Mais de 84 milhões de unidades de imunizantes foram distribuidos desde início da campanha
Foto: Betto Jr / Secom
O Brasil aplicou 2.220.845 doses de vacinas contra Covid-19 nesta quinta-feira (17). Esta é a maior quantidade de doses aplicadas no período de 24 horas no país desde o início da campanha de vacinação, em janeiro deste ano. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo dados das secretarias estaduais de saúde, foram aplicadas 2.088.159 da primeira e 132.686 da segunda dose.
Antes, o maior número de vacinas aplicados em um dia havia sido registrado em 23 de abril (1.744.001). Na quarta-feira (16), o país aplicou 1.731.610 doses, agora a terceira maior marca.
No total, 60.381.020 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid no país —24.085.577 delas já receberam a segunda dose do imunizante. O total de doses aplicadas passa de 84 milhões.
Como houve alteração no texto aprovado na Câmara, proposta retorna para esta casa, que tem até a terça-feira (22) para finalizar a reapreciação
Foto: Divulgação/Eletrobras
Em uma votação apertada (42×37), o Senado aprovou nesta quinta-feira a Medida Provisória 1.031/2021, que autoriza a privatização da Eletrobras. Como houve alteração no texto aprovado na Câmara, a matéria vai ser reexaminada por aquela casa. O prazo para a votação se encerra na terça-feira (22). Caso contrário, a MP perde a validade.
Durante a discussão da MP, até mesmo parlamentares da base do Governo Federal tentaram adiar mais uma vez a votação. A principal mudança realizada no último relatório apresentado nesta quinta, foi a retirada da obrigatoriedade da contratação de termelétricas antes do início do processo capitalização da estatal. Assim, os leilões poderão ser realizados após a capitalização da Eletrobras, que nos planos do governo deverá ser concluída ainda no primeiro semestre de 2022.
O senador Marcos Rogério também voltou atrás sobre a possibilidade de estender até 2035 um programa de subsídios para a geração de energia elétrica por usinas termelétricas movidas a carvão mineral.
Presidente Jair Bolsonaro fala a donos de supermercados sobre preço dos alimentos Foto: PR/Isac Nóbrega
Em almoço com empresários do Rio nesta quinta-feira (17), o presidente da Republica, Jair Bolsonaro, mostrou preocupação com a inflação e pediu a mercadistas que segurem os preços de produtos da cesta básica. Isso se daria por meio da redução da margem de lucro.
O encontro com representantes de 11 entidades empresariais foi fechado, mas o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente, afirmou que houve esse pedido.
– Ele [o presidente] reconheceu o grande sacrifício que já fazem; [pediu a eles para,] se possível, reduzir um pouco, ainda mais, a margem de lucro. Demonstrou preocupação específica com produtos da cesta básica, porque a tendência, sabemos, é de aumentar o preço dos produtos de itens de primeira necessidade – apontou Flávio.
Ao lado do senador, o presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio (Asserj), Fábio Queiróz, ponderou que as oscilações de preço também dependem do dólar, já que a moeda americana em alta favorece a exportação e, consequentemente, isso aumenta os valores dos produtos no mercado interno.
No evento, também foi citada a possível ampliação do Bolsa Família no fim do ano, tanto no número de beneficiados quanto no montante pago por família. O valor poderia ir para R$ 270, aumento de cerca de 50%. Esta é uma das apostas de Bolsonaro de olho na reeleição em 2022.
CARTA Os empresários, por sua vez, entregaram uma carta com reivindicações ao presidente; entre elas a aceleração do processo de vacinação no país e a manutenção do auxílio emergencial – tanto para pessoas quanto para empresas.
Outras prioridades demonstradas foram a aprovação do plano de adesão do Rio ao novo Regime de Recuperação Fiscal, já apresentado pelo estado. Eles pediram ainda o investimento em rodovias e o incentivo à criação de um Polo de Desenvolvimento Tecnológico e de Inovação.
Bolsonaro esteve no hotel Windsor Barra, na Zona Oeste, para participar do evento organizado pelo grupo Rio Produtivo, criado em novembro do ano passado e formado por 11 entidades empresariais dos setores da Indústria, Supermercados, Hotelaria, Comércio, Turismo, Serviços, Alimentação e Eventos. A ideia do almoço era debater a retomada da economia fluminense.
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), os senadores Flávio e Romário (Podemos-RJ) e deputados do Rio marcaram presença. Bolsonaro chegou por volta das 13 horas ao hotel.
Presidente deu entrevista em tom de campanha eleitoral
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi entrevistado pela Jovem Pan News Natal Foto: Reprodução
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista à rádio Jovem Pan News Natal, nesta quinta-feira (17), que “está comprometido a fazer mais do que já fez” quando foi presidente.
– Quando eu era presidente, em 2008, o Brasil era a sexta economia do mundo. Nós fizemos muita coisa e é isso que eu vou voltar a fazer. Sou o único candidato que está comprometido a fazer mais do que eu já fiz – afirmou o petista já em tom de campanha.
Questionado sobre se participaria do ato contra o presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (19), o ex-presidente disse que não sabe se irá comparecer.
– Ainda não se se participarei da manifestação. Não quero transformar um ato da sociedade brasileira em um ato político-eleitoral. Estou estudando porque minha presença pode ser avaliada como um ato de campanha, uma peça de campanha do Lula – disse.
Lula também negou que seja uma contradição realizar uma manifestação de massa e ao mesmo tempo criticar quando o presidente Bolsonaro também lidera movimentos semelhantes.
– Todo mundo sabe disso (risco de contaminações em manifestações). Nessas manifestações, todo mundo está de máscara, com seu álcool. Mesmo estando nas ruas, as pessoas mostram que gostam de suas vidas e estão se protegendo. […] Não é uma contradição. O povo que sai para trabalhar, sai para trabalhar todo santo dia – criticou.
Em almoço com empresários do Rio nesta quinta-feira (17), o presidente da Republica, Jair Bolsonaro, mostrou preocupação com a inflação e pediu a mercadistas que segurem os preços de produtos da cesta básica. Isso se daria por meio da redução da margem de lucro. O encontro com representantes de 11 entidades empresariais foi fechado, mas o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente, afirmou que houve esse pedido.
– Ele [o presidente] reconheceu o grande sacrifício que já fazem; [pediu a eles para,] se possível, reduzir um pouco, ainda mais, a margem de lucro. Demonstrou preocupação específica com produtos da cesta básica, porque a tendência, sabemos, é de aumentar o preço dos produtos de itens de primeira necessidade – apontou Flávio.
Ao lado do senador, o presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio (Asserj), Fábio Queiróz, ponderou que as oscilações de preço também dependem do dólar, já que a moeda americana em alta favorece a exportação e, consequentemente, isso aumenta os valores dos produtos no mercado interno.
No evento, também foi citada a possível ampliação do Bolsa Família no fim do ano, tanto no número de beneficiados quanto no montante pago por família. O valor poderia ir para R$ 270, aumento de cerca de 50%. Esta é uma das apostas de Bolsonaro de olho na reeleição em 2022.
CARTA Os empresários, por sua vez, entregaram uma carta com reivindicações ao presidente; entre elas a aceleração do processo de vacinação no país e a manutenção do auxílio emergencial – tanto para pessoas quanto para empresas.
Outras prioridades demonstradas foram a aprovação do plano de adesão do Rio ao novo Regime de Recuperação Fiscal, já apresentado pelo estado. Eles pediram ainda o investimento em rodovias e o incentivo à criação de um Polo de Desenvolvimento Tecnológico e de Inovação.
Bolsonaro esteve no hotel Windsor Barra, na Zona Oeste, para participar do evento organizado pelo grupo Rio Produtivo, criado em novembro do ano passado e formado por 11 entidades empresariais dos setores da Indústria, Supermercados, Hotelaria, Comércio, Turismo, Serviços, Alimentação e Eventos. A ideia do almoço era debater a retomada da economia fluminense.
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), os senadores Flávio e Romário (Podemos-RJ) e deputados do Rio marcaram presença. Bolsonaro chegou por volta das 13 horas ao hotel.
A Câmara dos Deputados concluiu, hoje (17), a votação do Projeto de Lei (PL) 1011/20, estabelecendo prioridade de grupos no plano de vacinação contra a covid-19. O texto-base, aprovado em março, estabelecia prioridade para 16 grupos, mas na votação desta quinta-feira (17) foram incluídos os bancários, as empregadas domésticas e os motoristas de aplicativos. A proposta segue agora para análise do Senado.
O texto original, do deputado Vicentinho Júnior (PL-TO) e outros, incluía nos grupos prioritários os caminhoneiros autônomos e profissionais do transporte de cargas e mercadorias, mas foi alterado pela relatora deputada Celina Leão (PP-DF) para abranger mais categorias.
O projeto aprovado tem como grupos prioritários para vacinação contra a covid-19 os profissionais de saúde; os idosos; as pessoas com deficiência e com doenças crônicas e as que tiveram embolia pulmonar; os povos indígenas; os caminhoneiros e demais motoristas de transporte rodoviário de cargas; os trabalhadores de transporte coletivo rodoviário e metroviário; os trabalhadores de transporte aquaviário de cargas e passageiros; os agentes de segurança pública e privada; os trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social e das entidades e organizações de assistência social, bem como dos conselheiros tutelares; os trabalhadores da educação do Ensino Básico; os coveiros e agentes funerários; os taxistas e os mototaxistas; os profissionais que trabalham em farmácias; os profissionais de limpeza pública e os oficiais de justiça.
Encceja exterior
Os deputados também aprovaram o projeto que altera o Plano Nacional de Educação (PNE), para incluir entre suas metas a realização de exame nacional no exterior, a fim de certificar competências de jovens e adultos. O texto também segue para análise do Senado.
A proposta estabelece que caberá ao governo ampliar e garantir a realização do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos aplicado no exterior (Encceja Exterior) e também coletar dados a respeito do nível de escolarização dos brasileiros residentes no exterior.
O Encceja é aplicado no Brasil desde 20021 pelo Ministério da Educação. O exame serve para conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para os jovens e adultos que não conseguiram obter na idade adequada.
De acordo com a relatora do projeto, deputada Soraya Santos (PL-RJ), o exame no exterior vai se voltar para países que abrigam comunidades de brasileiros emigrados, como Japão, Estados Unidos e Portugal.
“Esse projeto vai servir para o governo orientar políticas públicas destinadas a promover o direito à educação de seus cidadãos residentes em outros países“, disse a relatora.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera as intenções de voto para a eleição de 2022 em um cenário estimulado em pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, no Brasil. Bolsonaro foi a opção escolhida por 34,3% dos eleitores. O ex-presidente Lula (PT) aparece em segundo lugar com 32,5%. Em seguida aparecem o apresentador Datena, com 7,5%; o pré-candidato ao Planalto, Ciro Gomes com 5,8%; e o governador de São Paulo João Doria com 3,4%. Os eleitores que não souberam ou não responderam representam 3,6%. Já os que votariam branco ou nulo somam 8,6%.
No Nordeste, o recorte aponta Lula com 42,4% da preferência, seguido por Bolsonaro com 27,6%.
Outro cenário sem o nome de Datena foi apresentado aos eleitores. Jair Bolsonaro aparece com 36,9%; Lula com 34,6% e Ciro Gomes com 6,2%. O número dos que não sabem ou não responderam foi de 4,5% e 10,2% responderam que votariam branco/nulo.
A terceira situação coloca Bolsonaro, Lula e Datena na disputa. Lula aparece com 36,7%, seguido por Bolsonaro com 35,7% e Datena, com 12,6%. Brancos ou nulos, 11%.
No quarto cenário, a simulação apresenta eventual segundo turno entre Datena e Jair Bolsonaro. O presidente foi a opção de 39% dos eleitores. O apresentador Datena aparece com 32,8%.
Na quinta simulação, Lula e Datena aparecem na disputa de um eventual segundo turno. Lula foi a opção de 38,5% dos eleitores, enquanto Datena aparece com 32,9% da preferência. Brancos e nulos representam 24%.
No último cenário, Lula e Bolsonaro disputam a preferência em eventual segundo turno. O ex-presidente aparece com 40,2% e Jair Bolsonaro com 40%.
O Paraná Pesquisas ouviu 2.040 eleitores, com 16 anos ou mais, com abordagem pessoal em domicílios. Os dados foram levantados em 26 Estados e Distrito Federal e em 156 municípios brasileiros durante os dias 11 a 15 de junho de 2021. O nível de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,0% para os resultados gerais.
Nesta quarta-feira (17), o presidente da CPI da Covid-19, senador Omar Aziz (PSD-AM), determinou a apreensão do passaporte de Carlos Wizard após o empresário não comparecer ao Senado para prestar depoimento. – Para que foi ao Supremo se não vinha? O ministro Barroso com certeza tem muitos afazeres. Carlos Wizard tem que entender que a justiça brasileira tem outras coisas para fazer. Não dá pra levar na brincadeira o Supremo. Está achando que conseguir habeas corpus no Supremo é igual ir na quitanda comprar bombom? É uma falta de respeito com o STF – disse o presidente da CPI.
A pedido de Wizard, o Supremo Tribunal Federal (STF) lhe concedeu nesta quarta-feira (16) o direito de permanecer em silêncio durante o depoimento na CPI, mas não o autorizou a participar por videoconferência. No mesmo dia, a ministra Rosa Weber negou o pedido de Wizard para impedir a quebra de sigilo de seus registros telefônico, telemático e bancário, determinada pela CPI.
A sessão com o auditor do TCU (Tribunal de Contas da União), Alexandre Silva Marques, que também ocorreria nesta quinta-feira (17), será remarcada pelos senadores. Aziz decidiu encerrar a sessão para que os parlamentares votem a Medida Provisória (MP) acerca da privatização da Eletrobras.
Wizard é suspeito de integrar um suposto “gabinete parelelo” de aconselhamento ao presidente Jair Bolsonaro sobre questões referentes à pandemia da Covid-19. Já Alexandre Marques é suspeito de produzir um relatório extra oficial com uma “supernotificação” das mortes por Covid-19.
Lázaro Barbosa está sendo caçado por mais de 200 policiais
Lázaro Barbosa está sendo caçado por mais de 200 policiais Foto: Reprodução
A Polícia Civil do Distrito Federal desmentiu os boatos que circulam nas redes sociais de que o serial killer Lázaro Barbosa, autor de uma chacina em Ceilândia, havia sido morto em uma troca de tiros com policiais. O criminoso, que recentemente matou uma família de quatro pessoas e segue em fuga há oito dias, continua vivo e sem paradeiro.
– Lázaro ainda não foi encontrado. Permanece vivo e foragido da polícia. Todos os nossos esforços estão voltados, neste momento, para capturá-lo – disse o delegado-geral da PCDF, Robson Cândido.
A informação também foi confirmada pela Polícia Militar do Distrito Federal.
A caçada a Lázaro conta mais de 200 agentes, entre policiais militares, civis e federais.
A inteligência do governo do DF delimitou as buscas pelo assassino a um região de mata com cerca de 10 quilômetros de extensão, no município de Edilândia, no Entorno do DF. As autoridades alertam que ele está armado e tem facilidade para se esconder em regiões de mata.
– Ele, além de ser um psicopata, é da região. É o que nós chamamos de ‘mateiro’, acostumado a se emburacar no mato. Ele deve ter outra motivação psicótica. Está muito focado em seguir na trajetória criminosa. Mas vamos chegar até ele – afirmou Rodney Miranda, secretário de Segurança Pública de Goiás, estado em que o criminoso também transita.
RASTRO DE TERROR Durante sua fuga, Lázaro tem espalhado pânico pelo interior de cidades de Brasília e do Goiás. Nesta terça-feira (15), ele fez uma família de três pessoas refém e chegou a trocar tiros com a polícia. Lázaro conseguiu balear uma policial militar e fugir.
Presidente já participou de três passeios de moto realizado por apoiadores
Presidente Jair Bolsonaro em motociata em SP Foto: PR/Alan Santos
O presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta quarta-feira (16), mais duas “motociatas” para as próximas semanas. Os passeios de moto acontecerão em Florianópolis e Chapecó, no estado de Santa Catarina.
Em Chapecó, a manifestação dos apoiadores está marcada para o dia 26 deste mês. Já em Florianópolis, o evento acontecerá no dia 14 de agosto. As datas foram confirmadas pelo próprio presidente.
Em conversa com apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a anunciar que os motociclistas passarão a ficar isentos do pedágio cobrado em rodovias concedidas à iniciativa privada.
– Pedágio – o que está acertado, consolidado – novas concessões, zero pedágio para o motociclista. E o Tarcísio [de Freitas, ministro da Infraestrutura] está buscando negociação com as atuais concessionárias que têm em vigor o contrato, para que a gente zere também. Cada R$ 10 arrecadado de pedágio, um centavo vem de motocicleta. Então não é nada – disse o presidente.
Até hoje, Bolsonaro já realizou três motociatas pelo Brasil, todas elas com amplo apoio da sociedade. A primeira ocorreu em Brasília, no dia 8 de maio, no Dia das Mães. A segunda aconteceu no Rio de Janeiro e arrastou uma multidão pela orla carioca, no dia 23 de maio. A última aconteceu em São Paulo, no dia 12 deste mês, sendo a maior motociata registrada até agora.