Jogador foi acusado de injúria racial e chegou a ser preso
Rafael Ramos, à direita, foi acusado de injuria racial Foto: Reprodução/YouTube Jovem Pan Esportes
Um laudo encomendado pela defesa do lateral português Rafael Ramos, do Corinthians, concluiu que ele não chamou o volante Edenilson, do Internacional, de “macaco”. Apesar disso, o documento não será usado na investigação aberta para saber se o atleta cometeu injúria racial em jogo do Brasileirão, disputado no dia 14 deste mês.
A análise foi feita pelo Centro de Perícias Curitiba. Dois peritos com deficiência auditiva severa, que usam a leitura labial desde a infância, assistiram as imagens da partida. A conclusão foi a de que o lateral do Corinthians usou, na verdade, o palavrão “c******”.
Em uma análise fonética, a perícia diz ainda que a sílaba “ma” só pode ser pronunciada a partir da junção dos lábios, o que segundo o documento não ocorreu no caso.
– A palavra macaco não consta na fala questionada, ficando comprovado que em nenhum momento houve a junção labial no início da pronúncia, com a formação da sílaba “ma” – diz um trecho do relatório.
Veja a transcrição do diálogo, segundo a perícia:
Rafael Ramos: – Eiii…
Rafael Ramos: – Cê tá loco?!
Edenílson: – Maluco!
Rafael Ramos: – Pô, c******!
Rafael Ramos chegou a ser preso em flagrante depois de ter sido acusado de racismo ainda durante a partida. O jogador foi autuado por injúria racial e detido no posto policial do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Ele foi solto depois que o Corinthians pagou R$ 10 mil de fiança e responde em liberdade.
Nas redes sociais, Edenilson disse que “sabe o que ouviu” e que chegou a procurar Ramos para que ele “pedisse desculpas”.
– Afinal, todos erramos e temos o direito de admitir, no meu modo de ver as coisas. Mas o mesmo continuou a dizer que eu havia entendido errado. Eu não entendi errado, o procurei pelo respeito que tenho por alguns integrantes do Corinthians e para que ele pudesse ter uma chance de se redimir, pois independente da nossa cor o caráter falará mais alto. Enfim, peço desculpas por não estar preparado para reagir a algo desse tipo – escreveu o atleta nas redes sociais.
O Bahia deu seguimento, na manhã desta segunda-feira, à preparação para a partida contra o Tombense, válida pela 9ª rodada da Série B. Os jogadores começaram o dia no auditório do CT Evaristo de Macedo, onde assistiram a vídeos sobre o próximo adversário e lances dos últimos jogos.
O atacante Rildo e o lateral-esquerdo Luiz Henrique ficaram fora das atividades, devido a desgaste muscular. A dupla fez exercícios na academia e tratamento na fisioterapia.
Em seguida, os atletas passaram por trabalhos de força e potência, além de um trabalho tático, dividido por setores: laterais e atacantes treinaram finalizações e cruzamentos; defensores tiveram atividades específicas.
Rodallega em treino de força no Bahia — Foto: Divulgação/EC Bahia
O técnico Guto Ferreira ainda comandou um coletivo em campo reduzido. Recuperado de lesão, o meio-campo Lucas Mugni participou normalmente dos trabalhos.
Raí e Rodallega fizeram um treino físico e, na segunda parte do treino, trabalhos específicos.
Tombense e Bahia se enfrentam na sexta-feira, às 19h (de Brasília). Com 16 pontos, o Tricolor é o vice-líder da Série B.
Decisão ocorreu após audiência de custódia realizada na capital baiana. No alojamento dos atletas foram localizados mais documentos, preservativos e lubrificantes sexuais.
Foto: Polícia Civil da Bahia
Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) converteu em preventiva a prisão em flagrante do treinador de futebol suspeito de abusar de crianças e adolescentes da equipe que treinava, no bairro de Cajazeiras, em Salvador. A ordem ocorreu após audiência de custódia e Nildivanio Ferreira Leite segue preso na sede da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Crianças e o Adolescente (Dercca).
A decisão foi assinada pela juíza Ivana Carvalho Silva Fernandes, da Vara de Audiência de Custódia da comarca da capital baiana, na sexta-feira (20).
Vando Leite, como é conhecido, teve o mandado de prisão cumprido na Operação Flor Lótus, na quinta-feira (18), e autuado em flagrante por armazenar e compartilhar imagens de pornografia envolvendo adolescentes.
Na casa do treinador, foram apreendidos notebook, dois aparelhos celulares, documentos. Nos dispositivos os policiais encontraram gravação dos áudios, que serviram para endossar a decisão judicial.
No alojamento dos jogadores foram localizados mais documentos, preservativos e lubrificantes sexuais.
De acordo com a delegada, Simone Moutinho, responsável pelas investigações, Vando era investigado há dois meses e as denúncias foram fundamentais para que o homem fosse preso na operação.
“A denúncia deu início às investigações que duraram dois meses. Este crime também causa danos decorrentes da humilhação, as quais os garotos eram submetidos. De fato, é essencial a colaboração da sociedade e por esse motivo, todos devem denunciar. Basta ligar para o 181 do Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Não precisa se identificar”, disse.
Os adolescentes do time de futebol prestaram depoimento especial na Dercca, com acompanhamento de psicóloga e assistente social da unidade, e serão encaminhados para rede de acolhimento para dar continuidade aos atendimentos psicossociais.
Um familiar de Vando Leite informou que o advogado de defesa prefere não se manifestar sobre o caso no momento.
Uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) dos sócios do Vitória decidiu na manhã deste sábado pela destituição do presidente Paulo Carneiro, que já estava afastado do cargo desde setembro do ano passado. Na época, um parecer da Comissão de Ética do Conselho Deliberativo do clube apontou indícios de gestão temerária.
Cerca de 150 sócios estiveram no Barradão e votaram pela saída em definitivo de Paulo Carneiro, que ainda fica proibido de ocupar qualquer cargo no clube pelos próximos sete anos. É a primeira vez na história centenária da instituição que um presidente é retirado do cargo após votação dos sócios.
Como o vice-presidente Luiz Henrique Viana já havia renunciado ao cargo, Fábio Mota passa a gerir o Vitória de forma oficial. O presidente do Conselho Deliberativo já estava no comando desde outubro do ano passado, interinamente.
Segundo o portal GE, o estatuto do clube prevê a realização de novas eleições, mas apenas no fim da temporada, porque Paulo Carneiro cumpriu mais de 5/6 do seu mandato. O ex-presidente se torna inelegível para qualquer cargo político no Vitória pelos próximos sete anos.
Paulo Carneiro foi eleito presidente em abril de 2019, quando voltou ao clube depois de ficar longe por 14 anos. Antes, ela havia se tornado presidente em 1991 e ficou até 2005, quando deixou o clube na Série C.
Veja abaixo as infrações apontadas pela comissão que investigou a gestão Paulo Carneiro:
Ausência de um contrato entre o clube e a empresa Magnum, que recebeu R$ 3.586.068,00 do Vitória;
Adiantamento de remunerações feito por Paulo Carneiro, presidente do Conselho Diretor, durante a pandemia.
Em seu perfil no Facebook, Paulo Carneiro escreveu uma mensagem se despedindo do cargo e não se defendeu das acusações de gestão temerária. “Deixo uma obra indelével, única na vida do clube.Os maiores resultados esportivos, a construção do seu patrimônio, com sua preservação e regularização, referência nacional em gestão esportiva, quitação do seu passivo, e internacionalização de sua marca”, escreveu.
Carneiro finalizou a mensagem dizendo que o espaço está aberto para os oportunistas. “Deixo para aqueles que o endividaram gravemente e o deixaram na maior crise da sua história. O espaço agora está aberto para os oportunistas de plantão”, finalizou.
Diante de um público de mais de 51 mil pessoas no Maracanã, o Flamengo venceu o Goiás por 1 a 0 neste sábado (21) e, pelo menos momentaneamente, respira mais aliviado após uma semana turbulenta no comando do Rubro-Negro. O gol da vitória foi marcado pelo atacante Pedro, no primeiro tempo. O clube da Gávea vai a nove pontos, ocupando provisoriamente a 11ª posição na tabela do Campeonato Brasileiro.
O Flamengo entrou em campo pressionado, mesmo tendo se classificado às oitavas de final da Libertadores durante a semana. O motivo da controvérsia – além da sequência de quatro jogos sem vencer e a 16ª colocação no Brasileirão – foi o desencontro entre o técnico português Paulo Sousa e o goleiro Diego Alves, que se recupera de uma pubalgia.
Ciente da necessidade de um bom resultado, o Rubro-Negro imprimiu um ritmo de domínio das ações no Maracanã, enquanto o Goiás buscava uma bola no contra-ataque. A estratégia do Flamengo deu frutos logo aos 16 minutos. Gabriel Barbosa encontrou belo passe para Matheuzinho na direita, que cruzou e encontrou Pedro em ótimas condições dentro da área. O centroavante teve apenas que escorar para marcar.
Embora tivesse o controle da partida – chegou a ter uma vantagem de 10 a 1 em finalizações em determinado ponto da segunda etapa – o Flamengo não conseguia transformar a superioridade de volume em uma margem maior no placar. Sujeito ao acaso, o Rubro-Negro esteve muito perto de sofrer o empate na reta final do jogo. Aos 44 minutos, em jogada rápida, o lateral Apodi surgiu completamente livre à frente do goleiro Hugo, mas a finalização, já dentro da área, foi por cima do gol.
Ao fim da partida, a torcida ofereceu vaias e gritos de “olê, olê, olê, Mister” (em referência ao ex-técnico Jorge Jesus) ao invés de aplausos pela vitória. Time e torcedores terão outros dois encontros esta semana no Maracanã. Primeiro na terça-feira (24), no encerramento da primeira fase da Libertadores, diante do Sporting Cristal (Peru). Depois no domingo (29), no clássico com o Fluminense, pelo Brasileiro.
Já o Goiás, que tem oito pontos na tabela, descansa até o próximo sábado, quando recebe o Bragantino, pela Série A. Curiosamente, três dias depois os times voltam a se enfrentar, porém desta vez em confronto válido pela Copa do Brasil (o Goiás perdeu por 2 a 1 em casa na partida de ida).
Uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) dos sócios do Vitória decidiu na manhã deste sábado pela destituição do presidente Paulo Carneiro, que já estava afastado do cargo desde setembro do ano passado. Na época, um parecer da Comissão de Ética do Conselho Deliberativo do clube apontou indícios de gestão temerária.
Cerca de 150 sócios estiveram no Barradão e votaram pela saída em definitivo de Paulo Carneiro, que ainda fica proibido de ocupar qualquer cargo no clube pelos próximos sete anos. É a primeira vez na história centenária da instituição que um presidente é retirado do cargo após votação dos sócios.
Como o vice-presidente Luiz Henrique Viana já havia renunciado ao cargo, Fábio Mota passa a gerir o Vitória de forma oficial. O presidente do Conselho Deliberativo já estava no comando desde outubro do ano passado, interinamente.
Segundo o portal GE, o estatuto do clube prevê a realização de novas eleições, mas apenas no fim da temporada, porque Paulo Carneiro cumpriu mais de 5/6 do seu mandato. O ex-presidente se torna inelegível para qualquer cargo político no Vitória pelos próximos sete anos.
Paulo Carneiro foi eleito presidente em abril de 2019, quando voltou ao clube depois de ficar longe por 14 anos. Antes, ela havia se tornado presidente em 1991 e ficou até 2005, quando deixou o clube na Série C.
Veja abaixo as infrações apontadas pela comissão que investigou a gestão Paulo Carneiro:
Ausência de um contrato entre o clube e a empresa Magnum, que recebeu R$ 3.586.068,00 do Vitória;
Adiantamento de remunerações feito por Paulo Carneiro, presidente do Conselho Diretor, durante a pandemia.
Em seu perfil no Facebook, Paulo Carneiro escreveu uma mensagem se despedindo do cargo e não se defendeu das acusações de gestão temerária. “Deixo uma obra indelével, única na vida do clube.Os maiores resultados esportivos, a construção do seu patrimônio, com sua preservação e regularização, referência nacional em gestão esportiva, quitação do seu passivo, e internacionalização de sua marca”, escreveu.
Carneiro finalizou a mensagem dizendo que o espaço está aberto para os oportunistas. “Deixo para aqueles que o endividaram gravemente e o deixaram na maior crise da sua história. O espaço agora está aberto para os oportunistas de plantão”, finalizou.
Gana Gueye, do PSG, não usou camisa com cores do movimento gay
Gana Gueye Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT
O jogador senegalês Idrissa Gueye, do Paris Saint-Germain, é alvo de um pedido de explicações feito por uma associação francesa contra a homofobia no esporte. O atleta e sua equipe são cobrados, porque ele não participou de uma partida contra o clube Montpellier, no último sábado (14).
No dia do jogo, do qual Gueye não participou, o elenco do PSG usou uma camisa que tinha as cores do movimento LGBT. As informações são do portal Metrópoles e do jornal O Globo.
De acordo com o portal francês L’Équipe, acredita-se que Gana não jogou porque teria recusado a camisa com as cores do arco-íris. Em 2021, ele também teria se ausentado de uma disputa em que clubes também usaram as cores do movimento LGBT.
O técnico Maurício Pochettino afirmou, em uma entrevista, que o senegalês não entrou em campo por “motivos pessoais”.
Em meio à polêmica, o atleta recebeu apoio do presidente do Senegal, Macky Sall, no Twitter. O líder senegalês disse que as convicções religiosas de Gueye devem ser respeitadas.
Ex-repórter da Globo deu declarações durante participação no programa The Noite
Tino Marcos Foto: Reprodução/TV Globo
Durante entrevista ao programa The Noite, na segunda-feira (16), o ex-repórter da TV Globo, Tino Marcos deu declarações sobre sua carreira na cobertura de esportes. Ele disse ao apresentador Danilo Gentili que já fez alguns flagrantes e que o pior foi ter visto um jogador brasileiro cheirando cocaína.
Tino não revelou a identidade do atleta. Ele disse que o episódio aconteceu em um bar.
– Eu vi um jogador cheirando cocaína. Jogador do Brasil. Eu estava em um bar, em que os jogadores também estavam. Eles estavam de folga naquela noite. Em um momento que eu fui no banheiro, a cabina não estava bem fechada. Quando entrei, o cara me olhou e ficou com os olhos ‘desse tamanho’. Eu recuei – relatou.
Ele disse ainda que, depois, o jogador agradeceu a discrição e revelou que o problema com drogas prejudicou sua carreira.
– Fiquei bastante [chocado]. Nunca imaginava isso em uma grande competição no Brasil. Ele me agradeceu depois. Eu não revelei isso para ninguém na época, foi uma coisa muito contida. Ele percebeu e falou: ‘Você foi um cara muito 10, obrigado’. Ele teve muitos problemas na carreira depois – contou.
Feira de Santana sediou o IIº Campeonato Baiano de Futebol de Surdos neste domingo, 15, no estádio Alberto Oliveira (Joia da Princesa). A Associação dos Surdos de Feira de Santana (ASFS) competiu contra o Centro de Surdos da Bahia (CESBA). O placar deu empate em 1X1.
Pela primeira vez, o município sediou este tipo de campeonato que levou cerca de 300 pessoas a assistirem a partida.
A única diferença do futebol dos surdos para o futebol convencional são os árbitros, que ficam de frente para as jogadas e não de lado, como é comum. Ao invés de apito, utilizam bandeiras para que os atletas saibam que a jogada está interrompida.
Agora, os times seguem para a etapa final que acontece no próximo domingo, 22, em Salvador, no Estádio Metropolitano Governador Roberto Santos, mais conhecido por Estádio de Pituaçu.
O campeonato é uma realização da Federação Baiana de Desportos dos Surdos.
Lateral do Corinthians foi acusado de chamar Edenilson, do Internacional, de macaco
Momento do embate entre Edenilson e Rafael Ramos Foto: Reprodução/YouTube Jovem Pan Esportes
O lateral-direito português Rafael Ramos, do Corinthians, foi preso em flagrante por agentes da Polícia Civil no fim da noite deste sábado (14), no vestiário do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O jogador foi autuado após o volante Edenilson, do Internacional, prestar uma queixa-crime contra o jogador, alegando ter sido chamado de “macaco” pelo atleta durante o empate em 2 a 2 entre as equipes, pelo Brasileirão.
Ele pagou uma fiança no valor de R$ 10 mil e foi liberado. A informação foi confirmada pelo delegado Carlo Vitarelli, que falou com jornalistas logo após o depoimento do jogador do Internacional. Ele explicou que como o atleta corintiano foi autuado por injúria racial, diferentemente do crime de racismo, inafiançável por lei, ele teve a possibilidade de ser liberado mediante o pagamento da fiança.
Rafael Ramos falou brevemente com a imprensa antes de deixar o Beira-Rio. Segundo o jogador português, a situação foi um mal entendido e ele confirmou que conversou com Edenilson após a partida.
– Estou aqui de cabeça e consciência limpa. Foi apenas um mal entendido entre mim e o Edenilson. Falei com ele ao final do jogo e expliquei para ele a verdade, o que eu tinha dito. Ele me disse que tinha receio de passar como mentiroso, mas eu o disse que ele não seria “mentiroso”, apenas entendeu errado o que foi dito. Apertamos as mãos e foi isso – disse o jogador, deixando o local em seguida antes mesmo que a imprensa pudesse fazer qualquer pergunta. Minutos depois, ele também se manifestou nas redes.
Em nota oficial, o Corinthians afirma que Rafael Ramos foi ouvido pelo clube e deu versão diferente da apresentada por Edenilson. O clube paulista ressalta que repudia e não compactua com o racismo. Tanto o Corinthians quanto o lateral “continuarão a colaborar com as autoridades, certos de que tudo será esclarecido o mais rapidamente possível”, diz o comunicado.
ENTENDA O CASO O volante Edenilson, do Internacional, alega ter sido chamado de “macaco” pelo lateral-direito Rafael Ramos durante o segundo tempo do empate por 2 a 2 com o Corinthians, pelo Brasileirão. A partida seguiu normalmente, mas ao fim do jogo o atleta colorado decidiu prestar queixa contra o jogador corintiano.
Segundo relato de Edenilson nas redes sociais, ele procurou Ramos no vestiário e pediu que o lateral se desculpasse. O jogador português teria se desculpado “por alguma possível” ofensa, mas não pelo termo racista.
O árbitro da partida, Braulio da Silva Machado, relatou na súmula da partida que Edenilson o informou que Rafael Ramos teria dito a ele a frase “f…-se macaco”, mas o jogador do Corinthians afirmou que na verdade disse “f…-se c…*”. Ainda de acordo com o árbitro, a partida seguiu sem nenhum tipo de punição porque ele não conseguiu ouvir a real frase por causa do barulho da torcida e da distância que estava dos atletas.