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A União Médica é uma empresa comprometida com a responsabilidade social e ambiental, bem como com a governança corporativa, adotando a política ESG como um dos seus pilares estratégicos. Isso significa que a empresa leva em consideração questões ambientais, sociais e de governança em todas as suas atividades.

Nesse contexto, o site da www.uniaomedica.com.br passa a ser também uma ferramenta de divulgação de informações voltadas para estes temas. A empresa acredita que a educação e a conscientização são fundamentais para uma mudança de comportamento em relação ao meio ambiente e à sociedade.

Um estudo recente do Observatório do Clima mostrou que o Brasil registrou uma alta na emissão de gases de efeito estufa em 2021, com um volume crescente de 12,5%. Esse dado é alarmante e reforça a necessidade de ações efetivas para combater as mudanças climáticas.

“A União Médica acredita que é importante divulgar essas informações para conscientizar a população sobre os efeitos do aquecimento global e estimular a adoção de medidas que minimizem esses efeitos. A empresa se preocupa em contribuir para uma sociedade mais sustentável e responsável, e acredita que a disseminação de informações é um passo importante nessa direção”, pontuou André Guimarães, diretor-presidente da União Médica.

Portanto, o site da União Médica passa a ser uma ferramenta importante para a divulgação de informações sobre questões ambientais, sociais e de governança, com o objetivo de conscientizar a população e contribuir para um futuro mais sustentável e justo para todos.

Sobre o estudo:

Brasil registra alta na emissão de gases de efeito estufa
Segundo Observatório do Clima, volume cresceu 12,5% em 2021

O Observatório do Clima, juntamente com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e outras organizações parceiras, divulgou um relatório que revela que o Brasil registrou um aumento de 12,5% nas emissões de gases de efeito estufa em 2021, totalizando 2 ,4 bilhões de toneladas brutas. Este é o segundo maior aumento em quase duas décadas, sendo que o maior aumento ocorreu em 2003, com 20%.

O principal motivo para o aumento foi o desmatamento, especialmente na Amazônia, que é responsável por 77% das emissões brutas do setor. Os estados do Pará e do Mato Grosso são os maiores emissores, representando 18,5% e 11,1% das emissões, respectivamente.

O aumento das emissões de gases de efeito estufa no Brasil em 2021 é um grande alerta para a necessidade de políticas efetivas de combate ao desmatamento e de proteção ambiental. As consequências das mudanças climáticas já são sentidas em todo o mundo e é preciso agir com urgência para aplacar os efeitos negativos.

Fonte: ASCOM/UNIÃO MÉDICA


Elemento teria se formado em esferas cristalinas

Cientistas teriam encontrado 'fonte de água' na Lua

Cientistas chineses descobriram elementos que sugerem a existência de uma fonte de água congelada na superfície da Lua. O estudo foi publicado na revista Nature Geoscience, no início desta semana.

Os pesquisadores analisaram amostras de solo lunar que s missão Chang’e 5 obteve em 2020 — a primeira sonda chinesa a chegar à zona denominada monte Rumker, onde a soviética Luna 24 pousou para coletar amostras lunares, em 1976.

Como a água na Lua teria se formado

Conforme o artigo, a água foi localizada em cristais de impacto que teriam se formado por meio de uma intensa atividade vulcânica no passado, à qual se seguiu o resfriamento das rochas lunares provocado pelo constante bombardeio de micros e grandes meteoroides.

Quando essas esferas entram em contato com o vento solar, inicia-se um processo de ciclo de água na Lua e, então, o líquido é absorvido pelas esferas de cristal, que atuam como uma “esponja”.

“A água derivada do vento solar é produzidas pela reação do hidrogênio solar com o oxigênio presente na superfície das esferas cristalinas lunares”, explicou o coautor da investigação Sem Hu, do Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências.

Os pesquisadores acreditam que um fenômeno semelhante provavelmente aconteceu em planetas como Mercúrio, ou em corpos celestes, como o asteroide Vesta.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução/Pixabay

Beber café é racismo, de acordo com a startup norte-americana Afru. Em artigo publicado nas redes sociais, a empresa argumenta que o consumo da bebida “perpetua a supremacia branca”. Isso porque o modo de produção do cereal teria se sustentado por meio da opressão dos negros pelos brancos.

“Desde o momento em que os brancos roubaram cruelmente o café dos negros e pardos até a atual ‘Karen’ tomando sua xícara matinal de supremacia branca, os brancos foram capazes de beber impunemente os frutos de nosso trabalho e de nossa cultura”, diz um trecho da publicação.

Mas não para aí. A startup norte-americana também afirma que os brancos estariam consumindo alimentos “sem graça, como pão simples e mingau, se não fosse pelo roubo de segredos culinários dos negros”. Esse seria um dos motivos por que os brancos teriam se “apropriado da civilização negra”, segundo os autores do texto.

“Máquina capitalista colonial”

A Afru relata que o café chegou pela primeira vez à América do Norte e à Europa entre 1650 e 1700. Mas o grão já era importante para a cultura negra desde 1400, na Etiópia. A empresa argumenta que, “depois de os brancos darem o primeiro gole da iguaria negra, eles escravizaram brutalmente as pessoas de cor”. E teriam transformado uma bebida ritualística “em mais um produto de consumo da máquina capitalista colonial”.

A

startup norte-americana não está sozinha. De acordo com a Urnex, empresa fabricante de equipamentos de café, a indústria do grão se desenvolveu por meio da supremacia branca. “Depois que os holandeses roubaram o café da África, os europeus forçaram os negros e os indígenas à escravidão, para cultivá-lo em terras colonizadas”, afirma a companhia.

Como solução, a Afru defende o boicote ao café. A menos que o consumidor seja etíope.

*REVISTA OESTE


Foto:  Stewart Marsden/Getty Images/iStockphoto

Londres é a melhor cidade do mundo em 2023, revelou o tradicional ranking anual “World’s Best Cities” realizado pela consultoria de marketing de eventos globais Resonance. O levantamento é considerado um dos mais completos do mundo pela agência Bloomberg.

Seu estudo — que leva em consideração clima, meio ambiente, segurança, conservação de marcos, prosperidade financeira, diversidade populacional, infraestrutura, programação cultural e divulgação de atividades na web de destinos com mais de 1 milhão de habitantes — consagrou a capital britânica pela renascença de sua efervescência cosmopolita pós-pandemia.

No entanto, foi feita uma ressalva na edição deste ano para destacar Kiev, na Ucrânia, como a “Melhor Cidade Honorária de 2023”, pelos seus esforços de resistência, manutenção de seus serviços e amparo à população diante da invasão russa. A lista final ainda incluiu duas representantes do Brasil — a primeira delas, São Paulo, em 33º lugar.

A maior metrópole sul-americana foi considerada inclusiva por abrigar grandes comunidades de imigrantes da Itália, do Japão e do Oriente Médio (sírios e libaneses). No quesito gastronomia, foi a 3ª melhor cidade do planeta — à frente de Londres e Nova York — graças a uma gama variada de bons restaurantes.

Bairro da Liberdade, em São Paulo: A vibrante comunidade de imigrantes é um dos pontos fortes da cidadeImagem: Dihandra Pinheiro/Getty Images

Quando o assunto é cultura, é o 4º maior destino do mundo pela programação intensa de shows e eventos. Foi destacada ainda a experiência de hospedagem no Rosewood São Paulo, o belo hotel com quartos assinados por Philippe Starck, e o charme de drinques no Skybar do Hotel Ca’d’Oro, com vista panorâmica para a cidade.

Já a segunda representante nacional foi o Rio de Janeiro, em 54º lugar, considerada “uma delícia sensorial” por suas praias tropicais e sensuais, a vida noturna movida a samba e as belezas de seus picos naturais. Suas paisagens garantiram o 7º lugar global à Cidade Maravilhosa no quesito “Ao Ar Livre” e 29º em “Marcos Históricos”. Já sua vida cultural ficou em 10º no mundo todo.

Bondinho do Pão de Áçúcar e o Corcovado, no Rio de JaneiroImagem: diegograndi/Getty Images

O “World’s Best Cities” recomenda uma passada na Lapa — 32ª melhor programação noturna do planeta — e cita o Museu da Imagem e do Som (MIS), em Copacabana, assinado pelo time de arquitetos do parque suspenso High Line em Nova York e previsto para ser inaugurado no primeiro semestre de 2023. Além disso, são imperdíveis trilhas na Tijuca e as já tradicionais subidas ao Cristo e viagem no bondinho do Pão de Açúcar.

Veja as dez melhores cidades do mundo:

1ª: Londres, no Reino Unido

The Shard ao lado da Ponte e da Torre de LondresImagem: johnkellerman/Getty Images/iStockphoto

Londres vem recebendo turistas e movimentando moradores graças a muitos eventos pós-pandemia: o Jubileu de Platina da Rainha, em 2022, Wimbledon, a despedida de Elizabeth 2ª e, em maio, a coroação do rei Charles 3º. A cidade viu seu metrô se expandir à noite, vendeu o maior número de propriedade de luxo da década no primeiro semestre do último ano, e tem atraído habitantes milionários, assim como o investimento de big techs como o TikTok.

2ª: Paris, na França

Paris, na FrançaImagem: Getty Images/iStockphoto

Além de conservar belezas “eternas”, com seus muitos museus e marcos hipnóticos, a Cidade Luz tem investido fortemente em expansão de ciclovias, tornando a cidade mais acessível e menos poluída e congestionada. Além de receber turistas de braços abertos após a covid-19, a prefeitura tem priorizado o planejamento urbano, que tem transformado o leito do Sena — a restauração da Notre-Dame abrirá ainda um parque em seus entornos — e sua periferia para receber os Jogos Olímpicos de 2024.

3ª: Nova York, nos EUA

Vista do Empire State Building e do horizonte de Nova York do observatório Top of the Rock, no Rockefeller CenterImagem: tapanuth/Getty Images

Seu projeto “Key to NYC”, que fomentou a reabertura gradual de restaurantes, bares, teatros e da vida noturna ainda durante a pandemia, além de investimentos pesados na promoção turística da Big Apple resultaram em uma retomada substancial dos negócios. Não à toa, seus três aeroportos estão todos em expansão, novos museus como o Museum of Broadway têm aberto, e cerca de 9 mil novos quartos de hotéis foram criados entre 2022 e 2023 com os novos Aman New York, Ritz-Carlton Nomad, The Thompson Central Park e mais unidades das cadeias Renaissance e Moxy.

4ª: Tóquio, no Japão

Tóquio, no JapãoImagem: Getty Images

“Futurística”, assim foi definida a metrópole asiática, que teve como pontos fortes destacados a segurança, a expansão do Aeroporto de Haneda, e “as melhores experiências do mundo em compras” com muitas boutiques, pop-ups de nicho divertidas (como uma dedicada à série “Stranger Things“) e lojas de departamento variadas espalhadas pela cidade. As diversas opções de restaurantes também fazem sucesso.

5ª: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

Dubai, nos Emirados Árabes UnidosImagem: ElenVD/Getty Images

As palavras que definem o emirado são “segurança” e, sobretudo, “luxo”. Além de oferecer experiências únicas e superlativas — como conhecer o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa —, a cidade tem conquistado turistas com atrações sensoriais únicas e glamourosas, como o Museum of the Future ou a Aura Skypool, piscina 360º de borda infinita mais alta do globo. Além de abrigar o novo resort mais “ostentação” de que se tem notícia, Atlantis Royal, ela ainda oferece muitas boas lojas.

6ª: Barcelona, na Espanha

Barcelona, na EspanhaImagem: Getty Images

Clima ameno, arquitetura colorida e única, belas praias: Barcelona é um inegável imã turístico, que se esvaziou graças à pandemia. Este hiato deu à cidade tempo de se reorganizar e agora ela tem convertido zonas de carros em ciclovias e bulevares para pedestres bebericarem, conversarem ou relaxarem ao ar livre. É imperdível a caminhada pelo Passeig de Sant Joan ou a degustação de delícias no Mercat de l’Abaceria.

7ª: Roma, na Itália

Roma, na ItáliaImagem: Getty Images/EyeEm

Não é à toa que ela é chamada de “Cidade Eterna”: a capital italiana se destacou pelas suas muitas belezas históricas bem preservadas, como o Coliseu, assim como pela mistura de tradicionais e novos restaurantes, como o Don Pasquale, próximo à Fontana di Trevi, ou o Romanè, do chef Stefano Callegari, muito elogiado. Para fãs de gastronomia, a cidade acaba de abrir o museu Garum, com histórias de sua cozinha ancestral.

8ª: Madri, na Espanha

Museu Reina Sofía, em Madri, na EspanhaImagem: DeltaOFF/Getty Images

A capital espanhola abriu mais de 50 novos restaurantes e cerca de 20 novos hotéis entre 2022 e 2023. Um novo parque, o Buen Retiro, agora conecta o Paseo del Prado (com o Museu do Prado), o Museu Thyssen-Bornemisza e o Reina Sofía. Mais verde e maior perfusão entre as artes para a cidade que tem focado em projetos sustentáveis e na igualdade de renda.

9ª: Cidade-Estado de Singapura

SingapuraImagem: Getty Images/iStockphoto

Rica, Singapura abriga muitas empresas milionárias, e por isso tem investido nas lojas de luxo para moradores e visitantes de alto poder aquisitivo. Sua Orchard Road virou uma espécie de Quinta Avenida (como a de Nova York), repleta de boutiques de grife. Mas ela também tem se destacado como um bom porto seguro aos turistas graças ao mega equipado Aeroporto de Changi, às suas ruas seguras e seu amplo corredor de bikes.

10ª: Amsterdã, nos Países Baixos

Noord, em AmsterdãImagem: fokkebok/Getty Images

Nem só de canais e do turismo “sexo, drogas e rock’n’roll” do Distrito da Luz Vermelha vive Amsterdã atualmente. A cidade tem se convertido em um destino sustentável, que prioriza a qualidade de vida dos seus moradores e da nova comunidade de refugiados que vem acolhendo nos últimos anos. O bairro de Noord se destaca como um novo circuito de galerias de arte e com opções diversas de vida noturna.

Informações UOL


Cidadãos brasileiros não precisam de visto para turismo em Portugal por um período de até 90 dias, que podem ser prorrogáveis por até 180 dias. Veja quem pode aplicar para um visto de residência.

A cidade do Porto, no norte de Portugal — Foto: Wesley Bischoff/g1

A cidade do Porto, no norte de Portugal — Foto: Wesley Bischoff/g1 

No último ano, aumentou o número de imigrantes brasileiros em Portugal que pedem ajuda para voltar ao Brasil. Em grande parte, brasileiros pedem para voltar depois de terem problemas com a imigração, como falta de preparação ao solicitar visto permanente ou mesmo por estarem em situação irregular. 

Pela legislação portuguesa, cidadãos brasileiros não precisam de visto para realizar turismo em Portugalpor um período de 90 dias, que podem ser prorrogáveis por até 180 dias. A prorrogação, no entanto, depende da aprovação do Serviço de Estrangeiros e Fronteira (SEF). 

Para quem deseja ficar no país por um período inferior a 12 meses, a indicação é aplicar para um visto temporário. Nos casos de quem pretende prolongar a estada para mais de um ano, a melhor opção é aplicar para um visto de residência. 

Entenda, abaixo, como funcionam os vistos para quem pretende imigrar para Portugal.

Este visto é indicado para aqueles que pretendem exercer atividades em Portugal por um período inferior a 12 meses e é dividido em algumas categorias. Veja a seguir. 

Este visto é destinado para pessoas que desejam permanecer em Portugal por mais de um ano. Ele é solicitado também para quem vai ao país a trabalho por um período superior a 9 meses. 

O visto de residência é divido pelas categorias: 

Brasileiros são a maioria dos imigrantes que se reinventam em Portugal

Brasileiros são a maioria dos imigrantes que se reinventam em Portugal.

Informações G1


Divulgação
Imagem: Divulgação

A Nova Lei de Trânsito, em vigor no Brasil desde abril de 2021, trouxe uma série de mudanças ao CTB. Entre elas, algumas infrações que, antes, contavam com a penalidade de multa e pontos na CNH, agora, não penalizam mais a habilitação do condutor. Ou seja: elas deixaram de gerar pontos na CNH.

Essa alteração, sem dúvidas, é vista com bons olhos por muitos motoristas, já que, muitas vezes, pior do que pagar a multa, é receber os pontos na habilitação – já que o acúmulo de pontos pode causar a suspensão do documento.

Há uma série de infrações que contam com esse “alívio” para os motoristas. Mas é preciso ter atenção: embora elas não gerem mais pontos, o valor da multa gerada pelas infrações e as demais penalidades continuam sendo cobradas.

Situações em que a infração não pode gerar pontos na CNH

Via de regra, quando o motorista comete alguma infração de trânsito, as principais penalidades que recairão sobre eles são o valor da multa e os pontos adicionados à sua habilitação. Mas, como para toda regra existe uma exceção, nesse caso não é diferente.

Conforme estipula o artigo 259 do Código de Trânsito, existem 3 situações em que o condutor não deverá receber pontos pelo cometimento de determinadas infrações. As situações são as seguintes:

Conforme mencionado anteriormente, há alguns artigos específicos do CTB que não somam mais pontos na CNH dos motoristas desde que a Nova Lei passou a vigorar no Brasil.

É importante ressaltar que todas as infrações que deixam de somar pontos na CNH do condutor continuam gerando as demais penalidades previstas – como o valor da multa – além das possíveis medidas administrativas cabíveis (retenção e remoção do veículo). As infrações leves custam R$ 88,38 ao condutor; as médias R$ 130,16; as graves R$ 195,23 e as gravíssimas R$ 293,47.

Multa convertida em advertência

Há, ainda, outra situação em que uma infração de trânsito deixa de gerar pontos na CNH do condutor: quando ela pode ser convertida em advertência. Uma vez convertida em advertência, o motorista apenas recebe a informação por escrito (ou seja: não precisa pagar a multa e nem arcar com as demais penalidades, como os pontos na CNH).

Esse tipo de conduta tem um caráter mais educativo do que punitivo – como um alerta para que o motorista não cometa esse tipo de infração novamente.

Conforme o artigo 267 do CTB, a advertência por escrito deve ser imposta de maneira automática quando o condutor cometer infração leve ou média. Para isso, o condutor não poderá ter cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses.

Cabe ressaltar que, antes de a Nova Lei de Trânsito entrar em vigor, era o motorista que deveria solicitar, junto ao órgão de trânsito competente, a conversão de multa em advertência. Essa medida, agora, é realizada automaticamente, sempre que forem cumpridos os pré-requisitos para que a conversão possa ocorrer.

Informações UOL


Foto: Valdenir Lima

A vacina antirrábica é considerada a melhor forma de prevenir e manter os pets saudáveis. A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), vacinou 51.791 animais contra a raiva no ano passado. Foram 35.459 cães e 16.332 gatos imunizados. A raiva é uma infecção viral aguda considerada uma zoonose que pode atingir animais e seres humanos. A doença pode ser transmitida a uma pessoa por meio de mordida de animais infectados. Para aqueles que não conseguiram vacinar seus pets durante a Campanha de Vacinação Antirrábica, podem levá-los à sede do CCZ, localizada na avenida Eduardo Fróes da Mota, S/N. O atendimento de segunda a sexta-feira é das 8h às 15h.

Podem ser imunizados os pets a partir dos três meses de idade. Os felinos devem ser transportados em caixas apropriadas, enquanto os cães em coleiras ou correntes. A orientação é levar o cartão de vacina, caso o animal possua.

“Feira de Santana não registra um caso de raiva humana desde 2001. Sempre reforçamos os pedidos para que a população compareça e vacine seus pets, pois assim podemos ter o maior controle da transmissão da doença”, assegura a médica veterinária e coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro.

Ainda conforme a médica veterinária, qualquer mamífero, principalmente, cães, gatos e morcegos infectados pelo vírus podem transmitir a raiva. Caso sofra qualquer tipo de agressão animal, a pessoa deve procurar imediatamente o Centro de Saúde Especializada Dr. Leone Coelho Lêda (CSE) que é referência para atender os casos de acidentes humanos envolvendo animais.Os casos de acidentes envolvendo bovinos, equinos, porcos e animais silvestres também devem ser reportados para que seja avaliada a necessidade de realizar tratamento.

Fonte: SECOM Feira


Salários de até R$ 80 mil: Veja a lista de profissões que estão em alta em 2023

Foto: Reprodução.

Uma empresa que presta consultoria em recrutamento divulgou nesta semana a lista de profissões e cargos que estarão em alta em 2023 no Brasil. O estudo, conduzido pela PageGroup Brasil, foi feito com base análises de mercado e tendências de contratações em empresas de pequeno, médio e grande porte.

“As informações foram coletadas por meio da análise dos salários mensais brutos de mais de 200.000 profissionais, desde analistas até gerência sênior. Este estudo é complementado por informações fornecidas por nossa rede de contatos e clientes em todos os setores”, explica o CEO da PageGroup, Ricardo Basaglia.

A lista mostra os cargos mais requisitados em 13 diferentes setores econômicos, como bancos, agronegócio, logística e saúde. Os salários de alguns deles podem chegar até a R$ 80 mil.

Veja a lista abaixo das profissões em alta e ajuste sua carreira para ter sucesso profissional:

Bancos e Serviços Financeiros

Os cargos em alta em financial houses são para fusões e aquisições. Em Crypto, são os head de operações e relações governamentais, assuntos regulatórios e fiscais. Em fintechs e meios de pagamentos são as lideranças comerciais, e, finalmente, em banking, o destaque vai para analistas sêniores das áreas de risco de crédito e auditoria.

Engenharia e Manufatura

Os cargos mais demandados para 2023 serão: diretor industrial, gerente de produção, gerente de projetos, gerente de engenharia de desenvolvimento, gerente de P&D, gerente de qualidade, engenheiro de produção, engenheiro de processos, engenheiro de manutenção, coordenador de EHS, coordenador de qualidade e coordenador de projetos. Os setores que tendem a contratar mais serão: automotivo, químico, bens de consumo e agro.

Agro

Os cargos mais demandados pelas empresas são de diretor financeiro, head de sustentabilidade, gestor de negócios e especialista em ESG.

Energia

Os cargos mais procurados em energia em 2023 serão: diretor e gerente comercial, alta liderança como country manager, diretoria geral e CEO, posições de jurídico e financeiro diante das mudanças regulatórias, diretoria de logística e supply chain e diretoria de tecnologia. Os setores que estarão em alta são de energia solar, biomassa e comercializadoras de energia.

Marketing Digital

As posições mais procuradas em 2023 serão: gerente de marketing de performance, trade marketing e head de marketing (generalista).

Financeiro e Tributário

Entre as profissões em alta em 2023 para o setor financeiro e tributário estão os de diretor financeiro, gerente de contabilidade e posições de planejamento e análise financeira – FP&A (financial planning & analysis).

Saúde e Life Sciences

Nessa área, os cargos mais demandados em 2023 serão: diretor de operações, diretor comercial, gerente comercial, gerente de produto, gerente de qualidade, gerente de operações hospitalares e assuntos regulatórios.

Recursos Humanos

Dentre os cargos mais demandados para 2023 estão: gerente de RH que responde para o diretor, head de RH que responde direto ao presidente, talent acquisition e folha de pagamento.

Logística

Os cargos mais demandados em 2023 serão: diretor de compras, diretor de logística, diretor de supply chain, diretor de suprimentos, gerente de compras, gerente de planejamento, controle e produção, gerente de logística, analista de compras, especialista de compras, analista de planejamento, controle e produção, coordenador de planejamento, controle e produção, coordenador de compras, coordenador de inbound, coordenador de outbound e coordenador de comércio exterior.

Tecnologia da Informação

Em alta no mercado, as profissões de tecnologia da informação mais demandas em 2023 serão: desenvolvedores e engenheiros de softwares, tech leads, gerentes de engenharia de software, especialista de big data, BI, analytics, engenheiro de cloud, arquiteto de cloud, analista de infraestrutura, poduct manager, UX e UI.

Os setores que mais contratam são: mercado financeiro, produtos digitais, internet, telecom, consultorias de TI e startups de todos os segmentos, como fintechs, edtechs, insurtechs, healthtechs e e-commerce.

Vendas

Os cargos mais procurados em 2023 serão: Sales Finance, Gerente administrativo de vendas, Gerente de Inteligência Comercial, Gerente de Go To Market (GTM), Gerente de Route to Market (RTM) e Trade marketing. Os setores com mais potencial de contratação são Bens de consumo, Agro, Energia e Indústria química.

Varejo

Os cargos que estarão em alta em 2023 são: Gerente ou Head de Marketing de Varejo e Gerente de CRM de Varejo.

Seguros

Os cargos mais procurados em 2023 serão para atuar na área atuarial para avaliar e administra riscos. O cargo de atuário será chave para as empresas fazerem desenho de risco, uma vez que o setor de seguros foi fortemente impactado pela pandemia do covid-19, seja na utilização dos seguros saúde quanto no resgate de seguros de vida.

Créditos: BHAZ.


Ilustração de um rosto que poderia ser o de Jesus
Concepção artística do designer gráfico especialista em reconstituição facial forense Cícero Moraes mosta que judeus que viviam no Oriente Médio no século 1 tinham a pele, o cabelo e os olhos escuros

Foram séculos e séculos de eurocentrismo – tanto na arte quanto na religião – para que se sedimentasse a imagem mais conhecida de Jesus Cristo: um homem branco, barbudo, de longos cabelos castanhos claros e olhos azuis. Apesar de ser um retrato já conhecido pela maior parte dos cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, trata-se de uma construção que pouco deve ter tido a ver com a realidade.

O Jesus histórico, apontam especialistas, muito provavelmente era moreno, baixinho e mantinha os cabelos aparados, como os outros judeus de sua época. 

A dificuldade para se saber como era a aparência de Jesus vem da própria base do cristianismo: a Bíblia, conjunto de livros sagrados cujo Novo Testamento narra a vida de Jesus – e os primeiros desdobramentos de sua doutrina – não faz qualquer menção que indique como era sua aparência. 

“Nos evangelhos ele não é descrito fisicamente. Nem se era alto ou baixo, bem-apessoado ou forte. A única coisa que se diz é sua idade aproximada, cerca de 30 anos”, comenta a historiadora neozelandesa Joan E. Taylor, autora do recém-lançado livro What Did Jesus Look Like? e professora do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos do King’s College de Londres.

“Essa ausência de dados é muito significativa. Parece indicar que os primeiros seguidores de Jesus não se preocupavam com tal informação. Que para eles era mais importante registrar as ideias e os papos desse cara do que dizer como ele era fisicamente”, afirma o historiador André Leonardo Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro Jesus Histórico – Uma Brevíssima Introdução

Em 2001, para um documentário produzido pela BBC, o especialista forense em reconstruções faciais britânico Richard Neave utilizou conhecimentos científicos para chegar a uma imagem que pode ser considerada próxima da realidade. A partir de três crânios do século 1, de antigos habitantes da mesma região onde Jesus teria vivido, ele e sua equipe recriaram, utilizando modelagem 3D, como seria um rosto típico que pode muito bem ter sido o de Jesus. 

Ilustração feita pela BBC representando o rosto real de Jesus
Ilustração feita por especialista Richard Neave para documentário da BBC em 2001

Esqueletos de judeus dessa época mostram que a altura média era de 1,60 m e que a grande maioria deles pesava pouco mais de 50 quilos. A cor da pele é uma estimativa. 

Taylor chegou a conclusões semelhantes sobre a fisionomia de Jesus. “Os judeus da época eram biologicamente semelhantes aos judeus iraquianos de hoje em dia. Assim, acredito que ele tinha cabelos de castanho-escuros a pretos, olhos castanhos, pele morena. Um homem típico do Oriente Médio”, afirma. 

“Certamente ele era moreno, considerando a tez de pessoas daquela região e, principalmente, analisando a fisionomia de homens do deserto, gente que vive sob o sol intenso”, comenta o designer gráfico brasileiro Cícero Moraes, especialista em reconstituição facial forense com trabalhos realizados para universidades estrangeiras. Ele já fez reconstituição facial de 11 santos católicos – e criou uma imagem científica de Jesus Cristo a pedido da reportagem. 

“O melhor caminho para imaginar a face de Jesus seria olhar para algum beduíno daquelas terras desérticas, andarilho nômade daquelas terras castigadas pelo sol inclemente”, diz o teólogo Pedro Lima Vasconcellos, professor da Universidade Federal de Alagoas e autor do livro O Código da Vinci e o Cristianismo dos Primeiros Séculos.

Outra questão interessante é a cabeleira. Na Epístola aos Coríntios, Paulo escreve que “é uma desonra para o homem ter cabelo comprido”. O que indica que o próprio Jesus não tivesse tido madeixas longas, como costuma ser retratado.

“Para o mundo romano, a aparência aceitável para um homem eram barbas feitas e cabelos curtos. Um filósofo da antiguidade provavelmente tinha cabelo curto e, talvez, deixasse a barba por fazer”, afirma a historiadora Joan E. Taylor. 

Jim Caviezel como Jesus
O ator Jim Caviezel interpretou Jesus no filme ‘A Paixão de Cristo’, de 2004, dirigido por Mel Gibson

Chevitarese diz que as primeiras iconografias conhecidas de Jesus, que datam do século 3, traziam-no como um jovem imberbe e de cabelos curtos. “Era muito mais a representação de um jovem filósofo, um professor, do que um deus barbudo”, pontua ele.

“No centro da iconografia paleocristã, Cristo aparece sob diversas angulações: com o rosto barbado, como um filósofo ou mestre; ou imberbe, com o rosto apolíneo; com o pálio ou a túnica; com o semblante do deus Sol ou de humilde pastor”, contextualiza a pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Museu de Arte Sacra de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião.

Imagens

Joan acredita que as imagens que se consolidaram ao longo dos séculos sempre procuraram retratar o Cristo, ou seja, a figura divina, de filho de Deus – e não o Jesus humano. “E esse é um assunto que sempre me fascinou. Eu queria ver Jesus claramente”, diz. 

A representação de Jesus barbudo e cabeludo surgiu na Idade Média, durante o auge do Império Bizantino. Como lembra o professor Chevitarese, eles começaram a retratar a figura de Cristo como um ser invencível, semelhante fisicamente aos reis e imperadores da época.

“Ao longo da história, as representações artísticas de Jesus e de sua face raras vezes se preocuparam em apresentar o ser humano concreto que habitou a Palestina no início da era cristã”, diz o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). 

“Nas Igrejas Católicas do Oriente, o ícone de Cristo deve seguir uma série de regras para que a imagem transmita essa outra percepção da realidade de Cristo. Por exemplo, a testa é alta, com rugas que normalmente se agrupam entre os olhos, sugerindo a sabedoria e a capacidade de ver além do mundo material, nas cenas com várias pessoas ele é sempre representado maior, indicando sua ascendência sobre o ser humano normal, e na cruz é representado vivo e na glória, indicando, desde aí, a sua ressurreição.”

Joaquin Phoenix como Jesus
Joaquin Phoenix interpretou Jesus no filme ‘Maria Madalena’, de 2018

Como a Igreja ocidental não criou tais normas, os artistas que representaram Cristo ao longo dos séculos criaram-no a seu modo. “Pode ser uma figura doce ou até fofa em muitas imagens barrocas ou um Cristo sofrido e martirizado como nas obras de Caravaggio ou Goya”, pontua Ribeiro Neto. 

“O problema da representação fiel ao personagem histórico é uma questão do nosso tempo, quando a reflexão crítica mostrou as formas de dominação cultural associadas às representações artísticas”, prossegue o sociólogo. “Nesse sentido, o problema não é termos um Cristo loiro de olhos azuis. É termos fiéis negros ou mulatos, com feições caboclas, imaginando que a divindade deve se apresentar com feições europeias porque essas representam aqueles que estão ‘por cima’ na escala social.” 

Essa distância entre o Jesus “europeu” e os novos fiéis de países distantes foi reduzida na busca por uma representação bem mais aproximada, um “Jesus étnico”, segundo o historiador Chevitarese. “Retratos de Jesus em Macau, antiga colônia portuguesa na China, mostram-no de olhos puxados, com a forma de se vestir própria de um chinês. Na Etiópia, há registros de um Jesus com feições negras.” 

No Brasil, o Jesus “europeu” convive hoje com imagens de um Cristo mais próximo dos fiéis, como nas obras de Cláudio Pastro (1948-2016), considerado o artista sacro mais importante do país desde Aleijadinho. Responsável por painéis, vitrais e pinturas do interior do Santuário Nacional de Aparecida, Pastro sempre pintou Cristo com rostos populares brasileiros. 

Para quem acredita nas mensagens de Jesus, entretanto, suas feições reais pouco importam. “Nunca me ocupei diretamente da aparência física de Jesus. Na verdade, a fisionomia física de Jesus não tem tanta importância quanto o ar que transfigurava de seu olhar e gestos, irradiando a misericórdia de Deus, face humana do Espírito que o habitava em plenitude. Fisionomia bem conhecida do coração dos que nele creem”, diz o teólogo Francisco Catão, autor do livro Catecismo e Catequese, entre outros.

Informações CNN


Enquanto algumas concessionárias realizam o conserto sem custos, outras cobram até R$ 20 mil  - Divulgação
Enquanto algumas concessionárias realizam o conserto sem custos, outras cobram até R$ 20 mil  Imagem: Divulgação

Imagine o cenário: uma luz espia acende no painel do seu carro e, ao chegar na concessionária, você descobre que o conserto custa R$ 20 mil. É por essa situação que alguns proprietários de Nissan Kicks estão passando. O problema está no módulo do ABS, que para de funcionar, e as concessionárias da marca têm lidado com a situação de diferentes formas: enquanto algumas fazem o conserto sem custos, outras cobram caro.

A informação foi publicada pela revista Quatro Rodas e confirmada por UOL Carros. Em um grupo de proprietários do veículo no Facebook, chamado de “Grupo Nissan Kicks”, o número de pessoas relatando o acendimento da luz espia do ABS, junto com a sinalização de controle de estabilidade desligado, é grande. Apesar do mesmo sintoma, a resposta das concessionárias Nissan é diferente para cada caso.

O primeiro sintoma é o acendimento das luzes do ABS e do controle de estabilidadeImagem: Reprodução

O advogado Gabriel Yuri conta que, quando o problema apareceu em seu Kicks 2019, inicialmente, era intermitente. “Acusava no painel do carro que os sistemas estavam desligados e, momentos depois, retornava a funcionar. Tirei foto e questionei na concessionária. Na época, pediram para ficarmos observando. O problema ficou grave, de passar dias sem funcionar, no último mês da garantia”, lembra.

Quando o problema foi, de fato, detectado, o carro já havia saído da garantia, e o orçamento que Gabriel recebeu para substituir o módulo do ABS foi de mais de R$ 20 mil. “Fui orientado a entrar em contato com o SAC e solicitar a troca do módulo. O pedido foi aceito, mas pediram um prazo longo, pois a peça estava em falta devido à crise dos semicondutores. Ao fim deste imbróglio, o módulo foi trocado sem custos. E o carro não apresentou problemas até então”, garante.

Ricardo Struckel Filho, participante do grupo do Facebook, passou por uma situação parecida, mas não recebeu as mesmas informações. “A concessionária orçou em R$ 17.500 para consertar. Fui em uma oficina boa da cidade, que conhece todos os ferros-velhos, e ficou R$ 2.500”, conta.

Chyara Diógenes, outra proprietária de Kicks, teve que pesquisar em mais de uma autorizada para ter o conserto sem custos. “A primeira vez que a luz do módulo e da estabilidade ligou foi no fim de 2021. Eu entrei em contato com a concessionária que comprei, mas cobraram para olhar o carro e o serviço seria pago, já que não estava mais na garantia. Aí levei em uma oficina e disseram que era só a calibração dos pneus, e deu certo por uns meses. Neste ano, a luz voltou e entrei em contato com outra concessionária, a moça disse que estava realmente dando problema em vários e que a Nissan tinha passado que era para receber o carro e ajeitar de graça.”

“ABS não funciona”, diz engenheiro

André De Maria, engenheiro mecânico do Bosh Car Service Autocentro Confiar e estudioso de vícios ocultos em automóveis, explica que o problema apresenta um risco, pois o sistema de freio ABS, item de segurança obrigatório desde 2014, fica inoperante. “O carro passa a funcionar como um veículo com freios comuns, sem ABS”, esclarece.

O engenheiro afirma ainda que o defeito acontece na parte eletrônica que controla as válvulas do sistema de frenagem, e que é característico de vício oculto.

“Pela quantidade de ocorrências, fica claro que trata-se de um vício. A prova disso é que, no caso de o carro ser de alguém que realizou todas as revisões na concessionária, eles fazem a troca sem custos. Estamos falando de uma peça que deveria durar a vida útil de um carro, não é item de desgaste”, afirma.

O que diz a Nissan?

A coluna entrou em contato com a Nissan do Brasil, que afirmou que orienta a seus clientes que, caso a luz de freio se acenda com o motor em funcionamento e com o freio de estacionamento liberado, é indicado que se pare o veículo e seja feito o seguinte procedimento: “1. Verifique o nível do fluido do freio. Adicione fluido, se necessário (consulte o manual do proprietário). 2. Se o nível estiver correto e a luz se manter acesa, será necessária a inspeção do sistema em uma concessionária Nissan”.

Ao ser conduzido a uma concessionária, a fábrica afirma que “o veículo passará por inspeção completa do sistema de freios que, como todo sistema mecânico, pode sofrer desgastes, o que, nesse caso, demandaria possíveis reparos ou ajustes. A Nissan reforça que não foi registrado um defeito de fabricação do componente”.

A marca não respondeu sobre qual é a orientação dada à rede de autorizadas a respeito do pagamento do conserto. A revista Quatro Rodas afirma que duas concessionárias, uma de São Paulo e outra do Rio de Janeiro, afirmam que “a fabricante emitiu um alerta à rede informando sobre o processo de troca em garantia do atuador do módulo do ABS”.

A coluna entrou em contato com outras duas concessionárias, se passando por cliente, e a informação obtida foi de que a troca da peça seria realizada sem custos, mesmo fora da garantia.

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