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Prédio da Caixa Econômica Federal
Foto: Marcelo Camargo

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em fevereiro podem sacar, a partir de hoje (2), a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 19 de junho.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 15 de julho, mas foi antecipado em quase duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Informações Agência Brasil


Foto: CNN Brasil

Com alteração no calendário previsto para esta semana, a CPI da Pandemia ouviu nesta quinta-feira (1º) o depoimento do vendedor Luiz Paulo Dominguetti, que diz ter recebido um pedido de propina do Ministério da Saúde para vender vacinas contra a Covid-19.

A alteração do calendário da CPI foi tomada pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), após Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, conseguir um habeas corpus para ficar em silêncio durante o depoimento que daria à comissão nesta quinta – ainda não há nova data para a oitiva de Maximiano.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, Dominguetti, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply, relatou um suposto pedido de propina de US$ 1 por dose de vacina da AstraZeneca em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

Após a declaração de Dominguetti, o servidor da pasta que teria feito o pedido de propina, Roberto Ferreira Dias, foi exonerado do cargo de diretor de Logística do Ministério da Saúde. A pasta afirma que a demissão já estava prevista. O anúncio foi feito após a divulgação da reportagem.

CNN Brasil


Ministro, no entanto, decidiu abrir outra investigação para apurar existência de organização criminosa digital que agiria contra a democracia

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: STF/Rosinei Coutinho

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu arquivar o inquérito que investiga a organização de atos democráticos. Apesar da medida, Moraes acabou abrindo uma nova investigação para apurar a existência de organização criminosa digital que agiria contra a democracia.

O inquérito dos atos antidemocráticos foi aberto no ano passado e investigava manifestações realizadas em 2020 que defendiam causas como o fechamento do Congresso, do STF e a adoção de um novo AI-5.

Já o novo inquérito irá analisar a “a presença de fortes indícios e significativas provas apontando a existência de uma verdadeira organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político absolutamente semelhante àqueles identificados no Inquérito 4.781, com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito”.

Ele será conduzido pela Polícia Federal (PF), terá um prazo inicial de 90 dias e ficará a cargo da delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro.

Em sua decisão, Moraes apontou uma articulação contra a democracia envolvendo Allan dos Santos, do Canal Terça Livre. De acordo com o ministro, há “fortes indícios” de que o jornalista seria um dos organizadores do que ele chamou de ataque à democracia.

Informações Pleno News


Policial militar expôs áudio em que Luis Miranda supostamente tenta negociar vacina

Policial militar Luiz Paulo Dominguetti depôs à CPI da Covid-19 Foto: Agência Senado/Edilson Rodrigues

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 decidiu apreender, nesta quinta-feira (1º), o celular do policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que se apresenta como representante comercial da Davati Medical Supply, empresa especializada na intermediação de contratos de vacinas.

A apreensão do aparelho foi justificada pela cúpula da comissão como necessária, para que fosse verificada a autenticidade de um áudio atribuído ao deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). No áudio, reproduzido durante o depoimento de Dominguetti, o parlamentar supostamente tenta negociar a aquisição de vacinas diretamente com a Davati, sem permissão ou conhecimento do Ministério da Saúde.

Para Dominguetti, o arquivo demonstraria o interesse de Miranda em intermediar a compra de vacinas por conta própria. Apesar disso, em nenhum trecho do áudio reproduzido na CPI surge a palavra “vacina” ou algo semelhante. A conversa exposta teria acontecido entre Miranda e o CEO da Davati no Brasil, Cristiano Alberto Carvalho.

– O Cristiano me relatava que, volta e meia, tinha parlamentares [o] procurando e o que mais incomodava era o Luis Miranda, o mais insistente com a compra e o valor de vacinas. O Cristiano me enviou um áudio onde pede que seja feita uma live, o nome dele, que tinha um cliente recorrente, que comprava pouco, em menos quantidade, mas que poderia conseguir colocar vacina para rodar – declarou.

Cristiano negou, em declaração ao jornal O Globo nesta quinta, que o áudio exposto tratava da aquisição de vacinas. O deputado Luis Miranda também afastou a acusação durante conversa com o presidente da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM).

– Há pouco fui conversar com o deputado Luis Miranda. Chamei outros membros. O senador Fernando Bezerra estava junto, o senador Marcos do Val. E fiz questão que tivesse testemunha da minha conversa com ele para que depois não pairasse dúvida [de] que eu tinha induzido. […] O que ele [Miranda] diz é que esse áudio é de 2020, que é uma negociação nos Estados Unidos, não tem nada a ver com Brasil. É um áudio [de quando] nem se falava em vacinas ainda e que está editado aqui para prejudicá-lo. Ele foi agora à polícia levar o áudio completo, fazer denúncia-crime e [diz] que irá dispor para a gente a edição do áudio, está certo? – disse Aziz.

Informações Pleno News


Bolsonaro criticou falta do voto impresso

Presidente da República, Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o voto impresso e, citando uma “articulação” dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que “como [o sistema eleitoral] está aí, a fraude está escancarada”.

– Tiraram o Lula da cadeia, tornaram-no elegível para ele ser presidente na fraude. Isso não vai acontecer – declarou Bolsonaro durante conversa com apoiadores na manhã desta quinta-feira (1º).

Bolsonaro repudiou a postura dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que atuaram para influenciar os partidos a rejeitarem a ideia de aprovar o voto impresso. No que classificou de “articulação” entre os membros da Corte, Bolsonaro afirmou que, se a resistência ao voto impresso prosperar, “esses três ministros vão ter que inventar uma outra maneira de termos eleições confiáveis”.

Contra o argumento de que a viabilização do voto impresso exigiria grande investimento público, Bolsonaro negou que seja um problema e garantiu: “Dinheiro tem…Já está arranjado [o] dinheiro para as eleições, para comprar impressoras”.

*Com informações da AE


Aplicativo Auxílio Emergencial ao Trabalhador
Foto: Leonardo Sá

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro podem sacar, a partir de hoje (1º) a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de junho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 13 de julho, mas foi antecipado em quase duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Informações Agência Brasil


Avaliação entre parlamentares do grupo majoritário é de que o senador “se bandeou” para o lado governista na comissão

Foto: Edilson Rodrigues

Formado inicialmente por sete senadores independentes e de oposição, o grupo majoritário da CPI da Covid, até então conhecido como G7, excluiu um integrante: o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

A avaliação dos demais parlamentares do grupo é de que Braga “se bandeou” para o lado governista nas últimas duas semanas, quando deixou, inclusive, de participar das reuniões do bloco.

Por conta disso, os demais seis senadores já criaram, inclusive, um novo grupo de WhatsApp para se comunicarem, sem a presença de Braga, que é o líder do MDB no Senado.

A possível mudança de lado de Braga na comissão já vinha sendo sentida pelos integrantes do grupo majoritário e até pelos governistas há mais de três semanas, como a coluna noticiou, ainda em 11 de junho.

Procurado, Braga negou aproximação com os governistas. Por meio da assessoria de imprensa, o líder do MDB afirmou que sua posição é pública e continua sendo de “independência”.

Na sessão da CPI desta quarta-feira (30/6), o emedebista discutiu com o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), por divergências em relação aos caminhos para a comissão investigar os estados, sobretudo o Amazonas.

Informações Metrópoles


Mega-Sena, concurso da  Mega-Sena, jogos da  Mega-Sena, loteria da  Mega-Sena
Foto: Marcello Casal Jr

A Mega-Sena sorteia, nesta quinta-feira (1º), um prêmio acumulado de R$ 22 milhões. As seis dezenas do concurso 2.386 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

Este é o segundo sorteio da Mega-Semana de Férias. O primeiro foi na terça-feira (29), quando não teve ganhador, e o próximo será no sábado (3).

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O valor de uma aposta simples, com seis dezenas marcadas, é R$ 4,50.

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 52,8 mil de rendimento no primeiro mês.

Timemania

A Timemania sorteia hoje um prêmio de R$ 7,8 milhões. O sorteio do concurso 1.657 será realizado a partir das 20h, no Espaço Loterias Caixa, na capital paulista.  

Para apostar, basta escolher dez números entre os 80 disponíveis e um time do coração ou pedir a surpresinha.

Os apostadores concorrem a prêmios nas faixas de acertos de 7, 6, 5, 4, 3 números e do time do coração. O valor da aposta única é R$ 3.  

Informações Agência Brasil


Em nota, a Bharat Biotech afirmou que o preço das doses para exportação varia entre US$ 15 a US$ 20 - Reprodução
Em nota, a Bharat Biotech afirmou que o preço das doses para exportação varia entre US$ 15 a US$ 20 Imagem: Reprodução

Sob suspeita de irregularidades no fornecimento de vacinas ao governo brasileiro, as farmacêuticas Bharat Biotech, na Índia, e Precisa Medicamentos, no Brasil, informaram que as condições para fornecimento de vacinas Covaxin contra a covid-19 ao país foram mais favoráveis que a outras nações.

Em nota, a Bharat Biotech afirmou que o preço das doses para exportação varia entre US$ 15 a US$ 20, faixa na qual o Brasil estaria no extremo inferior, a US$ 15 cada dose.

O comunicado também destaca que até o dia 29 de junho a Bharat Biotech não havia recebido nenhum pagamento adiantado do governo brasileiro, apesar de a condição ter sido imposta em outros contratos internacionais. Segundo a empresa, ela recebeu pagamentos adiantados “de vários outros países”.

Conforme mostrou o Estadão/Broadcast, o valor acordado pelo governo brasileiro pelas vacinas foi 10 vezes maior que o anunciado pela farmacêutica seis meses antes.

A farmacêutica indiana também destaca que a Precisa medicamentos, empresa responsável por intermediar o processo de compra, “é parceira da Bharat Biotech no Brasil”. Segundo a Bharat, modelo semelhante de parcerias é adotado nos outros países onde não há escritórios próprios ou representações da farmacêutica. O Estadão/Broadcastmostrou que a Precisa Medicamentos esperava receber pelo menos R$ 800 milhões dessa parceria com a venda do imunizante indiano a clínicas privadas.

Nesta ontem, o Ministério da Saúde anunciou que suspenderia temporariamente o contrato de compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin. Um dia antes, o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu de senadores notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro por prevaricação.

Informações UOL Notícias


O homem é policial militar em Minas Gerais e responde por 37 processos judiciais. A denúncia de um suposto esquema de corrupção foi publicada pelo jornal Folha de São Paulo.

Dominghetti Pereira é policial militar em Minas Gerais — Foto: Arquivo pessoal

Dominghetti Pereira é policial militar em Minas Gerais — Foto: Arquivo pessoal 

O homem que se apresentou como representante da Davati Medical Supply – que diz ser intermediária na venda da AstraZeneca – e denunciou um suposto esquema de propina em reportagem do jornal Folha de São Paulo, é o cabo da Polícia Militar de Minas Gerais, Luiz Paulo Dominghetti Pereira. 

Segundo a corporação, ele trabalha no município de Alfenas, no Sul do estado. 

Ministério da Saúde pode ter iniciado negociação com empresa que não apresentou condições de entregar nenhuma dose da vacina prometida

Ministério da Saúde pode ter iniciado negociação com empresa que não apresentou condições de entregar nenhuma dose da vacina prometida 

Na reportagem da Folha de São Paulo, Luiz Paulo disse que negociou com representantes do Ministério da Saúde a venda de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, e só não fechou negócio porque não concordou em pagar propina. 

O envolvimento do PM neste tipo de negócio é recente, como explicou um homem que trabalhou com ele, tentando vender vacinas às prefeituras mineiras. Ele não quis se identificar. 

“Eu conheci ele mais ou menos em fevereiro deste ano. Foi na época que o estado do Amazonas estava tendo aquele colapso da Covid”, disse o homem. 

Segundo o funcionário, nenhum contrato chegou a ser assinado. 

Responde a 37 processos na Justiça

Luiz Paulo Dominghetti Pereira morou em Belo Horizonte até o fim do ano passado. Segundo os moradores, a família era reservada e praticamente não tinha contato com a vizinhança. O dono do apartamento em que ele morava disse que Dominghetti saiu devendo quatro meses de aluguel, e ainda responde, na Justiça, a um processo de cobrança desta dívida. 

Em outro processo, o PM é acusado por uma mulher de ter comprado um carro financiado em nome dela. Além de não pagar as parcelas, levou multas que estão em nome da proprietária e sumiu com o veículo, que até hoje não foi localizado. Ao todo, o nome dele aparece em 37 processos na Justiça. 

A Davati negou que Luiz Paulo seja seu representante no Brasil e admitiu que não tem convênio com a AstraZeneca. O laboratório responsável pela vacina afirmou que não tem empresas privadas como representantes e que só vende imunizantes contra a Covid para governos e organismos multilaterais. 

A Polícia Militar de Minas Gerais informou que Luiz Paulo Dominguetti Pereira, autor da denúncia de cobrança de propina no Ministério da Saúde, é integrante da força no estado e atualmente está lotado no batalhão da cidade de Alfenas, no Sul de Minas. 

Depois que a denúncia veio a público, a PM de Minas instaurou relatório de investigação preliminar para apurar se a conduta dele fere o código de ética e disciplina da instituição. 

Ainda segundo a PM, no ano passado, Dominghetti trabalhou no gabinete militar do governo do estado, mas foi afastado da função por não corresponder ao perfil necessário de atuação no órgão.

Informações G1

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