Imagem: Reprodução/ TV Globo
Imagem: Reprodução/ TV Globo

Autor da facada no presidente Jair Bolsonaro (PL), Adélio Bispo de Oliveira, passará por uma nova perícia e pode obter liberdade. A sentença, que transitou em julgado em 12 de julho de 2019, determina que a perícia médica deve ser realizada ao fim do prazo mínimo de 3 anos, que termina em 12 de julho de 2022. A infortmação é do portal G1.

Em laudo de 2019, Adélio foi diagnosticado com transtorno delirante permanente paranoide, o que não permite a punição criminal, e, por isso, ele foi considerado inimputável. A nova avaliação será feita para saber se o estado de saúde mental dele permanece o mesmo e se ele ainda representa um risco para a sociedade.

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça nesta semana que determine a realização da perícia médica para averiguar a persistência ou cessação da periculosidade de Adélio, tendo em vista o prazo inicial de 3 anos de internação. O pedido já foi recebido e encaminhado para análise.

“Os autos encontram-se conclusos para decisão de Dr. Bruno Savino. Até o momento, ele ainda não analisou o pedido do MPF, mas deve determinar a expedição de ofício ao juízo da 5ª Vara Criminal de Campo Grande (MS), solicitando que aquele juízo providencie a realização da perícia, pois é o responsável pela fiscalização da medida de segurança imposto a Adélio Bispo de Oliveira”, explicou a Justiça Federal.

*Bahia.ba


Fachada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)
Foto: Valter Campanato

Uma comitiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia, nesta sexta-feira (6), missão para Jordânia, Egito e Marrocos. O grupo se reunirá com representantes de empresas privadas e de governos desses três países para tratar sobre o fornecimento de fertilizantes e a ampliação de investimentos no Brasil.

Na Jordânia, o principal tema será o fornecimento de fertilizantes à base de potássio. No Egito, o foco serão os nitrogenados, e em Marrocos, os fosfatados. O retorno da comitiva ao Brasil está previsto para o dia 14 de maio.

A agenda na Jordânia, que começa amanhã (7), prevê reuniões com diretorias de importantes empresas produtoras de potássio, como a Arab Potash Company (APC), que produz mais de 2,4 milhões de toneladas por ano, e a Jordan Phosphate Mining Company (JPMC), com capacidade de produção superior a 7 milhões de toneladas por ano.

Também estão previstas reuniões do ministro brasileiro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes com seu homólogo da Jordânia, Khaled Musa Henefat, e com o ministro da Indústria, Comércio e Abastecimento, Youssef Al-Shamal.

Na segunda-feira (9), a delegação do Mapa chega ao Cairo, onde o ministro Marcos Montes deverá se reunir com o vice-ministro da Agricultura, Moustafa El Sayeed, e com o ministro do Abastecimento, Aly Al Moselhy. A delegação do Mapa participa do Fórum Brasil – Egito: Oportunidades no comércio bilateral, promovido pela Câmara de Comércio Árabe-Brasil.

Também estão previstas reuniões com representantes do setor de fertilizantes e de proteína animal.

A comitiva chega ao Marrocos na próxima quinta-feira (12), onde há previsão de uma reunião com o Ministro da Agricultura, Mohammed Sadiki, além de uma visita à usina de Jorf Lasfar da Companhia Office Chérifien des Phosphates (OCP). A empresa estatal é atualmente a maior fornecedora de fósforo para o Brasil.

Marrocos é o segundo maior produtor mundial de fertilizantes fosfatados, responsável por cerca de 17% da produção global. Em 2021, o Brasil importou mais de US$ 1,6 bilhão em fertilizantes do Marrocos.

*Agência Brasil


Foto: Ricardo Stuckert/ PT

Cumprindo agenda em Campinas (SP) nesta quinta-feira (5), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve uma recepção “calorosa”. Na entrada do Condomínio Alto das Palmeiras, situado na cidade paulista, um grupo de pessoas chamou o petista de “Lula ladrão” e “meliante”.
Um veículo estacionado no local estava com uma faixa escrito “Lula lixo”. Um dos seguranças de Lula o arrancou, agitando os manifestantes, que cercaram o carro do petista gritando “vagabundo”, “ladrão”, “lixo” e “fora PT”. Um dos seguranças empunhava uma submetralhadora.

Lula esteve no condomínio em visita ao físico Rogério Cerqueira Leite, presidente de honra do Conselho de Administração do Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais. Cerqueira Leite é crítico do governo Bolsonaro.


Bomba: Ministro da Defesa quer que TSE tire sigilo de toda a conversa entre forças armadas e a corte eleitoral: “Todo mundo tem que saber”

O ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, encaminhou um ofício ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, pedindo que seja dada publicidade a todos os documentos que foram trocados entre as Forças Armadas e a corte eleitoral.

Clique aqui para ler o documento.

A ideia é abrir todas as sugestões que foram feitas no âmbito do Comitê de Transparência Eleitoral, colegiado do TSE que debate medidas para aperfeiçoar o sistema eleitoral.

Com a eventual abertura dos dados, as forças pretendem tornar públicas todas as sugestões que foram feitas por elas e como o TSE se posicionou em relação a elas.

Informações Terra Brasil Noticias


Reprovado no teste das ruas, Lula não consegue descer do carro em Campinas; pessoas o xingavam e pediam para ir embora; VEJA VÍDEO

Olha só, não é que finalmente o carro do ex-presidiário Lula foi recepcionado por apoiadores. O único problema para o petista foi que o povo que esteve na chegada do petista era justamente contra o partido vermelho. Tratados de verde amarelo, todos gritavam: “Fora, PT”.

veja o vídeo

https://tv.uol/19Y4Z


SALVADOR – O ex-presidente e pré-candidato Lula está proibido de entrar nas Igrejas Assembleia de Deus em todo o país. A decisão foi anunciada pelo pastor presidente José Welington Júnior, líder da maior denominação no Brasil, que orientou os demais pastores a rejeitarem a presença do petista em qualquer uma das igrejas que fazem parte da denominação. A medida atinge também os demais candidatos petistas, a exemplo do pré-candidato a governador Jerônimo Rodrigues. 

Ao adotar a medida, o pastor José Welington foi taxativo: “Não cabe, irmão! O inferno não tem como entrar num lugar santo. Aqui é santo! Aleluia! Aqui é santo! É bom que nos conscientizemos disso porque você pode ser procurado sorrateiramente: ‘É só uma visita’. É laço, é laço do diabo!”

A ordem veio após o Partido dos Trabalhadores entrar na Justiça com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, na última semana, contra o pastor José Welington. Isto porque o presidente Jair Bolsonaro e o deputado federal Sóstenes Cavalcante participaram da 45ª Assembleia Geral Ordinária da CGABB, em Cuiabá, no Mato Grosso. Para a sigla, tratava-se de propaganda política antecipada. 

O presidente da Assembleia de Deus deixa clara a posição da igreja. “Nossa igreja tem o seu perfil, a nossa igreja tem a sua posição polarizada, não adianta ficar em cima do muro não. Ou é ou não é! Ou somos pelos preceitos morais, ou somos contra o aborto, ou somos contra a miséria que estão pregando aí essa ideologia de gênero, ou vamos colocar nossa posição diante do Senhor Jesus e da Igreja de Deus. A igreja quer ver nossa posição. A igreja não quer ver pastor em cima do muro não. A igreja não quer ver pastor com dois pensamentos não. A igreja quer ver pastor que tem autoridade espiritual, autoridade ministerial para tomar sua posição”, alertou.

Informações Sem Censura


O pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) chamou o empresário Afranio Barreira, dono da rede de restaurantes Coco Bambu, de “vagabundo” e “sonegador” durante entrevista ao canal “Em Cima do Muro”, no YouTube. Bolsonaristas não gostaram da declaração e reagiram nas redes sociais.

(…) por empresários inescrupulosos, sonegadores de impostos, que estão aqui em Fortaleza fazendo política bolsonarista. Esse vagabundo do Coco Bambu tem 50 restaurantes no Brasil e no mundo (sic), cada um deles tem uma razão social diferente pra não pagar imposto, pra estar no Super Simples. Por isso que são tudo bolsonaristas, porque é tudo marginal. noneCiro Gomes, em entrevista ao canal Em Cima do Muro

Ao UOL, a assessoria de imprensa da rede de restaurantes criticou a fala de Ciro Gomes e disse que o assunto já está com o departamento jurídico da empresa.

“Ele [Ciro Gomes] não falou uma única verdade. Caluniou, difamou e injuriou todos os sócios do Coco Bambu, que pagaram, em 2021, mais de R$ 100 milhões em impostos. Ele atacou não só o Coco Bambu, mas a todos os empreendedores do Ceará e do Brasil”, diz. (Veja a nota, na íntegra, abaixo)

A rede destacou ainda que é auditada pela empresa de auditoria PwC e que nunca teve ressalvas, segundo ela. “Por fim, é lamentável que um candidato à Presidência da República utilize desses meios, denegrindo pessoas de bem e espalhando inverdades para aparecer na mídia”, acrescenta.

Bolsonaristas reagem

Nas redes sociais, bolsonaristas, como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), e Mayra Pinheiro (PL-CE), pré-candidata a deputada federal pelo Ceará, também conhecida como a “Capitã Cloroquina”, reagiram à fala de Ciro Gomes e subiram a tag #SomosTodosCocoBambu.

“Ciro, como cearense, o Coco Bambu é orgulho para todos nós. O que eu tenho a dizer a você é que o meu sentimento é de vergonha. E, como médica, o conselho que eu dou é: procure urgente [por] um psiquiatra”, disse Mayra, em vídeo.

“Vai ter pastel, camarão internacional e, se reclamar, ainda tem sobremesa e cafezinho”, escreveu a bolsonarista, na legenda.

Em nota, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) disse ter recebido a declaração de Ciro Gomes com “total indignação”.

“Não bastasse tudo que a nossa categoria sofreu durante a pandemia – com fechamento das nossas casas e severas restrições sanitárias, ainda sofre com acusações infundadas, que atingem todos os empreendedores deste segmento”, afirma a associação.

“As acusações de Ciro Gomes não atingem apenas os grandes empresários do ramo de restaurantes, atingem também os pequenos, sendo que todos eles diariamente batalham para manter suas contas em dia e sustentar não só as suas, mas as famílias de seus funcionários. E isso, para nós, é inadmissível”, completa.

Dono do Coco Bambu defendeu a cloroquina

Em maio de 2020, pouco depois do início da pandemia de covid-19, o empresário Afranio Barreira defendeu a postura do presidente Bolsonaro em relação ao afrouxamento do isolamento social e ao uso da cloroquina no tratamento da doença.

Na época, Barreira disse ter sido infectado pelo novo coronavírus e fez o uso do remédio sem relatar efeitos colaterais: “Graças a Deus passei de forma tranquila pelo período que estive infectado”.

A eficácia da cloroquina para o tratamento da covid-19, no entanto, não foi comprovada cientificamente.

Nota da rede de restaurantes Coco Bambu:

Ele [Ciro Gomes] não falou uma única verdade!

Caluniou, difamou e injuriou todos os sócios do Coco Bambu, que pagaram, em 2021, mais de R$ 100 milhões em impostos. Não há nenhum Coco Bambu no Simples Nacional!

Ele atacou não só o Coco Bambu, mas a todos os empreendedores do Ceará e do Brasil, que nas últimas 24 horas têm se manifestado fortemente contra essas declarações.

O Coco Bambu é auditado pela maior empresa de auditoria do mundo, a PwC, e nunca teve ressalvas. Recentemente, o Coco Bambu também recebeu o prêmio internacional de ‘Empresas com Melhor Gestão’, da Deloitte, maior empresa de consultoria do mundo. Somente cinco empresas no Brasil conseguiram esse prêmio.

Somos sistematicamente fiscalizados no Ceará. Temos zero processos tanto no município, como no estado e na União. Somos uma empresa séria que cresceu pelo trabalho.

  • Ele diz 50 restaurantes, são 64;
  • Não há nenhum Coco Bambu no simples nacional;
  • Ele difama e calunia o Coco Bambu, falando de sonegação. O Coco Bambu, principalmente no Ceará, é ostensivamente fiscalizado há muitos anos. Nunca existiu sonegação fiscal no Coco Bambu, crescemos organicamente durante 30 anos através do trabalho.

Não somos tributados pelo Simples, já que as 64 lojas possuem faturamento acima do limite máximo permitido pelo Simples.

Em 2021, pagamos entre impostos federais e estaduais aproximadamente R$ 100 milhões, gerando 7.200 empregos diretos no Brasil. Por fim, é lamentável que um candidato à Presidência da República utilize desses meios, denegrindo pessoas de bem e espalhando inverdades para aparecer na mídia.

Informações UOL


Mídia repercutiu que diretor da inteligência dos EUA teria orientado Bolsonaro a não questionar processo eleitoral brasileiro

Presidente Jair Bolsonaro e ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno Foto: PR/Carolina Antunes

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência negou ter recebido recados por parte da CIA em relação às eleições de 2022. O pronunciamento da pasta ocorre após a Reutersveicular que o diretor da agência de inteligência norte-americana, William Burns, teria orientado o presidente Jair Bolsonaro (PL) a parar de questionar o processo eleitoral brasileiro, durante reunião em julho do ano passado.

– Os assuntos tratados em reuniões na área de inteligência são sigilosos. O GSI não recebe recados de nenhum país do mundo, nem os transmite. Temos um excelente corpo de diplomatas e adidos para tratar dos interesses nacionais – declarou o GSI, em nota nesta quinta-feira (5).

Durante sua viagem ao Brasil em 2021, o diretor da CIA esteve com o presidente, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e o até então diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem. Ele também jantou com o general Luiz Eduardo Ramos, ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência.

Segundo fontes anônimas ouvidas pela Reuters, Burns teria dito que o processo democrático é sagrado e que o presidente não deveria se referir a ele publicamente.

Uma terceira fonte de Washington também relatou que uma delegação foi orientada pelo diretor da CIA a dizer aos principais assessores de Bolsonaro que o presidente deveria parar de desacreditar o pleito. Essa mesma fonte, porém, declarou não saber dizer se foi o próprio Burns que transmitiu a mensagem ao presidente ou algum integrante da delegação.

Informações Pleno News


Caso ocorreu em hotel na capital paulista

Gleisi Hoffmann, dirigente do PT Foto: Paulo Pinto/Agência PT

Circula nas redes sociais um vídeo da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, admitindo sentir vontade de agredir uma cidadã que protestou contra ela e o ex-presidente Lula em hotel na capital paulista. O caso ocorreu quando a petista e o presidenciável chegavam ao local para participar de um evento.

Na ocasião, uma mulher gritou “Lula nunca mais”, e a deputada federal não se conteve, reagindo:

– Por que você não vai embora? Saia! – retrucou Gleisi.

A manifestante não demonstrou intimidação e estendeu a crítica à presidente do PT, acrescentando: “Você também, nunca mais!”.

Gleisi retornou alguns passos e afirmou sentir vontade de agredir a mulher.

– Dá vontade de ir lá e dar um tapa – disparou.

Conforme informações de membros do partido repassadas ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, o evento em questão ocorreu este ano. Ele foi organizado para que o PSOL oficializasse seu apoio à candidatura de Lula à Presidência.

https://twitter.com/apropria_bia/status/1522252725907566593?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1522252725907566593%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fpleno.news%2Fbrasil%2Fpolitica-nacional%2Fgleisi-se-irrita-apos-mulher-protestar-contra-lula-vontade-de-dar-um-tapa.html

Informações Pleno News


PEC tramitou por 11 anos no Congresso

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial

O Congresso Nacional promulgou, na tarde de hoje (5), a emenda à Constituição que firma um piso salarial de dois salários mínimos, atualmente em R$ 2.424, para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. Após tramitar no Congresso por 11 anos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada no Senado ontem (4), sem alterações em relação ao texto que havia sido aprovado na Câmara e seguiu, por fim, à promulgação.

A solenidade de promulgação foi acompanhada por um grande grupo de representantes da categoria, que lotou as galerias do plenário do Senado. Pelo texto promulgado, os vencimentos dos agentes serão pagos pela União e os valores para pagamento estarão previstos no Orçamento com dotação própria e específica.

A proposta garante aos profissionais adicional de insalubridade e aposentadoria especial devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas e determina que estados, Distrito Federal e municípios devem estabelecer outras vantagens, como incentivos, auxílios, gratificações e indenizações a fim de valorizar o trabalho.

“É fundamental que o Estado brasileiro consiga manter esses profissionais em seus postos de trabalho, recebendo vencimentos justos e condizentes com a importância vital de suas atribuições”, disse o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

Ele lembrou ainda da importância dos profissionais como auxiliares do Estado no cuidado mais eficiente da saúde, na ponta. “Além disso, é de conhecimento de todos que os investimentos em atendimento primário à saúde propiciam economia ao orçamento público, na medida em que reduzem gastos com tratamento de doenças evitáveis”.

Informações Agência Brasil