Sede do Tribunal Superior Eleitoral em Brasília | Foto: Reprodução/TSE
Nesta terça-feira, 4, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a criação do Partido Missão (Missão), legenda vinculada ao Movimento Brasil Livre (MBL). Dessa forma, a sigla levará consigo o número 14. A chancela se deu por unanimidade.
“Esse sonho começou com jovens que sentiram a necessidade de deixar suas casas para buscar melhores condições para o país”, disse o advogado Arthur Rollo. “Eles chegaram à conclusão que, se não formassem um partido político, não conseguiriam.”
A agremiação apresentou 577.999 apoios válidos, número superior ao mínimo exigido — 0,5% dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.
Além disso, comprovou a constituição de diretórios estaduais em pelo menos nove unidades da Federação, outro requisito previsto na legislação.
Sigla ligada ao MBL será o 30° partido
Logo do MBL | Foto: Divulgação/MBL
A nova legenda já havia cumprido parte das exigências.
O grupo está inscrito no cartório de registro civil desde outubro de 2023 e apresentou número superior ao mínimo exigido.
Um vídeo que mostra o traficante uruguaio Sebastian Marset, um dos criminosos mais procurados do mundo, reunido com integrantes da facção criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC) vem gerando grande repercussão nas redes sociais e também levantou um alerta na polícia internacional.
Publicado nesta segunda-feira (3) pela coluna de Mirelle Pinheiro, do site Metrópoles, a gravação teria sido feita no último fim de semana em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. No vídeo, Marset aparece empunhando um fuzil e cercado por homens encapuzados. Ao fundo, há bandeiras com símbolos associados à facção criminosa brasileira. O narcotraficante se apresenta como pronto para uma “guerra”.
– Hoje posso estar aqui, amanhã no Paraguai, outro dia na Bolívia, outro na Colômbia. Onde for, estamos preparados para fazer guerra com quem for, com o Colla, com a polícia. Não ligo para ninguém – afirma Marset, no vídeo.
O apelido Colla, ao qual Marset faz referência no vídeo, é de Erlan García López, ex-aliado do traficante uruguaio e tido atualmente como um dos seus principais rivais. Apurações apontam que Marset teria sequestrado o rival recentemente, o que gerou uma disputa sangrenta entre facções na Bolívia.
De acordo com a colunista Mirelle Pinheiro, ao lado de Marset estariam lideranças do PCC, entre elas Patric Velinton Salomão (Forjado), Pedro Luiz da Silva Soares (Chacal) e Sérgio Luiz de Freitas Filho (Mijão). Marset está foragido desde o final de 2021, quando deixou os Emirados Árabes com um passaporte uruguaio, onde estava detido por portar documentação paraguaia falsa.
Atualmente, o Departamento de Estado dos Estados Unidos oferece recompensa de até 2 milhões de dólares (R$ 10,7 milhões) por informações que levem à sua captura. O governo americano o acusa de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Além dos americanos, o governo boliviano também oferece 100 mil dólares (R$ 538 mil) pela prisão do traficante.
*Pleno.News Fotos: Divulgação/DEA // Reprodução/Print de vídeo do site Metrópoles
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (4) a lista de espera para vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referentes ao segundo semestre de 2025. Os candidatos já podem consultar a classificação no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na seção do Fies.
As vagas remanescentes correspondem aos financiamentos que não foram preenchidos durante as etapas regulares do programa.
Nesta edição, o Fies ofereceu mais de 58 mil vagas distribuídas em 10.319 cursos/turnos de graduação, presentes em 690 instituições privadas de ensino superior em todo o país.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja, estão hospedados no iate Iana 3, classificado como embarcação de luxo, durante a COP30, que ocorre em Belém, Pará. O barco está atracado na Base Naval de Val-de-Cans, e os custos da hospedagem serão pagos pela Presidência da República.
A decisão foi tomada após a equipe de Lula descartar o uso de um navio da Marinha, que havia sido oferecido inicialmente, por não atender às exigências de segurança e conforto da comitiva presidencial. Segundo o Planalto, a Casa Civil buscou uma alternativa que garantisse “segurança, preço e conforto, e não luxo”.
A hospedagem no iate ocorreu devido à dificuldade do governo em encontrar acomodações adequadas em Belém, pois o evento internacional fez com que os preços cobrados por hotéis e imóveis subissem de forma expressiva, o que levou o Planalto a buscar alternativas fora da rede hoteleira tradicional para abrigar o presidente e sua comitiva.
Lula havia afirmado que ficaria hospedado em um barco para mostrar que a COP30 “não seria a COP do luxo”. A escassez de hospedagem em Belém e os altos preços cobrados por hotéis e imóveis para locação levaram o governo a buscar outras opções para acomodar o presidente e sua equipe.
Leitores do jornal Folha de S.Paulo foram surpreendidos nesta segunda-feira (3) com um encarte, no mínimo, incomum: uma folha de papel de seda, material usado tradicionalmente para enrolar cigarros de maconha. A distribuição fez parte de uma ação publicitária da banda Planet Hemp, que promove sua turnê de despedida, intitulada A Última Ponta.
O anúncio, encartado nas edições impressas vendidas em bancas e enviadas a assinantes, trazia o texto: “Quem tem? Quem tem? Quem tem? Quem tem? Agora você tem”. Abaixo da frase, havia um retângulo pontilhado indicando o espaço para recorte — revelando que o conteúdo era, de fato, papel de seda próprio para consumo de cigarros artesanais.
A campanha foi concebida pela empresa 30e, responsável pela produção dos shows do grupo. A banda é conhecida por letras e discursos em defesa da descriminalização da maconha.
O grupo Planet Hemp, fundado em 1993, foi um dos mais polêmicos do país na década de 90, chegando a enfrentar até uma prisão em 1997, em Brasília, por apologia ao uso de drogas.
A propaganda do conteúdo, por sinal, não ficou restrita ao grupo musical. O próprio jornal fez questão de divulgar o encarte em suas redes sociais e em uma matéria publicada no site do jornal, quando o veículo detalhou a campanha e disse que já defendeu a legalização de drogas leves, como a maconha, em seus editoriais.
A turnê de despedida do Planet Hemp tem shows marcados para São Paulo, no Allianz Parque, no dia 15 de novembro; e no Rio de Janeiro, na Fundição Progresso, em 13 de dezembro.
*Pleno.News Foto: Reprodução/Print de Vídeo Folha de S.Paulo
O número de tratamentos para câncer de próstata, subiu 32% no Brasil, entre 2020 e 2024, para homens com até 49 anos. Foram feitas 2,5 mil assistências, em 2020, e 3,3 mil em 2024, segundo dados do Ministério da Saúde.
O câncer de próstata é mais propício em homens de 65 anos, mas pessoas com menos de 49 anos, também sofrem com o problema. A maioria dos procedimentos oferecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), correspondeu a quimioterapia (em torno de 84% a 85%), cirurgias oncológicas (10% a 12%) e radioterapia (3% a 4%).
“Os homens mais jovens têm se mostrado mais interessados em cuidar da saúde e realizar acompanhamento urológico. Essa mudança de comportamento é influenciada pela facilidade atual do acesso à informação, aumento da expectativa de vida e desejo de um envelhecimento saudável. Também existe um movimento interessante, apesar de discreto, de diminuição do preconceito relacionado às visitas ao urologista. Apesar disso, o trabalho de conscientização ainda continua necessário”, afirmou o urologista especializado no cuidado com a saúde sexual e reprodutiva masculina, Rafael Ambar.
Quando detectado precocemente, o câncer de próstata tem até 90% de chance de cura. Nas fases iniciais, a doença geralmente não apresenta sintomas, mas em estágios mais avançados pode provocar dificuldade para urinar, necessidade de urinar com frequência, jato urinário enfraquecido, presença de sangue na urina ou no sêmen, além de dores na pelve, nos quadris e nas costas.
Segundo o médico, os homens devem realizar acompanhamento anual a partir dos 40 anos, no caso de histórico familiar da doença, e dos 50 anos para a população em geral. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma.
De acordo com relatório do Coaf, Cavalcanti movimentou R$ 175 milhões em dois anos e meio
O empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti em pronunciamento à CPMI do INSS | Foto: Carlos Moura/Agência Senado
Operações financeiras consideradas incompatíveis com a renda despertaram a atenção de autoridades sobre o empresário Fernando Cavalcanti, alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de fraudes no INSS. De acordo com relatório do Coaf encaminhado à CPI do INSS, Cavalcanti movimentou R$ 175 milhões em dois anos e meio, incluindo o financiamento de 14 automóveis de luxo avaliados em mais de R$ 200 mil cada.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras apontou que os financiamentos ocorreram de forma parcelada a partir de 2023, em um intervalo de cinco meses. Apenas em junho e julho de 2024, seis veículos tiveram o financiamento concluído. O Coaf identificou transferências bancárias entre sete contas de Cavalcanti, destacando operações consideradas atípicas pelo órgão.
Alerta para lavagem de dinheiro e movimentação incompatível
No documento, o órgão de combate à lavagem de dinheiro alertou para transações que poderiam servir para mascarar a origem e o destino dos valores envolvidos. Também foi observado que quantias recebidas permaneciam pouco tempo nas contas antes de serem debitadas, sem justificativa plausível para tal movimentação.
Em um período de doze meses, Cavalcanti chegou a movimentar R$ 79,7 milhões em uma única conta. “Suspeita-se de movimentação de recursos de terceiros para fins de sonegação fiscal”, conforme o documento obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo. O órgão ainda destacou incompatibilidade entre as transações, o patrimônio declarado e a atividade do empresário.
Justificativa de Cavalcanti à CPI do INSS sobre um presente ao governador do DF
No mês de abril, Cavalcanti, enquanto sócio e vice-presidente do escritório Nelson Willians, presenteou o governador Ibaneis Rocha (MDB-DF) com um Fusca avaliado em R$ 70 mil. Na ocasião, o escritório já prestava serviços ao BRB, banco público. “Ibaneis é um amigo, um excelente gestor, uma pessoa que tem minha total deferência e respeito”, afirmou Cavalcanti em depoimento à CPI do INSS. “Eu tenho muita tranquilidade e muito prazer em ter dado esse fusca para ele.”
A empresa afirmou estar ‘em dia com todas as suas obrigações’ com a Receita Federal
iFood foi a empresa que mais deixou de recolher impostos sob o Perse | Foto: Divulgação/iFood
Uma decisão judicial favorável ao governo obrigou o iFood a pagar quase R$ 1 bilhão em tributos à Receita Federal. A Justiça concluiu que a empresa utilizava indevidamente benefícios fiscais concedidos pelo Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) desde o ano passado, contrariando as regras estabelecidas para o programa.
O Perse, criado em 2021 para apoiar setores de eventos e turismo afetados pela pandemia, zerou diversas alíquotas, mas passou por restrições e foi extinto em abril, depois de atingir o limite de R$ 15 bilhões em renúncia fiscal. O iFood, controlado pela Prosus desde 2022, foi identificado como o maior beneficiário do programa, mesmo com forte expansão de receitas no período.
Segundo decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, publicada em agosto, o iFood deveria ter retomado o pagamento dos tributos desde maio de 2023, diante de mudanças que restringiram as atividades contempladas pelo Perse. A empresa, no entanto, manteve o benefício amparada por decisões liminares até janeiro deste ano.
Entregador da iFood em São Paulo | Foto: Alf Ribeiro/Shutterstock
Em manifestação à Justiça, a Receita Federal apontou que o iFood deixou de recolher mais de R$ 900 milhões indevidamente, o que gerou “enorme dano ao erário”. O iFood informou ter quitado o valor devido em parcelas nos meses de setembro e outubro e destacou estar “em dia com todas as suas obrigações junto à Receita”, conforme nota enviada à agência Reuters.
A empresa ressaltou que os recursos para o pagamento já estavam previstos em seu balanço, o que evitou impacto financeiro na operação e acrescentou ter interrompido o uso do benefício assim que as decisões judiciais perderam validade. O pagamento contribui para a estratégia do governo de alcançar o déficit fiscal zero em 2025.
iFood foi o mais beneficiado pelo Perse
A Receita Federal, questionada sobre o caso, informou à Reuters que não comenta processos judiciais em andamento nem situações específicas envolvendo contribuintes. O Perse foi alvo de críticas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que considerou o programa excessivo e pouco eficiente no controle das contas públicas.
O Ministro da Fazenda do Brasil, Fernando Haddad, observa durante uma reunião em Brasília, Brasil, em 3 de junho de 2025 | Foto: Adriano Machado/Reuters
De acordo com a procuradora da Fazenda Nacional, Raquel Mendes, a devolução dos tributos pelo iFood não reabrirá o Perse para novas concessões, apesar de o teto de R$ 15 bilhões não ter sido efetivamente atingido.
“O Perse estava previsto para terminar quando a renúncia fiscal chegasse aos R$ 15 bilhões”, explicou. “Então, como o iFood era o maior beneficiário do programa, estava lá em primeiro lugar, ele foi consumindo esse limite, e os outros contribuintes começaram a se sentir, inclusive, prejudicados”.
Dados do processo mostram que o iFood aumentou suas receitas tributáveis de R$ 236 milhões em março de 2020 para R$ 1,2 bilhão em dezembro de 2024, um crescimento expressivo mesmo durante a pandemia. O Congresso Nacional prorrogou o Perse em 2023, mas o benefício se esgotou rapidamente com a forte demanda.
ONG brasileira acompanhará o Obesity Week, evento que reúne especialistas e pesquisadores internacionais entre os dias 4 e 7 de novembro
Foto: divulgação
O Instituto Obesidade Brasil participará, de forma online, da cobertura Obesity Week 2025, o maior congresso mundial sobre obesidade, que acontece entre os dias 4 e 7 de novembro, nos Estados Unidos. O evento reúne pesquisadores, médicos e profissionais de saúde de diferentes países para debater os avanços científicos, novas abordagens clínicas e políticas públicas voltadas ao enfrentamento da obesidade, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença crônica, multifatorial e progressiva.
De acordo com o Atlas da Federação Mundial da Obesidade (WOF), no Brasil, foi apontado que 68% da população adulta vive com sobrepeso e a obesidade atinge 31% Segundo as projeções, o número de homens com obesidade pode aumentar em 33,4% até 2030. Na população feminina, crescimento pode ser de 46,2%. Além do câncer de mama, a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos de câncer, incluindo fígado, pâncreas e rins.
Durante os quatro dias de evento, a equipe do Instituto fará a cobertura digital dos principais painéis e discussões, compartilhando com o público brasileiro os destaques e tendências globais sobre o tema. Os conteúdos serão divulgados nos canais oficiais da ONG, com foco na divulgação de informação de qualidade e combate ao estigma que ainda cerca pessoas com obesidade.
“Participar de um evento dessa dimensão é fundamental para atualizarmos nosso conhecimento e trazermos para o Brasil o que há de mais moderno no manejo da obesidade”, afirma a Dra. Andrea Pereira, médica nutróloga e cofundadora do Instituto Obesidade Brasil. “O congresso é uma oportunidade de ampliar o diálogo com especialistas internacionais e reforçar a importância de enxergar a obesidade como uma doença que exige cuidado contínuo e suporte multidisciplinar.”
Já para a psicóloga Andrea Levy, também cofundadora do Instituto, o evento contribui para fortalecer o trabalho de conscientização feito pela ONG no país. “A obesidade ainda é cercada por muito preconceito, e levar informações baseadas em ciência é essencial para mudar essa realidade. Nossa missão é justamente conectar o público com o conhecimento que pode transformar vidas”, destaca.
SOBRE O INSTITUTO OBESIDADE BRASIL
O Instituto Obesidade Brasil é a primeira organização sem fins lucrativos do mundo direcionada a pessoas com obesidade e surge com o objetivo de conscientizar e trazer informações claras e objetivas, sempre com mentoria científica, com linguagem acessível sobre obesidade, prevenção, diagnóstico, tratamento, novas tecnologias e direcionamento aos centros públicos e gratuitos de atendimento, ajudando da melhor forma possível.
Ele foi fundado em fevereiro de 2020 para conscientizar pessoas de que a obesidade é uma doença multifatorial e crônica e conta com um Conselho Científico composto por especialistas colaboradores de todo o território brasileiro, de perfil multidisciplinar, que adota o conceito de saúde universal e trabalha para que todos tenham acesso à ajuda médica especializada.
Conferência do clima ocorre no início de novembro | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Depois de uma solicitação do governo do Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o uso de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em Belém (PA) durante a realização da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025.
A medida foi oficializada em decreto publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 3. O decreto também inclui ações em áreas com infraestruturas críticas nos municípios de Altamira e Tucuruí, abrangendo as usinas hidrelétricas de Belo Monte e Tucuruí.
De caráter excepcional e temporário, a GLO é acionada em situações de perturbação da ordem quando há esgotamento das forças de segurança convencionais, permitindo que militares atuem com poder de polícia.
O instrumento já foi usado em grandes eventos internacionais no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e as Cúpulas do Brics e do G20.
Detalhes da GLO para a COP30
Peça de divulgação da COP30 em Belém, no Pará | Foto: Reprodução/Agência Pará
O texto do decreto estabelece que o objetivo é garantir a segurança dos eventos e dos participantes da Cúpula de Líderes e da COP30.
As Forças Armadas atuarão conforme o plano estratégico integrado de segurança da presidência brasileira da conferência, com ações nas seguintes localidades:
Portos do Outeiro e de Belém;
Aeroporto Internacional de Belém;
Porto e terminal petroquímico de Miramar;
Vias entre o Parque da Cidade e o Porto de Outeiro;
Rotas de deslocamento das comitivas entre o aeroporto, a base aérea e os locais de evento e hospedagem;
Áreas fluviais, como rios e baías.
O ministro da Defesa, José Múcio, será responsável por definir a alocação dos meios e os comandos da operação. A ação será coordenada com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e com os órgãos de segurança locais.