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O empresário e presidente da varejista Havan, Luciano Hang, ao lado do presidente Jair Bolsonaro - Reprodução/Facebook
O empresário e presidente da varejista Havan, Luciano Hang, ao lado do presidente Jair Bolsonaro Imagem: Reprodução/Facebook

Luciano Hang, das Lojas Havan, investiu mais de R$ 27 milhões em projetos autorizados a captar recursos por meio da Lei Rouanet. Ao todo, a empresa fez 350 doações expressivas ao longo dos últimos anos.

Uma delas foi para o musical “Silvio Santos Vem Aí”, que vai contar a trajetória de Silvio Santos. A Havan desembolsou R$ 300 mil para a montagem teatral, que já captou quase R$ 5 milhões por meio da iniciativa privada.

Os projetos apoiados por Hang vão de documentário sobre os bastidores da campanha ao governo de Santa Catarina, de 2003, a um festival sertanejo na cidade de São Lourenço do Oeste, também no mesmo estado.

A reportagem de Splash separou outros dez projetos que receberam os maiores investimentos do empresário. Juntos, eles somam mais de R$ 3 milhões.

Documentário “O Dia da Virada”. A produção, que vai reconstruir o último dia antes da eleição para o governo de Santa Catarina, em 2003, foi contemplada com R$ 120 mil.

Restauro da Igreja Espírito Santo – Paróquia Luterana de Blumenau. O projeto, que prevê a recuperação e conservação da igreja construída em 1877, recebeu R$ 500 mil da empresa.

Manutenção do Instituto HAHAHA. Hang investiu R$ 200 mil na execução de ações artísticas híbridas realizadas pelo instituto. O projeto, que é de 2020, tinha por objetivo a garantia de acesso à Cultura durante a pandemia.

Projeto OMUNGA NA AMAZÔNIA. A ação, que visa oferecer ações educativo-culturais para professores e alunos da rede pública de Joinville (SC), foi contemplada com R$ 200 mil das Lojas Havan.

Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. O empresário investiu R$ 300 mil no plano anual de atividades da instituição de 2020.

Musical “Bem Sertanejo”. A terceira temporada da montagem recebeu R$ 250 mil. O musical aborda a história da música caipira da origem até os dias de hoje.

Mostra cultural e étnica na cidade de Esteio (RS). O evento, que “busca valorizar as diversas expressões artísticas e culturais”, recebeu R$ 300 mil da empresa.

Amostras culturais e Étnicas nas cidades de Três Palmeiras, Salgado Filho, Frederico Westphalen e Erechim, no Rio Grande do Sul, e em Pinhalzinho, Santa Catarina. A Havan investiu R$ 291 mil no projeto.

Festas regionais para promover o turismo no Paraná. Um projeto que tinha por objetivo a realização da 29ª Festa da Tainha, da 4ª Festa Nacional e da 37ª Festa do Pescador foi contemplado com R$ 250 mil.

Festival Sertanejo em SC e PR. O evento de resgate da música raiz recebeu da empresa R$ 294 mil.

Shows de Natal em cinco cidades do sul. As apresentações gratuitas, segundo o projeto, foram realizadas nas cidades de Lages (SC), Maringa (PR), Biguacu (SC), Balneário Camboriú (SC) e São José dos Pinhais (PR). A ação captou R$ 300 mil com as lojas de Hang.

Procurada por Splash para comentar a importância da lei para a empresa, a assessoria das Lojas Havan não retornou até o momento. Se o fizer, o texto será atualizado.

Luciano Hang x Jair Bolsonaro

Luciano Hang - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
O empresário e presidente da varejista Havan, Luciano Hang, é apoiador do presidente Jair Bolsonaro.Imagem: Reprodução/Instagram

Em 2022, Luciano Hang defendeu o uso da Lei Rouanet em uma série de publicações no Twitter. Vale lembrar que parte do dinheiro investido pelo empresário é abatida do Imposto de Renda das Lojas Havan.

O empresário, no entanto, é um dos maiores apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que em janeiro voltou a criticar a Lei de Incentivo à Cultura. O político afirmou que “já recomeçou a festa da Lei Rouanet” após a eleição de Lula (PT), conforme noticiou a Folha de S.Paulo.

O que é a Lei Rouanet?

Criada em 1991, no governo Fernando Collor, a Lei Rouanet concede incentivos fiscais a pessoas físicas e empresas privadas patrocinadoras de produtos ou serviços na área da cultura.

A aprovação no Ministério da Cultura, no entanto, não garante a captação nem a execução do projeto, que ficam a cargo dos proponentes.

A captação é feita por renúncia fiscal. Ou seja, é uma reorganização de imposto, que seria pago aos cofres públicos, mas é direcionado a produções artísticas.

Informações Splash UOL


Gasolina foi reonerada em R$ 0,47 por litro, e o etanol em R$ 0,02 por litro. Anúncio foi feito na terça-feira (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ministério da Fazenda detalha volta da cobrança de impostos federais sobre os combustíveis

O governo anunciou no fim da tarde da terça-feira (28) a volta parcial de impostos federais para a gasolina e o etanol. A reoneração, implementada por meio de medida provisória, já vale a partir desta quarta-feira (1º). 

A volta é parcial porque os impostos não estão sendo retomados no valor integral que tinham anteriormente. 

Veja abaixo perguntas e respostas sobre a medida e quanto deve ficar o preço para o consumidor. 

De quanto é o aumento de imposto?

Para a gasolina, o aumento é de R$ 0,47 por litro. 

No caso do álcool, de R$ 0,02 por litro. 

Quanto isso deve representar para o consumidor final?

Segundo cálculos realizados pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o preço da gasolina nos postos deve subir cerca de R$ 0,25 por litro. 

Isso porque, apesar de uma elevação de R$ 0,47 nos impostos federais, a Petrobras anunciou uma redução no valor do combustível vendido às distribuidoras. Essa redução é de R$ 0,13. 

A conta que a Abicom faz leva em conta ainda que a gasolina vendida ao consumidor tem 27% de etanol. 

Quais impostos foram retomados? 

O governo voltou a aplicar a cobrança do PIS e da Cofins, que não eram cobrados desde maio de 2022. 

Naquela ocasião, o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, suspendeu a aplicação dos impostos até o fim de dezembro de 2022, com o objetivo de baixar os preços dos combustíveis. 

Por que os impostos estão sendo retomados? 

O governo do presidente Lula assinou em janeiro uma medida provisória prorrogando a desoneração dos combustíveis. No caso da gasolina e do álcool, essa prorrogação valia até esta quarta (1º). 

Com isso, se o governo não editasse a medida provisória, os valores seriam retomados integralmente. 

Por que o governo optou pela reoneração parcial? 

A reoneração parcial foi uma solução de meio termo encontrada entre a ala política e a ala econômica do governo. 

A ala política não queria o impacto de aumento de preços de combustíveis para o consumidor. A ala econômica entende que o governo não pode abrir mão por mais tempo da arrecadação proveniente dos impostos sobre gasolina e etanol. 

De quanto seria o aumento se a reoneração fosse completa? 

Nesse caso, a gasolina subiria R$ 0,69 por litro. 

O etanol subiria R$ 0,24 por litro. 

Como o governo pretende complementar a arrecadação, já que a retomada foi parcial?

Para preservar a arrecadação, já que a reoneração dos impostos foi parcial, o governo vai criar um imposto sobre exportação de petróleo cru. A alíquota será de 9,2%. 

A expectativa é que o novo imposto arrecade R$ 6,7 bilhões nos quatro meses em que ficar em vigor. Ele incide sobre empresas exportadoras de petróleo bruto do país, entre elas, a Petrobras. 

Algum combustível ainda está isento dos impostos federais?

O governo informou que o gás natural veicular (GVN) e o querosene de aviação civil, combustíveis que também estavam previstos para serem reonerados a partir de 1º de março, permanecerão desonerados. 

Quais foram os argumentos do ministro para a reoneração?

Haddad afirmou que a reoneração dos combustíveis tem um “objetivo muito claro” de “recompor o orçamento público”. A equipe econômica quer passar uma imagem de responsabilidade fiscal. 

O ministro argumentou que a desoneração, aplicada pelo governo anterior, foi uma medida eleitoreira, que só foi estendida pelo presidente Lula porque a reoneração poderia inflar os atos golpistas de janeiro. 

Haddad disse ainda esperar que, diante da reoneração, que fortalece as contas públicas, o Banco Central baixe os juros. 

“Medidas têm foco na queda das taxas de juros no Brasil”, afirmou Haddad. “Esperamos que Copom reaja como previsto nas atas do Banco Central”, completou.

Informações G1


Foto: Reprodução G1

g1 reuniu imagens que mostram o antes e depois da trilha que virou área de mergulho, no rio Olho D’água, após forte temporal em Jardim (MS). Antes da cheia, os turistas faziam o percurso caminhando. Com o temporal, o passeio só pôde ser realizado por meio de mergulho. Assista ao vídeo acima.

De um dia para o outro, a mata ciliar do rio, em Jardim, ficou completamente submersa, formando uma trilha subaquática. A cheia durou dois dias.

Compare, nas fotos abaixo, como era e como ficou a trilha após o temporal:

Foto 1: Fernando Peres/Reprodução
Foto 2: Recanto Ecológico Rio da Prata-Mateus Alexandre/ Reprodução

Trilha submersa

Depois de fortes chuvas em uma das regiões mais turística de Mato Grosso do Sul, uma cena rara foi registrada no rio do Olho D’água, em Jardim (MS). Uma trilha ficou completamente submersa pelas águas cristalinas e o fotógrafo Mateus Alexandre chegou a “andar” debaixo d’água. Assista ao vídeo acima.

Toda área ficou submersa e mesmo com tanta chuva, a água continuou transparente.

Foto: Recanto Ecológico Rio da Prata-Mateus Alexandre/ Reprodução

O que antes recebia turistas andando por cima do deck, ficou inteiramente submerso e o fotógrafo Mateus Alexandre pôde fazer o registro fantástico, dentro da água, no Recanto Ecológico Rio da Prata. Veja o registro acima.

Mateus ficou extasiado com a situação. Um dia antes do fenômeno, o fotógrafo passou pelo mesmo local, andando sobre o deck que separa o rio da terra firma. No outro dia, o cenário foi completamente diferente, a trilha estava submersa.

“Atuo no Recanto Ecológico Rio da Prata há 1 ano e seis meses. No último fim de semana tive a oportunidade de contemplar um acontecimento único: a trilha submersa. Fiquei extasiado ao constatar que, de um dia antes ela estava seca e visitantes caminhavam por ela. E com as chuvas ela se transformou em um cenário extraordinário e a sua beleza permanecia a mesma! Foi incrível!”, comenta o fotógrafo Mateus Alexandre, que faz parte da equipe de fotografia do Grupo Rio da Prata.

*G1


Foto: Reprodução/GloboNews

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (28), afastar do cargo o juiz federal Marcelo Bretas, por suposto desvio de conduta na análise de processos. O CNJ também instaurou procedimento para investigar o juiz.

Bretas atuou na Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Em nota divulgada após a decisão do CNJ, ele afirmou que “sempre atuou na forma da lei para a realização da Justiça. E que não pode comentar a decisão do CNJ pois a ela não teve acesso, uma vez que foi tomada em sessão sigilosa”.

A decisão do CNJ, por 12 votos a 3, levou em conta a conduta de Bretas como juiz criminal, segundo integrantes do CNJ. No conselho, havia três procedimentos abertos sobre o juiz.

O primeiro item era uma reclamação disciplinar ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questionou acordo de colaboração premiada celebrado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a OAB, o juiz e o Ministério Público negociaram penas, orientaram advogados e combinaram estratégias.

O segundo é uma reclamação feita pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. O prefeito alega que o juiz atuou para prejudicá-lo na disputa eleitoral para o governo do estado em 2018.

À época, Bretas chamou para uma audiência Alexandre Pinto, ex-secretário municipal de Obras do Rio. Pinto acusou o prefeito do Rio de participar em um esquema de propinas no plano de infraestrutura das Olimpíadas de 2016.

O terceiro processo é uma reclamação disciplinar instaurada pelo corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão. O CNJ encontrou dados em computadores corporativos do magistrado que dão indícios de supostas “deficiências graves dos serviços judiciais e auxiliares, das serventias e dos órgãos prestadores de serviços notariais e de registros”.

Próximos passos

Agora que o processo administrativo foi aberto para investigar a conduta de Bretas, o CNJ vai designar um conselheiro para ser o relator.

Ele vai ser responsável por ouvir o investigado e as testemunhas. Por fim, o relator apresenta um voto no plenário do CNJ.

Dependendo do voto do relator, e se ele foi acompanhado pelos demais conselheiros, Bretas pode até ser punido com a aposentadoria compulsória (quando ele sai do cargo, mas mantém o salário).

*G1


Foto: Reprodução G1

O vereador Sandro Fantinel (Patriota), de Caxias do Sul, na Serra do RS, fez um comentário xenofóbico ao usar a tribuna nesta terça-feira (28) e questionar a repercussão do caso de trabalhadores resgatados em situação de escravidão nas vinícolas da cidade vizinha de Bento Gonçalves. De acordo com o deputado estadual Leonel Radde (PT), um Boletim de Ocorrência contra a fala foi registrado.

g1 RS tentou contato com o vereador, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Mais de 200 pessoas foram resgatadas de um alojamento em Bento Gonçalves onde eram submetidas a trabalho análogo à escravidão durante a colheita da uva para as vinícolas. Os trabalhadores foram contratados pela Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde Ltda, que oferecia a mão de obra para as vinícolas Aurora, Cooperativa Garibaldi, Salton e produtores rurais da região. Eles afirmam que eram extorquidos, ameaçados, agredidos e torturados com choques elétricos e spray de pimenta.

Em seu discurso xenofóbico, o parlamentar pede que os produtores da região “não contratem mais aquela gente lá de cima”, se referindo a trabalhadores vindos da Bahia. A maioria dos trabalhadores contratados para a colheita da uva veio daquele estado. Fantinel sugere que se dê preferência a empregados vindos da Argentina, que, segundo ele, seriam “limpos, trabalhadores e corretos”.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), dos 207 empregados resgatados do alojamento em Bento Gonçalves, 194 voltaram para a Bahia, quatro ficaram no RS e nove eram gaúchos de Rio Grande, Montenegro, Marau e Carazinho, que voltaram para suas cidades.

Repercussão

O deputado estadual Leonel Radde (PT) disse que foi registrado um Boletim de Ocorrência contra o vereador. “Acabamos de registrar um novo Boletim de Ocorrência contra a fala racista do vereador de Caxias do Sul/RS, Sandro Fantinel, que declarou que ‘baianos são sujos e sabem apenas tocar tambor e dançar'”. O deputado ainda disse que “o Rio Grande do Sul e o Brasil não são lugares para racistas, escravocratas!”

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) também se manifestou no Twitter sobre a fala do vereador. “Eu repudio veementemente a apologia à escravidão e não permitirei que tratem nenhum nordestino ou baiano com preconceito ou rancor.”

“É desumano, vergonhoso e inadmissível ver que há brasileiros capazes de defender a crueldade humana. Determinei, portanto, a adoção de medidas cabíveis para que o vereador seja responsabilizado pela sua fala”, afirmou o governador.

As declarações do vereador também provocaram respostas de seus colegas de Câmara em Caxias do Sul. Lucas Caregnato (PT) disse que as palavras usadas foram de “cunho xenofóbico, preconceituoso e discriminatório”. Rafael Bueno (PDT) pediu que a Câmara emita uma nota “pedindo desculpas, porque a gente não comunga com qualquer prática de intolerância, seja com imigrantes ou trabalhadores que procuram nossa região para sobreviver”.

Ao g1 RS, o presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, José Pascual Dambrós (PSB), afirmou que Fantinel “tem responsabilidade de responder por sua fala”, que, segundo ele, não reflete o pensamento da cidade ou da Câmara. Contudo, não quis se comprometer com uma ação contra o colega. Segundo ele, uma medida contra o vereador só deve ser tomada caso haja representação no Conselho de Ética da casa.

“A fala de um vereador não representa a cidade. O que representa a cidade é a hospitalidade e a harmonia com que recebemos gente de fora do país e do estado. Mais da metade dos vereadores veio de fora da cidade, precisamos respeitar todo o povo, inclusive temos muita gente de outros municípios, de outras regiões e até de outros países trabalhando na cidade”, avalia.

*G1


Ex-presidente discursou durante um evento na Flórida

Bolsonaro disse que esteve com governadores, prefeitos, parlamentares nos EUA

Durante o evento SA Summit 2023, realizado na segunda-feira 27, na Flórida, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que os manifestantes que permanecem presos em Brasília são “tratados como terroristas”.

“No Brasil, tudo passou a ser fake news, atentado contra o Estado Democrático de Direito”, observou o ex-presidente. “Vão completar dois meses com 900 pessoas presas, tratadas como terroristas. Não foi mostrado, quando foram presas, um canivete sequer com eles. E estão presas. Chefes de família, senhoras, mães, avós.”

Desde o 8 de janeiro, o governo do Distrito Federal catalogou ao menos 916 presos. São 611 homens no Centro de Detenção Provisória II e 305 mulheres na Penitenciária Feminina.

O ex-presidente criticou a declaração do ministro da Justiça, Flávio Dino, segundo a qual as pessoas que participaram das manifestações são “muito perigosas” e citou a transferência de Marcola, líder do PCC, para Brasília como exemplo.

“Trouxeram o Marcola agora para o convívio da sociedade”, lembrou Bolsonaro. “Esse não tem perigo nenhum, mas essas pessoas que estão presas, 900 aproximadamente, são perigosas.”

Política externa

A aproximação do governo petista com ditaduras latino americanas e de outros países também gerou críticas de Bolsonaro. Para o ex-chefe do Executivo, a política externa brasileira deve “buscar países que podem oferecer alguma coisa”. Durante a gestão anterior, o Brasil se aproximou de países com políticas econômicas liberais e deu início ao processo de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O país conta com o apoio dos Estados Unidos para a vaga.

“Quem está no governo atualmente, infelizmente, tem se aproximado de ditaduras na América do Sul e fora também”, constatou. “Agora, vai fazer uma turnê pela África. Devemos sempre buscar, não desprezando os mais humildes, mas buscar países que podem nos oferecer alguma coisa.”

Não vai criticar o Brasil

Em outra parte do discurso, ex-mandatário afirmou que, apesar de ter “aversão” a quem está no comando do Executivo, não vai trabalhar contra o Brasil. Depois da declaração, a plateia presente no evento ovacionou Bolsonaro. “Apesar de se ter aversão ao que está na política atualmente lá no Executivo, eu não vou trabalhar contra o meu país”, disse Bolsonaro.

Informações Revista Oeste


Lewis Hamilton comemora vitória no GP de São Paulo de 2021 com a bandeira do Brasil - Reprodução/F-1
Lewis Hamilton comemora vitória no GP de São Paulo de 2021 com a bandeira do Brasil Imagem: Reprodução/F-1

Lewis Hamilton, piloto inglês de Fórmula 1, está estreando na publicidade nacional como o novo garoto-propaganda do Itaú Personnalité.

O heptacampeão da categoria foi escolhido para protagonizar a nova campanha do banco.

O piloto de 38 anos é um dos maiores nomes da história do automobilismo e um dos grandes esportistas da atualidade. Ele também possui forte ativismo fora das pistas.

O vídeo da campanha será lançado durante o intervalo da edição de hoje (27) do Jornal Nacional, da TV Globo.

Hamilton é diretamente proporcional ao tamanho da transformação que estamos promovendo dentro do Itaú Personnalité, além de ser reflexo dos valores que acreditamos, como a vitalidade de alguém que supera os próprios limites, mas fazendo isso de uma forma ética e em equipe”, afirmou Eduardo Tracanella, diretor de Marketing do Itaú Unibanco.none

Relação com o Brasil

Hamilton esteve no Brasil pela primeira vez em 2007, quando estava em sua primeira temporada pela F1. Ele ainda corria pela McLaren.

Desde então, sua relação com a cultura brasileira foi ficando mais próxima. Ele considera o Brasil como uma segunda casa.

Ele venceu em 2021 o Grande Prêmio do Brasil de F1, em São Paulo, e homenageou Ayrton Senna. Hamilton repetiu o gesto do brasileiro em 1991, dando uma volta adicional no autódromo com a bandeira nacional, e disse que “foi um momento de grande orgulho” para ele.

O piloto foi homenageado com o título de Cidadão Honorário Brasileiro em novembro do ano passado.


PGR pede ao STF para manter Anderson Torres preso

Ex-ministro da Justiça está em um batalhão da PM desde 14 de janeiro investigado por omissão como secretário de Segurança Pública do DF no 8/1

A PGR pediu ao STF que mantenha o ex-ministro da Justiça Anderson Torres (foto) preso. Ele está sob prisão preventiva em um batalhão da PM desde 14 de janeiro investigado por omissão como secretário de Segurança Pública do DF no 8/1.

A Procuradoria afirmou que os argumentos da defesa para o pedido de liberdade são os mesmos apresentados na decretação da prisão preventiva em janeiro, “sem que tenha havido qualquer alteração fática ou processual”.

“Estando em curso as investigações, pendente a apuração de alguns contornos fáticos, a constrição cautelar da liberdade do investigado tem sido determinante para seu êxito”, acrescentou.

A PGR também pediu no mesmo despacho que a PF apresente um relatório parcial das investigações em 30 dias.

O Antagonista


Decisão da Força ignora o pedido dos Estados Unidos

O IRIS-Makran é dos navios iranianos que recebeu autorização para ancorar no Rio de Janeiro| Foto: Reprodução/ Marinha Iraniana

Marinha do Brasil (MB) autorizou a ancoragem de dois navios de guerra do Irã ao porto do Rio de Janeiro. As embarcações chegaram ontem e vão ficar por aqui até 4 de março. A visita estava marcada para o fim de janeiro, mas foi adiada.

Maior embarcação militar do Irã, o Iris Makran é um porta-helicópteros com cerca de 230 metros de comprimento e pouco mais de 40 metros de largura. Já o Iris Dena é uma fragata com aproximadamente 100 metros de comprimento e quase 11,5 metros de largura. Ambos zarparam do Irã em setembro de 2022.

Segundo a MB, “o processo de concessão de autorização de navios estrangeiros de Estado para trânsito em Águas Jurisdicionais Brasileiras e visita a portos nacionais é iniciado com uma solicitação da embaixada estrangeira, do país que o navio pertence, ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), onde constam alguns dados operacionais e o período de estadia”.

“Apenas após a autorização do MRE e considerando as possibilidades logísticas para a visita, a MB emite um documento oficial que é publicado no Diário Oficialda União, que, em suma, concede a autorização solicitada”, explicou a MB. O despacho é assinado pelo vice-almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, vice-chefe do Estado-Maior da armada brasileira.

A decisão da Marinha ignora o pedido dos Estados Unidos. Há dez dias, a embaixadora americana no Brasil, Elizabeth Bagley, fez um apelo ao governo brasileiro para o presidente Lula não permitir que os dois navios de guerra iranianos atracassem no porto do Rio. Segundo a diplomata, essas embarcações são de um país que financia o comércio de produtos ilegais e o terrorismo.

Informações Revista Oeste


O crime ocorreu na noite de sábado (25) na Vila São João Batista, Região de Venda Nova.

Crime aconteceu na Vila São João Batista, em Belo Horizonte — Foto: Ewerton Lopes/TV Globo

Crime aconteceu na Vila São João Batista, em Belo Horizonte — Foto: Ewerton Lopes/TV Globo 

Uma discussão em um bar da Vila São João Batista, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonteterminou com a morte de um homem na noite deste sábado (25). 

A briga começou porque o filho da vítima, uma criança com autismo, estaria apertando com intensidade a buzina de um carro, o que irritou o autor do crime.

Segundo o boletim de ocorrência (BO), após o desentendimento, o autor teria ameaçado a vítima dizendo que buscaria uma arma para resolver a situação. 

Homem é suspeito de matar pai de criança com autismo em bar de BH

Mais tarde, por volta das 21h, de acordo com o BO, o homem voltou em um taxi, foi em direção à vítima com uma arma e disparou diversos tiros a uma curta distância, sem qualquer chance de defesa.

A vítima chegou a ser levada para o Hospital Risoleta Tolentino Neves por pessoas que estavam no bar, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na instituição. 

Testemunhas fizeram a identificação do autor do crime, mas ele ainda não foi localizado pela polícia até a última atualização desta reportagem. 

Após discussão por causa de buzina, suspeito atira e mata homem em BH  — Foto: Ewerton Lopes/TV Globo

Após discussão por causa de buzina, suspeito atira e mata homem em BH — Foto: Ewerton Lopes/TV Globo

Informações G1

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