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O governo federal lançou nesta quarta-feira (16), uma nova versão do plano nacional de imunização contra a Covid-19. No documento, o Ministério da Saúde afirma já negociar cerca de 350 milhões de doses de imunizantes para 2021, sendo que a imunização deve exigir duas aplicações em cada pessoa.

Em evento no Palácio do Planalto que anunciou o novo plano, o presidente Jair Bolsonaro adotou um tom de conciliação em seu discurso. Na nova versão do plano apresentada nesta quarta-feira, o governo passa a afirmar que está negociando a compra da Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan.

Informações: Pleno News
Foto: Reprodução


ilustração coronavírus teste

O desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 traz esperança após a morte de milhões de pessoas pelo mundo. No entanto, há um fator que coloca pressão sobre esses imunizantes e por quanto tempo eles devem funcionar: as mutações do vírus.

Há meses, especialistas tentam identificar essas alterações e analisá-las, a fundo, com o objetivo de verificar o perigo que elas representariam.

Uma delas, em especial, apresentou mudanças na parte que faz o vírus se ligar às células humanas — a chamada proteína “espiga”.

Recentemente, uma nova cepa do coronavírus foi identificada no Reino Unido, que seria responsável por mais de mil infecções e poderia estar relacionada a um aumento no número de casos no país.

O ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, afirmou que a nova versão do vírus “pode estar associada à disseminação mais rápida no sudeste da Inglaterra”.

No entanto, parece pouco provável que ela afete a eficácia das vacinas.

Como acontecem as mutações?

Essas mutações incluem mudanças na proteína que o novo coronavírus usa para infectar células humanas (“espiga”), informou um grupo de cientistas que rastreia a genética do vírus. Eles alertaram, no entanto, que ainda não está claro se essas alterações o tornam mais infeccioso.

“Esforços estão sendo feitos para confirmar se alguma destas mutações está contribuindo ou não para uma transmissão maior”, disseram os cientistas do Consórcio de Genômica de Covid-19 do Reino Unido (COG-UK) em um comunicado.

Os vírus são as estruturas mais simples conhecidas no nosso planeta: são basicamente material genético envolvido por uma cápsula proteica. Essa simplicidade faz com que ele seja altamente mutável. 

Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, explica. “Toda vez que os vírus se copiam, eles podem errar uma parte e criar uma microvariante. É como se eles cortassem o cabelo, fizessem a barba, passassem batom. É diferente num detalhe específico”, compara, acrescentando que a maior parte das variações não muda drasticamente a estrutura deles de maneira que comprometa a imunidade ou a vacinação. 

Não foi comprovado, até o momento, que essa variante seja mais grave ou que tenha um potencial de infecção diferente.

“Não é correto afirmar que essa variação está associada à segunda onda de infecções na Europa. Já vimos outras mutações, como a dos visons na Dinamarca, um cluster em Cingapura, uma outra variante que circulou meses atrás na Europa — nenhuma delas foi relacionada a um aumento nos casos. Para achar que variante nova é responsável pela segunda onda, tem que pensar que ela tem um potencial de infecção diferente”, explicou Kfouri.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “todos os vírus, incluindo o da Covid-19, mudam com o tempo”.

Para entender por completo o impacto de mutações específicas, são necessários estudos laboratoriais avançados”, diz a agência no site oficial. 

No começo de novembro, a Dinamarca anunciou que eliminaria toda a população de visons depois de descobrir evidências de que a Covid-19 havia sofrido mutação no animal, após ser transmitida por humanos.

A nova variante também se espalhou para os humanos, com centenas de infecções confirmadas.

Semanas depois, as autoridades de saúde dinamarquesas disseram que a mutação do novo coronavírus encontrada nos visons estava praticamente extinta e que nenhum outro caso foi confirmado.

“As cepas do coronavírus que infectam visons, que são subsequentemente transmitidas aos humanos, podem ter adquirido combinações únicas de mutações”, afirmou a OMS.

Mutações deixam o vírus mais perigoso?

É possível que sim, mas nenhuma das variações do novo coronavírus detectadas até agora são mais velozes ou perigosas.

O COG-UK afirmou que as mutações desse vírus estão se acumulando em um ritmo de cerca de uma ou duas por mês em todo o mundo.

No entanto, a maioria delas não teve efeito aparente no vírus, e é provável que apenas uma minoria cause alterações significativas sobre ele.

Em meados de novembro, pesquisadores anunciaram que encontraram mais evidências de que uma versão mutante do novo coronavírus estaria se espalhando pelo mundo e seria mais fácil de ser transmitida, mas não parecia mais perigosa.

Essa nova cepa – diferentemente da mencionada anteriormente – tem a mesma forma física da original, sendo igualmente vulnerável à resposta imunológica do corpo, seja natural ou induzida por vacina. 

Semanas antes, 12 países europeus observaram a presença da variante do vírus. A suspeita era a de que centenas delas estariam circulando pelo continente.

Até novembro, ao menos oito linhagens da Covid-19 estavam em circulação no Brasil, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

E a vacina? 

Nenhuma das mutações detectadas até o momento altera o vírus que provoca a Covid-19 de forma que comprometa a eficácia da vacina, explicou Kfouri, da SBIm. 

“Não há demonstração até o momento que essas mutações tenham relação com mais gravidade, transmissão mais rápida ou aspecto diferente que a vacina não cubra”, afirmou. 

“Hoje, com a facilidade para sequenciar genomicamente os vírus, conseguimos reconhecer as mínimas mutações que o vírus sofre”, afirmou.

“Isso traz duas vantagens: a primeira é de rastreamento, conseguimos traçar por onde ele andou. A segunda, é que podemos identificar variações importantes, quando o vírus fica muito diferente e muda alguma característica, se está se tornando mais grave ou menos grave”. 

Por isso, a vigilância das mutações virais, do novo coronavírus e todos os outros, é essencial, disse. 

Alexandre Naime Barbosa, infectologista e professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista), reforçou essa necessidade. 

“Apesar de a gente conseguir identificar mais mutações entre os vírus que circulam, ainda não há padrão que mostre claramente que o vírus está ficando mais transmissível ou que cause doença mais grave, nem o contrário, o que pode acontecer”, disse.

“De qualquer forma, a vigilância tem que ser feita, porque vários vírus se adaptam para escapar da resistência, de vacina, de medicação”.

“Tudo isso para a Covid ainda não está claro e somente a vigilância biomolecular da consistência do vírus vai poder responder a essas questões, no futuro”, concluiu. 

O vírus da Covid-19 está evoluindo?

De acordo com infectologistas do Departamento de Resposta Médica à Covid-19 da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), o novo coronavírus sofre mutação de forma diferente do vírus da gripe. 

Um dos motivos do por quê muitas pessoas ficam gripadas todos os anos é justamente a mutação. Por isso, para prevenir a gripe é preciso se vacinar anualmente.

Mas com relação à Covid-19, ainda não há informações suficientes para afirmar com certeza se será necessário se vacinar todos os anos para preveni-la.

Alguns especialistas acreditam que o novo coronavírus está se adaptando aos hospedeiros humanos e evoluindo à medida que se dissemina. 

Em entrevista à revista Nature, David Montefiori, diretor de um laboratório de pesquisa para uma vacina contra a Aids na Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), disse que as mutações da Covid-19 podem ser semelhantes às observadas no HIV, as quais o ajudam a “enganar” e escapar do sistema imunológico.

Contudo, o novo coronavírus estaria mudando mais lentamente do que a sua disseminação, em relação ao HIV.

Um estudo sobre mais de 12 mil mutações no novo coronavírus descobriu que nenhuma delas promoveu uma grande diferença na forma como o vírus infecta as pessoas.

Essas variações foram encontradas em mais de 46 mil amostras colhidas em 99 países. A pesquisa foi publicada no final de novembro no jornal acadêmico Nature Communications.

“Descobrimos que nenhuma das mutações recorrentes de Sars-CoV-2 testadas estão associadas a um aumento significativo de transmissão viral”, afirmaram os pesquisadores Francois Balloux e Lucy van Dorp, da Universidade College London, em Londres (Reino Unido).

(Com informações da CNN Internacional e Reuters)


PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 80 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 15.261 pessoas livres da doença desde o início da epidemia, índice que representa 86,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 508 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 253 novos casos de Coronavírus foram positivos.
O número de pacientes internados reduziu de 79 para 73, nas últimas 24h. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 2.039 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes (os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores). A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (15).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA
15 de dezembro de 2020

Casos confirmados no dia: 253
Pacientes recuperados no dia: 80
Resultados negativos no dia: 508
Alta hospitalar no dia: 6
Óbitos comunicados no dia: 4
Datas dos óbitos: 06/12, 12/12, 12/12 e 13/12

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 2.039
Total de casos confirmados no município: 17.619 (Período de 06 de março a 15 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.966
Total de pacientes hospitalizados no município: 73
Total de recuperados no município: 15.261
Total de exames negativos: 22.490 (Período de 06 de março a 15 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.272
Total de óbitos: 319

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 18.904 (Período de 06 de março a 15 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.376 (Período de 06 de março a 15 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 11
Resultado negativo: 15.528 (Período de 06 de março a 15 de dezembro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Paulinho, vocalista e percussionista do grupo Roupa Nova — Foto: Reprodução / Facebook Roupa Nova
Foto:  Reprodução / Facebook Roupa Nova

O velório de Paulo César Santos, o Paulinho, vocalista e percussionista do grupo Roupa Nova, será nesta quarta-feira (16), no Rio. A cerimônia será restrita para os familiares, segundo assessoria da banda. O local, no entanto, não foi divulgado.

Em comunicado enviado à imprensa, a assessoria informou que ele será cremado às 16h conforme “um desejo do mesmo”.

O músico morreu na noite desta segunda-feira (15), aos 68 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, onde fazia tratamento para se recuperar de complicações da Covid-19.

Em nota divulgada, o Roupa Nova agradeceu o carinho recebido: “A banda agradece à todos os fãs, familiares, amigos e artistas pelo carinho que estão recebendo, certos de que a passagem do Paulinho foi/será de muita luz. Continuem mandando bons pensamentos para que ele tenha um descanso em paz”.

Informações: G1


Frascos e seringas médicas são vistos na frente do logotipo da Moderna — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo

A Agência de Alimentos e Medicamento (FDA) dos Estados Unidos emitiu nesta terça-feira (15) uma avaliação positiva sobre a vacina do laboratório americano Moderna contra a Covid-19, antes de uma reunião de especialistas para examinar sua aprovação em caráter de emergência.

A FDA se mostrou otimista sobre a vacina, afirmando que “não mostra problemas de segurança específicos que impeçam a emissão” de uma autorização para o uso de emergência. A agência reguladora confirmou que o tratamento tem eficácia de 94,1%.

A Moderna anunciou na quinta-feira (3) que planeja disponibilizar entre 100 e 125 milhões de doses do seu imunizante no primeiro trimestre de 2021. Segundo a empresa, a maioria das doses irá para os Estados Unidos – 85 a 100 milhões – e entre 15 e 25 milhões para o resto do mundo.

As doses do primeiro trimestre estão entre 500 milhões e até 1 bilhão de doses que a Moderna espera fabricar globalmente em 2021.

A farmacêutica também reafirmou sua expectativa de ter aproximadamente 20 milhões de doses disponíveis nos EUA até o final do ano.

Na segunda-feira (30), a Moderna solicitou a autorização para uso emergencial do seu imunizante à FDA, a agência reguladora dos EUA equivalente à Anvisa brasileira.

informações: G1


Foto: PR/Carolina Antunes

Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.
– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.
Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.

– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.

Informações: Pleno News


Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.

– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.

Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.

– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.


O cantor Paulo César Santos, o Paulinho, integrante do grupo Roupa Nova, morreu na noite desta segunda-feira (14), aos 68 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, lutando contra complicações da Covid-19. 

A informação da morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da banda e pela unidade de saúde. O hospital disse ainda que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes. 

No mês passado, Paulinho foi internado com Covid-19. Em setembro, ele passou por um transplante de medula óssea para tratar de um linfoma. No procedimento, foram utilizadas as próprias células do paciente. Ele respondeu bem ao tratamento, mas depois precisou ser novamente internado para tratar a Covid. 

Em uma postagem nas redes sociais nesta segunda-feira (14), a banda informou que o quadro de saúde dele era delicado.

Informações: G1

Foto: Foto: Jamile Alves/G1 AM 


Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 157 recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 15.181 pessoas livres da doença desde o início da epidemia, índice que representa 87,4% dos casos confirmados. Enquanto isso, 465 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 206 novos casos de Coronavírus foram positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 79 pacientes internados no município e 1.870 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes (os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores). A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (14).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA
14 de dezembro de 2020

Casos confirmados no dia: 206
Pacientes recuperados no dia: 157
Resultados negativos no dia: 465
Alta hospitalar no dia: 0
Óbitos comunicados no dia: 04
Datas dos óbitos: 08/12, 11/12, 12/12 e 12/12

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.870
Total de casos confirmados no município: 17.366 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.791
Total de pacientes hospitalizados no município: 79
Total de recuperados no município: 15.181
Total de exames negativos: 21.982 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.287
Total de óbitos: 315

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 18.802 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.355 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 08
Resultado negativo: 15.447 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Neste domingo (13), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 48 horas para que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresente as datas de início e término da campanha de vacinação contra a Covid-19. Ele ainda pediu que seja informado a previsão de duração de cada uma das fases do plano.

A medida ocorre após o governo federal apresentar o plano nacional de imunização ao Supremo. O texto prevê a vacinação de 51,4 milhões de pessoas no primeiro semestre de 2021. No entanto, o documento não traz a data para o início dos trabalhos.

Em seu despacho, o ministro intimou “o senhor ministro de Estado da Saúde para que esclareça, em 48 (quarenta e oito) horas, qual a previsão de início e término do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, inclusive de suas distintas fases”. O documento também foi endereçado à Advocacia-Geral da União (AGU).

Neste sábado (12), Lewandowski também pediu ao presidente do STF, ministro Luiz Fux, a retirada de pauta de duas ações que tratam de vacinas da Covid-19. O pedido foi atendido.

Informações: Pleno News

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