Ministro da Saúde aplicou doses do imunizante em integrantes do governo
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou nesta segunda-feira (14) que irá vacinar o presidente Jair Bolsonaro contra a Covid-19 “quando ele assim desejar”.
Queiroga participou de ação simbólica em Brasília e aplicou doses da vacina no ministro de Relações Exteriores, Carlos França, e no presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
– O presidente sempre brigou pela liberdade das pessoas. O nosso governo é um governo liberal que defende o direito à liberdade, o direito às escolhas, e, na hora que o presidente se sentir confortável, ele vai tomar a decisão dele – afirmou Queiroga na saída do Ministério da Saúde nesta tarde.
Semana passada, Bolsonaro repetiu que seria o último a se vacinar contra Covid-19 e que daria lugar a quem precisasse e estivesse “desesperado”.
COPA AMÉRICA O ministro também informou que até o momento foram identificados dez trabalhadores dos hotéis (onde estão os atletas que disputam a Copa América e as comissões técnicas) contaminados pelo novo coronavírus. Segundo Queiroga, os trabalhadores e as pessoas com as quais eles mantiveram contatos foram isolados.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera as intenções de voto para a eleição de 2022 em um cenário estimulado em pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, no estado de São Paulo. Bolsonaro foi a opção escolhida por 34% dos eleitores. O ex-presidente Lula (PT) aparece em segundo lugar com 29,3%. Em seguida aparecem o apresentador Datena, com 9%; o pré-candidato ao Planalto, Ciro Gomes com 5,9%; e o governador de São Paulo João Doria com 5,2%. Os eleitores que não souberam ou não responderam representam 3,4%. Já os que votariam branco ou nulo somam 7,5%.
Outro cenário apenas com o nome de Bolsonaro, Lula e Datena foi apresentado aos eleitores. Jair Bolsonaro aparece com 36,2%; Lula com 33,9% e Datena com 15,1%. O número dos que não sabem ou não responderam foi de 4,3% e 10,5% responderam que votariam branco/nulo.
A terceira situação simulada um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Datena. Por uma diferença pequena, Jair Bolsonaro aparece com 39,1% e o apresentador Datena com 38,2%. Brancos ou nulos, 18,3%.
No quarto cenário, a simulação apresenta eventual segundo turno entre Datena e Lula em uma possível disputa. O apresentador foi a opção de 36,7% dos eleitores. O ex-presidente Lula aparece com 36,3%.
Na quinta e última simulação, Jair Bolsonaro e Lula aparecem na disputa de um eventual segundo turno. Bolsonaro foi a opção de 40,3% dos eleitores, enquanto Lula aparece com 37,8% da preferência.
O Paraná Pesquisas ouviu 1.818 eleitores, com 16 anos ou mais, através de entrevistas pessoais. Os dados foram levantados em 84 municípios durante os dias 7 a 10 de junho de 2021. O nível de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5% para os resultados gerais.
O gol marcado sobre a Venezuela na noite deste domingo (13), na estreia da Copa América, deixou Neymar mais próximo da marca de Pelé como maior artilheiro da Seleção Brasileira. O time Canarinho venceu os venezuelanos por 3 a 0, no Mané Garrincha, na abertura do torneio continental. O atual camisa 10 anotou o segundo tento do jogo e chegou aos 67 pelo Brasil em 106 jogos. Enquanto o Rei Pelé balançou as redes 77 vezes pela contagem da Fifa em 92 partidas.
Neymar é o segundo maior artilheiro do Brasil pelas contas da Fifa. No ano passado, ele ultrapassou Ronaldo, que marcou 62 em 98 compromissos.
A contagem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é diferente da entidade que controla o futebol mundial. Pelos cálculos dos brasileiros, Pelé marcou 95 gols em 115 jogos. Já Neymar manteve os 67 em 106 partidas. No entanto, Ronaldo divide a segunda posição na lista de artilheiros com a mesma quantidade de tentos do atual camisa 10 da Seleção, mas entrou em campo 103 vezes.
O Brasil lidera o Grupo B da Copa América com três pontos por levar vantagem no saldo de gols em relação à Colômbia que tem a mesma pontuação. A Seleção volta ao gramado na próxima quinta-feira (17), às 21h, no Engenhão, para encarar o Peru, pela segunda rodada.
O governo federal “bateu o martelo” sobre a prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses. A informação foi confirmada pelo próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, ao colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. De acordo com a publicação, a decisão foi tomada em uma reunião de ministros realizada na semana passada. Os valores devem ser mantidos no mesmo patamar das atuais parcelas, variando de R$ 150 a R$ 375. A prorrogação deve ser formalizada por meio da edição de uma medida provisória (MP) a ser publicada em breve. Na última semana, Guedes já admitia, nos bastidores, a prorrogação do benefício por até três meses.
A fase atual do auxílio emergencial começou a ser paga em abril deste ano e tem quatro parcelas, que se encerrarão em julho. As três novas parcelas, portanto, devem ser pagadas de agosto a outubro. A primeira edição do programa começou em abril do ano passado, com um valor inicial de R$ 600, e seguiu até o mês de dezembro.
Os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em setembro podem sacar, a partir desta segunda-feira (14), a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 22 de maio. A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 4 de agosto e, a quarta, a partir de 3 de setembro.
Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o siteauxilio.caixa.gov.br.
Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
Os líderes do G7, grupo de países que reúne sete das maiores economias do planeta, oficializaram neste domingo (13) a promessa de doar um total de 2 bilhões de doses de vacina contra a covid-19 para países pobres e em desenvolvimento, sendo 1 bilhão distribuídas até o final de 2022.
O compromisso consta na declaração final do encontro de cúpula, ocorrido na Baía de Carbis, na Cornualha, sudoeste do Reino Unido. O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. A reunião do G7 começou na última sexta-feira (11) e terminou hoje.
“Tenho o prazer de anunciar que os líderes do G7 prometeram mais de 1 bilhão de doses para os países mais pobres do mundo – outro grande passo para vacinar o mundo”, afirmou o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, anfitrião do encontro, em postagem nas redes sociais.
Em suas redes sociais, presidente voltou a falar sobre a imunização contra a Covid-19
Novo lote de insumos para produção de vacinas chegou ao Brasil neste sábado Foto: Freepik
O presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais, neste domingo (13), para celebrar a chegada ao Brasil de insumos para a produção de vacinas contra a Covid-19. Em uma publicação nas redes sociais, ele também falou sobre a chegada de outros imunizantes e lembrou que o Brasil é o quarto país que mas vacina no mundo.
O novo lote de Insumos Farmacêuticos Ativo (IFA) desembarcou neste sábado (12) no Rio de Janeiro e será utilizado para a fabricação de 6 milhões de doses de vacina.
Leia o que disse o presidente:
1.1- Desembarcou na noite de ontem (12), no aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro, um novo lote de Insumos Farmacêuticos Ativo (IFA) para a produção de novas vacinas contra o covid da AstraZeneca/Fiocruz
1.2- O mencionado será suficiente para produzir, aproximadamente, 6 milhões de doses do imunizante. A nova remessa garante ainda o cumprimento do cronograma de entregas ao Ministério da Saúde, pela Fiocruz, até 10 de julho.
2.1- Para acelerar a vacinação do covid no Brasil, o Ministério da Saúde conseguiu antecipar mais de 3 milhões de doses do imunizante da Janssen, que devem chegar na próxima semana.
.2- Além disso, o valor do contrato reduziu em 25%, resultando em uma economia para o País de mais de R$ 480 milhões. Só serão pagas apenas as doses efetivamente aplicadas. São mais de 600 milhões de doses contratadas até então.
2.3- Mais de 109 milhões de doses distribuídas a todos os estados do Brasil. O país é o quarto que mais vacina no mundo. . Assinado contrato de transferência de tecnologia para produção nacional da AstraZeneca pela FioCruz.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste domingo (13) um pedido liminar em mandado de segurança ajuizado pela coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana Fantinato, contra a quebra de sigilos telefônico e telemático aprovada pela comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Senado que investiga a pandemia.
Em seu pedido, Francieli alegou que o pedido de quebra de sigilo teria sido baseado em “ilações” e informações desprovidas de comprovação. Além disso, sustentou a servidora pública, ela sequer foi convocada como testemunha pela CPI para esclarecer fatos relativos às suas funções no ministério.
Apesar dos argumentos, Moraes considerou que a quebra de sigilo está entre as atribuições legais da CPI e o requerimento teria sido formulado de maneira fundamentada, tendo sido aprovado seguindo os ritos legislativos estabelecidos.
O despacho do ministro Alexandre de Moraes segue a mesma linha de uma outra decisão, tomanda ontem (12) pelo STF, que também manteve as quebras de sigilos dos ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello, e das Relações Exteriores Ernesto Araújo; bem como da secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro. Eles também haviam ingressado com uma ação no STF para invalidar a devassa em suas comunicações pessoais.
Os requerimentos de quebra de sigilos foram aprovados em sessão da CPI ao longo da última semana.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu mais um carregamento com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de vacina contra a covid-19. A matéria-prima para produção de vacinas da AstraZeneca chegou no final da tarde de ontem (12) no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.
Os insumos vieram do laboratório Wuxi Biologics, na China. De acordo com a Fiocruz, a entrega dessa remessa permitirá a continuidade da produção da vacina e garantirá entregas semanais ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) até 10 de julho.
Na sexta-feira (11), a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou 2,7 milhões de doses da vacina de covid-19 ao PNI.
“Com esta remessa, a fundação atinge cerca de 53,8 milhões de doses entregues ao PNI. A pedido da Coordenação de Logística do Ministério da Saúde, as entregas semanais se manterão às sextas-feiras e não seguirão para o almoxarifado em São Paulo, conforme previsto anteriormente”, informou a Fiocruz.
Morreu na madrugada deste domingo (13), por complicações da Covid-19, o ex-presidente do Banco Central, e economista, Carlos Langoni, de 76 anos. O economista estava internado desde novembro de 2020 em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital CopaStar, no Rio de Janeiro.
Langoni, que atualmente atuava como diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), comandou o BC entre 1980 e 1983 tendo participado ativamente do processo de privatizações realizado durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.