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Candidato à reeleição será sabantinado numa entrevista que vai durar 40 minutos

Bolsonaro durante entrevista ao JN em 2018 Foto: Reprodução/TV Globo

O presidente Jair Bolsonaro (PL) estreia a série de sabatinas do Jornal Nacional com os candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira (22). Ele será sabatinado pelos âncoras William Bonner e Renata Vasconcellos durante uma entrevista que vai durar 40 minutos.

Em 2022, portanto, os presidenciáveis terão 13 minutos a mais na bancada do telejornal. Em 2018, quando Bolsonaro ainda tentava a primeira eleição, as entrevistas duraram 27 minutos. As informações correspondentes ao tempo da entrevista são do Estado de Minas.

Para a série de conversas, a Globo convidou os cinco candidatos mais bem colocados na pesquisa divulgada pelo Datafolha em 28 de julho. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio. Assim, na terça-feira (23), o convidado será Ciro Gomes (PDT).

Principal concorrente de Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será sabatinado na quinta-feira (25). Simone Tebet (MDB) fecha as entrevistas na sexta-feira (26). O deputado federal mineiro André Janones (Avante) foi chamado para participar, mas teve a entrevista cancelada após abrir mão da candidatura.

Informações Pleno News


Plano de recuperação da empresa foi aprovado em junho deste ano

Foto: Divulgação/Latam
Foto: Divulgação/Latam

O plano de recuperação judicial da Latam foi, finalmente, aprovado este ano. Somente com os serviços de escritórios brasileiros, a Latam Brasil gastou, até junho deste ano, R$ 104 milhões. Segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, entre os brasileiros, a banca que concentrou a fortuna gasta com a recuperação judicial foi o LBCA (Lee, Brock, Camargo Advogados), sediado em São Paulo. Recebeu pouco mais de R$ 100 milhões desde o primeiro semestre de 2020, conforme faturas apresentadas à Justiça americana.

Ainda de acordo com a publicação, o outro escritório brasileiro que vem auxiliando o braço brasileiro da Latam no processo é o Demarest, que apresentou faturas num total de R$ 4,3 milhões. O plano de recuperação da Latam foi aprovado em junho deste ano, mas o processo ainda não foi encerrado. Ao entrar em recuperação, em maio de 2020, a Latam tinha US$ 17,96 bilhões em dívidas.

Informações Bahia.ba


Igreja católica celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Bolsonaro e Michelle participaram de missa neste domingo Foto: Reprodução/Poder360

Enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) toma iniciativas para avançar no segmento evangélico, o presidente Jair Bolsonaro (PL) acena aos eleitores católicos. Neste domingo (21), o chefe do Executivo participou de uma missa na Paróquia Nossa Senhora da Esperança, na Asa Norte, em Brasília.

Bolsonaro usava um colete à prova de balas por baixo da camisa e estava acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e dos ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, da Saúde, Marcelo Queiroga, e do Turismo, Carlos Brito.

A Igreja católica celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. O presidente é devoto de Nossa Senhora Aparecida. O casal acompanhou a celebração por uma hora e meia. Ele deixou a paróquia às 11h e retornou ao Palácio da Alvorada sem falar com a imprensa.https://www.youtube.com/embed/yEFFOBRXMvY

Durante a solenidade religiosa, o candidato à reeleição foi aplaudido pelos fiéis a pedido do padre. Não houve pedido de votos nem discurso em favor do presidente por parte do ministrante.

Pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira mostra que Bolsonaro ampliou de 10 para 17 pontos percentuais sua vantagem sobre o ex-presidente Lula entre os evangélicos. O chefe do Executivo saltou de 43% para 49% das intenções de voto no segmento, enquanto o petista tem 32%.

Já entre os católicos, Lula tem vantagem de 25 pontos percentuais: 52% contra 27%. Bolsonaro, no entanto, teve um crescimento, embora dentro da margem de erro, entre os católicos desde julho. O Datafolha também mostrou que 50% do eleitorado se declara católico, e 27%, evangélico.

Informações Pleno News


Mega-Sena, loterias, lotéricas

Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.512 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (20) à noite em São Paulo – 07, 10, 34, 47, 49 e 52. O prêmio previsto era de R$ 7,8 milhões.

Ficam acumulados para o próximo concurso, quarta-feira (24), R$ 14 milhões.

A quina teve 81 acertadores e cada um vai receber R$ 31.030,62. Os 4,3 mil acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 819, 41.

Informações Agência Brasil


Ódio: Lula declara guerra contra pastores e padres; VEJA VÍDEO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a um 3º mandato à frente da Presidência da República, defendeu no comício deste sábado (20) que não precisa de pastores e padres. No discurso, o petista afirmou que “a questão religiosa está na moda agora” e que “o Estado não tem que ter religião”. Veja o vídeo a seguir:

Informações Terra Brasil Noticias


Culpa de Bolsonaro: Gasolina já é vendida abaixo de R$ 5 em Natal

Após sucessivas reduções no preço da gasolina, motoristas já conseguem encontrar o combustível vendido com preço abaixo de R$ 5 em Natal.

O registro foi feito por um leitor do BLOGDOBG na manhã deste sábado (20).

Informações Terra Brasil Notícias


Para a deputada, “se eles deram um golpe desse, por que não pode dar golpe na urna eletrônica?”

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Câmara dos Deputados/Gustavo Sales

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada na noite desta sexta-feira (19), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) falou sobre o sistema eleitoral brasileiro e sobre as críticas as urnas eletrônicas. A parlamentar, que disputa a reeleição, comentou a supostas ameaças de golpe nessas eleições e explicou que “já deram um golpe” quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve suas condenações anuladas.

Zambelli abordou o assunto ao ser questionada sobre o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro a respeito das eleições. Ela disse estranhar o fato do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, não ter “descondenado” Lula em pedidos de habeas corpus anteriores.

– A diferença do que eu estou falando, do golpe dado por parte dos ministros do Supremo para tornar o Lula elegível, é que já aconteceu. O golpe já foi dado. O golpe que você cita é um talvez golpe. Como prever algo que não aconteceu? – indagou.

A deputada então disse que deixar Lula disputar as eleições é o “maior golpe”.

– O principal motivo de a gente desconfiar de fraude agora é que eles soltaram o Lula, que é um bandido condenado em três instâncias porque disseram que ele não podia ser condenado em Curitiba. O maior golpe já aconteceu, que é Lula ser candidato. Se eles deram um golpe desse, descondenando o Lula, por que não pode dar golpe na urna eletrônica? – apontou.

Zambelli também foi questionada sobre as críticas as urnas. Ela disse que não está falando contra o TSE e nem preocupada se irá perder votos.

– O que enfraquece o Estado de Direito é não poder falar o que se pensa. Principalmente porque a gente não está falando contra uma instituição. Em nenhum momento eu falo contra o TSE. Eu tenho um discurso contra um sistema no qual eu não confio porque ele é inteiramente eletrônico – ressaltou.

Informações Pleno News


Âncora da CNN desacredita dos números da DataFolha ao vivo e gera desconforto em colegas de bancada, VEJA VÍDEO

Willian Waack, hoje na CNN, ao comentar sobre pesquisa da DataFolha rebateu ao vivo e na “lata” os números apresentados no jornal da emissora.

Não olhem pra esses números, eles não são o que vai acontecer 

Assista:

Informações Terra Brasil Notícias


Vale concorda em pagar indenização milionária e prevê mais 13 anos para eliminar barragens como Brumadinho

O programa da Vale para eliminar todas as suas barragens construídas pelo método de alteamento a montante prevê a conclusão do processo até 2035. Há alguns meses, a mineradora firmou acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), concordando em pagar indenização de R$ 236 milhões por não cumprir os prazos definidos na Lei Estadual 23.291/2019, conhecida como Lei Mar de Lama Nunca Mais. O atual cronograma, apresentado nesta semana, indica que 40% das estruturas estarão eliminadas ainda este ano, mas, em alguns casos, os processos demandarão mais tempo.

O método de alteamento a montante era utilizado na barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho (MG) em janeiro de 2019, causando 270 mortes e provocando devastação ambiental. Anos antes, em 2015, outro desastre similar já havia ocorrido. Dezenove pessoas morreram e dezenas de  municípios mineiros e capixabas ao longo da bacia do Rio Doce foram afetados pela lama, que escoou após a ruptura de uma barragem construída com a mesma tecnologia pela mineradora Samarco, que tem como acionistas a própria Vale e a anglo-australiana BHP Billiton. A informação é do Conexão Política.

Ao todo, o programa de descaracterização, criado em 2019 após a tragédia de Brumadinho, engloba 30 estruturas, das quais nove já foram eliminadas: seis localizadas em Minas Gerais e três no Pará. As 21 restantes estão todas em cidades mineiras, sendo que em três delas o processo deverá ser concluído ainda este ano. A Vale alega que cada estrutura é única e tem peculiaridades que devem ser levadas em conta. Por isso, em alguns casos, o processo exige mais tempo. No caso das barragens que se encontram em nível crítico, há um desafio adicional: trabalhar com equipamentos não tripulados, retirando trabalhadores da área de risco.

Segundo Frank Pereira, gerente executivo do Programa de Descaracterização da Vale, há um esforço inédito de desenvolvimento tecnológico. “É algo que aconteceu no passado com as barragens de geração de energia. O Brasil virou uma referência no mundo. Pode ter certeza que, após Brumadinho, também seremos referência em barragem de mineração. Isso vai acontecer por causa do escrutínio, do julgamento da engenharia, da criticidade que estamos colocando em cima disso. Não só a Vale, mas a indústria de mineração como um todo”, disse.

A reportagem visitou o Centro de Operações Remotas, em Belo Horizonte, e a barragem B3/B4 da Mina Mar Azul, em Nova Lima (MG), onde a tecnologia já está em uso. Trata-se de uma das três estruturas do país que se encontram no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura. Atualmente, apenas a Vale tem barragens nessa situação. As outras duas são a Sul Superior, em Barão de Cocais (MG), e a Forquilha III, em Ouro Preto (MG), onde os trabalhos de descaracterização também envolverão operações remotas. Segundo Frank Pereira, ainda falta concluir a ligação de fibra ótica entre o centro de operações e as duas estruturas.

Na barragem B3/B4, caminhões, escavadeiras e tratores são usados diariamente nos trabalhos de retirada dos rejeitos. Ele são guiados de forma remota pelos mesmos funcionários que operavam essas máquinas. Os trabalhadores participaram de treinamentos teóricos e práticos e, atualmente, movimentam ao todo 20 equipamentos. Segundo Marcel Pacheco, gerente responsável pela descaracterização da barragem B3/B4, um dos desafios é a perda de sensibilidade, já que no trabalho remoto o operador não sente as vibrações do veículo.

Trabalhadores na obra do muro de contenção construído para eventual rompimento da Barragem B3/B4 em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.
Trabalhadores na obra do muro de contenção construído para eventual rompimento da Barragem B3/B4 em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. – Tomaz Silva/Agência Brasil

“Não há aquela percepção de que vai atolar. Quando ele percebe, já atolou. Então precisamos fazer diversas adaptações porque remover o veículo dá trabalho. Já criamos dispositivos para isso, para atrelar outro caminhão não tripulado ao que está atolado. Mas é uma operação complexa que pode estragar o equipamento. Então temos que ser mais conservadores. Para que eles não quebrem, a manutenção é constante. Eu não posso, por exemplo, correr o risco de um pneu furar. Esses pneus são preenchidos com um tipo de borracha que os deixam mais maciços. São melhorias que fomos fazendo a partir da experiência que acumulamos”, explica.

Os operadores usam joysticks e grandes monitores curvos. Um protótipo, simulando uma cabine de caminhão com volante, chegou a ser desenvolvido e testado, mas não foi bem avaliado. A ideia não está abandonada, e novos modelos serão produzidos. Atualmente, a Vale considera que as operações remotas alcançam 60% da produtividade das operações presenciais. A mineradora trabalha para chegar aos 100%, mas um dos desafios é o volume de transmissão de dados. Isso porque qualquer atraso de cinco segundos pode resultar na colisão entre caminhões e escavadeiras. Existe a expectativa de que as condições melhorem com a conclusão da implantação do 5G no Brasil.

Quando necessário, análises e sondagens do solo ou da estrutura também são realizados com equipamentos operados de forma remota. “Criamos estruturas para entrar com segurança quando é necessário. Por exemplo, recentemente um eletricista entrou para instalar uma bomba de água. Opera com cabos. Já usamos helicóptero”, diz Marcel.

A promessa da Vale é de que a tecnologia em desenvolvimento já é um prenúncio da mineração do futuro, mais segura. “É um trabalho pioneiro no mundo. E não servirá apenas para descaracterização de barragens. Poderemos usar essa tecnologia para outras atividades da mineração, afastando diversos riscos”, acrescenta.

A conclusão da descaracterização da barragem B3/B4 está prevista para 2025. Segundo a mineradora, a estimativa leva em conta o tempo necessário para o desenvolvimento de nova tecnologia. Frank Pereira admite que o maior investimento em inovação e o aumento de sondagens e análises são consequências da tragédia de Brumadinho. “A indústria da mineração teve que ser mais criteriosa. Também passou a ser mais fiscalizada”, afirmou.

A lista de barragens em situação de emergência cresceu após pente-fino impulsionado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e outros órgãos de controle. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige a paralisação e o acionamento automático do nível 1 de emergência. Nos casos classificados como nível 2 ou 3, as mineradoras foram obrigadas a organizar a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em eventual tragédia e reparar a população. Em muitos locais, moradores atingidos ainda brigam judicialmente por reparação.

Das 31 barragens em situação de emergência no estado de Minas Gerais, uma pertence à ArcelorMittal e uma à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As outras 29 são de responsabilidade da Vale, incluindo as três que se encontram atualmente no nível 3. Com o avanço dos trabalhos, a promessa da mineradora é de que elas deixarão a mais alta classificação de emergência até 2025.

Acordos

Após a tragédia de Brumadinho, a ANM editou resolução estabelecendo datas para a eliminação de todas as barragens erguidas pelo método de alteamento a montante: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação. As regras valiam para a mineração em todo o país. Mas em Minas Gerais, o assunto ganhou tratamento específico pela Lei Mar de Lama Nunca Mais. Aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a legislação exigia a conclusão de todo o processo em três anos.

O prazo se encerrou em fevereiro, quando apenas sete das 54 barragens desse tipo existentes em Minas Gerais estavam completamente descaracterizadas. Diante do cenário, o MPMG procurou diversas mineradoras para estabelecer novos compromissos, entre eles, o pagamento de indenizações. Apenas três rejeitaram o acordo e viraram alvo de ação judicial. Uma dessas mineradoras, a Serra da Fortaleza Mineração e Metalurgia, já teve inclusive decretado o bloqueio de R$ 100 milhões de suas contas. A decisão foi tomada para garantir recursos necessários à descaracterização da barragem Dique 2, situada em Fortaleza de Minas (MG).

O MPMG também tem cobrado das mineradoras a adesão ao Padrão Global da Indústria de Gestão de Rejeitos (GISTM, na sigla em inglês). Na semana passada, um termo de compromisso com esse objetivo foi assinado com a Vale. Criado em 2020, o GISTM fixa 77 requisitos com foco na segurança das pessoas e do meio ambiente. Segundo a Vale, até 2025 todas as suas estruturas estarão em conformidade com o GISTM.

Alternativas

Um movimento que vem ocorrendo no Brasil é a adoção de métodos do empilhamento a seco, conhecido também pela expressão em inglês dry stacking: a água filtrada é reutilizada no processo produtivo enquanto o rejeito é disposto em pilhas, dispensando assim o uso das barragens. Essa alternativa, embora seja mais onerosa, tem se tornado atraente em meio às mudanças na legislação ambiental brasileira. Muitas das grandes mineradoras que atuam no país têm caminhado nessa direção.

Uma das primeiras experiências da Vale, de empilhamento a seco, ocorre na Mina do Pico, no Complexo de Vargem Grande, em Itabirito (MG). A estruturação da planta de filtragem teve início em 2019 e foi concluída no ano passado. O rejeito decorrente da atividade mineradora é separado: 70% são arenosos e encaminhados para a disposição em pilhas e os outros 30%, compostos por sedimentos ultrafinos, são encaminhados para barragem. “Temos todos os controles dessa pilha para todas as intempéries possíveis”, afirma Haline Paiva, gerente da usina de filtragem.

Em janeiro deste ano, no entanto, um episódio na mina de Pau Branco, onde a mineradora Vallourec usa o sistema de disposição a seco, levantou um alerta. Após grande volume de chuvas, houve transbordamento do dique que capta a água que passa pela pilha de rejeitos. O nível da água se elevou porque parte do material empilhado escorregou para o reservatório.

“São coisas para se estudar. Essas pilhas estão começando a ser construídas e vão atingir alturas consideráveis. Mas deve demorar algumas décadas para chegarmos a esse cenário”, disse à Agência Brasil na época o engenheiro Marcos Massao Futai, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, é preciso aprofundar os conhecimentos.

“Independentemente do método de disposição, ele precisa ser bem projetado, bem construído, bem monitorado e ser preparado para um dia fechar. Chega um momento em que é impossível colocar material. E aí podemos devolver para a sociedade, de forma que sejam áreas reutilizáveis. É possível prever, por exemplo que, depois do empilhamento, seja construído um parque com revegetação. Envolve um esforço amplo, não só da engenharia”.

Outra aposta da Vale, que vem sendo desenvolvida em projeto piloto na Mina do Pico, é a fabricação de bloquetes que podem ser usados em calçamento ou pavimentação. Atualmente são produzidas 4,3 mil peças por dia. Cada uma tem cerca de 37% de rejeito em sua composição, que leva ainda areia e cimento. O trabalho é feito por seis mulheres. Apesar de considerar interessantes as iniciativas que reaproveitam o rejeito na construção civil, Futai avalia que elas só conseguem dar destinação a um volume pequeno do material produzido na mineração.

Informações Terra Brasil Notícias


No MS, Bolsonaro abre 15,7 pontos sobre Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 15,7 pontos percentuais de vantagem sobre seu rival Lula (PT) entre os eleitores do Mato Grosso do Sul, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas.

De acordo com a pesquisa estimulada, Bolsonaro totaliza neste momento 45% das intenções de voto, contra 29,3% do petista, enquanto a senadora Simone Tebet (MDB), em terceiro, alcança 6,2% em seu próprio Estado. Ela tem 7,2 vezes menos intenção de votos que o presidente da República, líder do levantamento. A informação é do Diário do Poder.

Ciro Gomes (PD), em quarto lugar, soma 5,1% e Pablo Marçal (Pros), em quinto, chega a 1,4%. Os demais candidatos a presidente não alcançam um ponto percentual.

Do total de entrevistados no Mato Grosso do Sul, 5,1% se revelam indecisos e 7% afirmam a intenção de votar branco ou nulo.

No cenário de referência espontânea de voto, Bolsonaro soma 32,9%, contra 21,5% de Lula. Simone Tebet tem 2,6% das referências e Ciro Gomes 2,3%. Os demais não chegam a 1%.

MS aprova governo Bolsonaro

O Paraná Pesquisas também aferiu a avaliação que os eleitores do Mato Grosso do Sul fazem do governo Bolsonaro, e o aprovam majoritariamente.

Segundo a pesquisa, 56% dos entrevistados aprovam a administração Bolsonaro, contra 38,3% que a desaprovam.

No Mato Grosso do Sul, 24,5% consideram o governo ótimo, 22,5% o avaliam como bom e 19% regular. Entre os que o avaliam negativamente, 8,2% acham-no ruim e 23,8% péssimo.

O Paraná Pesquisas entrevistou pessoalmente 1.540 eleitores em 46 municípios entre os dias 14 e 18 de agosto, e registrou a pesquisa sob nº BR-07279/2022.

Informações Terra Brasil Noticias

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