A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) dará continuidade à vacinação contra Covid-19, neste sábado, 21, com a aplicação da segunda dose da vacina, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Caseb I – localizada na rua Japão, S/N, Caseb, das 8h às 12h.
Serão aplicadas as vacinas Oxford/Astrazeneca e Coronavac. Para receber o imunizante é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.
Até o momento a SMS vacinou 142.215 pessoas com a segunda dose, 345.481 receberam a primeira dose e 7.572 pessoas foram vacinadas com dose única.
A aplicação da primeira dose será retomada assim que o município receber uma nova remessa de imunizantes.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não recebeu novas remessas de vacinas contra a Covid-19 e, desta forma, continua com a aplicação apenas da segunda dose dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca/Oxford para aqueles que estão no período recomendado.
A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, ou enquanto durar o estoque – confira a relação no final da matéria.
Para receber a segunda dose de qualquer vacina é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
A Bahia registrou 978 novos casos de Covid-19 e 27 mortes pela doença nas últimas 24 horas, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), quinta-feira (19)
Dos 1.212.603 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.182.709 já são considerados recuperados, 3.668 encontram-se ativos e 26.226 tiveram óbito confirmado
Leitos
De acordo com boletim da Sesab desta sexta, a Bahia tem 2.534 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 800 estão com pacientes internados, o que representa taxa de ocupação geral de 32%.
Desses leitos, 1.190 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e estão com taxa de ocupação de 40% (481 leitos ocupados).
Vacinação
A Bahia tem 7.673.837 vacinados contra o coronavírus com a primeira dose, dos quais 3.231.402 receberam também a segunda aplicação, e mais 253.442 vacinados com o imunizante de dose única. Até as 17 horas desta quinta-feira, a Bahia já vacinou 71,4% da população baiana com 18 anos ou mais com, pelo menos, a primeira dose ou com a vacina de dose única.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não recebeu novas remessas de vacinas contra a Covid-19 e, desta forma, continua com a aplicação apenas da segunda dose dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca/Oxford para aqueles que estão no período recomendado.
A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, ou enquanto durar o estoque – confira a relação no final da matéria.
Para receber a segunda dose de qualquer vacina é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
Cães e gatos podem ser vacinados contra a raiva a partir deste sábado (21), nos bairros em Feira de Santana. Este será o primeiro dia da Campanha de Vacinação Antirrábica, promovida pela Prefeitura de Feira por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que segue até o dia 25 de setembro.
Os primeiros bairros contemplados são: Oyama Figueiredo, Feira VII, Panorama, Liberdade, Sítio Matias, Irmã Dulce (Vietnã), Fraternidade, Francisco Pinto, Capuchinhos, Tomba e Feira X. A vacinação será das 8h às 16h e a expectativa é imunizar 40 mil cães e gatos.
Podem ser vacinados animais a partir dos três meses de idade, transportados de maneira segura. Gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras ou correntes. Os donos devem levar o cartão de vacinação do pet, caso possua.
Aqueles que perderem a oportunidade de vacinar o animal de estimação, podem fazer a aplicação na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n. A unidade funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 15h.
Segundo a coordenadora do órgão, Mirza Cordeiro, a partir de segunda-feira (23) a vacinação segue na zona rural. O distrito de Humildes será a primeira localidade a receber o serviço. O atendimento será na unidade de saúde e em pontos de vacinação volantes.
A segunda-feira (16), a Turquia anunciou que começará a aplicar a quarta dose da vacina anticovid para imunizados com a CoronaVac. As pessoas contempladas serão idosos com mais de 60 anos e profissionais da saúde. O reforço poderá ser recebido 21 dias após a terceira dose, segundo o Comitê Científico do governo. O país começou a administração da terceira dose com a vacina CoronaVac ou a da Pfizer desde o dia 1° de julho, a fim de aumentar a produção de anticorpos contra a doença.
A ideia da quarta aplicação é não apenas potencializar a proteção contra variantes como a Delta ou Delta Plus, mas também contemplar viajantes que precisem provar às autoridades internacionais que receberam duas doses da Pfizer.
Até o momento, 33 milhões de pessoas entre os 83 milhões de habitantes da Turquia receberam a imunização completa com uma vacina anticovid. Outras 44 milhões esperam a segunda dose da vacina.
Desde o início da pandemia, o país registrou 18,8 mil casos da doença e 154 mortes.
Nesta quinta-feira, 19, será aplicada a segunda dose das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), em 21 Unidades de Saúde da Família (USF), na zona rural e nos distritos de Feira de Santana, das 8h às 17h.
A vacinação é para as pessoas que estão no período recomendado. Para receber o imunizante, é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou outra pessoa com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou o pedido do Instituto Butantan para o uso da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos.
Em reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira (18), a diretoria colegiada da agência avaliou que, com as informações apresentadas pelo Butantan, não é possível concluir sobre a eficácia e a segurança da dose nessa faixa etária.
“Os dados de imunogenicidade deixam incertezas sobre a duração da proteção conferida pelo imunizante”, informou a Anvisa, por meio de nota.
De acordo com a agência, o perfil de segurança da vacina também não permite concluir quais os riscos para crianças e adolescentes – em grande parte, devido ao número considerado insuficiente de participantes nos estudos.
“Faltaram ainda dados que considerassem a vacinação em faixas etárias específicas. Também não é conhecida a eficácia ou a capacidade de indução de resposta imune pela vacina em crianças com comorbidades e imunossuprimidas.”
Para prosseguir com a solicitação de inclusão da faixa etária de 3 a 17 anos, o Butantan, segundo a Anvisa, precisa apresentar informações pendentes e submeter um novo pedido à agência.
A CoronaVac recebeu autorização temporária de uso de emergencial por parte da Anvisa em janeiro. A aprovação das doses sob essa condição permanece enquanto perdurar a situação de emergência em saúde pública decorrente da pandemia de covid-19 no Brasil.
Atualmente, a vacina da Pfizer é a única aprovada para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos. Já a farmacêutica Janssen, que oferece imunização contra a doença em dose única, recebeu autorização para a condução de estudos com menores de 18 anos no Brasil.
Terceira dose
Durante a reunião extraordinária, a diretoria colegiada da Anvisa decidiu recomendar ao Ministério da Saúde que considere a possibilidade de indicar uma dose de reforço, em caráter experimental, para grupos que receberam duas doses da CoronaVac, priorizando pacientes imunossuprimidos e idosos, entre outros.
“A decisão sobre a utilização da dose de reforço ou uma terceira dose deve ser centralizada e coordenada pelo Programa Nacional de Imunização (PNI)”, destacou a agência. “Antes de avançar nos debates sobre doses adicionais, porém, é preciso alertar para a necessidade de ampliação e integralidade da cobertura vacinal a todos os cidadãos aptos”.
Até o momento, a Anvisa recebeu dois pedidos de autorização para pesquisa clínica a fim de investigar os efeitos de uma dose adicional da vacina contra a covid-19 – um da Pfizer e um da Astrazeneca.
Dados de imunogenicidade
A diretoria colegiada da Anvisa recomendou ainda que o Butantan apresente dados complementares de imunogenicidade, importantes para avaliar a capacidade da CoronaVac de estimular a produção de anticorpos no organismo, além de verificar por quanto tempo essas moléculas permanecem ativas.
“Embora a CoronaVac tenha demonstrado proteção significativa contra a hospitalização por covid-19 e óbitos pela doença, a prevalência de diferentes variantes do coronavírus ao longo do tempo e em locais diferentes pode impactar potencialmente a eficácia observada em ensaios clínicos”, destacou a agência.
Um voo trazendo 1.076.400 doses da vacina contra a covid-19 ComiRNAty, da Pfizer, chegou por volta das 19h30 desta quarta-feira (18) no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A empresa deve entregar 17,6 milhões de doses entre os dias 3 e 22 de agosto.
É o 49º lote entregue pela farmacêutica ao governo brasileiro. Entre o final de agosto e setembro há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.
O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a farmacêutica fornecerá um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está realizando uma reunião, nesta quarta-feira (18), para decidir se autoriza o uso emergencial da vacina Coronavac, contra o coronavírus, em crianças e adolescentes. A discussão segue o pedido do pedido do Instituto Butantan, que fabrica o imunizante no Brasil, para vacinar pessoas entre 3 e 17 anos de idade.
Até então, apenas a vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada pela agência para aplicação das injeções contra a Covid-19 nos menores de idade do Brasil, a partir dos 12 anos de idade. Por enquanto, o imunizante Coronavac tem autorização apenas para pessoas com 18 anos ou mais.
Há cinco capitais realizando a imunização de adolescentes no Brasil. São elas Rio Branco (AC), Manaus (AM), São Luís (MA), Campo Grande (MS) e Boa Vista (RR). Outras, como Brasília (DF), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Macapá (AP), já inseriram adolescentes com comorbidades na estratégia.