O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (21) que continuará a lutar na guerra da Ucrânia, que completa um ano na semana que vem e fez uma nova leva de ameaças, incluindo nucleares.
Em um raro discurso presencial – só feito em momentos estratégicos ao longo da guerra -, Putin disse que:
A guerra continuará;
Seu país tem “todos os recursos” para seguir lutando;
É “impossível” vencer a Rússia no campo de batalha – em uma clara ameaça à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan);
OsEstados Unidos e os países europeus queriam destruir seu país e fez uma nova leva de ameaças, a Rússia queria resolver o conflito “pacificamente”, mas foi impedida pelo Ocidente;
Putin anunciou ainda a suspensão da participação russa no último tratado de controle de armas nucleares feito com os Estados Unidos, alertando Washington de que a Rússia colocou novas armas nucleares estratégicas à disposição para combate.
O presidente russo falou por mais de uma hora e meia a um auditório formado por ministros, membros do Parlamento russo e das Forças Armadas do país, dias antes de a invasão ao país vizinho completar um ano. Disse que gostaria de resolver o conflito com a Ucrânia pacificamente, mas países ocidentais armaram outro cenário às costas da Rússia.
“Nós fizemos tudo possível, genuinamente tudo possível, para resolver esse problema (na Ucrânia) de maneira pacífica. Fomos pacientes, estávamos negociando pacificamente para sair deste difícil conflito, mas um cenário completamente diferente estaca sendo preparado por trás de nossas costas”, disse o presidente russo.
Putin alegou ainda que a guerra é resultado de uma busca dos países ocidentais, liderados pelos Estados Unidos, por um “poder ilimitado” nos assuntos mundiais.O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, viu o discurso como um sinal de que Putin “está se preparando para mais guerra”. Ele disse ainda estar preocupado com a possibilidade de que a China esteja se planejando para apoiar militarmente a Rússia.
Kiev respondeu ao discurso com ironia. Mykhailo Podolyak, assesso do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que fala de Putin mostrou que líder russo “perdeu a noção da realidade”.”Ele (Putin) chegou a um beco sem saída, e qualquer coisa que ele faça só vai piorar sua situação. As elites russas vão se irritar com ele e começar a duvidar sua habilidade para comandar o país”, declarou, segundo a agência de notícias Reuters.
Biden em Kiev
O discurso de Putin acontece um dia depois de uma visita inédita do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a Kiev. Biden andou pelas ruas da capital ucraniana com o Zelensky e, ao lado do líder ucraniano, anunciou uma ajuda extra de US$ 500 milhões (mais de R$ 2,5 bilhões), que se somam aos quase US$ 50 bilhões oferecidos anteriormente pelos EUA à Ucrânia.
A fala de Putin foi vista como uma resposta à viagem de Biden.O líder norte-americano está nesta terça-feira na Polônia, onde também deve fazer um discurso mais tarde.
A revista portuguesa Flash! publicou uma bomba neste domingo (19/2). De acordo com a publicação, o casamento do príncipe William e de Kate Middleton está em risco após a imprensa britânica e espanhola avançar na apuração do caso extraconjugal do herdeiro do trono do Reino Unido. “Tal pai, tal filho… Príncipe William acusado de trair a mulher e até há nome para a alegada amante”, escreveram no título do artigo.
Segundo a revista, há um triângulo amoroso na realeza britânica, o que “ameaça a estabilidade da família real”. Conforme noticiou a Flash!, William esteve com a amante no Dia de São Valentim, comemoração do Dia dos Namorados nos Estados Unidos e na Europa. A data foi celebrada no último dia 12. Os príncipes de Gales estão casados desde 2011.
“A imprensa britânica e espanhola acredita que William tenha passado a data especial com uma amante, cujo nome já tem cercado a solidez da realeza do Reino Unido há algum tempo”, relatou a revista portuguesa.
Pela investigação da mídia, o príncipe de Gales continua a ter um relacionamento com Rose Hanbury. A Flash! descreve a mulher como “amiga de Kate Middleton”.
Linha do tempo
Em 2019, começaram a circular nos tabloides os primeiros rumores de que o príncipe William havia traído a esposa, Kate. Os boatos não só abalaram a internet como também as estruturas da monarquia britânica, afinal, os advogados da família tiveram de negar a história em um raro comunicado à imprensa.
Como o “circo” já estava armado, portais foram atrás de saber quem seria a outra do príncipe de Gales. Tendo informações de fontes anônimas, os repórteres montaram o quebra-cabeça e chegaram ao nome de Rose Hanbury. Conhecido por checar notícias relacionadas à celebridades, o Gossip Cop fez toda uma linha do tempo e analisou fatores que comprovariam a traição.
De acordo com os tabloides, o caso extraconjugal teria tido início em uma festa noturna quando a princesa de Gales estava grávida do terceiro filho de William, o príncipe Louis. O drama ganhou maiores proporções ao descobrirem que a suposta amante do neto da rainha Elizabeth II era a “melhor amiga” de Kate.
Torre Eiffel tem registrado violência Imagem: LUDOVIC MARIN/AFP
Desde o começo do ano, Paris tem sido palco de casos de violência, alguns envolvendo turistas, que aumentam a sensação de insegurança de moradores e visitantes. Mas será que a Cidade Luz está ficando realmente mais perigosa?
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Paris, em seu último balanço semestral, publicado em 16 de janeiro, as agressões diminuíram na região metropolitana nos últimos meses de 2022.
Um comunicado do órgão aponta que o número de assaltos com violência, mas sem arma, diminuíram 20%, e os assaltos com arma, 13,2%. Os furtos, principais crimes cometidos contra os turistas em Paris, diminuíram apenas 2,1%. O documento não traz informações sobre violências sexuais.
Perigo no metrô
Para os entrevistados no estudo, o metrô é o lugar mais perigoso. As estações mais angustiantes para os parisienses, de acordo com a pesquisa, são Franklin D. Roosevelt, na Avenida Champs-Élysées, Anvers, um dos acessos ao bairro de Montmartre, e La Fourche, no 17° distrito. As três estações se encontram em regiões frequentadas por turistas e com grande número de hotéis e restaurantes.
Uma das estações (La Fourche) conta com uma delegacia de polícia a apenas 500 metros de distância. No entanto, isso não parece diminuir a sensação de insegurança dos usuários.
As linhas mais temidas, ainda segundo o estudo, são 13, 6, 1, 8 e 12 nesta ordem.
Pontos turísticos
Sem surpresa, os pontos turísticos de Paris são potenciais locais para ocorrências de roubo e delinquência. Moradores dos bairros próximos à Torre Eiffel têm denunciado o aumento da violência em torno do monumento. Vendedores ambulantes, atividades comerciais proibidas, ofertas de transportes ilegais e roubos são constantes, de acordo com a Associação dos Amigos do Campo de Marte.
E os outros países?
De acordo com um ranking evolutivo do jornal britânico The Economist, que leva em conta outras variáveis reais, como policiamento, segurança ambiental e bem-estar, Paris ocupa um lugar semelhante ao de Madri, Londres e Roma em matéria de segurança.
A França tem uma taxa de homicídios baixa entre os países do mundo, de 1,4 mortes por cada 100 mil habitantes (no Brasil esta taxa foi de 22,3 em 2021). Este número só diminuiu nos últimos 20 anos.
Casos recente de violência
Em 5 de fevereiro, uma turista brasileira, acompanhada da irmã, foi vítima de um estupro aos pés de um dos monumentos mais célebres do mundo, a torre Eiffel. O caso é investigado atualmente pela polícia francesa.
No começo desta semana, partes do corpo de uma mulher foram encontrados no parque Buttes-Chaumont, um dos locais mais frequentados por parisienses e turistas na cidade.
A descoberta macabra aconteceu na mesma região da cidade onde, em outubro do ano passado, o corpo de Lola, uma menina de 12 anos, que foi torturada e assassinada, foi encontrado dentro de um baú.
De acordo com a vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, os russos são ‘bárbaros e desumanos’
O governo dos Estados Unidos concluiu que a Rússia cometeu “crimes contra a humanidade” durante o conflito contra a Ucrânia, afirmou a vice-presidente, Kamala Harris, neste sábado, 18. A democrata considerou a Rússia como um país “enfraquecido”.
“No caso das ações da Rússia na Ucrânia, examinamos as evidências, conhecemos os padrões legais e não há dúvida: são crimes contra a humanidade”, disse Kamala, na Conferência de Segurança de Munique. “E digo a todos aqueles que perpetraram esses crimes, e aos seus superiores que são cúmplices desses crimes, vocês serão responsabilizados.” Os líderes ocidentais estão reunidos em Munique para avaliar o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, considerado o pior desde a Segunda Guerra Mundial.
Kamala avaliou as ações da Rússia como “bárbaras e desumanas”, principalmente o massacre contra civis em Bucha. Além disso, condenou o atentado de 9 de março a uma maternidade de Mariupol, que matou três pessoas, incluindo uma criança; e a agressão sexual de uma criança de 4 anos de idade por um soldado russo que foi identificado por um relatório da ONU.
“Se Putin acha que pode nos esperar, ele está muito enganado”, disse a vice-presidente dos EUA. “O tempo não está do lado dele.”
Madeleine McCann desapareceu em Portugal em 2007, quando tinha 3 anos Imagem: Reprodução
Uma jovem de 21 anos está usando as redes sociais para dizer que é Madeleine McCann, menina que desapareceu em Portugal, em 2007, quando tinha 3 anos. Em uma página no Instagram, a garota, que se apresenta como Julia Faustyna, publica montagens e “evidências” que a fizeram acreditar na possibilidade.
A mulher diz precisar de um teste de DNA e reclama que investigadores da polícia do Reino Unido e da Polônia a ignoram. Ela também pede que a ajudem a chegar até Kate e Gerry McCann, pais de Madeleine.
Mais de 15 anos depois, este ainda é um dos casos de desaparecimentos mais comentados. No ano passado, o principal suspeito foi processado por cinco crimes sexuais, que não têm relação com a história da menina britânica.
Investigadores alemães, porém, suspeitam que Christian Brueckner matou Madeleine após sequestrá-la de um apartamento de férias na Praia da Luz, informou o Ministério Público de Braunschweig, em comunicado à imprensa. O homem foi declarado oficialmente suspeito no caso no ano passado, mas é investigado por autoridades alemãs há dois anos.
A conta ‘iammadeleinemccann’ (eu sou Madeleine McCann) apareceu na terça-feira (14) e já tem mais de 87 mil seguidores e 34 publicações. Depois, reações aos vídeos dela viralizaram no TikTok.
Em um dos posts, ela diz que não consegue se lembrar da maior parte de sua infância por sofrer de “amnésia pós-traumática”. No entanto, garante ter recordações de férias em um país quente com apartamentos brancos e onde viu “tartarugas bebês”.
“Acho que posso ser a Madeleine. Estou em contato com uma pessoa da fundação polonesa de pessoas desaparecidas. Provavelmente farei teste de DNA, mas depende da decisão da polícia”, escreveu em um longo texto em seu Facebook.
A jovem afirma nas redes sociais que vive em Breslávia, na Polônia.
Julia diz também que foi vítima de um pedófilo alemão. Segundo ela, o tema é evitado na família porque esse homem “ainda mora com minha avó (mãe da minha mãe, ele é o segundo marido dela)” na Polônia e parte dos familiares têm contato diário com ele.
Ainda conforme o relato, este homem esteve preso um tempo e estaria “envolvido em prejudicar outras crianças”. Outro elemento citado pela jovem é que o seu abusador tem um nome parecido com o de um dos homens envolvidos no desaparecimento de Madeleine.
Semelhanças
Julia faz comparações nas quais aponta possíveis traços iguais entre ela e Madeleine, como uma marca no olho, verrugas no mesmo lugar, e até orelhas semelhantes e covinhas na bochecha.
Em outras montagens, a jovem faz comparações com a mãe e pai de Madeleine, Kate e Gerry.
“Eu tenho um defeito no olho, no mesmo olho, o tipo de defeito que Madeleine tinha. Exceto que, no meu caso, está cada vez mais desbotado a cada ano”, disse.
Nos comentários, porém, muitos disseram não acreditar que Julia seja mesmo Madeleine, e apontaram que as duas não se parecem: “as pálpebras são completamente diferentes”, escreveu uma pessoa. Outros defenderam que a jovem precisa de “ajuda e suporte” mesmo se não for a britânica desaparecida.
Índice de preços ao consumidor avançou 6% em janeiro ante dezembro, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Argentina avançou 6% em janeiro ante dezembro, informou nesta terça-feira (14) o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). O resultado representa uma aceleração em relação ao avanço mensal de 5,1% no mês anterior.
Na comparação anual, a inflação ao consumidor argentino saltou 98,8% nos 12 meses até janeiro, também acima do aumento de 94,8% de dezembro.
A maior alta do mês de janeiro foi registrada na divisão de recreação e cultura (9%), principalmente devido ao aumento dos serviços turísticos —como resultado do período de férias—, e do serviço de TV a cabo.
Habitação, água, eletricidade e outros combustíveis também pressionaram o índice, apresentando alta de 8%, impulsionados principalmente pelo aumento das tarifas de serviços públicos. O setor de comunicações subiu igualmente 8%, puxado pelos aumentos nos serviços de telefonia e internet.
Já alimentos e bebidas não alcoólicas apresentaram alta de 6,8%, segundo o Indec. Dentro da divisão, o instituto destaca o aumento dos preços sazonais de frutas e legumes, tubérculos e leguminosas.
Os dois setores com menor variação em janeiro foram o de vestuário e calçados (2,3%) e de educação (1,1%).
Sensores e material serão analisados. Washington disse não haver indicação de que material é extraterrestre.
Oficial da Marinha dos EUA arruma em navio novos restos do suposto balão chinês encontrados na Carolina do Sul em 13 de fevereiro de 2023. — Foto: Ryan Seelbach/ Marinha dos EUA via AP
O FBI, o serviço de investigação da polícia dos Estados Unidos, começou a analisar e investigar nesta terça-feira (14) os restos do balão que sobrevoou o espaço aéreo norte-americano no início do mês e que Washington afirma ser um equipamento de espionagem da China.
A análise será possível após novos restos do balão –entre eles sensores – terem sido recuperados na segunda-feira (13), segundo anunciou a Casa Branca.
Washington ainda não esclareceu, no entanto, o que são os outros três objetos voadores encontrados e abatidos pelos Estados Unidos neste fim de semana.
Na noite de segunda, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, afirmou apenas “não ter indícios” de que os objetos são extraterrestres. No domingo (12), um general da Força Aérea dos Estados Unidos disse que não descartava alienígenas ou qualquer outra explicação ainda, adiando para especialistas de inteligência norte-americanos.
Veja os casos de objetos voadores não identificados que surgiram em vários países
A polêmica dos objetos voadores começou após pessoas na costa oeste dos Estados Unidos relatarem ter visto um balão incomum nos céus. Rapidamente, Washington afirmou se tratar de um equipamento chinês e disse suspeitar de espionagem. Pequim disse se tratar de um balão para fins meteorológicos e científicos que perdeu seu rumo.
Os Estados Unidos, no entanto, voltaram a afirmar que o balão era usado para fins de vigilância. Em 4 de fevereiro, as Forças Armadas norte-americanas derrubaram o balão, após ele ser levado por ventos para o oceano.
O episódio colocou as Forças Armadas dos EUA em alerta máximo e, no fim de semana, foram registrados mais três incidentes com objetos voadores no país:
Um objeto do tamanho de um carro que voava sobre o Alasca e foi derrubado;
Objeto cilíndrico que voava sobre o Canadá e foi derrubado;
Objeto em forma octagonal em um lago na fronteira entre EUA e Canadá e foi derrubado.
Na segunda-feira, a China afirmou também ter avistado um objeto não identificado em seu espaço aéreo.
A pequena cidade de Quairading busca um médico para a vaga de clínico geral, que ficará sem um titular a partir de março. Imagem: Reprodução/Instagram
A escassez de clínicos gerais levou uma pequena cidade no estado da Austrália Ocidental a oferecer um pacote de até 800 mil dólares australianos (cerca de R$ 2,9 milhões) e moradia em uma casa com quatro quartos para um médico que aceite trabalhar no local.
Quairading tem cerca de 1.200 habitantes, apenas, e recebeu do atual clínico geral o aviso de que ele deixará a unidade médica local em março. A cidade fica a 160 km de Perth, capital do estado, já numa região marcada por clima quente e predominantemente seco, devido à proximidade com o Grande Deserto de Vitória.
Com a saída do médico, o conselho municipal iniciou a busca por seu substituto, mas a região possui um déficit de médicos especializados em clínica geral, segundo a agência 7News.
Para aumentar as chances de encontrar o novo profissional, além do salário significativo, ainda é oferecida moradia em uma casa de quatro quartos no centro da cidade. Os custos para a prática médica também serão cobertos pelo município.
Peter Smith, presidente do Conselho de Quairading, disse que a cidade está preocupada que seus moradores precisem viajar por mais de uma hora para obter tratamento médico de emergência. “É bastante generoso. Posso dizer que tivemos algum interesse positivo até agora”, disse ele sobre a oferta de emprego, que só diante do alto salário e regalias passou a ganhar visibilidade.
Agora, a cidade informa ter recebido 80 candidaturas para a vaga — mas não foi confirmado se a vaga já foi preenchida.
Segundo a imprensa australiana, o país vive uma escassez de médicos e um aumento de 50% da demanda, em um momento delicado, já que a população passa por um processo de envelhecimento.
A Associação Médica Australiana indicou em novembro que haverá 11 mil profissionais em falta nesta área até 2031, caso não se tome atitudes para formar novos clínicos gerais.
Um navio que afundou em 1854 durante uma tempestade no Lago Michigan, nos Estados Unidos, pode, finalmente, ser recuperado. O navio Westmoreland, que transportava ouro e raríssimas garrafas de uísque do século 19 foi encontrado em Platte Bay, no Michigan, em 2010. Porém, só agora uma operação de resgate será colocada em prática.
“Estamos nos estágios iniciais de discussão”, afirmou Ross Richardson, descobridor do navio, ao jornal inglês Mirror.
O Westmoreland afundou com relíquias dos anos 1850. A bordo do navio, estavam cerca de 280 barris com uísque e moedas de ouro. A carga foi avaliada em US$ 20 milhões (mais de R$ 100 milhões).
Destilarias ao redor do mundo estão interessadas na bebida. “A composição genética do milho era muito diferente em 1854 e pode ter um sabor diferente do milho de hoje”, diz Richardson. Isso pode acelerar o interesse por uma operação que leve ao navio.
Apesar da expectativa, a missão pode levar algum tempo ainda. Além de ser necessária uma permissão especial, as condições do Westmoreland também dificultam a operação de resgate. O navio está a cerca de 60 metros de profundidade no lago, imerso em água a 1ºC, além de não estar fixo no local.
Maura Muñoz precisou fazer a retirada da mama, que mal havia se desenvolvido ainda
A chilena Maura Muñoz, de 7 anos, precisou fazer a retirada da mama, que mal havia se desenvolvido ainda, ao descobrir que estava com câncer de mama. A mãe da menina, Patricia Muñoz, estranhou ao encontrar um pequeno caroço no mamilo da filha.
Patricia contou que percebeu a alteração logo depois da menina tomar banho. “Depois de secar e passar creme, notei que ela tinha um [caroço como um] feijãozinho embaixo do mamilo. Aí o médico me disse que o que a Maura tinha não era normal, que se eu esperasse muito isso iria crescer, mas ele nunca me disse que poderia chegar a isso. Isso foi em agosto e, em setembro [de 2022], descobrimos que Maura tinha câncer (de mama)”, disse a mãe em entrevista ao programa 24horas, da Televisión Nacional de Chile (TVN).
Segundo o oncologista pediátrico, Francisco Barriga, câncer de mama é bem raro entre crianças e adolescentes. “Pensei que iria morrer sem ver um câncer de mama em uma criança com menos de 10 anos”, afirmou o hematologista.
Maura precisou passar por uma cirurgia e fazer a retirada da mama, que mal havia se desenvolvido ainda. Por conta disso, uma das preocupações da mãe é a de que a filha tenha problemas de autoestima. “A única coisa que ela me falou quando a levei ao oncologista é que ela não queria ficar careca, mas além disso, ela não entende que não tem a mama dela”, disse a mãe.
Segundo a revista Crescer, Maura está sendo observada pelos médicos e esperando os resultados para saber se houve metástase. “Minha filha está mutilada e essa é a dor que eu tenho, porque isso já é forte para uma pessoa adulta”, lamentou Patrícia.
Maura mora com a mãe em Quillota, no Chile, mas consideram viajar para Europa para fornecer um tratamento mais especializado. Os médicos que tratam da menina no Chile estão em contato com especialistas da Espanha, que já trataram casos parecidos.