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A jornalista Manu Pilger lança livro de poesias pela editora Prosiarte. A obra “Poema Mulher”, Caterse em Versos 2 é uma coletânea organizada pelas escritoras Palmira Heine e Alexandra Patrocínio e com ilustração de Sabrina Abreu. “ Poema Mulher” reúne autoras mulheres de vários estados do Brasil falando de amor em um livro cheio de magias e encantos. A proposta da obra é mostrar os silêncios que foram impostos as figuras femininas durante muito tempo na história.

Paralelo a sua atuação profissional, a poesia é uma paixão que Manu alimenta desde de a adolescência, e vez por outra, pratica o exercício de recitar seus versos em encontros com amigos.

Durante a pandemia essa produção poética tornou-se um escape ao isolamento social. Inscrevendo-se em vários concursos nacionais, Manu foi classificada em duas antologias poéticas, tendo seus dois poemas publicados, intitulados “ O Inventor da saudade” e “ leva me com você”.

Além da poesia, o encanto dos desenhos demonstrando a sensibilidade do poema escrito fez do “ Poema Mulher” uma obra fascinante”, disse Manu ao destacar a parceria com a ilustradora Sabrina Abreu, que assina a capa e as ilustrações do livro.


O Sarau Maria Quitéria movimentou o Mercado de Arte Popular (MAP) na manhã desta sexta-feira, 16. O público acompanhou atentamente as apresentações musicais, recitações de poemas, cordéis e crônicas voltadas para o tema da heroína feirense.

A iniciativa celebra os 189 anos de emancipação política de Feira de Santana e tem apoio das secretarias municipais de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e também de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec).

Segundo a musicista e maestrina Céliah Zaiin, a proposta é reunir os acadêmicos e artistas para celebrar com a arte a data mais importante para o município.

“Feira de Santana é riqueza cultural. Estamos reunidos para celebrar mais um ano e o tema não poderia deixar de ser a nossa heroína feirense Maria Quitéria”, destacou.

As crianças das escolas municipais tomaram conta do espaço reservado em frente ao palco e também apresentaram poemas e cartazes confeccionados nas aulas durante a semana.

Na avaliação do secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Sebastião Cunha, o Sarau promove valorização cultural do município, especialmente para as crianças das escolas municipais que foram o público principal do evento.

“Ações como essa são muito importantes para incentivar desde pequenos a desenvolver o carinho e amor pelo município”, afirma.

A programação de aniversário segue ainda no sábado, 17, no MAP, com a turma da melhor idade do Centro de Convivência para Idosos D. Zazinha Cerqueira a partir das 11h30. As participantes vão levar para o palco o espetáculo de samba de roda.

*Secom


O feirense terá um final de semana movimentado com opções diversificadas para o lazer. O Arte na Avenida volta a ocupar o canteiro da Getúlio Vargas, no trecho entre as ruas Frei Aureliano e São Domingos, neste domingo, 4.

Com exposições ao ar livre, o espaço é democrático. É só chegar e colocar à venda os mais criativos objetos confeccionados artesanalmente e com capricho pelas mãos de artesãos de Feira, sejam eles anônimos ou não. O Arte na Avenida é também uma vitrine para divulgação.

O Campeonato Baiano de Kung Fu Wushu vai reunir em torno de 80 atletas de todo o estado – sendo 19 de Feira – no Estação Cidadania, bairro Gabriela, também neste domingo. A participação de mulheres está garantida em algumas lutas.

E por falar nelas, a IX Calvada Feminina do povoado Santa Rosa, em Governador João Durval Carneiro (Ipuaçu), promete ser sucesso. O evento acontece no domingo com saída prevista para as 10h, da Fazenda Umbuzeiro (Dadá da Galinha), com destino a Santa Rosa. É aguardada a presença do público masculino.

Os eventos têm apoio da Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

*Secom


Com a ideia de resgatar a cultura do cultivo de hortas e ervas medicinais em casa, nos quintais, o Instituto de Saúde e Ação Social (ISAS) lançou este projeto que não apenas beneficia a comunidade local como tem a ideia de replicar o conhecimento e fazer com que famílias encontrem em seus próprios quintais uma forma de se manter economicamente.


Idealizado pela engenheira agrônoma Maria Clara Figueiredo, o “Lá no Quintal Tem” iniciou com o cultivo de 500 pés de alface (tanto o verde quanto o roxo) hidropônico, ou seja, sem utilização de terra e sim da água.
“Tínhamos um quintal de cerca de 200 metros quadrados em desuso, a gente só tinha a goiabeira que já existia quando a gente chegou aqui e a murta. E tivemos a ideal inicial da hidroponia in floating que é uma novidade para a região, que normalmente são utilizados canos, mas aqui temos piscinas flutuantes parecendo de criança mesmo, o que deixa a baixo custo. Começamos com 500 pés de alface que são a capacidade das nossas piscinas”, informou.
Para a montagem do cultivo hidropônico foi investido cerca de R$5 mil reais, porém, quem levar a ideia a diante, pode chegar a ter uma renda de R$2 mil reais mensais. E este é um dos objetivos, capacitar pessoas de baixa renda para que através do cultivo em casa, possam se manter. “A ideia é que esse projeto seja replicado para outros quintais de quem tenha interesse, porque a gente quer principalmente garantir renda para outras pessoas já que temos capacidade de fazer isso, trazer capacitação para dentro da ONG além de garantir renda para as mulheres que normalmente são quem cuida de quintais produtivos”, destacou.


Com o lançamento do projeto “Lá no Quintal Tem”, o ISAS em breve já deve oferecer capacitação. “Vamos iniciar em turmas pequenas principalmente porque quanto menos pessoas, melhor para repassar o conhecimento, mas também termos uma periocidade, todo mês oferecer algum curso ligado a agricultura”, pontuou Maria Clara.

Resgate cultural – o diretor do ISAS, Radival Galiano, vê como uma grata surpresa a transformação sofrida pelo quintal da instituição. “Para mim foi muito bacana a ideia de pegar esse quintal e transformar e foi uma transformação radical, e o melhor, poder dizer que esse quintal pode ser sustentado, sustentar uma família. Eu ainda via com outro viés, o cultural. A gente perdeu aquela coisa que no passado, não muito distante, a gente pedir ‘me dê uma folha’ de coentro, ah ‘no quintal tem’, principalmente nos locais mais periféricos onde os vizinhos se ajudavam”, relembrou o diretor.


Galiano destaca o papel social. “Foi tido como uma surpresa extremamente agradável e mais ainda de dizer que estamos doando 500 pés de alface para a merenda escolar, e mais agradável ainda de a gente pode estar atendendo famílias que poderão tirar seu sustento do próprio quintal”, ressalta.

Doação – a comunidade situada no entorno do ISAS, situado no Jardim Acácia, é beneficiada com o cultivo das hortaliças da instituição. Maria Clara Figueiredo, coordenador do projeto, informa que semanalmente há doações do que foi produzido no quintal à escolas municipais.

“Atualmente temos cinco escolas que são atendidas, a gente faz a média da quantidade devido ao número de alunos, então toda semana atendemos mil alunos”, disse e completou: “As pessoas que tomam curso também são beneficiadas com nossos alfaces, com nossas hortaliças”, salientou.


Variedade de hortaliças – Além do alface são produzidas outras hortaliças no cultivo de horta vertical como almeirão, espinafre, acelga, mostarda, agrião d’água, e há ainda os que são cultivados em vasos como beringela, maxixe, pimentão. De árvores frutíferas, também em vasos, tem ainda laranja limão, abacate, tangerina, que em virtude da pouca quantidade, servem apenas para consumo próprio da instituição e das pessoas que frequentam os cursos ofertados. A escolha desses outros cultivos se deu pela adaptação ao ambiente e o clima.


“A variedade foi escolhida diante da adaptação da região, já observamos que algumas variedades de tomate não conseguiram se adaptar, a beringela tivemos uma boa adaptação que já estamos na terceira fase e com certeza continuará sendo cultivada”, disse.


Aquaponia e criação de abelhas – Em parceria com o curso de Agronomia da Universidade Estadual de Feira de Santana, por meio do professor Gilberto Mendonça, serão criadas tilápias. Inicialmente serão colocadas 100 tilápias, para que sejam engordadas até o momento do consumo, além da reprodução dos peixes ser uma consequência.
A criação de abelhas sem ferrão já foi iniciada, a espécie Jataí foi a escolhida por se adaptar melhor ao ambiente.


A comunidade de Feira de Santana estará recebendo, na próxima sexta-feira (29), a partir das 9h, o projeto Lá no Quintal Tem. É o primeiro espaço experimental do quintal produtivo a um custo baixo que deverá contribuir para a alimentação das pessoas de baixa renda do município. O espaço de aquaponia (foto ilustração) visa atender hidroponia (cultivos de plantas sem o uso de solo, com as raízes submersas) e piscicultura (cultivo de peixes), horto vertical, horto em vasos e fruticultura. Projeto mantido pelo Instituto de Saúde e Ação Social (ISAS), deve contemplar 1.000 crianças em escolas e creches do município. O ISAS tem como objetivo atender a comunidade em situação de vulnerabilidade social, gerando emprego e renda.


Para quem aprecia o bom arrasta-pé, o destino é certo na noite desta sexta-feira, 1º. Atrações regionais prometem levar muita animação nos festejos de São Pedro, nos distritos de Humildes, Jaíba e Bonfim de Feira.

Está prevista a apresentação de quatro artistas e bandas por distrito. As atrações sobem ao palco às 20h, 22h, 00h e 2h.

Em Humildes o primeiro dia vai começar ao som da banda Balanço Gostoso. Em seguida sobem ao palco Raylan, Olivan Monteiro e Felipe Aladym.

Ainda na sexta-feira, em Jaíba, a festa está garantida com Wotymar, Lua Cheia, Roquinho do Forró e Cacique Nordestino. Enquanto em Bonfim de Feira estão confirmados Asa Filho, Marrom Glacê, Forró da Casaka e Del Feliz.

SEGUNDO DIA

Conforme a grade de atrações contratadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), no sábado, 2, o público vai se animar ao som de Márcio Alves, Naldinho, Menina Faceira e Neném do Acordeon, em Humildes.

O segundo dia, em Jaíba, será agitado por Raízes do Nordeste, Júlio César, Asas Livres e Koyote. Já em Bonfim de Feira, a festa será encerrada ao som de Camutiê, Mazinho Venturini, Forrozão do Capitão e Xotenejo.


Foto: Izinaldo Barreto

Comerciantes do Mercado de Arte Popular (MAP) já estão preparados para atender as vendas do período junino. Vestidos caipira, sandálias e chapéus de couro e até artigos para compor a decoração podem ser encontrados no entreposto comercial. Além da variedade, qualidade e preço justo.

No box de número 43, Adelina Cerqueira tem uma variedade de itens juninos, que estão logo à vista do cliente. Estolas de tamanhos e tecidos variados dividem espaço com flores em fuxico, abanos de palha com imagens de santos e panos de prato em xadrez e chitão.

Os preços das estolas de mesa variam de R$ 35 a R$ 60, a depender do tamanho e modelo. “O clima aqui já é de festa junina. Temos várias opções para agradar o gosto do freguês”, afirma a comerciante.

Há 20 anos no MAP, Neide Cerqueira, está confiante nas vendas do período. Vestidos caipiras, que atendem da criança ao adulto, é a aposta dela para o momento.

“Graças a Deus, as coisas estão voltando ao normal e as pessoas já se programam para curtir as festas juninas. Os pais têm se antecipado para adquirir os vestidos no tamanho ideal”, comemora.

Já no box 58 podem ser encontrados artigos em couro. Chapéus em estilo vaqueiro e cangaceiro, bonés, sandálias, bolsas e cintos completam o look da cabeça aos pés. “Quem chega aqui não sai descalço”, afirma otimista com as vendas o comerciante Juarez Portela, que desde 1968 atua no MAP. “Por aqui passam clientes até de outros países, como Portugal”.

*Secom


“Fui um idiota de ter acreditado em Sergio Moro", diz diretor de Tropa de Elite
Foto: Divulgação

Diretor do filme Tropa de Elite, o cineasta José Padilha fez seu mea-culpa após as revelações sobre a conduta do ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro, e criticou o ex-magistrado por ter sido ministro no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“O Rio de Janeiro é totalmente tomado por milícias. E agora tem a narcomilícia, que vende droga. E a milícia continua elegendo gente. É esse pessoal que elegeu o Bolsonaro, a quem o Moro se juntou. Por isso eu o chamei, lá atrás, de ‘anti-Falcone’ (juiz que conduziu a Operação Mãos Limpas na Itália e foi assassinado em 1992). O cara se associou aos milicianos, aos mafiosos, é inacreditável essa trajetória. Realmente, eu fui um idiota de ter acreditado em Sergio Moro”, declarou Padilha, em entrevista à revista Veja.

Padilha afirmou ainda que ” ficou óbvio” ter havido “perseguição” a Lula na Lava Jato. “Não estou dizendo que o Lula não sabia da corrupção. Evidente que sabia. Mas ficou óbvio que houve uma exacerbação dos casos contra o Lula para tirá-lo da eleição”, disse.

“Mas quero dizer uma coisa: Lava-Jato à parte, o imperativo do Brasil é tirar o Bolsonaro do governo. Com Bolsonaro e Lula no segundo turno, eu voto no Lula”, acrescentou.

*Metro1


Foto: Silvio Tito/ Arquivo

Foi divulgada nesta sexta-feira, 29, no Diário Oficial Eletrônico, a lista de homologação dos candidatos a oficineiros do programa Arte de Viver. A etapa seguinte consiste na avaliação dos currículos e depois a audição.

Nesta fase os candidatos apresentarão sua metodologia e plano de ensino, simulando como será feito em sala de aula, caso seja aprovado em todas as etapas.

Segundo o diretor de Atividades Culturais da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa, Luiz Augusto, o processo está previsto para finalizar no início do segundo semestre.

O programa Arte de Viver é uma iniciativa da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicação e Cultura Egberto Tavares Costa (Funtitec).

*Secom


Tiradentes Cine Nacional
Foto: Agência Brasil

A TV Brasil leva ao ar nesta quinta-feira (21) o filme Tiradentes (1998), às 22h30, na faixa Cine Nacional. A exibição do drama biográfico marca o Dia de Tiradentes, data que homenageia o herói nacional brasileiro Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira.

A trama apresenta um olhar irreverente sobre a revolta separatista também conhecida como Conjuração Mineira, uma grande tentativa de tornar o Brasil independente de Portugal. A produção revela uma perspectiva diferente da convencional sobre os acontecimentos que envolveram o levante e a condenação dos conjurados.

Conhecido como Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier teve sua condenação à morte por ser um dos únicos revoltosos em grandes posses. O filme mostra um Tiradentes inquieto, aventureiro, corajoso e namorador.

Acompanha ainda pessoas comuns como Tomás Antônio Gonzaga, Marília de Dirceu, Barbara Eliodora, Alvarenga Peixoto e Silvério dos Reis. Era gente com sonhos, desejos, fraquezas e inquietações. Conduzidos por estes personagens, sedutores e humanos, uma teia de ideais e traições será descortinada, naquele que foi um dos mais importantes episódios da história do país.

Com esse ponto de vista intrigante, o longa-metragem destaca que grande parcela da elite de Ouro Preto, em Minas Gerais, estava envolvida no movimento. Apesar disso, a maior parte daquelas pessoas não sofreu processos nem foi para a prisão.

Dirigido por Oswaldo Caldeira, a obra traz grandes personalidades da dramaturgia nacional. Os protagonistas são interpretados pelos atores Humberto Martins, Rodolfo Bottino, Cláudio Corrêa e Castro, Paulo Autran, Adriana Esteves, Marcos Ricca e Giulia Gam. O elenco traz ainda outros astros do cinema no país.

Ficha técnica
País: Brasil. Ano: 1998. Gênero: drama biográfico. Diretor: Oswaldo Caldeira. Elenco: Humberto Martins, Rodolfo Bottino, Adriana Esteves, Marcos Ricca, Giulia Gam, Paulo Autran, Heitor Martinez, Cláudio Corrêa e Castro, Eduardo Galvão, Cláudio Cavalcanti, Emiliano Queiroz, Claudio Mamberti, Nelson Dantas, Roberto Bomtempo, Ernani Moraes, Henri Pagnocelli. Inédito.

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Serviço
Cine Nacional – Tiradentes – quinta-feira, dia 21/04, às 22h30, na TV Brasil
Cine Nacional – Tiradentes – madrugada de quinta, dia 21/4, para sexta-feira, dia 22/4, às 03h45, na TV Brasil

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*Agência Brasil

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