Um levantamento realizado pelo PoderData divulgado nesta segunda-feira (18), mostra centro político prefere o ex-presidente  Lula. No entanto, 1 em 3 eleitores no Brasil se considera de direita.

De acordo com o PoderData, em oito meses, de agosto de 2021 a abril de 2022, o número de brasileiros que consideram como ‘de centro’ perdeu espaço para aqueles que se dizem ‘de direita’.

Com isso, a direita passou a contar com uma fatia mais ‘generosa’ de eleitores. Isso porque a maioria dos eleitores brasileiros se identifica como de direita. Em agosto do ano passado eram 24% do eleitorado, hoje são 33%.

(Divulgação/PoderData)

Ainda de acordo com a pesquisa, 62% dos eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018 têm intenção de repetir seu voto no pleito de 2022. De acordo com o levantamento, o crescimento de 15 pontos percentuais em relação ao último levantamento do atual presidente é estimulado pela saída do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) da disputa.

Informações Terra Brasil Notícias


Nova funcionalidade do aplicativo permitirá grupos com milhares de pessoas

MPF pede que WhatsApp adie lançamento de grupos maiores Foto: Pixabay

No último sábado (16), o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo perguntou ao WhatsApp se a plataforma poderia adiar para 2023 o lançamento de uma nova funcionalidade chamada Comunidades. A nova função funciona como grupos, mas permite a participação de 2.560 pessoas.

O WhatsApp chegou a informar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pretende lançar a funcionalidade apenas após o segundo turno das eleições deste ano.

Para o MPF, a “nova funcionalidade agora anunciada precisa ser vista com muito cuidado, pois pode, a depender de como vier a ser implementada, representar um real retrocesso do movimento de contenção de comportamentos abusivos potencialmente ligados à desinformação, que o WhatsApp, a princípio, vinha promovendo de forma eficiente nos últimos anos”.

O órgão deu um prazo de 10 dias para que o aplicativo de mensagens informe sobre o pedido.

Informações Pleno News


A Câmara dos Deputados deve votar nesta segunda-feira (18) um requerimento de urgência urgentíssima de um projeto de lei que visa impedir qualquer alteração aos textos dos livros da Bíblia, tida como sagrada por religiões cristãs, como protestantes e católicos. Caso o requerimento seja aprovado, o texto poderá tramitar com maior celeridade na Casa.

O projeto é do deputado pastor Sargento Isidório (Avante-BA) e “veda qualquer alteração, edição, supressão, adição ou adaptação aos textos dos livros da Bíblia Sagrada, mantendo a inviolabilidade de capítulos e versículos proibindo modificar o texto sagrado garantindo a pregação do seu conteúdo em todo territorio nacional”.

O texto estava junto com outro projeto que proibia e criminalizava o uso da palavra “Bíblia” e da expressão “Bíblia Sagrada” fora do contexto “já consagrado há milênios pelas diversas religiões cristãs”. O projeto foi retirado pelo próprio relator, o pastor Isidório, que disse reconhecer o equívoco na matéria. No pedido de retirada, ele ressaltou que a principal proposição de interesse dos cristãos era o projeto 4.606, de 2019, relativo à vedação de alterações aos textos da Bíblia.

“Nós, cristãos, mais de 89% dos brasileiros, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], consideramos a Bíblia a palavra de Deus na Terra. O que torna qualquer alteração na redação deste livro um ato mais que absurdo, flagrantemente uma intolerância religiosa e, por que não dizer, uma grande ofensa para a maioria dos brasileiros, independente da sua religião. Por isso, nossa legítima preocupação em tombar esse texto sagrado através do Parlamento federal, garantindo uma vez por todas a inviolabilidade de sua redação e sua explanação pública no Brasil”, defendeu o deputado na justificativa do projeto.

O pastor também alega que “não se pode permitir possibilidades para que nunca esse livro sagrado seja tocado em nenhum momento da nossa existência”. O texto do projeto é curto, mas, além de vedar mudanças à Bíblia, diz que fica “garantida a pregação do seu conteúdo em todo o territorio nacional”.

Informações R7


São cada vez mais frequentes os rumores em Brasília de que o ex-presidente Lula desistirá da sua candidatura presidencial. Sua intenção, na qual acreditam inclusive próceres do PT, é passar o bastão para Fernando Haddad “na hora certa”, quando avaliar que sua campanha necessitar de uma jogada como esta para empolgar o eleitorado de classe média que resiste a votar nele, em razão dos processos e das múltiplas acusações de corrupção, tráfico de influência, quadrilha etc.

Na cúpula do PT atribui-se a provável desistência de Lula a sua mulher, Janja, a quem ele teria prometido, ao ser solto, que não seria candidato.

Alegando que foi presidente duas vezes e já tem lugar na História, ele pretenderia “curtir” o resto da vida com Janja, viajando.

A eventual desistência resolveria o problema da aliança PT-PSB em São Paulo, liberando Lula para apoiar Márcio França ao governo estadual.

Esse assunto recebe tratamento de “proibido”, na cúpula do PT, até para não esvaziar as consequências políticas do “fator surpresa”.

Portal Grande Ponto


Casa lotérica na zona sul do Rio de Janeiro

O governo federal autorizou a criação de uma nova modalidade lotérica chamada +Milionária. O concurso será de periodicidade semanal e ainda não tem data de estreia definida. A autorização para promoção do novo produto foi dada à Caixa, banco responsável por gerenciar as loterias federais, e publicada em portaria no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (18). A portaria entra em vigor em 2 de maio.

Diferentemente da Mega Sena, a +Milionária terá duas matrizes distintas para cada aposta: a primeira, onde o apostador pode marcar de 6 a 12 números, é a chamada Matriz 1, e vai de 1 a 50. A segunda, chamada Matriz 2, vai de 1 a 6 e deverá ser preenchida com duas escolhas.

Para a menor combinação possível de números, chamada aposta simples, o jogador pagará R$ 6 por bilhete. Segundo o Diário Oficial, o primeiro sorteio da +Milionária deverá oferecer, no mínimo, R$ 10 milhões em prêmios.

A +Milionária oferecerá também a opção “teimosinha”, que repete automaticamente as mesmas dezenas durante um determinado número de sorteios.

Informações Agência Brasil


Participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 fazem, neste domingo (28), segundo dia de avaliação, provas de matemática e de ciência da natureza.
Foto: Valter Campanato

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou até 30 de abril o prazo para que estudantes com contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) façam os aditamentos de dilatação e transferência dos contratos de financiamento, concedidos até o segundo semestre de 2017 e referente ao primeiro semestre de 2022. O novo prazo foi estipulado em portaria publicada hoje (18), no Diário Oficial da União.

O novo prazo vale para a realização de transferência integral de curso ou de instituição de ensino e de solicitação de ampliação do prazo de utilização do financiamento, respectivamente, referente ao primeiro semestre de 2022.

Os aditamentos deverão ser realizados por meio do Sistema Informatizado do Fies (SisFies), disponível na página eletrônica do Ministério da Educação.

*Agência Brasil


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (18) que a portaria que encerra a emergência da Covid-19 deve ser publicada até esta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU). “Nenhuma política pública essencial ao enfrentamento da Covid-19 será interrompida”, ressaltou, em conversa com a CNN Brasil.

Em pronunciamento, na noite deste domingo (17), o ministro afirmou que o atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – a ESPIN. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, disse.

*Bahia.ba


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, faz pronunciamento em Rede Nacional Obrigatória de Emissoras de Rádio e Televisão.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em pronunciamento de rádio e TV, na noite deste domingo (17), o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia. Segundo o ministro, o anúncio foi possível por causa da melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo o ministro, nos próximos dias será editado um ato normativo sobre a decisão. Queiroga afirmou que a medida não significa o fim da covid-19. “Continuaremos convivendo com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros, em total respeito à Constituição Federal.”

Vacinação

No pronunciamento, o ministro falou que o país realizou a maior campanha de vacinação de sua história, com a distribuição de mais de 476 milhões de doses de vacina. Foi ressaltado que mais de 73% dos brasileiros já completaram o esquema vacinal contra a covid-19 e 71 milhões receberam a dose de reforço. 

O ministro também destacou os investimentos feitos na área nos últimos dois anos. “O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, fortaleceu o SUS, com a expansão da capacidade de vigilância, ampliação na atenção primária e especializada à saúde. Foram mais de R$ 100 bilhões destinados exclusivamente para o combate à pandemia, além dos mais de R$ 492 bilhões para o financiamento regular da saúde desde 2020”, disse Queiroga.

Emergência sanitária 

O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos de covid-19. No dia 3 de fevereiro de 2020 o ministério declarou a covid-19 como uma emergência de saúde pública de importância nacional..

A declaração de transmissão comunitária no país veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença no país. Segundo último balanço, divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo, o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 5.337.459 casos de covid-19 e 661.960 mortes. Há 29.227.051 pessoas que se recuperaram da doença, o que representa 96,6% dos infectados. Há ainda 363.607 casos em acompanhamento.

Informações Agência Brasil


Fernando Ayres da Motta afirmou que Roger Moreira “está querendo transformar a vida do pai em um inferno”

Foto: Metrópoles 

Neste domingo (17), o advogado do jornalista Cid Moreira, Fernando Ayres da Motta, falou sobre um pedido apresentado à Justiça por Roger Moreira, filho adotivo de Cid Moreira. Em entrevista ao colunista Leo Dias, do site Metrópoles, o defensor disse que o jovem “querendo transformar a vida do pai em um inferno”.

Na última quinta-feira (14), Cid foi denunciado por seu filho adotivo, Roger Moreira, por suposta prática de homofobia e de infrações ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os autos apontam que, quando se casou com Maria de Fátima Sampaio, Cid Moreira teria tentado desfazer a adoção de Roger sob o argumento de o rapaz ser gay. O comunicador é acusado ainda de ter proibido o filho de estudar durante a adolescência.

Ao comentar o episódio, o advogado do jornalista afirmou quais seriam as intenções do jovem

– O Roger, além de ser mentiroso, está forçando essa situação para ver se tira algum [dinheiro] do pai – apontou.

Fernando Ayres da Motta apontou explicou ainda o processo de separação de Cid Moreira e Ulhiana Naumtchyk.

– O Cid tinha um cláusula na separação dele [com Ulhiana] que o obrigava a pagar 50% de tudo que ele recebesse [à ex-esposa] até ele morrer. Então, eles [Ulhiana e Roger] teriam garantido uma pensão de 50% de tudo aquilo que ele ganhasse. Eu fui constituído na época e entrei com uma declaração para que se considerasse nula essa cláusula. E foi considerada nula, então a ex-mulher e ele [Roger], por extensão, pararam de receber. De lá pra cá, ele está querendo transformar a vida do pai em um inferno – destacou.

O defensor ainda rebateu o que ele chamou de “tese da homofobia”.

– Ele foi adotado por influência da ex-mulher do Cid que era a tia [Ulhiana Naumtchyk] dele. E quando ele diz que ele foi adotado com 13 anos é mentira. Ele foi adotado com 25 anos, maior e capaz (…) Ele inventou essa tese de homofobia que foi adotado aos 13 anos. Ele tem pai e mãe (biológicos) vivos e mesmo assim o Cid sempre teve a maior amizade e, de repente, ele se voltou contra ele

Informações Pleno News


Beneficiários podem sofrer reajuste anual e por faixa etária - Getty Images
Beneficiários podem sofrer reajuste anual e por faixa etária Imagem: Getty Images

Ter plano de saúde no Brasil está difícil, por causa do custo. Quem tem um plano enfrenta dois tipos de reajuste. O primeiro é o anual, que incide em todos os contratos uma vez por ano, e o segundo é por idade e é aplicado o envelhecimento do cliente.

A expectativa do setor é que os planos individuais tenham reajuste de 16% neste ano. Mas o que fazer se o aumento pesar demais no bolso? Especialistas ouvidos pelo UOL dizem que existem algumas alternativas antes de abrir mão da assistência privada.

Negociar com a operadora

Matheus Falcão, analista do programa de Saúde do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), orienta que o cliente questione a operadora sobre o reajuste assim que perceber um aumento muito forte no preço da mensalidade.

“O consumidor precisa perguntar de onde veio o percentual do reajuste e usar o Código de Defesa do Consumidor a seu favor, principalmente sobre direito de informação. A tentativa aqui é fazer uma barganha com a operadora. Percebemos que em alguns casos dá para conseguir descontos na mensalidade nessa conversa”, afirma Falcão.

Nem sempre o consumidor vai conseguir negociar. Se isso não acontecer, a orientação é fazer uma denúncia nos órgãos de defesa do consumidor, como Procon.

Se ainda assim a situação não for resolvida, o próximo passo é entrar com um processo na Justiça. Os especialistas orientam que o consumidor não deixe de pagar o plano de saúde durante o período, a não ser que tenha alguma autorização da Justiça.

A lei permite que as operadoras suspendam a assistência depois de 60 dias com dívidas em atraso nos planos individuais.

“Os planos individuais só podem ser cancelados por inadimplência depois de 60 dias, e a operadora precisa comunicar o consumidor até o 50º dia. Nos planos coletivos, não existe uma regra na lei, precisa ver o que está no contrato”, afirma Rafael Robba, advogado do escritório Vilhena Silva.

Troca de plano de saúde

Outra alternativa é a portabilidade de carências, que significa que o consumidor pode trocar de plano de saúde sem nenhum tipo de restrição de cobertura (carência). A portabilidade tem algumas regras:

  • O plano atual deve ter sido contratado depois de 1º de janeiro de 1999 ou ter sido adaptado à Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98)
  • O contrato deve estar ativo, ou seja, o plano atual não pode estar cancelado
  • O beneficiário deve estar em dia com o pagamento das mensalidades
  • O beneficiário deve cumprir o prazo mínimo de permanência no plano. Na primeira portabilidade, são dois anos no plano de origem ou três se tiver cumprido a cobertura parcial temporária para uma doença ou lesão preexistente. Na segunda portabilidade, o prazo de permanência exigido é de pelo menos 1 ano ou 2 anos caso tenha feito portabilidade para o plano atual com coberturas não previstas no plano anterior
  • O plano de destino deve ter preço compatível com o seu plano atual

Os documentos necessários para a portabilidade são comprovante de pagamento das três últimas mensalidades, comprovante do prazo de permanência, relatório de compatibilidade entre os planos (emitidos pelo Guia ANS de Planos de Saúde). Se o plano de destino for coletivo, deve apresentar o comprovante de que está apto para ingressar no plano.

Um ponto importante é que a compatibilidade considera o preço inicial de contratação do plano, ou seja, desconsidera os reajustes aplicados ao longo do tempo. Isso ajuda a aumentar a quantidade de planos que podem ser compatíveis na hora da portabilidade.

Apesar de algumas operadoras dificultarem a portabilidade para idosos ou com alguma doença pré-existente, Robba afirma que esse é um direito do consumidor, desde que cumpra todos os requisitos.

“É importante que o consumidor se documente sobre toda a tentativa de fazer a portabilidade. Se houver qualquer recusa da operadora, pode abrir uma reclamação na ANS ou na Justiça”, afirma Robba.

A operadora de destino tem até 10 dias para avaliar o pedido de portabilidade. A ANS orienta que o consumidor solicite o cancelamento do plano antigo em até cinco dias após o início do novo plano.

“Se você não solicitar o cancelamento nesse prazo, estará sujeito ao cumprimento de carências no novo plano por descumprimento das regras”, explica a ANS.

Informações UOL