UnB foi a primeira universidade federal a adotar sistema de cotas raciais

O Ministério da Educação informou que a segunda edição de 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) oferecerá 65.932 vagas para ingresso em 73 instituições públicas de ensino superior. São mais de 2 mil cursos de graduação. As inscrições serão abertas em 28 de junho e podem ser realizadas até as 23h59 do dia 1º de julho.

Os 10 cursos com as maiores ofertas de vagas são, nesta ordem: pedagogia, administração, matemática, ciências biológicas, química, direito, física, medicina, engenharia civil e engenharia elétrica. O total de cursos de graduação com oferta de vagas é de 2.043. Só para medicina são ofertadas 1.583 vagas.

No portal Acesso Único já é possível consultar as vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Os estados que mais oferecem vagas são o Rio de Janeiro, com 13.249; Minas Gerais, com 8.655; Paraná, com 6.692; e Bahia, com 5.968.

Entre as instituições com mais vagas ofertadas estão Universidade Tecnológica Federal do Paraná, a Universidade Federal Fluminense, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal do Maranhão e a Universidade Estadual da Paraíba.

O Sisu é o processo seletivo pelo qual estudantes concorrem a vagas de instituições públicas de ensino superior a partir da nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para participar desta edição do Sisu, o estudante precisa ter feito o Enem de 2021, obtido nota superior a zero na prova de redação, e não ter participado do Enem na condição de treineiro.


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Petrobras comunicou, nesta segunda-feira (20), que José Mauro Coelho pediu demissão e não ocupa mais o cargo de presidente da empresa. A informação consta em um comunicado da companhia publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com a empresa, “a nomeação de um presidente interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras a partir de agora”.

A saída de José Mauro Coelho acontece em um momento de forte tensão entre a companhia e forças políticas do país, como o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Coelho tomou posse no comando da empresa no dia 14 de abril deste ano e passou pouco mais de dois meses no cargo. Seu antecessor no cargo, o general Joaquim Silva e Luna, havia sido demitido pelo presidente Jair Bolsonaro também em meio aos reajustes dos preços dos combustíveis.

CRÍTICAS DE BOLSONARO E LIRA
Nos últimos dias, Bolsonaro falou sobre a possibilidade da instalação de uma CPI para apurar a conduta da direção da empresa. Em entrevista concedida à rádio 96FM, de Natal (RN), na última sexta (17), o chefe do Executivo disse que já havia conversado com o presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre a possibilidade de lançar o colegiado.

– [A ideia da CPI é] para investigarmos o presidente da Petrobras, os seus diretores e também o conselho administrativo e fiscal. Queremos saber se tem algo errado na conduta deles, porque é inconcebível se conceder um reajuste com crise e lucros exorbitantes que a Petrobras está tendo – disse Bolsonaro.

Lira, por sua vez, fez duras críticas ao posicionamento da empresa em relação aos reajustes nos combustíveis. Em um artigo publicado na Folha de São Paulo, o presidente da Câmara escreveu que “ficou escancarada a dupla face da estatal”.

– Quando quer ganhar tratamento privilegiado do Estado brasileiro, a empresa se apresenta como uma costela estatal. Mas, na hora em que lucra bilhões e bilhões em meio à maior crise da história do último século, ela grita o coro da governança e se declara uma capitalista selvagem – escreveu Lira.

*Pleno.News


O ministro Ricardo Lewandowski, relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de uma consulta sobre a possibilidade de múltiplas candidaturas ao cargo de senador dentro das chapas que serão criadas para os cargos de governador e vice-governador, considerou que os partidos coligados podem lançar mais de um nome para concorrer ao Senado.

Em maio, o deputado federal Delegado Waldir (União Brasil-GO) enviou uma consulta ao TSE questionando se partidos coligados no pleito para a chefia do governo estadual podem lançar separadamente candidatos ao Senado ou se a chapa deveria ter apenas um nome na disputa.

No seu voto, Lewandowski disse que “os pleitos para o governo do estado e para o Senado Federal têm, cada qual, a sua própria identidade, sendo, por isso mesmo, independentes do ponto de vista jurídico”. Dessa forma, ele entendeu que os partidos que compõem a mesma coligação não devem ser obrigados a lançar apenas um candidato a senador.

Segundo o ministro, as eleições para governador e senador são coincidentes pelo fato de serem levadas na mesma circunscrição e de se referirem ao sistema eleitoral majoritário. Contudo, ele afirmou que esses dois aspectos não devem ser condicionantes para que os partidos formem uma única coligação para ambos os pleitos.

Dessa forma, Lewandowski entendeu que os partidos têm permissão para integrar uma coligação para a eleição a governador e outra para a disputa ao Senado. De acordo com ele, os artigos da legislação eleitoral que versam sobre a celebração de alianças para eleição majoritária não impõem a regra da horizontalidade, ou seja, de que os partidos componham apenas uma chapa para a disputa de todos os cargos eletivos do estado.

“Disso se conclui que é permitido aos partidos coligados para a eleição ao governo do estado lançar — isolados ou em consórcios distintos entre si ou com terceiras agremiações — candidaturas ao cargo de senador da República”, salientou Lewandowski.

Na última semana, o plenário do Tribunal iniciou a votação da consulta. Lewandowski foi o único a votar até o momento. Depois dele, o ministro Mauro Campbell Marques pediu vista do processo para ter mais tempo para analisar a consulta. Com isso, o julgamento foi suspenso. Além de Marques, faltam votar os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Carlos Horbach.

Informações Terra Brasil


Paciente é morador de Maricá, no Rio de Janeiro

Varíola dos macacos, monkeypox

O Ministério da Saúde foi notificado sobre o oitavo caso registrado no Brasil do vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos O paciente é um homem de 25 anos, morador de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ele não viajou para o exterior, mas teve contato com estrangeiros.

O caso foi confirmado pelo Laboratório de Enterovirus do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio, que utilizou o método de Isolamento Viral para fazer o diagnóstico.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, o paciente está com quadro clínico estável, sem complicações e é monitorado pelo Instituto Nacional de Infectologia e pelas secretarias de Saúde do estado e do município.

“Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos”, informou o Ministério da Saúde, que notificou a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o caso.

Casos investigados

Dois oito casos confirmados no país até o momento, quatro foram em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois no Rio de Janeiro. Há, ainda, seis casos em investigação.

O sétimo caso foi confirmado na sexta-feira (17), no Rio de Grande do Sul. As cinco pessoas que tiveram contato com o homem diagnosticado com varíola dos macacos no Rio de Janeiro não apresentaram sintomas até o sábado.

No sábado (18), a OMS informou que deixaria de tratar de forma diferenciada os casos em países onde a doença é considerada endêmica, ou seja, com circulação o ano inteiro, e os demais países.

A varíola dos macacos era considerada endêmica em países da África Central e da África Ocidental, mas nos últimos meses houve relatos da doença em diversos outros países não endêmicos, especialmente na Europa, que já responde por 84% dos casos notificados, segundo a OMS.

Entre os dias 1º de janeiro e 15 de junho deste ano, a OMS foi notificada sobre 2.103 casos confirmados da varíola do macaco, em 42 países, assim como um caso provável e uma morte.

Informações Agência Brasil


Levantamento foi divulgado no sábado (18)

presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 42,4% das intenções de voto no estado de Goiás, enquanto o candidato do PT, Lula, soma 32,1%. Os números foram divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisasno sábado (18).

Atrás dos dois favoritos à Presidência da República, vêm Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 1,6%. Brancos e nulos somam 8,6% e 5,4% ainda não sabem em quem votar para as eleições de 2022.

Além de liderar a corrida eleitoral, pouco mais da metade dos entrevistados (50,9%) aprova o atual governo. Entre os que consideram a administração de Bolsonaro ótima ou boa, estão 41,5%.

Segundo Paraná Pesquisas, foram entrevistados 1.540 eleitores em 60 cidades de Goiás, entre os dias 13 a 17 de junho deste ano.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 09554/2022.


Avião da Embraer foi usado em filmagens de Top Gun: Maverick ,  VEJA VÍDEO

Recentemente falamos sobre um jatinho ERJ-135 Legacy da Embraer que foi usado para transportar o elenco de Top Gun: Maverick. O que não se sabia até agora é que um outro avião da Embraer também participou das filmagens do longa-metragem que bateu recordes no fim de semana de lançamento.

Após a chegada do aguardado filme aos cinemas, uma série de imagens bastidores e produção tem surgido pelas redes sociais.

O piloto Kevin LaRosa II, que foi coordenador das tomadas aéreas do novo Top Gun, entrou na onda e publicou imagens belíssimas do jato Phenom 300 da Embraer usado durante as filmagens a bordo do porta-aviões nuclear USS Theodore Roosevelt da Marinha dos EUA. Confira o vídeo.

Um dos momentos mais impressionantes é quando a aeronave sobrevoa o deque do porta-aviões, lembrando os pousos e toque-e-arremetida dos caças F/A-18 Super Hornet que operam a bordo do mesmo navio. 

Informações Terra Brasil Notícias


Elon Musk criticou o Partido Democrata e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Segundo o bilionário, os dois são controlados por sindicado. A declaração ocorreu durante entrevista com o clube Tesla Owners Silicon Valley.Musk aproveitou a oportunidade para explicar seus sentimentos sobre o Partido Democrata, sua relação com os sindicatos e a exclusão de Tesla de um evento de veículos elétricos na Casa Branca porque a empresa não é sindicalizada.

“O público em geral não está ciente do grau em que os sindicatos controlam o Partido Democrata. Não é preciso especular sobre esse ponto”, disse Musk aos entrevistadores.

Nenhuma das maiores empresas de de Musk – Tesla e SpaceX – é sindicalizada. Musk atribuiu isso ao “desemprego negativo” na área da baía – normalmente, os trabalhadores da Tesla têm várias outras ofertas de emprego que podem buscar, afirma do dono da Tesla.

“No ano passado, Biden realizou uma cúpula de veículos elétricos onde a Tesla explicitamente não foi autorizada a vir, mas a [United Auto Workers] foi. Então, a Tesla fez dois terços de todos os veículos elétricos nos Estados Unidos”, afirma Musk.

O UAW é um dos sindicatos mais bem organizados e politicamente poderosos dos Estados Unidos, com influência em ambos os partidos políticos.“Então, nos excluir deliberadamente de uma cúpula de VE na Casa Branca – mas incluindo o UAW – diz tudo o que você precisa saber”, disse Musk.

Ele reiterou: “Eles têm tanto poder sobre a Casa Branca que podem excluir Tesla de uma cúpula EV – insano”.

Musk discordou de Biden elogiar a CEO da GM, Mary Barra, na cúpula de veículos elétricos por liderar a “revolução dos veículos elétricos”, em um trimestre em que a GM entregou apenas 26 veículos elétricos. “Isso é uma insanidade de outro nível”, disse Musk.

Informações Terra Brasil


Líder da Câmara disse que presidente da petroleira é “ilegítimo” e pratica “terrorismo corporativo”

Arthur Lira Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), afirmou que o presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, é “ilegítimo” e o acusou de praticar “terrorismo corporativo” como forma de “vingança pessoal” contra o chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL). As declarações foram registradas em artigo publicado na Folha de S. Paulo.

– O fato de a Petrobras ter hoje sua presidência sequestrada por um presidente ilegítimo, que não representa o acionista majoritário e pratica o terrorismo corporativo como vingança pessoal contra o presidente da República, é apenas o cúmulo do absurdo dos paroxismos que tomaram conta da empresa – iniciou Lira.

O parlamentar declarou que a empresa quer “ganhar tratamento privilegiado do estado brasileiro”, mas quando lucra bilhões na crise, age como empresa privada, “grita o coro da governança e se declara uma capitalista selvagem”.

– A Petrobras não pode ser estatal quando lhe convém e privada e selvagem quando diz respeito aos seus lucros astronômicos, sobretudo quando os brasileiros mais vulneráveis mais precisam de apoio. Ou a Petrobras é uma coisa ou outra – defendeu.

Lira negou querer “confronto” ou “intervenção”, afirmando visar “apenas respeito da Petrobras ao povo brasileiro”. Ele também cobrou transparência nos gastos dos diretores da empresa e nos critérios de formulação de políticas da empresa.

Na sequência, Lira descreveu a petroleira como uma ” criança mimada, sempre tratada historicamente com excessiva complacência.”

– Ela tem o direito de lucrar astronomicamente? Então a sociedade tem o dever de tributar mais os seus lucros, tratá-la com distanciamento. Não podemos mais conviver com a selvagem petroleira capitalista com a mesma informalidade que tratávamos a estatal: o que antes era questão de estado agora pode ser até “conflito de interesses”, “tráfico de influência”.

O presidente da Casa Legislativa concluiu dizendo que chegou “a hora de deixar [cair] a máscara da Petrobras e vê-la no que se transformou”:

– Uma empresa em que o lucro vem antes da função social. Uma empresa estatal no papel, mas privada como outra qualquer. Que não merece ser maltratada. Mas que deve encarar as vantagens e as desvantagens de ser uma capitalista puro-sangue – finalizou.

Informações Pleno News


Foto: Divulgação/PRF

Nos três primeiros dias do feriado prolongado de Corpus Christi, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou 42 motoristas alcoolizados trafegando nas rodovias federais da Bahia. O número representa um aumento de 500% em relação ao mesmo feriado do ano passado, quando foram contabilizados sete motoristas alcoolizados.

Os números são da operação Corpus Christi e fazem parte do balanço das abordagens feitas entre quarta-feira (15) e sexta-feira (17). A ação da PRF, até o momento, realizou 3.095 testes de alcoolemia, 200% a mais que em 2021.

A multa para qualquer índice positivo de embriaguez ou recusa ao teste é de R$ 2.934,70. O condutor pode ainda ter o direito de dirigir suspenso por até 12 meses.

*Metro1


Os planos de Jair Bolsonaro para o momento da apuração dos votos das urnas eletrônicas em outubro já estão sendo expostos a aliados e até a empresários que estiveram com ele recentemente.
Bolsonaro promete fazer uma espécie de apuração paralela da votação, baseada nos dados que o próprio TSE vai fornecer. E a divulgará em tempo real por suas redes sociais.

Na apuração, o TSE pela primeira vez vai disponibilizar na internet, em tempo real, os boletins de urnas das 577 mil seções eleitorais.

Cada urna tem um boletim em separado. Especialistas temem que o cruzamento de dados feito pela campanha de Bolsonaro possa ser motivo de perturbação.

Informações Terra Brasil Notícias