ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Greve prevista para segunda (6) será a maior dos 75 anos do Serviço Nacional de Saúde (NHS). Enfermeiros e trabalhadores de ambulâncias aderem ao pedido de reajuste salarial.

Trabalhadores de saúde protestam por reajustes de salários no Reino Unido em janeiro de 2023. — Foto: REUTERS/Toby Melville

Trabalhadores de saúde protestam por reajustes de salários no Reino Unido em janeiro de 2023. — Foto: REUTERS/Toby Melville 

O Reino Unido enfrentará a maior greve de profissionais da saúde de sua história nesta segunda (6), quando dezenas de milhares de enfermeiros e trabalhadores de ambulância aderirem à greve em meio a uma crescente disputa salarial com o governo britânico, o que significa mais perturbação para um sistema de saúde já sobrecarregado. 

Enfermeiros e trabalhadores de ambulância têm feito paralisações separadamente desde o final do ano passado, mas a greve prevista para segunda-feira (6), envolvendo ambos, principalmente na Inglaterra, representará a maior na história de 75 anos do Serviço Nacional de Saúde (NHS).

Os trabalhadores da saúde estão exigindo um aumento salarial alinhado à pior inflação em quatro décadas no Reino Unido, enquanto o governo diz que isso seria insustentável e causaria mais aumentos de preços que, por sua vez, fariam as taxas de juros e as parcelas de hipoteca subirem ainda mais.

Cerca de 500 mil trabalhadores, muitos do setor público, têm realizado greves desde o verão europeu no ano passado, aumentando a pressão sobre o primeiro-ministro, Rishi Sunak, para resolver os conflitos e limitar a interrupção dos serviços públicos, como ferrovias e escolas. 

Quando perguntado pela Sky News se as greves colocariam vidas em risco, o ministro de Negócios, Grant Shapps, disse que estava “preocupado que sim” devido à falta de cooperação entre os serviços de apoio, como o Exército, e aqueles trabalhadores que estão em greve. 

O sindicato de enfermeiros “afirmou com muita responsabilidade ao NHS que aqui é onde vamos entrar em greve e que eles conseguem colocar o atendimento de emergência em vigor. Infelizmente, temos visto uma situação com os sindicatos de ambulâncias onde eles se recusam a fornecer essa informação”, disse Shapps. 

Os trabalhadores de ambulância negaram a acusação de Shapps. 

Sharon Graham, a líder do sindicato Unite, disse à BBC neste domingo que quer que Sunak vá à mesa de negociações, acusando o governo de mentir sobre os trabalhadores de ambulância. “Este governo está colocando vidas em risco”, disse ela.

Informações G1


Inflação faz Argentina lançar cédula de 2 mil pesos

Foto: Reprodução/Reuters.

O Banco Central da Argentina aprovou a emissão da nota de 2 mil pesos na sexta-feira 3. A criação ocorre em razão da alta inflação do país, que fez disparar a quantidade de cédulas em circulação.

Na cotação oficial, a nova cédula vale por volta de US$ 10 — mas no câmbio paralelo seu valor equivale a a cerca de de US$ 5. De acordo com o jornal La Nacion, a criação da nota de 2 mil pesos é uma “imposição da realidade”. A publicação afirma ainda que a autoridade monetária argentina admitiu já estar trabalhando para imprimir uma cédula com cifras ainda maiores — a de 5 mil pesos.

A demanda por notas com cifras maiores vem dos empresários locais que estão preocupados com aumentos dos custos e da insegurança para transportar o dinheiro. No começo de janeiro, a Federação do Comércio e Indústria da Cidade de Buenos Aires (Fecoba) pediu as novas emissões alegando esses motivos.

“Transportar, mobilizar, extrair um número cada vez maior de cédulas, além de gerar complicações e gastos, provoca situações de insegurança cada vez mais frequentes”, disse Fabián Castillo, presidente da Fecoba.

A inflação da Argentina fechou em 95% em 2022. Em Buenos Aires, por exemplo, um litro de leite custa 215 pesos, conforme a monitoria de preços feita pelo governo. Ou seja: a nota de 2 mil pesos vale, por exemplo, pouco menos de dez litros desse produto.

Informações TBN


Saiba por que cada vez mais russos escolhem a Argentina para ter filhos e viver

Foto: REUTERS/Agustin Marcarian.

“Aqui tem muitos russos”, conta, em inglês, Sviatoslav um russo de 28 anos que mora na Argentina e prefere não revelar o sobrenome. Ele chegou com sua família em novembro para ter o segundo filho no país e eles ainda não falam espanhol.

Eles fazem parte dos casais russos que decidem viver e e ter filhos na Argentina, fenômeno que vem crescendo desde o início de 2022. E têm muitos motivos para escolher a Argentina como local para se distanciar de seu país, onde a invasão da Ucrânia e a guerra em curso desde fevereiro do ano passado criaram um estado de incerteza e isolamento internacional.

O país sul-americano é um dos que não exigem visto para viajantes russos, e onde, além da qualidade da medicina, eles também podem residir legalmente apenas tendo um filho nascido lá, e dois anos depois se tornarem cidadãos.

“Começamos a perceber o aumento gradual desde o início de 2022, muito gradual no início com uma projeção, um crescimento quase exponencial no final do ano”, diz o Dr. Guido Manrique, chefe de Obstetrícia do Hospital Finochietto, uma das clínicas privadas mais escolhidas por mães russas para ter seus filhos.

Embora não existam estatísticas oficiais disponíveis, apenas na clínica Finochietto os números são expressivos: no início de 2022, eles tiveram apenas um ou dois nascimentos por mês. Mas em dezembro, de um total de 180 partos, 50 foram para mães russas.

A maioria das mulheres russas que vêm para dar à luz não fala espanhol e muitas vão a consultas médicas e partos com tradutores que integram a equipe médica, aponta o hospital.

“Em alguns casos, quando o paciente não traz tradutor, às vezes com o inglês é possível porque é o idioma mais universal. Muitos têm um bom conhecimento, mas há alguns pacientes que têm um conhecimento mais limitado e nesses casos recorremos a aplicativos de celular, com os quais se consegue uma comunicação aceitável, digamos assim”, explica o Dr. Manrique.

Por que a Argentina?

“É porque é um país onde o visto não é exigido. É um país muito livre”, diz Hanna Shaforostova, uma refugiada ucraniana de 28 anos que chegou ao país há oito anos e que, há alguns meses, ajuda mães russas que querem se estabelecer no país.

“Nunca pensei que moraria na América Latina. É muito, muito longe da Rússia“, diz Sviatoslav, que trabalha remotamente para uma empresa francesa e é casado com Vera.

Eles moravam em Moscou, têm dois filhos e estavam construindo sua casa lá. Mas pouco antes da chegada do último filho, Daniel, decidiram vir para a Argentina para que ele nascesse neste país latino-americano.

“Eu acho que é como outra vida. Eu não sabia o que iria acontecer na Rússia no próximo ano ou nos próximos cinco anos. Coisas realmente terríveis estão acontecendo na Ucrânia e outras na Rússia. Então, não tenho certeza se será um bom país para se viver nos próximos dez anos ou algo assim”, explica enquanto caminha com os filhos por um parque no bairro de Palermo.

“As pessoas são muito mais abertas aqui”, diz ele, acrescentando: “Era raro ver pessoas praticando esportes ou ioga nos parques. Não temos isso em Moscou”.

Casa Rosada, em Buenos Aires / 13/09/2021. REUTERS/Agustin Marcarian

Documentos, bom tratamento e custos

Existem várias razões pelas quais os russos acham a Argentina atrativa: é um dos poucos países onde atualmente podem entrar sem visto e solicitar residência legal, o que lhes permitirá tornar-se cidadãos argentinos após dois anos de residência.

O passaporte argentino também permite a entrada em mais de 170 países sem visto, muitos dos quais atualmente fechados para russos devido a sanções relacionadas à guerra na Ucrânia.

Além disso, para quem quer ser pai ou mãe, há outros motivos: seus filhos são automaticamente argentinos só porque nasceram no país e destacam a alta qualidade do atendimento médico para gestantes, que é muito mais barato do que em outros países, ou mesmo gratuita nos hospitais públicos.

“Lembremo-nos de que não é o mais comum uma mãe no terceiro trimestre de gravidez deixar o seu lugar, a sua família, o seu negócio, os seus pertences, a sua zona de conforto para ir para outro país dar à luz. Então, para nós, da obstetrícia é um boom, é uma coisa nova”, sustenta Manrique.

“Uma mulher que deu à luz na Rússia nunca mais vai querer ter um filho na Rússia, por quê? Porque eles os tratam muito mal, eles dizem para você não gritar, deitar, não andar, eles não dão condições para um bom parto e aqui elas têm tudo para ter um bom parto”, diz Shaforostova, que diz que na Ucrânia não é um tratamento muito diferente.

Ela, que se casou na Argentina e tem dois filhos, recebe a cada dia mais perguntas de russas que querem ter filhos na Argentina e se estabelecer no país: entre 40 ou 50 por dia. “Recebo ligações e mensagens o dia todo. Recebo muitas perguntas”, diz.

A economia também pesa: a vida em geral na Argentina é mais barata que na Rússia, principalmente para quem ganha em rublos ou dólares, e as agências que ajudam as mulheres russas a se estabelecerem no país afirmam que um parto em uma clínica privada Argentina é muito mais barato do que em outros países da região.

“O hospital era muito bom. Muito melhor e muito mais barato que na Rússia”, diz Sviatoslav. A mulher, Vera, deu à luz um filho em Moscou e outro em Buenos Aires e mostra as fotos da comida que lhe foi entregue nos dois lugares: a da clínica de Buenos Aires é bem mais farta e parece um prato de restaurante.

Vista do Monumento à Bandeira em Rosário, Argentina / 08/07/2021. REUTERS/Agustin Marcarian

A não discriminação é outro dos pontos que os russos destacam na Argentina: “É um país muito amigo dos imigrantes”, diz Sviatoslav.

“Nunca sofremos discriminação. É um negócio espetacular. Os russos que chegam ficam surpresos com a forma como são tratados aqui”, acrescenta Shaforostova.

A liberdade é outro ponto que, dizem, pesa. E muito.

“Muita gente disse: ‘E por que os russos não saem às ruas para dizer que são contra a guerra?’ Não podem. Conheço casos em que a polícia estava entrando nos apartamentos. Não se pode falar mal de Putin”, afirma Shaforostova categoricamente.

Víctor Feshchenko, que chegou a Buenos Aires no final de dezembro, confirma isso. “Não sou ativista, mas participei de algumas passeatas. Mas em dois grandes protestos, a polícia foi à casa dos meus pais e me alertou para não ir a essas manifestações”.

Por isso nem todo mundo vem para ter filhos ou porque é fácil obter um passaporte argentino.

“Não estávamos pensando em ter um filho para nos legalizar na Argentina ou receber a nacionalidade argentina. Não, só queremos um filho e o queremos onde estamos. Como é a Argentina, possivelmente vamos ter um filho aqui”, afirma ela com um espanhol bastante claro, aprendido nos anos de universidade em Moscou.

Fugindo da guerra

Feshchenko e Lisa originalmente moravam em Moscou. Mas quando a guerra começou, eles decidiram deixar a Rússia e finalmente chegaram a Buenos Aires em dezembro.

“Quando a guerra começou, dissemos a nós mesmos que não poderíamos estar no país que começou o conflito e que mata nossos vizinhos. Morrem as pessoas do país de quem gostamos muito e onde passamos dias de nossas vidas e decidimos que não queríamos ajudar a economia da Rússia com nossos impostos”, diz.

Por isso, primeiro foram para a Geórgia, país vizinho para o qual não precisavam de visto. Mas vendo que a guerra continuava, começaram a procurar outras opções: não queriam estar num país próximo da Rússia porque os consideram instáveis e a Europa, devido às sanções impostas, está fechada aos russos.

“E é por isso que decidimos procurar algo na América Latina e nossos amigos vieram para a Argentina em julho para trabalhar. Eles trabalham remotamente para a Rússia. E eles nos disseram que a Argentina é um bom país e está tudo bem aqui, exceto na economia”, explica Feshchenko.

Casa de câmbio argentina em Buenos Aires, 11 de julho de 2022
Casa de câmbio argentina em Buenos Aires, 11 de julho de 2022 / Tomas Cuesta/Getty Images

Embora trabalhem remotamente para a Rússia, o que lhes garante um bom salário para os padrões argentinos, é difícil juntar dinheiro.

“Os problemas da economia argentina, combinados com problemas de sanções contra a Rússia, são um coquetel muito sério”, diz ele rindo.

Devido às restrições cambiais argentinas, o uso de cartão de crédito é desvantajoso para estrangeiros. É conveniente para eles trocar seus dólares no mercado informal ou receber cheques, que são liquidados a uma taxa semelhante.

“Enviamos o dinheiro da Rússia para a Geórgia, onde temos nossos cartões. Da Geórgia mandamos para outros países europeus ou para os Estados Unidos a nossos amigos ou parentes e eles nos mandam de seus países para a Argentina”, explica.

Sviatoslav também usa criptomoedas. “Para trazer o dinheiro para cá há duas maneiras: se você tiver uma carteira de criptomoedas ou se tiver algum amigo que mora em outro país e pode trazer o dinheiro ou usar a Western Union”.

Apesar das complicações, a mudança os ajuda. “Os preços são baixos se compararmos com Moscou e é por isso que podemos viver bem aqui com nossos salários. Não como os milionários, mas podemos viver bem”, diz Feshchenko.

Aos poucos, os russos recém-chegados vão se adaptando à vida na Argentina e, principalmente, aprendendo o idioma, um de seus principais desafios. Mas também estão formando sua comunidade: só em um grupo do Telegram são mais de 3.700 pessoas que compartilham suas dúvidas e experiências no país.

“Cresceu muito”, diz Shaforostova, e antecipa: “Em fevereiro vai explodir porque vai vir muito mais gente. Já estão me ligando para vir em fevereiro. É muita gente”.

Créditos: CNN Brasil.


Hong Kong vai distribuir 500 mil passagens aéreas gratuitas para atrair turistas; Saiba como funciona o sorteio
Foto: Reprodução

O governo de Hong Kong anunciou planos para distribuir 500 mil passagens aéreas gratuitas como parte dos esforços para reviver sua indústria do turismo e atrair visitantes de volta à cidade.

A iniciativa “Hello Hong Kong” foi lançada na quinta-feira (2), mas está em andamento há mais de dois anos.

As passagens serão distribuídas entre as três companhias aéreas da cidade – Cathay Pacific, HK Express e Hongkong Airlines. Os 500 mil tickets custaram à cidade cerca de US$ 254,8 milhões no total.

Como funciona o sorteio

Os turistas que desejam viajar para Hong Kong podem visitar a página inicial do World of Winners a partir de 1º de março para inserir seus nomes na loteria de passagens aéreas.

Os ingressos serão distribuídos em três etapas: a partir de 1º de março para pessoas do Sudeste Asiático, de 1º de abril para pessoas que vivem na China continental e de 1º de maio para residentes no resto do mundo.

A população local também podem entrar em ação. A partir de 1º de julho, algumas passagens aéreas serão distribuídas aos habitantes de Hong Kong ansiosos por uma chance de compensar o tempo de viagem perdido.

Quem já esteve em Hong Kong antes encontrará uma cidade diferente daquela de que se lembra.

Algumas atrações locais amadas, como o restaurante flutuante Jumbo Kingdom, fecharam permanentemente. Outros, como o famoso Peak Tram, passaram por uma reformulação durante a pandemia.

Trazendo viagens de volta

Hong Kong foi lenta e cautelosa em sua abordagem à pandemia de Covid-19.

A cidade começou a cancelar eventos presenciais em janeiro de 2020, quando os primeiros casos de pacientes com sintomas de uma nova doença semelhante à gripe foram relatados em Wuhan, na China.

Viajar para dentro e fora de Hong Kong foi desafiador e caro durante a pandemia. Quarentenas rígidas, que chegaram a 21 dias de isolamento, e requisitos para vários testes de diagnóstico molecular (PCR) mantiveram a maioria dos viajantes distantes.

Essas quarentenas eram oferecidas em hotéis e pagas pelos viajantes. Aqueles que testaram positivo para o vírus na chegada foram enviados para instalações do governo. A entrada na cidade era restrita aos residentes de Hong Kong.

Um grupo do Facebook com mais de 30 mil membros ajudou os habitantes de Hong Kong a apoiar uns aos outros durante o período desafiador, com alguns membros compartilhando entregas de comida, dando conselhos sobre como lidar com a solidão e trocando dicas de exercícios.

Antes da pandemia, Hong Kong recebia 56 milhões de visitantes em um ano típico. Em 2022, esse número caiu para cerca de 100 mil.

E não eram apenas os turistas estrangeiros que se afastavam. O centro financeiro experimentou sua maior queda populacional desde 1961, caindo 1,6%.

Quando o executivo-chefe da cidade, John Lee, anunciou em setembro de 2022 que as quarentenas terminariam, alguns temeram que pudesse ser tarde demais.

Créditos: CNN Brasil.


Mulher dá 22 facadas no namorado e depois faz video-chamada rindo para amiga mostrando o corpo
Foto: REPRODUÇÃO FACEBOOK/SHAYE GROVES.

Em 17 de julho de 2022, Shaye Groves, uma britânica obcecada por assassinos em série, riu após matar brutalmente seu namorado com 22 facadas e fazer uma videochamada a uma amiga para mostrar a ela o cadáver e se gabar: “Eu o matei”.

Agora, Shaye, que tem fotos de assassinos famosos como Ted Bundy e Jeffrey Dahmer na parede do quarto, está sendo julgada pela morte de Frankie Fitzgerald, que tinha 25 anos.

As autoridades foram informadas de que a mulher, de 27 anos, possuía quatro facas “decorativas” — com imagens de vilões do cinema como Chucky, Jigsaw e Pennywise — que ela e Fitzgerald usavam para “brincar” no quarto.

Segundo informações do jornal The Mirror, a britânica estava “obcecada” com a “performance no quarto” do namorado e com a vida sexual do casal, que envolvia práticas sadomasoquistas.

A jovem, no entanto, nega ter assassinado Fitzgerald, no que está sendo considerado um “crime passional”, na casa dela em Havant, no Reino Unido. Shaye alega que agiu em legítima defesa.

O tribunal ouviu que a moça enviou uma mensagem para a amiga Vikki Baitup, às 5 da manhã, para criar um “álibi falso”. Na conversa, ela dizia que Fitzgerald havia deixado sua casa, justificativa falsa que foi inspirada por dicas de documentários de crimes reais.

Na entrevista de Vikki com a polícia, ela afirmou: “A primeira mensagem de Shaye disse que ela teve uma discussão com Frankie e ele saiu furioso”.

Sangue-frio

Pouco tempo depois de ler a mensagem, às 7h, ela recebeu um telefonema de Shaye, que estava “rindo muito” e tendo uma “conversa muito normal, perguntando como foi meu fim de semana”. Nesse momento, Vikki ouviu outra amiga da suposta assassina, Lauren White, dizer “você vai contar pra ela?”.

“Foi quando ela subiu as escadas, entrou em seu quarto, apontou a câmera [para Fitzgerald] e disse ‘Eu acabei com ele’”, contou Vikki Baitup, que ficou horrorizada ao ver o corpo do homem com um “enorme” ferimento de faca.

Shaye então explicou “calmamente” que havia acessado o telefone do rapaz e visto que ele estava enviando mensagens a “uma adolescente”.

“Enquanto ele estava dormindo, ela enfiou a adaga em seu pescoço”, contou Vikki. Ao final da ligação, a amiga disse que as últimas palavras de Shaye foram “ainda somos amigas, não somos?”.

As autoridades têm um relatório do patologista que explica que Fitzgerald foi esfaqueado 17 vezes na frente do peito, duas vezes em outras áreas do peito e três vezes no pescoço — resultando na morte dele após “múltiplas perfurações do coração e dos pulmões” e “catastrófica perda de sangue”.

Imagens de policiais que chegaram ao local também foram transmitidas ao tribunal, que relataram um cheiro “incrivelmente forte” de alvejante no quarto.

O julgamento, que deve durar quatro semanas, continua.

Créditos: R7.


Balão espião chinês sobrevoa espaço aéreo dos EUA e aumenta tensão entre os países

Objeto foi visto passando por uma área de bases aéreas sensíveis e mísseis nucleares estratégicos em silos subterrâneos; Departamento de Defesa optou por não derrubá-lo para proteger as pessoas 

Estados Unidos e Canadá monitoram nesta sexta-feira, 3, um balão chinês que sobrevoa há vários dias seus territórios e áreas militares sensíveis, o que provocou um novo momento de tensão entre Washington e Pequim, poucos dias antes de uma visita do chefe da diplomacia americana à capital da China. Na quinta-feira, 2, o Pentágono já havia anunciado a presença do balão no espaço aéreo americano. Diate das acusações, os chineses afirmaram que estão verificando as informações, mas pediu para que os países “não façam conjecturas ou exagerem a questão até que os fatos estejam claros”. “A China é um país responsável e sempre cumpre de maneira rigorosa a lei internacional. Não temos a intenção de violar o território ou espaço aéreo de nenhum país soberano”, disse a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Mao Ning. A pedido do presidente Joe Biden, o Departamento de Defesa examinou a possibilidade de derrubar o aparelho, mas decidiu não fazê-lo devido aos potenciais riscos para as pessoas em solo, indicou uma fonte do Pentágono que pediu anonimato.”Claramente, a intenção deste balão é a vigilância. E a rota de voo atual o leva a uma série de locais sensíveis”, disse a fonte.

O balão sobrevoou o noroeste dos Estados Unidos, uma área de bases aéreas sensíveis e mísseis nucleares estratégicos em silos subterrâneos, mas o Pentágono não acredita que o dispositivo represente uma grande ameaça porque “tem um valor aditivo limitado de uma perspectiva de coleta de (dados de) inteligência”. “Estamos tomando medidas para nos proteger da coleta de informações confidenciais por parte de inteligência estrangeira”, afirmou, porém, a fonte, que destacou não ter nenhuma dúvida sobre o fato de que o “balão procede da China”. O balão entrou no espaço aéreo americano “há vários dias”, segundo ele, mas os serviços de inteligência dos Estados Unidos já o rastreavam antes. Vários aviões de combate examinaram o balão quando sobrevoava o estado de Montana, norte do país. Atualmente voa “a uma altitude muito acima do tráfego aéreo comercial e não representa uma ameaça militar ou física para as pessoas em terra”, informou o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder, em comunicado.

A China já enviou balões de vigilância sobre os Estados Unidos em outras ocasiões, mas desta vez a presença do dispositivo foi detectada poucos dias antes da visita a Pequim do secretário de Estado americano, Antony Blinken. A relação entre as duas potências é tensa, em particular no que diz respeito a Taiwan, que o governo chinês considera parte de seu território e cujo controle pretende recuperar um dia, inclusive com o uso da força se necessário. De acordo com a fonte do Departamento de Defesa, Washington mencionou o balão espião com as autoridades chinesas. “Nós afirmamos de maneira clara que faremos o necessário para proteger nossa população em nosso território”, destacou.

Informações TBN


Pontífice deu declarações nesta sexta-feira

Papa Francisco Foto: EFE/EPA/Fabio Frustaci

Nesta sexta-feira (27), o papa Francisco declarou que a família é fundada sobre “a união conjugal entre um homem e uma mulher”. O sumo pontífice disse ainda que “todo verdadeiro casamento, mesmo o não sacramental, é um presente de Deus”.

As afirmações foram feitas pelo líder da Igreja Católica durante uma audiência na Sala Clementina, no Vaticano, por ocasião da inauguração do Ano Judiciário do Tribunal da Rota Romana.

– Na Igreja e no mundo há uma forte necessidade de redescobrir o significado e o valor da união conjugal entre um homem e uma mulher, na qual a família é fundada – falou.

A fala ocorreu enquanto Francisco recebeu auditores, prelados, funcionários, advogados e colaboradores do Tribunal, incluindo o presidente, monsenhor Alejandro Arellano. O papa destacou que “a ignorância prática, tanto pessoal quanto coletiva, sobre o casamento” não é “certamente um aspecto secundário da crise que afeta tantas famílias”.

Segundo o pontífice, “o matrimônio, segundo a Revelação cristã, não é uma cerimônia nem um evento social, nem uma formalidade e nem mesmo um ideal abstrato: é uma realidade com a sua consistência precisa, não uma mera forma de gratificação afetiva que se pode constituir de qualquer maneira e modificar-se de acordo com a sensibilidade de cada um”.

Ele também disse que “não devemos idealizar o casamento, como se ele só existisse onde não houvesse problemas” e que devemos redescobrir a realidade permanente do casamento como um vínculo.

– Esta palavra é às vezes vista com suspeita, como se fosse uma imposição externa, um fardo, um “vínculo” que se opõe à autenticidade e à liberdade do amor. Se, pelo contrário, o vínculo é entendido precisamente como um vínculo de amor, então ele se revela como o núcleo do casamento, como um dom divino que é a fonte da verdadeira liberdade e o guardião da vida conjugal – acrescentou.

Para o papa, o casamento é “um bem de valor extraordinário para todos”, o que “nos leva a reconhecer que todo verdadeiro casamento, mesmo o não sacramental, é um presente de Deus para os cônjuges”.

O pontífice também se referiu aos “casamentos em crise” que a Igreja “acompanha com amor e esperança” e ressaltou que “um recurso fundamental para enfrentar e superar as crises é renovar a consciência do dom recebido no sacramento do matrimônio, um dom irrevogável, uma fonte de graça com a qual podemos sempre contar”.

*EFE


Reativação dos perfis ajuda a pavimentar a estrada para sua terceira candidatura à Casa Branca

Ex-presidente dos EUA, Donald Trump Foto: EFE/David Maxwellresumen

Empresa que comanda o Facebook e Instagram, a Meta, comunicou nesta quarta-feira (25) que reativará as contas do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump no Facebook e Instagram nas próximas semanas, dois anos após suspendê-las em razão da invasão ao Capitólio.

– Nossa avaliação é que o risco [para a segurança pública] diminuiu suficientemente – disse o presidente de Assuntos Globais da Meta, Nick Clegg.

– Como tal, restabeleceremos as contas do Sr. Trump no Facebook e Instagram nas próximas semanas. No entanto, estamos fazendo isso com novas grades de proteção para determinar reincidências – acrescentou.

A reativação das contas de Trump ajuda a pavimentar a estrada para sua terceira candidatura à Casa Branca, já que as plataformas são utilizadas não só para divulgá-lo, mas para arrecadar fundos.

A mídia social do bilionário Elon Musk reabilitou a conta de Trump em novembro, mas o ex-presidente ainda não a utilizou desde então, priorizando sua própria plataforma, a Truth Social.

Informações Pleno News


Brasil vai financiar exportação para Argentina, mas pede garantias

Anúncio deve ser feito nesta segunda-feira durante viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Buenos Aires

Brasil e Argentina vão criar nesta segunda-feira (23) um grupo de trabalho para avaliar a viabilidade de uma “unidade de conta sul-americana”, apurou a CNN.

O mecanismo, que vinha sendo chamado de moeda comum, ganhou outro nome para evitar confusão.

O anúncio deve ser feito hoje durante a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Buenos Aires. Ele se encontra com o presidente argentino Alberto Fernandez.

A proposta se assemelha mais, por enquanto, a um financiamento à exportação de produtos brasileiros para a Argentina e vice-versa.

O objetivo é que as trocas bilaterais possam ser feitas sem a utilização do dólar, já que as reservas internacionais da Argentina são de apenas US$ 7 bilhões.

Bancos – públicos e privados – financiariam empresas argentinas que queiram comprar produtos brasileiros com aval do Tesouro brasileiro. Em contrapartida, o Brasil pede da Argentina como garantia os recebíveis dos contratos de exportação, por exemplo, de gás natural. Os argentinos são importantes exportadores de gás.

Esse mecanismo já foi utilizado no Brasil com sucesso no caso de Angola, uma importante exportadora de petróleo, e também de forma mal-sucedida, como Cuba, que forneceu charutos como garantia. As operações seriam avaliadas caso a caso.

CNN Brasil


Lula confirma que BNDES financiará obras de gasoduto argentino

Após encontro com Alberto Fernández, presidente disse que “países maiores têm que auxiliar os países que têm menos condições”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) confirmou nesta 2ª feira (23.jan.2023) que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) financiará parte da obra do gasoduto Néstor Kirchner. O chefe do Executivo classificou críticas ao apoio financeiro do Brasil ao empreendimento argentino como “pura ignorância”.  

“Eu tenho certeza que os empresários brasileiros têm interesse no gasoduto, nos fertilizantes, no conhecimento científico e tecnológico que a Argentina tem. E, se há interesse dos empresários e dos governos, e nós temos um banco de desenvolvimento para isso, vamos criar as condições para fazer o financiamento que gente puder fazer para ajudar no gasoduto argentino”, disse. 

Pela manhã, Lula visitou o presidente da Argentina, Alberto Fernández, em Buenos Aires. Ao saírem, deram uma declaração conjunta à mídia brasileira e argentina.

A 1ª fase do gasoduto foi concluída e, agora, os argentinos buscam ajuda financeira para continuar a obra. O 2º trecho terá cerca de 500 km e ligará os campos de óleo e gás da região de Vaca Muerta até San Jerónimo, na província de Santa Fé. Em uma fase futura, o gasoduto poderá chegar ao Brasil. 

Lula não detalhou como o financiamento será feito e nem o valor. Em dezembro, a secretária de Energia da Argentina, Flavia Royón, anunciou que seu país contava com US$ 689 milhões em financiamentodo BNDES para concluir a construção do 2º trecho do gasoduto. 

Na época, o BNDES, ainda sob o comando do governo de Jair Bolsonaro (PL), emitiu nota em que dizia que não havia tal liberação.

“Com relação ao financiamento, os países maiores têm que auxiliar os países que tem menos condições em determinados momentos históricos. […] O jornalista [que fez a pergunta] sabe do orgulho que eu tinha quando a gente poderia financiar uma obra em um país da América do Sul, porque é isso que os países maiores têm que auxiliar os países menos condições em determinados momentos históricos”, disse.

Fernández agradeceu pelo anúncio feito por Lula e disse que as obras de continuidade do gasoduto precisam começar imediatamente para “aproveitar a inércia da construção da 1ª etapa e, rapidamente, chegar ao ponto de repassar o gás que o Brasil precisa”

“Acho que nós 2 entendemos melhor a missão dos bancos públicos. Aqui na Argentina só temos inveja do BNDES, ferramenta de crescimento incrível”, disse.

Para Lula, críticas feitas a operações do BNDES no exterior, muito criticadas em seus mandatos anteriores, são fruto de “pura ignorância”.

“De vez em quando, no Brasil, somos criticados por pura ignorância, pessoas que acham que não pode haver financiamento para outros países. E eu acho que, não só pode, como é necessário que o Brasil ajude a todos seus parceiros dentro das possibilidades econômicas do nosso país. O BNDES é muito grande”, disse.

Poder 360

1 24 25 26 27 28 90