Foto: PR/Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro voltou a usar suas redes sociais, no início da tarde deste domingo (4), para fazer críticas sobre a violência dos manifestantes durante os atos organizados por partidos e movimentos de esquerda, no sábado (3). Desta vez, porém, o líder também direcionou suas críticas aos grandes veículos de imprensa.

– Aos 36 segundos [de um vídeo publicado por Bolsonaro na postagem] um policial militar é atingido quase mortalmente por uma pedra. Esse tipo de gente quer voltar ao poder por um sistema eleitoral não auditável, ou seja, na fraude. Para a grande mídia, tudo normal – questionou o chefe do Executivo.

Bolsonaro já havia criticado a violência dos atos, também pelas redes sociais, ao compartilhar, na noite de sábado (3), fotos que mostravam confrontos entre militantes e policiais nas manifestações realizadas em São Paulo, e afirmar que a motivação nunca foi a “saúde ou democracia, sempre foi pelo poder”.

– Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou “ato antidemocrático” será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder – escreveu ele, na ocasião.

*Pleno News


São Paulo foi a cidade que mais contratou neste ano
ARQUIVO/AGÊNCIA BRASIL

Das 10 cidades que mais criaram vagas de trabalho com carteira assinada até maio, nove são capitais. Juntas, elas representam 22,8% (282.887) das mais de 1,24 milhão de contratações formais realizadas no período.

A cidade de São Paulo (SP) encabeça a lista de contratações formais entre janeiro e maio. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o saldo de empregos celetistas na capital paulista supera os 156 mil no período.

Na sequência, aparecem Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Brasília (DF), Salvador (BA) e Fortaleza (CE), que geraram, respectivamente, 25.849, 24.005, 17.780, 16.653, 16.225, 15.199 e 11.159 novos postos de trabalho em 2021.

Ao unir as demais capitais e o Distrito Federal na análise, os dados apontam que três de cada 10 vagas abertas no Brasil neste ano (29,1%) foram para trabalhar nesses municípios. O saldo positivo de 363.264 novas admissões formais ocorre sem nenhuma das cidades mais importantes da cada Estado demitir mais do que contratar no acumulado dos cinco primeiros meses do ano.

A cidade de Barueri (SP), com 11.064 vagas de trabalho com carteira assinada abertas entre janeiro e maio, foi a única do interior a figurar entre as 10 que mais criaram postos de trabalho no período. Em seguida, aparecem Joinville (9.935) e Blumenau (8.787), localizados em Santa Catarina, e Campinas (9.195) e Osasco (9.145), de São Paulo.

Na outra ponta do indicador, as cidades do interior do Nordeste ainda amargam mais demissões do que contratações no acumulado de 2021. A pior situação é verificada em Rio Largo (AL), com o corte de 2.905 vagas entre janeiro e maio.

O Alagoas aparece ainda outras cinco vezes entre as cidades que mais desligaram profissionais com carteira assinada neste ano. São elas: São Miguel dos Campos (-2.569), Coruripe (-2.273), São José da Laje (-2.082), São Luís do Quitunde (-1.859) e São Luís do Quitunde (-1.582).

Entre as 30 cidades que mais desligaram trabalhadores formais, apenas Cajamar (SP), Matão (SP), Bombinhas (SC) e Monte Azul Paulista (SP) figuram na lista com as 30 cidades com mais demissões do que contratações. O saldo nos municípios é de, respectivamente, 1.428, 922, 897 e 861 vagas formais a menos.

*R7


Foto Reprodução

Durante as manifestações realizadas por partidos e movimentos de esquerda no sábado (3), contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, um grupo de militantes do Partido da Causa Operária (PCO), de extrema esquerda, se envolveu em uma confusão e chegou a agredir um núcleo de apoiadores do PSDB.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver os militantes tucanos levando pauladas e chutes dos membros do PCO aos gritos de “fascistas”. Bandeiras do PSDB também foram queimadas. Segundo o site O Antagonista, os ativistas da legenda de extrema esquerda também chegaram a atirar ovos e tomates.

Ao longo do sábado, grupos de esquerda espalhados pelo país fizeram atos pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. As manifestações foram encabeçadas por partidos esquerdistas como PT e PCdoB, além de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).

Em São Paulo, os atos foram marcados pelo vandalismo. Um grupo de manifestantes depredou e incendiou uma agência bancária na Rua da Consolação, na região central da capital paulista. O ato ocorreu quando manifestantes desciam pela via no encerramento do protesto.

Além da agência bancária, um grupo quebrou vidros de uma concessionária de veículos, depredou pontos de ônibus e colocou fogo em lixo espalhado na Rua da Consolação. Os policiais tiveram que usar spray de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o grupo responsável pelas depredações.

*Pleno News


Meta é reduzir casos mais graves da doença

 Dia D de vacinação contra a gripe no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro.

O Ministério da Saúde autorizou estados e municípios a ampliarem a vacinação contra a gripe (Influenza) para outras pessoas além das já incluídas nos grupos prioritários iniciais. Em nota, a pasta afirma já ter comunicado a recomendação aos representantes municipais, aos quais caberá definir a melhor forma de imunizar suas populações a partir dos seis meses de idade.

“Campanhas de imunização são prioridade do Ministério da Saúde e resolvemos ampliar a vacinação contra a Influenza para todos os grupos. O nosso objetivo é reduzir os casos graves de gripe que também pressionam o nosso sistema de saúde”, afirma o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na nota.

Segundo o ministério, cerca de 34,2 milhões dos 79 milhões de brasileiros que integram os grupos prioritários já foram vacinados contra a gripe este ano, o que representa cerca de 42% do público-alvo inicial. A campanha para os segmentos prioritários da população está prevista para continuar até o próximo dia 9.

Fazem parte dos grupos prioritários: pessoas acima dos 60 anos, professores, crianças de seis meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário, urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade e população privada de liberdade.

O ministério recomenda que todos os interessados fiquem atentos aos cronogramas divulgados pelas prefeituras e/ou secretarias municipais de saúde. Para se vacinar, basta consultar um local de votação próximo e comparecer portando a caderneta de vacinação e um documento com foto, para que os profissionais de saúde localizem o cadastro no sistema de informação. Caso a pessoa não possua ou não encontre sua caderneta de vacinação, os profissionais de saúde preencherão uma nova.

O ministério recomenda que quem está prestes a ser vacinado contra a covid-19 tome primeiramente o imunizante contra o novo coronavírus. Feito isso, é necessário esperar por no mínimo 14 dias para se vacinar contra a gripe.

A pasta também reforça a importância da vacinação contra a gripe neste início de inverno, quando as temperaturas caem em boa parte do país, aumentando a incidência de doenças respiratórias.

Informações Agência Brasil


Mega-Sena, concurso da  Mega-Sena, jogos da  Mega-Sena, loteria da  Mega-Sena
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas neste sábado (3). Os números do concurso 2387 foram 08, 26, 30, 31, 38, 48. 

O prêmio acumulou e o sorteio da próxima quarta-feira está estimada no valor de R$ 32 milhões.

A quina registrou 30 apostas, e os ganhadores receberão R$ 89.150,26. A quadra teve 3.038 apostas ganhadoras e cada apostador receberá R$ 1.257,64. 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Informações Agência Brasil


Atos de vandalismo foram promovidos por manifestantes, na capital paulista

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

Na noite deste sábado (3), o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar os casos de violência e depredação registrados na capital paulista durante o protesto contra o governo federal. Ele compartilhou fotos que mostram confrontos entre manifestantes e policiais.

– Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou “ato antidemocrático” será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder – escreveu.

Um grupo de manifestantes depredou e incendiou uma agência bancária na Rua da Consolação, na região central de São Paulo. O ato de vandalismo foi registrado, neste sábado, enquanto participantes do protesto desciam pela via no encerramento do protesto contra o governo Jair Bolsonaro, que ficou concentrado na Avenida Paulista.

A Polícia Militar usou as redes sociais para mostrar vídeos e fotos dos atos de vandalismo. A corporação disse que “equipes policiais mobilizadas para conter vândalos e bombeiros para apagar focos de incêndio”.

Informações Pleno News


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As investigações da corporação indicam que o senador teria pedido e recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012.

Segundo os investigadores, o valor teria sido pago em troca de o senador atuar pela aprovação de uma resolução que restringia incentivos fiscais a produtos importados que vinham sendo concedidos pelos estados com o objetivo de beneficiar a companhia Braskem.

Os agentes da PF ainda apontaram que Calheiros, que foi identificado pelo codinome “Justiça” no sistema da Odebrecht, teria recebido o dinheiro por intermédio de um funcionário de seu operador financeiro no dia 31 de maio de 2012, no bairro da Mooca, em São Paulo (SP).

O inquérito foi aberto pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2017 a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com base na delação premiada de ex-executivos do grupo Odebrecht.

O advogado Luís Henrique Machado, que atua na defesa do senador, disse estar confiante de que a investigação será arquivada por acreditar que as apurações estão baseadas apenas em depoimento de delatores e afirmou que “jamais foi encontrado qualquer indício de ilicitude sobre os seus atos”.

O relatório de 110 páginas, assinado pelo delegado Vinicius Venturini, foi enviado ao STF nesta quinta-feira (1º). Fachin, responsável pelo inquérito na Corte, deve agora enviar o caso para a PGR analisar o relatório concluído pela PF e decidir se denuncia o senador ou se arquiva a investigação.

Informações: Pleno News


Governador do RS negou ter apoiado presidente nas eleições de 2018

Presidente Jair Bolsonaro e governador do RS, Eduardo Leite Foto: Palácio Piratini/Itamar Aguiar

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), chamou o presidente Jair Bolsonaro de “imbecil”, após o chefe do Executivo dizer que o gaúcho estava usando a orientação sexual como “cartão de visita” para sua candidatura em 2022.

Na ocasião, Bolsonaro disse não ter nada contra a vida pessoal de Leite, mas reprovou o que chamou de tentativa de “impor o seu comportamento para os outros”. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o tucano refutou a fala do presidente.

– O presidente é um imbecil. Onde está a tentativa de imposição de qualquer coisa para qualquer pessoa? Uma declaração sobre a minha orientação sexual. Não resta outra coisa a dizer senão que o presidente é um imbecil.

Leite disse ainda estar arrependido de ter votado em Jair Bolsonaro na última eleição como contraponto ao PT, e negou ter apoiado o atual chefe do Executivo durante o pleito.

– Eu não declarei apoio. Apoio é pedir votos, é fazer campanha junto, isso eu não fiz. Eu declarei o voto, com uma crítica contundente, num vídeo que está na internet. (…) Eu não me sentia representado naquele clima de ódio, que eu daria o voto na expectativa de que pudesse ser diferente do que o histórico dele apresentava, porque do outro lado estava o partido que tinha levado o Brasil a 14 milhões de desempregados, uma recessão econômica profunda e uma crise moral e ética gravíssima, com casos de corrupção comprovados e muito fortes – afirmou.

O governador disse ainda que considera “graves” as denúncias acerca de um suposto superfaturamento na compra de vacinas, mas vê com cautela a questão do impeachment.

– O impeachment não pode ser banalizado, mas a Presidência da República também não pode ser banalizada. Tem fatos graves, merece a investigação e, eventualmente, se revelar inevitável, ser conduzido o processo de impeachment. Eu guardo cautela a respeito das minhas manifestações, porque sou governador para todos os gaúchos, a favor e contra, e estou dentro de uma relação institucional de governo – declarou Leite.

Informações Pleno News


Investigações indicam que o senador teria pedido e recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012

Senador Renan Calheiros foi indiciado pela PF Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As investigações da corporação indicam que o senador teria pedido e recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012.

Segundo os investigadores, o valor teria sido pago em troca de o senador atuar pela aprovação de uma resolução que restringia incentivos fiscais a produtos importados que vinham sendo concedidos pelos estados com o objetivo de beneficiar a companhia Braskem.

Os agentes da PF ainda apontaram que Calheiros, que foi identificado pelo codinome “Justiça” no sistema da Odebrecht, teria recebido o dinheiro por intermédio de um funcionário de seu operador financeiro no dia 31 de maio de 2012, no bairro da Mooca, em São Paulo (SP).

O inquérito foi aberto pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2017 a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com base na delação premiada de ex-executivos do grupo Odebrecht.

O advogado Luís Henrique Machado, que atua na defesa do senador, disse estar confiante de que a investigação será arquivada por acreditar que as apurações estão baseadas apenas em depoimento de delatores e afirmou que “jamais foi encontrado qualquer indício de ilicitude sobre os seus atos”.

O relatório de 110 páginas, assinado pelo delegado Vinicius Venturini, foi enviado ao STF nesta quinta-feira (1º). Fachin, responsável pelo inquérito na Corte, deve agora enviar o caso para a PGR analisar o relatório concluído pela PF e decidir se denuncia o senador ou se arquiva a investigação.

Informações Pleno News


Pazuello diz que sofreu pressão para liberar dinheiro ao centrão
Foto: Agência Brasil

O ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) disse a aliados que foi pressionado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e pelo ministro Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) a distribuir verbas para apoiadores do governo. A base do governo no Congresso é formado por partidos do chamado centrão.

A ofensiva sobre o ministério buscava o repasse de recursos que restavam no Orçamento no fim de 2020. A ideia seria contemplar acordos feitos entre a gestão Jair Bolsonaro e o bloco do centrão.

A divergência foi exposta nas entrelinhas do discurso de despedida de Pazuello do ministério. Na ocasião, ele ligou a saída do ministério a pedidos negados por “pixulé”.

“Chegou no final do ano uma carreata de gente pedindo dinheiro politicamente. O que fizemos? Distribuímos todo o recurso do ministério. Foi outra porrada, porque todos queriam um pixulé no final do ano”, disse o general em 24 de março.

Segundo autoridades que acompanharam as discussões, um dos conflitos ocorreu quando a Saúde recebeu listas de estados e municípios que deveriam obter cerca de R$ 830 milhões em verbas de emendas do relator –ou seja, indicada pelo Congresso.

Assinados pelo relator do Orçamento daquele ano, o deputado Domingos Neto (PSD-CE), os ofícios foram elaborados com aval de Ramos, então ministro da Segov (Secretaria de Governo), segundo apurou a reportagem com congressistas que acompanharam as discussões.

Aliados do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello dizem que a pasta não seguiu o acordo político e aplicou a maior parte dos recursos dentro dos próprios programas.

Em plena disputa pelo comando da Câmara dos Deputados, a decisão do Ministério da Saúde incomodou Lira e Ramos. Ao deixar o ministério, Pazuello disse que ficou “jurado de morte” por se opor a acordos políticos.

“E aí começou a crise com liderança política que nós temos hoje, que mandou uma relação para a gente atender e nós não atendemos. E aí você está jurado de morte”, afirmou Pazuello há três meses.

Procurados, Ramos e Pazuello não se manifestaram. Lira disse que só fez pressão sobre o ex-ministro da Saúde para a compra de vacinas.

“Quando assumi a presidência da Câmara dos Deputados, solicitei ao ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para que trabalhasse pela ampliação da vacinação no Brasil, como única forma de retomarmos a vida normal. Da mesma forma, falei com o ministro Pazuello”, disse Lira, por meio de sua assessoria.

“Tanto que eu e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), estivemos com a Pfizer para discutir a compra de vacinas daquele laboratório, em uma reunião que foi noticiada pela imprensa. Eu não acredito que tenha alguma pessoa que fale abertamente meu nome me acusando da pressão citada no questionamento da matéria”, disse Lira.

Por Folhapress