Exame Nacional do Ensino Médio,Enem

Termina nesta sexta-feira (27) o prazo para o pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. O pagamento da taxa de R$ 85 é obrigatório para quem não obteve isenção.

Pela primeira vez, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) possibilitou o pagamento por meio de Pix e cartão de crédito, além do tradicional boleto – Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança).

As provas do Enem 2022, nas versões impressa e digital, serão realizadas nos dias 13 e 20 de novembro, de acordo com o Inep.

Nome social

Para os candidatos que querem ser identificados pelo nome social e não têm esse nome cadastrado na Receita, o Inep orienta que seja feita a solicitação de tratamento após a inscrição, no período de 23 a 28 de junho, pela Página do Participante

Para esse procedimento, será necessário apresentar lista de documentos de comprovação das condições que o motivam: foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares); e cópia digitalizada, frente e verso, de um dos documentos de identificação oficiais com foto, válido. Documentos enviados fora do prazo ou externos à Página do Participante não serão aceitos. Toda a documentação deverá ser anexada e enviada em formato PDF, PNG ou JPG, com tamanho máximo de 2 MB.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes.

Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso aos auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Informações Agência Brasil


ANS aprovou hoje reajuste de até 15,5%

Plano de Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou hoje (8) o índice máximo de reajuste anual para os planos de saúde individuais e familiares. O aumento poderá ser de até 15,5%. A decisão foi tomada pela diretoria por quatro votos a um.

Trata-se do maior reajuste anual já aprovado pela agência, criada em 2000. As operadoras dos planos de saúde poderão aplicar o índice em mensalidades cobradas entre maio de 2022 a abril de 2023. Mas a atualização dos valores só pode ser realizada a partir da data de aniversário de cada contrato. Caso o mês de aniversário do contrato seja maio, é possível a cobrança retroativa do reajuste.

A decisão não se aplica aos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Ela incide apenas nas mensalidades dos contratos individuais e familiares firmados a partir de janeiro de 1999. São aproximadamente 8 milhões de beneficiários, o que corresponde a 16,3% do mercado de saúde suplementar.

O aumento histórico ocorre um ano após a ANS ter aprovado pela primeira vez um reajuste negativo. Em 2021, as operadoras foram obrigadas a reduzir as mensalidades em pelo menos 8,19%, porque ficou constatada uma queda generalizada na demanda por serviços de saúde em meio ao isolamento social decorrente da pandemia da covid-19. No período, os planos registraram uma redução de custos.

“Já em 2021, tivemos uma gradativa retomada da utilização desses serviços. É também um ano influenciado por uma forte inflação em todo o país”, disse a gerente Econômico-financeira e Atuarial de Produtos da ANS, Daniele Rodrigues, ao apresentar os detalhes do cálculo do índice.

Em nota divulgada em seu portal eletrônico, a ANS sustenta que tanto o reajuste negativo de 2021 como o reajuste histórico deste ano possuem relação com os efeitos da pandemia da covid-19. “Não se pode analisar o percentual calculado para 2022 sem considerar o contexto e os movimentos atípicos no setor de planos de saúde nos últimos dois anos”, diz o texto.

A proposta de reajuste foi submetida ao Ministério da Economia no início do mês. A pasta emitiu nota técnica aprovando a aplicação da metodologia na segunda-feira (23). Segundo a ANS, a atual fórmula para cálculo do reajuste anual foi adotada em 2018. O cálculo é influenciado principalmente pela variação das despesas assistenciais do ano anterior. Também leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país.

A variação das despesas assistenciais de 2021 foi de 20,35%. É o maior percentual da série histórica apresentada na reunião, com dados desde 2014. Em 2020, essa variação havia sido negativa em 9,2%. Os cálculos são realizados pela Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos da ANS.

Diferentes diretores avaliaram que a fórmula pré-definida garante transparência e previsibilidade para o reajuste. “É uma metodologia que reflete de forma muito clara a variação da despesa assistencial”, argumentou o diretor de Desenvolvimento Setorial, Maurício Nunes.

Para o diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, a aplicação da metodologia protege o interesse público. “A agência regula e procura manter o setor em funcionamento”, disse. 

Único voto divergente, a diretora de Fiscalização, Eliane Medeiros, elogiou os esforços da equipe em aplicar a metodologia em vigor, mas se posicionou contra o índice proposto.

Informações Agência Brasil


Presidente afirmou que na era Trump, parceria entre os dois países ia “muito bem”

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

O presidente Jair Bolsonaro expressou, nesta quinta-feira (26), insatisfação com a postura do governo de Joe Biden nos Estados Unidos em relação ao Brasil. De acordo com o chefe do Executivo brasileiro, a parceria entre os dois países estava indo “muito bem” na era Donald Trump, mas foi “congelada” desde que o democrata assumiu a Presidência norte-americana.

O líder do Planalto afirmou que transmitiu suas reclamações sobre o tema ao enviado especial para a Cúpula das Américas, Christopher Dodd, que o visitou nesta terça (24).

– Eu falei da mudança do comportamento dos EUA para com o Brasil quando o Biden assumiu. Com o Trump estava indo muito bem, tínhamos muitas coisas combinadas para fazer aqui no Brasil, entre outras coisas, explorarmos nióbio agregando valor para o Brasil. Quando entrou o Biden, simplesmente houve um congelamento – declarou Bolsonaro em entrevista nesta quinta-feira (26), em Brasília.

O presidente brasileiro também se queixou do tratamento recebido na Cúpula do G-20.

– Da minha parte, eu não mudei a minha política com ele [Biden]. Encontrei com ele no G-20, passou como se eu não existisse. Isso foi um tratamento para todo mundo por parte do Biden, não sei se é a idade, o quê que é, não é? Pelo o que eu vi, foi acertado, terei uma bilateral com ele, eu irei lá fazer valer o que o Brasil representa para o mundo

Bolsonaro contou que inicialmente não se sentiu “propenso” a encontrar o presidente Biden, mas mudou de ideia durante a conversa com Dodd. O chefe do Executivo confirmou que estará na Cúpula das Américas e também participará da reunião bilateral com o democrata. Segundo Bolsonaro, sua ida não será para “aparecer em fotos” mas para “resolver assuntos”.

– Eu estava propenso a não comparecer. Não posso ir, com o tamanho do Brasil, ser moldura de uma fotografia. (…) Não vou para lá sorrir, apertar a mão e aparecer em fotografia, vou para resolver os assuntos. É para isso que trabalhamos e eu sou presidente do Brasil e não, como alguns querem, que eu acolha uma pauta internacional para ficar bem na foto. Isso não vai acontecer por parte do Brasil enquanto eu for presidente – assinalou.

Informações Pleno News


Lançamento ocorreu nesta quarta-feira no Cabo Canaveral, na Flórida

O foguete Falcon 9, da empresa SpaceX, colocou em órbita dois satélites de sensoriamento remoto radar (SRR) projetados pela Força Aérea Brasileira (FAB) nesta quarta-feira (25). O lançamento aconteceu por volta das 15h30, no Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, nos Estados Unidos (EUA).

Os equipamentos, batizados de Carcará 1 e Carcará 2, fazem parte do Projeto Lessonia 1, da FAB, e consistem na aquisição de uma constelação de satélites de órbita baixa. 

Eles serão usados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), operado em conjunto pelas Forças Armadas e por agências governamentais.

Segundo a FAB, os equiapementos usam um sensor ativo de detecção capaz de gerar imagens de alta resolução, que podem ser obtidas a qualquer hora do dia e da noite, independentemente das condições meteorológicas, já que o sinal atravessa as nuvens.

“A ideia é vigiar as fronteiras e combater o tráfico de drogas, a mineração ilegal e as queimadas florestais. Também será possível monitorar desastres naturais e atualizar os mapas da região amazônica”, informou a Aeronáutica.

Cada satélite tem dimensão de um metro cúbico e pesa cerca de 100 quilogramas (Kg) e cinco paineis solares.

https://twitter.com/ExploreSpaceKSC/status/1529553308070944769?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1529553308070944769%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fnacional%2Fspacex-coloca-em-orbita-dois-satelites-da-forca-aerea-brasileira%2F

A SpaceX é uma empresa do bilionário norte-americano Elon Musk e atua no mercado de lançamentos espaciais comerciais. O empresário também é presidente da Tesla, maior fabricante de carros elétricos do planeta.

Na última sexta-feira (20), Musk esteve no Brasil e se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (PL), ministros e empresários. No encontro, eles conversaram sobre uma parceria do governo brasileiro com o projeto de conectividade sub-orbital Starlink, vinculado à SpaceX.

De acordo com Musk, a ideia é viabilizar a conexão de 19 mil escolas rurais na Amazônia usando o sistema de satélites de internet.

Informações CNN


Ele deu declarações durante entrevista a um podcast

Marcos Uchôa Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube ESPN Brasil

Marcos Uchôa, ex-repórter da TV Globo, associou as emissões em massa na emissora ao presidente Jair Bolsonaro. Ele deu declarações durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda.

– Eu não tinha mais contrato. Foi uma das coisas que o Bolsonaro fez… Antes, pessoas que tinham um salário melhor na Globo ganhavam como pessoa jurídica. No primeiro ano de governo, ele já foi em cima em termos trabalhistas, dizendo que isso não podia ser assim, e todo mundo passou a voltar a ser funcionário. Até o Galvão, até o Faustão – falou.

Uchôa deixou a Globo em novembro de 2021, após 34 anos na emissora. Ele também deu detalhes sobre seu pedido de demissão.

– Eu era uma pessoa contratada como outra qualquer. Não tinha um período para vencer o contrato. Pedi demissão normalmente. Expliquei que queria sair. Não tenho nenhuma mágoa da Globo. É claro que houve momentos em que quis fazer coisas que não pude fazer, porque eles não deixaram, mas é a regra do jogo – contou.

Segundo ele, a Globo passa por uma crise financeira.

– A Globo está sofrendo, como muitos meios de comunicação, com a saída do dinheiro das mídias tradicionais e a entrada do dinheiro na internet. Por exemplo, o teu programa é um adversário, um concorrente que anos atrás não existia.

Informações Pleno News


Augusto Aras enviou ao STF nesta quarta-feira (25) manifestação em que afirma que o perdão concedido por Jair Bolsonaro a Daniel Silveira é constitucional, mas não livra o deputado do PTB-RJ de ficar inelegível, informa O Globo.

Em abril, por 10 votos a 1, o bolsonarista foi condenado pelo Supremo a oito anos de prisão e cassação do mandato, por ameaças e incitação à violência contra seus ministros. Pouco depois, o presidente editou um decreto concedendo graça a Silveira, para livrá-lo da condenação.

O Antagonista


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou nesta quarta-feira (25) que o Partido dos Trabalhadores (PT) faça a filiação, no prazo de três dias, da atriz pornô Ester Caroline Henrique Bonometo Pessatto, conhecida como Ester Tigresa.

O g1 tentou contato com o Partido dos Trabalhadores, mas ainda não teve resposta.

A decisão liminar atende ao pedido da atriz mato-grossense que teve sua filiação barrada pela diretoria da sigla. Ela pede que o Diretório Municipal do PT de Barão de Melgaço submeta a lista de filiados pelo sistema da Justiça Eleitoral, sob pena de desobediência.

O cadastro deverá ser feito com data retroativa a 2 de abril de 2022.

Segundo a defesa da atriz, Ester sofreu discriminação ao ter sua filiação suspensa sem direito de defesa, convocação para a pauta ou qualquer notificação de infração a agremiação.

A decisão dessa terça-feira é do juiz Alexandre Paulichi Chiovitti, da 38° Zona Eleitoral de Santo Antônio do Leverger, a 35 km de Cuiabá.

No pedido Ester alegou que no dia 18 de abril o PT fez uma ‘votação’, dirigida pela secretaria da legenda, cuja decisão resultou na suspensão da filiação da atriz.

Para o juiz, o processo de suspensão correu sem a observância dos direitos de defesa de Ester Tigresa, já que o partido não homologava a filiação e não respondia aos questionamentos da atriz.

Informações Terra Brasil Notícias


Levantamento feito pela primeira vez pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que 94,8% das pessoas de 18 anos ou mais no país se declaram heterossexuais. Entre os entrevistados, 1,8% se disseram homossexuais (1,13%) ou bissexuais (0,69%).

Divulgados nesta quarta-feira (25), os dados referentes à orientação sexual autodeclarada da população foram levantados em um módulo inserido na PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), realizada em 2019, em parceria com o Ministério da Saúde.

A pesquisa foi realizada em 108 mil domicílios, por amostragem probabilística. De forma inédita, os entrevistados foram questionados sobre sua orientação sexual, com seis opções de resposta —heterossexual, homossexual, bissexual, outra, não sabe e recusou-se a responder.

Cerca de 2,3% escolheram não responder, porcentagem superior à soma de homossexuais e bissexuais. Outros 1,1% disseram que não sabiam e 0,1% afirmaram que têm outra orientação sexual (como assexual e pansexual, por exemplo).

A soma das porcentagens passa de 100% em função do arredondamento, informou o instituto. Não houve coleta a respeito da identidade de gênero da população. O IBGE afirmou que ainda estuda metodologia para incluir o tema em suas pesquisas.

Segundo a PNS, em 2019 havia 159,2 milhões de pessoas acima de 18 anos no país. Assim, de acordo com a estimativa da pesquisa, eram 1,1 milhão de bissexuais, 1,8 milhão de homossexuais e 150,8 milhões de heterossexuais.

Considerando o sexo biológico dos entrevistados, o percentual de mulheres bissexuais (0,8%) é maior do que o de homens bissexuais (0,5%). Em paralelo, a porcentagem de mulheres homossexuais (0,9%) é menor do que a de homens homossexuais (1,4%).

Do total de 1,1 milhão de pessoas declaradas como bissexuais, a maioria são mulheres (65,6%). Já das 1,8 milhão de pessoas declaradas como homossexuais, os homens são a maioria (56,9%). A idade aparece como um fator que influencia a autodeclaração —conforme mais velhos os entrevistados, menor o percentual de não heterossexuais.

Na faixa entre 18 e 29 anos, 4,8% se declararam homossexuais ou bissexuais. Esse percentual cai para 0,2% entre os que têm 60 anos ou mais. O nível de instrução também pareceu impactar os resultados. Entre aqueles com superior completo, 3,2% se disseram homossexuais ou bissexuais. O percentual cai para 0,5% no caso dos entrevistados sem instrução ou com o fundamental incompleto.

O IBGE diz que os dados são experimentais e que ainda estão sob avaliação por “não terem atingido um grau completo de maturidade em termos de harmonização, cobertura ou metodologia, sendo, portanto, um primeiro exercício para a captação do tema em questão”.

Folha de S. Paulo


Urgente: Bolsonaro lidera corrida presidencial em pesquisa espontânea da CNN

Divulgada nesta quarta-feira (25), a pesquisa eleitoral do instituto Real Time Big Data, encomendada pela CNN Brasil, mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) liderando na pesquisa espontânea, quando não são apresentadas ao eleitor entrevistado as opções de candidatos.

Bolsonaro tem 28%, enquanto Lula aparece com 26%, seguido por Ciro Gomes, com 4%. 


Em abril, ministro acusou as Forças de politização e interferência nas eleições; declaração se tornou alvo de bolsonaristas

Luis Carlos Heinze

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) protocolou, na 3ª feira (24.mai.2022), um pedido para que a presidência do Senado investigue um suposto crime de responsabilidade do ministro Luis Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal). No requerimento, Heinze citou uma fala de Barroso sobre politização das Forças Armadas e interferência nas eleições.

No mês passado, o ministro do Supremo disse que “as Forças Armadas estão sendo orientadas para atacar o processo [eleitoral] e tentar desacreditá-lo”. O Ministério da Defesa classificou a declaração como “ofensa grave”.

Na avaliação do senador, a fala sem provas “caracteriza comportamento incompatível com a honra, dignidade e decoro do cargo que [Barroso] ocupa”. Também de acordo com ele, “a conduta do magistrado pode ser considerada atividade político-partidário, caracterizada como crime de responsabilidade previsto no art. 39 da lei 1079/50”.

De um ministro da Suprema Corte esperamos manifestações nos autos, baseadas em provocações no contexto de um processo judicial, não manifestações políticas e menos ainda declarações levianas. Precisamos que o processo seja aberto até para que todos entendam que não cabe ao Judiciário politizar com opiniões pessoais midiatizadas”, escreveu Heinze em comunicadopublicado em seu site.

O congressista também citou uma “politização perigosa no Poder Judiciário” e se disse no dever de “cobrar posição do parlamento brasileiro em relação a essas arbitrariedades”.

Desde a sua declaração, Barroso tem sido alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de aliados. Segundo o chefe do Executivo, Barroso e outros ministros da Suprema Corte, como Alexandre de Moraes e Edson Fachin, “infernizam o Brasil”.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidirá se dará ou não seguimento à solicitação de Heinze.

Informações Poder 360