O presidente Jair Bolsonaro (PL) é visto como um homem que “ama o Brasil acima de tudo e todos”. Assim é como muitos dos artistas falam sobre o executivo federal. Ao menos, os que não vivem da “mamata”. Confira alguns apoiadores do executivo:
Amado Batista / Foto: Divulgação/PRAndréa Sorvetão e Conrado / Foto: Pleno.newsZezé di Camargo / Foto: AgNewsBruna Karla / Foto: DivulgaçãoBruno e Marrone / Foto: Divulgação/PRCantor PG / Foto: Arquivo pessoal
O presidente Bolsonaro ama o Brasil acima de tudo e todos. Ele é um homem maravilhoso e tem meu apoio total e completo – postou.
Dentro da proposta de fiscalizar o processo eleitoral, técnicos das Forças Armadas decidiram investir em um projeto para conferir em tempo real a totalização dos votos feita pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A medida consiste em levar militares em seções eleitorais espalhadas pelo país para tirar e enviar fotos do QR Code dos boletins de urna para o Comando de Defesa Cibernética do Exército, em Brasília, que fará um trabalho paralelo de contagem dos votos.
Militares com conhecimento do assunto disseramque, a princípio, a conferência será feita com 385 boletins de urna —amostragem que, pelas contas dos técnicos, garantiria 95% de confiabilidade.
O resultado dos boletins de cada urna será conferido com os dados enviados pelos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) para o TSE.
O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, fechou um acordo com os militares em reunião no dia 31 de agosto para liberar às entidades fiscalizadoras os arquivos brutos da totalização enviados pelos tribunais regionais.
Com a concessão de Moraes, os militares terão acesso em tempo real aos dados enviados para a totalização, em vez de ter de coletar as informações na base de dados do TSE disponibilizada na internet.
A conferência da totalização dos votos é uma das fases da fiscalização do processo eleitoral definidas pelo TSE. Em resolução, a corte permite o envio das imagens dos boletins de urnas após a conclusão da totalização dos votos.
Para evitar a demora e fazer o trabalho em tempo real, militares que estarão a serviço em operações de garantia de votação e apuração devem ser escalados para tirar as fotos dos boletins de urna e enviar para o Comando de Defesa Cibernética.
Em vídeo que circula nas redes sociais, mas não fica claro o local ou a data, o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy aparece anunciando que foi roubado durante uma palestra à esquerda.
Conforme Suplicy fala no vídeo, além da sua carteira, o bandido levou também seu celular. A situação viralizou nas redes sociais e tomou conta da Web.
Suplicy pede que quem roubou sua carteira no comício da esquerda devolva: "Me dê pelo menos os documentos..peraí, o celular também, o cara era hábil"; VEJA VÍDEO pic.twitter.com/ebld7m7kDD
Pesquisa do Instituto FSB realizada por telefone, contratada pelo banco BTG Pactual e divulgada hoje, aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da corrida à Presidência, com 41% das intenções de voto na pesquisa estimulada —quando o entrevistado recebe uma lista com os nomes dos candidatos. Em relação à sondagem da semana passada, o ex-presidente oscilou um ponto para baixo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) oscilou um ponto para cima, de 34% para 35%. Com isso, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro é de seis pontos, dois a menos do que o registrado há uma semana —uma variação dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) oscilou um ponto para cima e ficou com 9%. A senadora Simone Tebet (MDB) também flutuou um ponto para cima e está com 7%. Considerando a margem de erro, Ciro e Tebet estão tecnicamente empatados.
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) ficou estável com 1%, e o cientista político Luiz Felipe D’Avila (Novo) oscilou de 0% para 1%. Os demais candidatos somaram, juntos, 1%.
Os entrevistados que disseram que não votariam em nenhum candidato foram 3%; brancos e nulos, 2%; e não sabem ou não responderam, 1%.
O Instituto FSB ouviu 2 mil eleitores por telefone entre 9 e 11 de setembro. O índice de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa custou R$ 128.957,83 e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06321/2022.
Pesquisa estimulada: vantagem de Lula sobre Bolsonaro oscila de oito para seis pontos, dentro da margem de erro:
Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Lula e Simone Tebet, em debate do UOL em parceria com Band, Folha e CulturaImagem: Reprodução
Pesquisa espontânea: Lula oscila um ponto para baixo; Bolsonaro fica estável
O Instituto FSB também fez um levantamento das respostas espontâneas, quando os entrevistados não recebem uma lista prévia de candidatos.
Nesse cenário, Lula oscilou um ponto para baixo, de 40% para 39%. Bolsonaro ficou estável com 33%.
Ciro oscilou um ponto para cima e registrou 6%, enquanto Tebet oscilou dois para cima, chegando a 5%.
Lula (PT): 39%
Jair Bolsonaro (PL): 33%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Simone Tebet (MDB): 5%
Luiz Felipe D’Avila (Novo): 0%
Soraya Thronicke (União Brasil): 0%
José Maria Eymael (DC): 0%
Vera Lucia (PSTU): 0%
Leonardo Péricles (UP): 0%
Padre Kelmon (PTB): 0%
Outros: 1%
Nenhum: 3%
Branco/nulo: 3%
Não sabe/não respondeu: 8%
Segundo turno
A pesquisa BTG/FSB projetou cinco cenários para o segundo turno. Lula venceria Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet; já Bolsonaro perderia para Ciro e Tebet.
Lula x Bolsonaro
Na disputa entre Lula e Bolsonaro, os dois oscilaram dois pontos para baixo. Enquanto o ex-presidente registrou 51%, o atual chefe do Executivo pontuou 38%.
Lula (PT): 51%
Jair Bolsonaro (PL): 38%
Não voto: 10%
Indecisos: 1%
Lula x Ciro
Lula e Ciro ficaram estáveis em um confronto direto, com o petista registrando 46%, e o ex-ministro, 35%.
Lula (PT): 46%
Ciro Gomes (PDT): 35%
Não voto: 18%
Indecisos: 1%
Lula x Tebet
Contra Tebet, Lula ficou estável com 48%. A senadora oscilou dois pontos para cima.
Lula (PT): 48%
Simone Tebet (MDB): 34%
Não voto: 17%
Indecisos: 1%
Bolsonaro x Ciro
Na disputa entre Ciro e Bolsonaro, o ex-ministro oscilou um para cima, enquanto o ex-presidente flutuou um para baixo.
Ciro Gomes (PDT): 50%
Jair Bolsonaro (PL): 38%
Não voto: 10%
Indecisos: 1%
Bolsonaro x Tebet
Contra Bolsonaro, Tebet oscilou dois pontos para cima. O presidente ficou estável.
Tebet (MDB): 48%
Jair Bolsonaro (PL): 40%
Não voto: 10%
Indecisos: 1%
Sobre o instituto
A FSB Pesquisa é um instituto fundado em 2008 e ligado ao grupo FSB Comunicação, que presta serviços a empresas e órgãos públicos. A empresa realiza levantamentos sobre intenções de voto para presidente desde a eleição de 2010. Essas pesquisas são realizadas principalmente por meio de entrevistas com eleitores feitas por telefone por operadores treinados.
Pesquisa Ipespe, feita em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisas Eleitorais (Abrapel) e divulgada neste sábado (10/9), aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém na liderança da disputa à Presidência da República, com 44% das intenções de voto. Na sequência está o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, com 36%.
Lula manteve os 44% verificados na última pesquisa, divulgada no dia 3 de setembro. Já Bolsonaro oscilou um ponto percentual, dentro da margem de erro, passando de 35% para 36%. Os dados fazem parte do cenário estimulado, no qual é apresentada uma lista de candidatos aos entrevistados. A informação é do Portal Metrópoles.
Em terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%. A senadora Simone Tebet (MDB) tem 5% das intenções. Segundo a margem de erro, de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.
Luiz Felipe D’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) pontuaram com 1% cada; enquanto Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Roberto Jefferson (PTB), Vera Lúcia (PSTU) e Léo Péricles (UP) não atingiram 1%.
O levantamento foi feito após as comemorações do 7 de Setembro no país, com atos políticos de Bolsonaro em Brasília, Rio e São Paulo.
A pesquisa também registra que 3% pretendem votar branco ou nulo, e os que não sabem/não responderam representam 2% dos entrevistados.
Pesquisa espontânea
No cenário espontâneo, no qual nenhum nome de candidato é apresentado ao eleitor, Lula teve 40% das intenções de voto, assim como na pesquisa anterior. Jair Bolsonaro ficou com 34%. Na última avaliação do instituto, ele alcançou 33%. Em seguida, Ciro aparece, com 5%; e Tebet, com 3%.
Nesse panorama, 4% disseram que pretendem votar branco ou nulo, e os que não sabem/não responderam representam 14% dos entrevistados.
A pesquisa foi realizada por telefone, com 1.100 pessoas, de 7 a 9 de setembro de 2022. O nível de confiança é 95,45%, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR- 07606/2022.
O pai de santo Sergio Pina, cujo terreiro é frequentado pela cantora Anitta, se declarou bolsonarista, por meio de um vídeo publicado em sua rede social, na tarde deste domingo (11). O vídeo se trata de uma resposta ao deputado Otoni de Paula (MDB-RJ).
Otoni havia publicado um vídeo enaltecendo a família, citando Anitta e sua religião. Segundo o pai de santo, ele teve o direito de responder, uma vez que sua imagem foi usada na postagem. Ele se dirigiu ao “pastor Otoni” e ao “deputado Otoni”.
– Pastor, na sua igreja, no seu templo, tem família. No meu candomblé também temos família – disse Sergio Pina, que enfatizou que em ambos os locais possuem pessoas honradas.
O pai de santo fez questão de frisar a pluralidade de ideologias entre os frequentadores de seu terreiro. Foi neste momento em que ele declarou ser um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL).
– Temos os lula-petistas, os supostos neutros e temos os bolsonaristas, como eu, que sou bolsonarista – declarou, trajando uma camisa da seleção brasileira de futebol.
Sergio Pina se declarou contra pautas progressistas como a liberação das drogas, do aborto e ideologia de gênero. Ao se dirigir a Otoni enquanto parlamentar, o pai de santo disse que ele não deveria “legislar apenas para uma casta, mas para um todo”.
– Aqui seguimos uma democracia e não temos cabrestos […] Saia do pé da montanha e suba para ter uma visão melhor – finalizou.
O governo brasileiro, através do Itamaraty, já prepara a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) para o funeral da rainha Elizabeth II, em Londres, marcado para o dia 19 de setembro. Segundo a Folha de S. Paulo, interlocutores disseram que a ideia é que o mandatário participe da solenidade e depois siga para Nova York, onde discursará na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), que acontece no dia 20.
A viagem ainda não está confirmada oficialmente, mas aliados acreditam que ele deve ir, como havia sinalizado neste sábado (10) à CNN Brasil. “De acordo com o horário e dia, pode ser que eu vá”, afirmou à emissora. A saída dele do Brasil se daria na reta final da campanha presidencial, na qual Bolsonaro busca se reeleger ao cargo no próximo dia 2 de outubro.
Na última quinta-feira (8), data da morte da rainha Elizabeth II, o chefe do Executivo decretou luto oficial de três dias no Brasil e lamentou o falecimento nas redes sociais, chamando a britânica de “rainha de todos”.
Um grupo de 63 advogados protocolou uma notícia-crime contra o candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o petista comparar as manifestações do 7 de Setembro com uma “reunião da Ku Klux Klan”.
Eles fazem parte do Movimento Advogados de Direita Brasil e moveram a ação neste sábado (10). O grupo classifica as declarações de Lula como “covardes” e as descrevem como uma “ofensa de proporções inimagináveis”.
– Atribuir a milhões de brasileiros ordeiros, das mais diversas etnias, trabalhadores que movimentam esse país (…) qualquer afinidade com o grupo Ku Klux Klan, uma organização criminosa e terrorista formada por supremacistas brancos que surgiu nos Estados Unidos depois da Guerra Civil Americana com o intuito de perseguir e promover ataques contra negros, afro-americanos e seus defensores, conhecidos por suas vestimentas peculiares com capuzes brancos e por promoverem o espancamento e enforcamento de pessoas, é reprovável e inadmissível pela correlação em si – diz o documento.
O grupo pede a aplicação da lei eleitoral, pontuando que a fala se enquadra nos artigos 323 e 325, do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/65), e no artigo 20, §2º do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP).
A declaração de Lula ocorreu em comício de Nova Iguaçu, na noite de quinta-feira (8).
– Foi uma coisa muito engraçada, que no ato do Bolsonaro parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz, porque não tinha negro, não tinha pardo, não tinha pobre, não tinha trabalhador – disse na ocasião.
Posteriormente, em coletiva de imprensa nesta sexta (9), ele alegou que se referia apenas ao palanque, e reforçou a sua fala.
– O palanque aqui de Copacabana, pela fotografia que eu vi, e eu só vi na televisão, era supremacia branca no palanque. Eu até comparei que parecia um pouco a Ku Klux Klan. Só faltou o “capucho”, só faltou a máscara. Porque era isso o palanque – insistiu.
Já a quina teve 112 apostas premiadas, e pagará R$ 39.587,01 para cada bilhete. Outras 7.288 apostas acertam 4 números, e receberão R$ 869,08. O próximo sorteio ocorre na quarta-feira (14).
O ministro Benedito Gonçalves, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou neste sábado (10) que Jair Bolsonaro e o candidato a vice-presidente em sua chapa, Walter Braga Neto, a serem intimados, em um prazo de 24 horas, a deixarem de usar na campanha eleitoral imagens do presidente captadas durante a comemoração do Bicentenário da Independência. A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou no TSE com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra Bolsonaro por uso indevido dos meios de comunicação nos eventos de 7 de Setembro em Brasília e no Rio de Janeiro.
“O uso de imagens da celebração oficial na propaganda eleitoral é tendente a ferir a isonomia, pois utiliza a atuação do Chefe de Estado, em ocasião inacessível a qualquer dos demais competidores, para projetar a imagem do candidato e fazer crer que a presença de milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios, com a finalidade de comemorar a data cívica, seria fruto de mobilização eleitoral em apoio ao candidato à reeleição”, disse o ministro em sua decisão liminar – que tem caráter provisório.
Caso o prazo de 24 horas estipulado na decisão não seja cumprido, ou seja, que as imagens sejam retiradas da campanha em todos os meios de comunicação que as utilizaram, será cobrada multa diária de R$10 mil. A campanha de Bolsonaro ainda deve se abster de produzir novos materiais que explorem as imagens citadas na decisão.
“Na hipótese, é indispensável a concessão de tutela inibitória que faça cessar os impactos anti-isonômicos da cobertura do Bicentenário da Independência e do aproveitamento de imagens oficiais pela campanha do primeiro e do segundo réus”, afirmou Gonçalves no texto da liminar, que ainda determina que a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) edite um vídeo no canal do YouTube da estatal , em que também aparecem as imagens citadas pela ação, em 24 horas e que, até a conclusão da edição, deixe de ser veiculado.
A coligação do ex-presidente apontou na ação, entre as supostas irregularidades, iniciativas de convocação da população brasileira para o ato, inclusive por meio de propaganda eleitoral gratuita na televisão e pela intimação de servidores públicos; o uso de imagens coletadas no evento para municiar propaganda na TV; os altos valores gastos com o desfile; financiamento e instalação de outdoors (meio vedado de propaganda eleitoral) por pessoas jurídicas para convocação aos eventos; e a presença de apoiadores políticos sem cargos institucionais no palco – o que evidencia o intuito eleitoral/partidário.
A coligação pedia, liminarmente, que Bolsonaro seja proibido de usar na campanha quaisquer materiais gráficos, fotografias ou vídeos produzidos nos atos. Também pediu o compartilhamento de provas com outras investigações, assim como a quebra de sigilo bancário, telefônico e telemático dos financiadores.