Torneio é onde o tricolor tem melhor começo no ano, com 100% de aproveitamento nos dois primeiros jogos disputados
Foto: reprodução/Twitter EC Bahia
Com mudanças, o Bahia enfrenta o CSA na noite desta sexta-feira (22) visando manter a liderança na Série B do Campeonato Brasileiro. O tricolor tem neste torneio o melhor começo do ano, com duas vitórias em dois jogos e a liderança da competição. Na terça-feira, o time deu a largada na Copa do Brasil empatando com o Azuriz (PR) em 0x0, na Fonte Nova.
Para o jogo desta sexta, em Maceió, Guto deve fazer mais mudanças do que a obrigatória substituição de Douglas Borel, expulso contra o Náutico. Jonathan deve assumir a lateral direita. No ataque, o mais provável é que Matheus Davó comece de primeira, no lugar de Raí.
Outras duas alterações podem acontecer na defesa. Quem viu os treinos do time indica que Ignácio e Luiz Henrique, com cansaço, devem ser sacados. Na lateral, o ex-titular Matheus Bahia deve retomar o posto. A zaga deve contar com um dos dois contratados para o Brasileiro. Didi, que já atuou pelo time de Guto Ferreira, é o mais cotado. Zé Vitor, apresentado esta semana, disse estar em condições de jogar e é outra opção.
O time feirense estava há dois anos parado por conta da pandemia
Os desportistas praticantes de basquete em cadeiras de rodas voltaram às atividades no Estação Cidadania, no Loteamento Vila Maria Angélica, bairro Gabriela. Os treinamentos acontecem todas as terças e sextas-feiras. O time feirense estava há dois anos parado por conta da pandemia.
Conforme o diretor de Esportes, Emerson Brito, a Prefeitura além de disponibilizar as cadeiras de rodas especializadas para essa atividade oferece o transporte especial.
“O veículo busca os atletas em suas residências e leva-os até o ginásio. Após o treinamento eles retornam as suas casas”, explica.
Wedson Araújo é um desses atletas e destaca o incentivo da administração municipal em promover a modalidade esportiva.
“Se não fosse o apoio da Prefeitura de Feira a gente não voltava a jogar. Esses treinamentos melhoram nossa saúde física e mental”.
Espaço adaptado
O Estação Cidadania é dotado de quadra poliesportiva coberta, com equipamentos para vôlei, basquete, handebol e futsal, arquibancada, academia, sala de primeiros socorros, vestiários e salas de professores e técnicos. Na área externa dispõe ainda de quadra poliesportiva, bem como mesas para jogos de dominó e dama.
Borel marcou o único gol da partida e foi expulso ao tirar a camisa para celebrar
Foto: Bruno Queiroz / EC Bahia
O Esporte Clube Bahia venceu, na noite desta sexta-feira (15), o Náutico, em Recife, e se isolou na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro.
Douglas Borel marcou o único gol da partida e foi expulso ao tirar a camisa para celebrar a bola na rede ainda aos 12 minutos do primeiro tempo.
Com um a menos em boa parte do jogo, o Bahia se defendeu bem e contou com a falta de criatividade do Náutico para sair com os três pontos.
Com o resultado, o Tricolor foi a seis pontos conquistados na competição, dois a mais do que o segundo colocado, Chapecoense.
Bahia volta a campo na terça-feira (19), quando enfrenta o Azuriz-PR, na Arena Fonte Nova, pela terceira fase da Copa do Brasil. Pela Série B, o próximo compromisso será na sexta (22): vai até Maceió, onde pega o CSA, pela terceira rodada.
Está autorizada a retomada das atividades nas praças esportivas, em Feira de Santana. Os eventos acontecerão de forma gradativa e cada representante das associações deverão assinar um termo de responsabilidade na Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) para utilização e preservação desses espaços.
De acordo com o titular da pasta, Jairo Carneiro Filho, até o momento 12 associações já manifestaram o interesse e oficializaram o compromisso junto ao Departamento de Esportes. Vale salientar que o município está elaborando um planejamento para manutenção desses espaços.
Conquistar títulos virou rotina no Atlético-MG, ao mesmo tempo que a dívida cresce Imagem: Fernando Moreno/AGIF
Dono da maior dívida do futebol brasileiro, que gira em torno de R$ 1,4 bilhão, o Atlético-MG montou um dos elencos mais qualificados do país. Portanto, tem também uma das folhas salariais mais caras da Série A do Campeonato Brasileiro.
A situação em campo não condiz com as finanças do clube, que venceu o Brasileirão e a Copa do Brasil na temporada passada, mas é um risco calculado. Na prática, o Galo aumentou a dívida para elevar as receitas e, em breve, ter condições de reduzir drasticamente o que deve.
As decisões no clube não são aleatórias, pois o Atlético segue um planejamento elaborado em conjunto com a E&Y. A consultoria está no clube desde 2019 e elaborou o plano a ser seguido. A elevação da dívida estava prevista, já que o Galo não tinha recursos para se manter e tampouco para qualificar o elenco e colher resultados esportivos.
No ano passado, por exemplo, as boas campanhas renderam mais de R$ 200 milhões ao Galo. O mesmo vale na busca por patrocinadores. Só a camisa do Atlético rendeu cerca de R$ 40 milhões em 2021 e haverá valorização de 50% para a temporada, ou seja, mais R$ 60 milhões garantidos.
Já para 2023, a expectativa é que a arrecadação com patrocínio chegue perto dos R$ 100 milhões. Sem contar a inauguração da Arena MRV, construída com recursos do clube e que deve render mais de R$ 100 milhões por ano quando estiver em funcionamento pleno.
Pode parecer estranho o Atlético elevar as receitas, como aconteceu no ano passado, e mesmo assim ver a dívida crescer. A resposta está no planejamento financeiro do clube. Era preciso investir no futebol para gerar recursos suficientes para o time se manter forte e competitivo. Foi o que aconteceu. Para 2022, por exemplo, não existe a previsão de novos empréstimos por parte dos mecenas, que colocaram mais de R$ 400 milhões no Galo entre 2020 e 2021. Aliás, com o faturamento já garantido, o Atlético não corre risco de atrasar os salários nesta temporada.
Dívida inferior a R$ 400 milhões em 2026
De acordo com planejamento elaborado pela E&Y, o Atlético tem condições de reduzir a dívida em R$ 1 bilhão até 2026. Mas para isso será necessário se desfazer de patrimônio. É o caso de 49,9% do Diamond Mall, shopping localizado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Somente a parte do Atlético está avaliada em R$ 350 milhões.
A dívida com a família Menin, assim como a questão tributária, não preocupa a direção alvinegra. São cerca de R$ 700 milhões que o clube precisa pagar a longo prazo, com juros baixos ou até mesmo sem juros, no caso dos empréstimos feitos com Rubens Menin.
Já o restante da dívida é o que tira o sono dos dirigentes. São débitos com instituições financeiras e outros credores, que geram o pagamento de cerca de R$ 60 milhões apenas com juros a cada ano. A venda do empreendimento comercial pode liquidar ou deixar o Atlético muito próximo de acabar com esse endividamento “do mal”.
Afinal, a conta vai chegar?
Para o Atlético, a questão determinante é: o clube está preparado? A resposta hoje é não. “Quanto à participação dos 4Rs, é uma realidade, não tem como fugir e não enaltecê-los. Sem eles, estaríamos na segunda divisão”, comenta o presidente do clube, Sérgio Coelho.
Os 4Rs citados pelo mandatário alvinegro são Rubens Menin, Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador. Conselheiros do clube, os bilionários fazem parte de um colegiado que administra o Atlético ao lado de Sérgio Coelho e do vice-presidente José Murilo Procópio. É através do suporte financeiro desses mecenas, que preferem se tratados como investidores, que o Atlético consegue montar um time forte.
O caminho tomando pelo Atlético é mais parecido com o que seguiu o Palmeiras do que o adotado pelo Flamengo. O Rubro-Negro conseguiu fazer uma recuperação orgânica. Com capacidade de faturamento enorme, o trabalho focou nas contas do clube para alavancar as receitas e cortar gastos desnecessários. Deu certo. Já no Palmeiras, foi necessário o empréstimo de R$ 150 milhões do ex-presidente Paulo Nobre para que o clube tivesse uma recuperação esportiva e administrativa. Também deu certo.
Apesar de já se colocar na briga com cariocas e paulistas em campo, fora dele o Atlético ainda não está no mesmo estágio dos principais concorrentes aos títulos. Mas, por enquanto, está tudo acontecendo dentro do planejado. Se hoje o Galo ainda não está preparado para o dia que a conta chegar, com suporte financeiro dos mecenas, o clube retarda a chegada desse dia até que esteja pronto.
O Atlético de Alagoinhas venceu o Jacuipense por 2×0 e se tornou bicampeão baiano. No ano passado, o Carcará venceu o campeonato em cima do Bahia de Feira.
As duas melhores equipes do Campeonato Baiano 2022 se enfrentaram neste domingo (10), em Riachão do Jacuípe, no estádio Valfredão.
O Jacuipense e Atlético de Alagoinhas fizeram um primeiro tempo truncado e de poucas chances.O Carcará foi melhor e conseguiu abrir o placar após Thiaguinho pegar a sobra em chute de Miller, que Mota rebateu para frente. Do outro lado, o Leão do Sisal encontrou ainda mais dificuldade e só chegou com algum perigo no fim, mas sem nenhuma chance clara.
No final de segundo tempo, Emerson invade a área do Jacuipense e é derrubado após choque com Railan. O juíz marcou penalti. Jerry fez a cobrança, mas Mota pegou o pênalti, Paulinho fica com a sobra e empurra para o fundo do gol cravando o título.
Jogo marca também o retorno do funcionamento da Arena Fonte Nova sem limitação de público
Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia
Com um olho no campo e outro em Manchester (ING), o Bahia estreia nesta sexta-feira (8), às 21h30, na Série B do Campeonato Brasileiro. O advesário será o Cruzeiro. A partida será a primeira da arena Fonte Nova – desde o surgimento da pandemia de Covid-19, em março de 2020 – sem limitação de público.
Além do jogo, a torcida tenta acompanhar as movimentações em torno de uma possível transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Desde o começo da semana, o presidente Guilherme Bellintani está em Manchester, negociando as bases de uma venda da agremiação ao grupo City. Antes da oficialização do negócio, os sócios vão avaliar se autorizam ou não a criação da SAF.
De acordo com a mídia especializada em esporte, a proposta do conglomerado inglês é de R$ 650 milhões por 90% das ações. Um primeiro aporte, de R$ 50 milhões, ocorreria em julho. O City Group pagaria R$ 150 milhões – condicionados ao acesso à série A – ao final do ano e dividiria os R$ 450 milhões restantes entre 2023 e 2024. Os números não foram confirmados oficialmente.
Na bola, o técnico Guto Ferreira tem cinco reforços já regularizados. O goleiro César era do Flamengo, o zagueiro Didi, o meia Emerson e o atacante Matheus Davó vieram do futebol paulista e o atacante Vitor Jacaré jogou com Guto no Ceará. O quinteto deve ficar no banco. Em relação ao time que encerrou as participações no Campeonato Baiano e na Copa do Nordeste na primeira fase, o meia Mugni está machucado e o goleiro Danilo Fernandes retorna, após ficar ferido no atentado contra a delegação do time no final de fevereiro.
O Cruzeiro não poderá contar com reforços, pois ainda tenta resolver uma condenação de transfer ban imposta pela Fifa. Durante a semana, o clube viveu turbulência por causa da formalização da SAF controlada pelo atacante Ronaldo. Dentro de campo, vem de uma campanha satisfatória no Campeonato Mineiro, onde foi vice-campeão, perdendo o título para o campeão brasileiro Atlético.
A Fifa anunciou no início da noite desta sexta-feira (1) os horários e locais dos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar. No sorteio realizado mais cedo haviam sido definidos apenas os adversários e a ordem das partidas.
Assim, o Brasil, que está no grupo G do Mundial, estreará no dia 24 de novembro (uma quinta-feira), a partir das 16h (horário de Brasília), no estádio Lusail contra a Sérvia.
O segundo compromisso da equipe comandada pelo técnico Tite será no dia 28 de novembro (uma segunda-feira), a partir das 13h, contra a Suíça no estádio 974.
E a última partida da seleção pela primeira fase da competição terá como palco novamente o estádio Lusail, desta vez no dia 2 de dezembro, a partir das 16h, contra Camarões.
Troféu da Copa do Mundo e bola oficial da edição de 2022 no Qatar Imagem: Divulgação/Fifa
O sorteio dos grupos da Copa do Mundo do Qatar será realizado hoje, às 13h (de Brasília). O evento terá transmissão de Globo (TV aberta), SporTV (TV fechada), YouTube da CBF e redes sociais da Fifa.
As equipes foram divididas em quatro potes de acordo com a posição de cada seleção no ranking da Fifa.
O Brasil está no pote 1, junto aos demais cabeças de chave, e lidera o ranking da entidade. A seleção brasileira tomou a primeira posição da Bélgica na atualização realizada ontem.
O pote 1 ainda tem Bélgica, França, Argentina, Inglaterra, Espanha, Portugal e Qatar (por ser o país-sede da Copa). O pote 2 é composto por Holanda, Alemanha, Dinamarca, México, Estados Unidos, Suíça, Uruguai e Croácia.
Estão no pote 3 Senegal, Irã, Japão, Sérvia, Polônia, Coreia do Sul, Marrocos e Tunísia. Por fim, o pote 4 conta com Canadá, Equador, Arábia Saudita, Gana, Camarões e três classificados da repescagem.
Até aqui, 29 das 32 vagas já estão preenchidas. Os confrontos da repescagem são: Costa Rica x Nova Zelândia, Austrália ou Emirados Árabes Unidos x Peru e País de Gales x Escócia ou Ucrânia.
É fato que o Bahia está negociando com o Grupo City e já recebeu sondagens de outros potenciais investidores para que seja transformado em uma Sociedade Anônima do Futebol, a popular “SAF”.
Em meio a conversas para fechar com um investidor que passe a tomar conta completamente da gestão de futebol do Esquadrão, a Diretoria Executiva do Bahia também tem feito suas exigências, além de buscar atender o que o interessado deseja.
Nas tratativas, o Bahia exige que sua marca não sofra grandes transformações, ocorreu com alguns outros clubes que foram adquiridos pelo City Football Group.