As agências bancárias abrem em horário especial na véspera do Natal. No dia 31, as instituições financeiras ficam fechadas, segundo informações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
A Febraban lembra que as agências bancárias não funcionam em feriados oficiais, sejam municipais, estaduais ou federais. Dessa forma, os bancos não funcionam nos dias de Natal e de ano-novo.
Portanto, o último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias, será 30 de dezembro (quinta-feira).
Véspera de Natal
Confira o horário de atendimento ao público no dia 24 de dezembro:
Canais de atendimento
A população poderá utilizar os meios eletrônicos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.
Os carnês e contas de consumo, como água, energia e telefone, vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.
Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).
Paraná Pesquisas: Geraldo Alckmin lidera pesquisa eleitoral em SP. Em um cenário sem ele e Haddad, Marcio França aparece em primeiro| Foto: CLP/Divulgação; Governo do Estado de São PauloOuça este conteúdo
Novo levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta quarta-feira (22), mostra Geraldo Alckmin (sem partido) na dianteira da corrida eleitoral pelo governo de São Paulo, com 30,2% das intenções de voto. O petista Fernando Haddad aparece em segundo, com 16%.
Em um segundo cenário apresentado pelo instituto, sem a presença do ex-tucano e do petista Fernando Haddad – ambos estão sendo sondados para disputar os cargos de vice-presidente e senador, respectivamente –, Marcio França (PSB) aparece em primeiro, com 24,3% da preferência dos entrevistados. Guilherme Boulos (Psol) está em segundo lugar, com 18,6%.
Na disputa da única vaga de senador pelo estado de São Paulo, o levantamento do Paraná Pesquisas mostra o apresentador José Luiz Datena na frente, com 25,7% das intenções de voto. Veja a seguir os números do levantamento para a disputa ao Palácio Bandeirantes e à cadeira no Senado.
Pesquisa eleitoral para governador em São Paulo
Cenário com Alckmin e Haddad
Geraldo Alckmin (sem partido): 30,2%
Fernando Haddad (PT): 16%
Guilherme Boulos (PSOL): 12,5%
Tarcísio de Freitas (sem partido): 6,3%
Rodrigo Garcia (PSDB): 5,4%
Arthur do Val (Patriota): 4,6%
Vinicius Poit (Novo): 0,8%
Brancos/nulos/nenhum: 18,3%
Não sabe/não respondeu: 6%
Cenário sem Alckmin e Haddad
Marcio França (PSB): 24,3%
Guilherme Boulos (PSOL): 18,6%
Rodrigo Garcia (PSDB): 7,9%
Tarcísio de Freitas (sem partido): 6,7%
Arthur do Val (Patriota): 5,2%
Vinicius Poit (Novo): 1%
Brancos/nulos/nenhum: 27,2%
Não sabe/não respondeu: 9,1%
Potencial eleitoral
O Paraná Pesquisas também perguntou aos entrevistados em quem votaria e em quem não votaria de jeito nenhum. Alckmin tem o apoio mais consolidado, com 13,8% dos entrevistados afirmando que votariam nele para o governo do estado de São Paulo. Por outro lado, Haddad tem a maior rejeição: 52% dizem que não votariam nele. O pré-candidato mais desconhecido dos eleitores paulistas é Rodrigo Garcia, a aposta do atual governador, João Doria, que é pré-candidato à Presidência da República e não deve concorrer à reeleição. Confira abaixo os dados da pesquisa:Potencial eleitoral comparativo. Fonte: Paraná Pesquisas/Dezembro de 2021
Pesquisa eleitoral para senador em São Paulo
O apresentador José Luiz Datena (sem partido) está liderando a corrida para a única vaga de senador por São Paulo, tendo sido citado por 25,7% dos eleitores paulistas entrevistados neste levantamento do PR Pesquisas. O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) aparece em segundo, com 19,8% das intenções de voto. Veja a seguir todos os números da pesquisa.
José Luiz Datena (sem partido): 25,7%
Sergio Moro (Podemos): 19,8%
Fernando Haddad (PT): 17,7%
Janaina Paschoal (PSL): 7,7%
Paulo Skaf (MDB): 7,4%
José Aníbal (PSDB): 0,8%
Brancos/nulos/nenhum: 14,5%
Não sabe/não respondeu: 6,5%
Metodologia da pesquisa
O Paraná Pesquisas ouviu 1818 eleitores no estado de São Paulo entre os dias 13 e 17 de dezembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro estimada é de 2,5 pontos percentuais, para ou mais ou para menos. Foram auditadas simultaneamente 20% das entrevistas.
Pesquisa consultou eleitores maiores de 16 anos em 88 municípios do estado
Ex-presidente Lula Foto: Instituto Lula/Ricardo Stuckert
O Instituto Paraná divulgou nesta quarta-feira (22) os resultados de uma pesquisa que revela que 41% dos eleitores de São Paulo não votariam no PT sob “nenhuma condição”. A pesquisa entrevistou 1.818 eleitores com 16 anos ou mais, em 88 municípios do estado, entre os dias 13 a 17 de dezembro.
O partido de Lula foi o que registou, de longe, a maior taxa de rejeição, com uma diferença de 29,8 pontos percentuais em relação ao PSDB, partido com a segunda maior rejeição.
Segundo o estudo, o PL, partido de Bolsonaro, é o terceiro mais rejeitado do estado, com 10,2% dos entrevistados afirmando que não votariam em candidatos desta legenda sob nenhuma condição. No entanto, a porcentagem é quatro vezes menor que a rejeição do PT.
VEJA O RANKING TOTAL DE REJEIÇÃO: Não sabe/ não opinou: 14,2% Não deixaria de votar em nenhum(a) candidato(a) por conta do partido: 13,3% Não votaria em nenhum: 3,1% PT: 41,0% PSDB: 11,2% PL: 10,2% PSOL: 8,7% UNIÃO BRASIL (PSL+DEM): 5,7% PODE: 4,2% PSD: 3,5% NOVO: 3,1% PATRIOTA: 3,1% PSB: 1,5% Outros partidos citados: 1,0%
Ministério do Desenvolvimento Regional anunciou hoje (22) a retomada de obras referentes a três módulos visando a construção de três mil moradias no Residencial Mato Grosso I, II e III, em São Luís, no Maranhão. A continuidade das obras representa R$ 90,2 milhões de um total de R$ 254,8 milhões investidos, informou o ministério.
Acrescentou que das três mil casas térreas, 300 serão retomadas sem necessidade de aporte financeiro. A expectativa é de que 12 mil pessoas de baixa renda sejam beneficiadas com o empreendimento.
A assinatura da retomada das obras foi feita no Maranhão, com a participação do ministro Rogério Marinho. Ele lembrou que há, no país, 185 mil unidades similares cujas obras estavam paradas.
“O empreendimento foi contratado em 2013 e sofreu cinco reprogramações no período entre 2014 e 2019”, informou o ministério, que, por meio do programa Casa Verde e Amarela, entregou este ano 345,6 mil moradias.
O novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, poderá revogar o trecho do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que prevê a liberação de R$ 4,9 bilhões do “fundão eleitoral” nas eleições de 2022. A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional na noite desta terça-feira (21). O partido Novo entrou com um pedido de urgência para a análise da revogação do Fundão no STF. Nesta terça-feira (21), porém, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, considerou que “a análise dos autos revela que o caso não se enquadra na hipótese excepcional do regimento interno do Supremo”.
Com a decisão de Fux, o processo será encaminhado para André Mendonça, relator da ação, na volta das atividades do Judiciário. O pedido do Novo argumenta que o dispositivo criado no Congresso para a elevação da verba do fundão, inicialmente prevista em R$ 2,1 bilhões, seria inconstitucional e invadiria a competência do presidente da República.
O Ministro se disse “honrado” pelo reconhecimento de seu trabalho
Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Fellipe Sampaio/STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi eleito brasileiro do ano de 2021 pela revista IstoÉ. Ao anunciar a decisão, o periódico classificou o magistrado como “destemido, corajoso e resoluto”, além de “um dos principais ministros” da Suprema Corte e “um dos maiores especialistas em Direito Constitucional do país”. Na avaliação da Istoé, o destaque de Moraes este ano foi pela sua “incansável defesa da democracia”.
Em entrevista à revista, Moraes se disse “honrado” pelo reconhecimento de seu trabalho e comentou a sua atuação nos acontecimentos políticos deste ano. O magistrado foi o responsável por dar ordem de prisão a apoiadores do presidente Jair Bolsonaro investigados no inquérito das milícias digitais. Ele disse que há pessoas que “confundem liberdade de expressão com liberdade de agressão” e negou a existência de censura prévia no país.
– Eles podem expressar o que bem entenderem. Ninguém tolheu a liberdade deles. Tanto que não houve censura prévia. Eles ameaçaram, atentaram e ofenderam. Se você é corajoso o suficiente para usar a sua expressão, além da liberdade para atacar as instituições, deve ter coragem também de assumir as suas responsabilidades. Mas quem abusa com discursos de ódio, preconceituosos, discursos que atentem contra a democracia, a legislação prevê que isso é crime e essas pessoas devem ser responsabilizadas penalmente.
Moraes também comentou os atos do 7 de setembro, dizendo que foram “ofensivos” e não devem se repetir.
– Foram atos ofensivos não só contra a pessoa deste ministro, mas principalmente contra o Supremo. No dia seguinte, o presidente se retratou. Atos assim não devem se repetir em um Estado Democrático de Direito – assinalou.
Ele afirmou a Carta à Nação do presidente Bolsonaro representou um “recuo” e evidenciou que o líder do Planalto percebeu que “extrapolou”. Ele negou que Corte tenha responsabilidade nos embates que ocorreram entre o Executivo e o Judiciário.
– Por parte do Supremo, em momento algum houve ameaças ou tentativas de ruptura em relação ao Executivo. O STF simplesmente cumpriu a Constituição durante todo esse período, com mais ênfase ainda durante a pandemia. Por isso, eu trataria aquilo como um episódio em que o presidente da República percebeu que havia extrapolado e recuou. Aquela retratação foi importantíssima para o equilíbrio do país – assinalou.
Moraes avaliou ainda que um dos atos “mais importantes para a defesa da democracia” foi a instauração do inquérito dos atos antidemocráticos.
– Este inquérito permitiu que iniciássemos as investigações e no momento em que as agressões passaram a se ampliar. Quando as estruturas criminosas começaram a atuar mais livremente, já tínhamos uma investigação sólida, com dados importantes que permitiram não só os pedidos de prisão por parte da PGR, mas também da PF, e outras medidas importantes como bloqueios de dinheiro e o fim da monetização de determinadas redes sociais. Isso, sem dúvida, se não eliminou de vez, ao menos estancou uma grande parte dessa atividade criminosa.
Além do ministro, a IstoÉ elegeu outros dez brasileiros que, na visão deles, se sobressaíram nas áreas da política à cultura, do meio ambiente à diversidade, do esporte à ciência. Os nomes serão anunciados nos próximos dias.
O ano de 2022 terá apenas um feriado nacional prolongado, a Paixão de Cristo, dia 15 de abril, que tradicionalmente cai em uma sexta-feira, podendo ser emendado com o fim de semana. Isso sem considerar os feriados estaduais e municipais e festejos como o carnaval, que é ponto facultativo (algumas cidades adotam como feriado) e vai de segunda a quarta-feira, dias 28 de fevereiro, 1º e 2 de março.
A portaria do Ministério da Economia, que estabelece os dias de descanso no âmbito da administração pública federal, foi publicada hoje (22) no Diário Oficial da União. Os feriados estaduais e municipais também serão observados nas respectivas localidades, e os serviços considerados essenciais deverão ser preservados nesses dias.
Três feriados nacionais serão celebrados nos fins de semana, começando com 1º de janeiro, dia da Confraternização Universal e celebração do Ano-Novo, que será sábado. Dias 1º de maio (Dia Mundial do Trabalho) e 25 de dezembro (Natal) serão no domingo.
Além desses, também são considerados feriados nacionais os dias 21 de abril (Tiradentes), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados) e 15 de novembro (Proclamação da República). Na lista do Ministério da Economia também estão os pontos facultativos de 16 de junho (Corpus Christi) e 28 de outubro (Dia do Servidor Público).
SBT é a TV mais querida para o público do Rio de Janeiro em 2021 (Imagem: Reprodução / SBT)
Nos últimos dias, a Globo foi surpreendida por uma pesquisa feita pelo seu jornal no Rio de Janeiro. Ao contrário do que a família Marinho esperava, a sua empresa não foi colocada como a mais querida pelos cariocas, mas sim o SBT.
O jornal O Globo colocou em votação as marcas mais queridas em vários campos de atuação, entre os meios de comunicação do Rio, o SBT atingiu o primeiro lugar e superou a emissora-líder, Record e Band.
Seguindo a linha de comunicação, a operadora de TV por assinatura mais mencionada positivamente pelos cariocas foi a Sky, que bateu empresas do mesmo ramo como a Claro/Net e a Vivo.
A Samsung apareceu em mais de uma categoria. A marca estrangeira foi líder em aparelhos de celular e tablet, computadores, eletrodomésticos e marcas que respeitam o consumidor.
SBT x Globo pela Libertadores da América
As duas emissoras entraram em confronto nos últimos meses depois que a TV carioca mostrou simpatia pela volta da Libertadores ao seu catálogo esportivo.
O canal de Silvio Santos reagiu e abriu um diálogo com a Conmebol em busca da renovação do contrato antes do previsto.
Recentemente, Fernando Manuel Pinto, diretor de Aquisição de Direitos Esportivos do Grupo Globo, disse em entrevista ao UOL Esporte:
“A Libertadores é um produto que sempre interessou e sempre interessará à Globo, a Globo não deixou de renovar um direito de Libertadores, houve um episódio muito marcante, não apenas para a mídia, para o Brasil, acho que para o mundo todo, com o impacto muito severo ano passado, a questão da pandemia, esse contrato que teria vigência da Globo com a Conmebol até 2022 foi rescindido e, enfim, eu acho que esse é o quadro sobre a Libertadores”.
No Rio de Janeiro, as maiores audiências do SBT nos últimos dois anos foram proporcionadas por jogos do torneio. Segundo o executivo, “o futuro da Libertadores na Globo depende de diversos aspectos”.
Agência solicitou mais informações ao Instituto Butantan
Anvisa avalia vacinar crianças com CoronaVac Foto: EFE/Javier Roibás Veiga
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu, nesta terça-feira (21), mais informações ao Instituto Butantan sobre o uso da CoronaVac no público infantil. A autarquia concluiu que ainda faltam dados para liberar o uso emergencial do imunizante em crianças.
A decisão ocorreu após reunião entre técnicos da Anvisa, representantes do Butantan e de sociedades médicas.
Após a análise dos dados apresentados pela instituto, pesquisadores e especialistas, entre eles imunologistas e pediatras, entenderam que há informações “ausentes no processo”.
– A Anvisa vai encaminhar ao Instituto uma série de questionamentos sobre dados que ainda não estão presentes no processo e que impedem a conclusão da análise pela Agência – descreveu a agência reguladora.
Entre os problemas apontados pela Anvisa, os técnicos indicaram que praticamente não houve alterações “em relação aos dados apresentados pelo Butantan entre o pedido de julho de 2021, no processo que foi indeferido, e o pedido mais recente”.
– Na avaliação dos técnicos da Anvisa e dos especialistas externos convidados há lacunas importantes nos dados apresentados pelo Butantan que ainda impedem afirmar de forma científica o grau de imunidade gerado nas crianças e adolescentes – indicou.
O Instituto Butantan, por sua vez, afirmou em nota que “agradece as associações médicas” que participaram do processo, e destacou que “foram apresentados dados robustos sobre imunogenicidade e segurança do imunizante, mostrando, mais uma vez, que há elementos suficientes para autorização”.
Para o secretário especial de Cultura, a medida gera “segregação”
Secretário especial de Cultura, Mario Frias Foto: MTur/Roberto Castro
O secretário especial de Cultura, Mario Frias, criticou nesta segunda-feira (20) o passaporte da vacina após sua esposa e sua filha caçula terem sido impedidas de se hospedar em um hotel no Rio de Janeiro, neste final de semana. Para Frias, a medida gera “segregação”.
Na noite do último sábado (18), o secretário estava viajando a trabalho quando recebeu a notícia de que sua esposa, Juliana Camatti, e sua filha caçula, Laura, haviam sido impedidas de permanecer no local. Frias disse em entrevista à Joven Pan que é favorável à vacinação, mas defendeu o direito de escolha.
– Deixo bem claro que não sou contra vacina. Acho, inclusive, que a campanha de vacinação é um sucesso e não me oponho a quem quer se vacinar. O que eu discuto desde o princípio é o meu direito de escolher se quero me vacinar ou não. Vou repetir: não sou contra a vacina, mas, na minha opinião pessoal, passaporte vacinal gera segregação. Infelizmente, experimentei isso esses dias – disse o secretário.
Frias afirmou ainda que o hotel não é responsável pelo ocorrido, pois “essa responsabilidade foi transferida para os governadores e prefeitos. Não é uma crítica pessoal ao hotel”.
No dia em que sua família foi barrada, Frias disse que iria “processar todos os responsáveis por esse ato” e prometeu: “Não irão tomar minha liberdade e da minha família sem que eu lute por ela”.