único de Saúde] diante de oscilações do mercado internacional e diminui o risco de desabastecimento. Além disso, estimula o desenvolvimento tecnológico, a geração de empregos e renda no Brasil e amplia o acesso da população a terapias de alto custo”, disse o Ministério da Saúde.

A assinatura formaliza o início da produção nacional do aflibercepte, medicamento essencial para o tratamento da degeneração macular relacionada à idade. O ministério contará com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), como parceira pública, e com a Bionovis S.A. e a empresa sul-coreana Samsung Bioepis Co., Ltda. como parceiras privadas.

No caso do bevacizumabe, utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer e em indicações oftalmológicas, a PDP reúne a Fundação Baiana de Pesquisa, Desenvolvimento, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.

O eculizumabe, medicamento indicado para o tratamento da Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), doença rara que afeta o sistema sanguíneo, a produção será com a parceria da Bahiafarma, a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.

“As parcerias firmadas têm um significado muito relevante. Representam a transferência de tecnologia, a produção local no Brasil, o fortalecimento da base industrial nacional e a redução de vulnerabilidades do sistema de saúde. Representam também previsibilidade para o setor privado e compromisso de longo prazo do Estado brasileiro”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da missão oficial à Coreia do Sul.

Inovação

Entre os principais instrumentos negociados na missão está o Memorando de Entendimento em Saúde (MoU) firmado entre o Ministério da Saúde do Brasil e o Ministério da Saúde e Bem-Estar da Coreia do Sul, que estabelece bases para cooperação em áreas estratégicas como inovação biomédica e farmacêutica, saúde digital e ecossistemas de dados, excelência clínica, terapias avançadas e fortalecimento da resiliência dos sistemas de saúde e da força de trabalho.

“Foram firmados seis novos acordos para produção conjunta de tecnologias em saúde, envolvendo testes diagnósticos, medicamentos biológicos, tratamentos para determinados tipos de câncer e tecnologias voltadas a doenças oftalmológicas. As iniciativas representam avanço tecnológico relevante, fortalecem a capacidade produtiva e inovadora dos dois países e abrem caminho para novas etapas de cooperação”, informou o Ministério da Saúde.

Com informações da Agência Brasil.