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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) foram escolhidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa do Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.

No último sábado (21), o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS), que visitou Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, em Brasília, já havia apontado que Michelle e Bia seriam os nomes apoiados pelos aliados do político conservador.

De acordo com a coluna Grande Angular, do Metrópoles, que na segunda-feira (23) destacou a escolha dos nomes indicados por Bolsonaro, Michelle e Kicis devem apoiar Celina Leão (PP) como candidata a governadora do Distrito Federal.

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Fotos: EFE/Andre Borges e Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados


Pela imposta a ele e seu companheiro foi de mais de 11 anos de prisão

© hytalosantos/Instagram

A Justiça da Paraíba condenou o influenciador Hitalo José Santos Silva, que adota publicamente o nome Hytalo Santos, e seu companheiro, Israel Natã Vicente, por exploração sexual de crianças e adolescentes. A pena imposta a Hytalo foi de 11 anos e 4 meses de prisão, enquanto seu marido deverá cumprir 8 anos, 10 meses e 20 dias, ambos em regime fechado. 

A decisão é do juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, município da Grande João Pessoa.

O caso ganhou repercussão nacional no ano passado, com alertas sobre adultização infantil reforçados na mídia, em especial, os do influenciador paranaense Felipe Bressanim, mais conhecido como Felca, contra perfis que usam crianças e adolescentes com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais.

casal foi preso em agosto de 2025, em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo, após ser investigado por lucrar a partir da difusão de imagens de adolescentes na internet. Os dois respondem com base em leis como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em que estão tipificados tanto crimes como a violência sexual de crianças e adolescentes como os de produção, reprodução e distribuição de materiais que os vitimem nessa esfera. O ECA estabelece, ainda, sanções para quem agencia, recruta e coage vítimas para participar. 

As denúncias foram apresentadas pelo Ministério Público da Paraíba, que enfatizou o fato de crimes dessa natureza estarem comumente ligados ao de tráfico de pessoas, e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), responsável por pedir à Justiça o bloqueio dos bens do influenciador. O despacho também pede o acionamento da Interpol no caso.

Outro lado

Em nota, a equipe que representa o casal afirma que Hytalo e Vicente são alvo de homofobia e racismo e criticou o proferimento da sentença durante o fim de semana, mais especificamente  no último sábado (21), o que demonstra “não apenas fragilidade jurídica, mas também traços inequívocos de preconceito”. 

“Ao longo de toda a instrução processual, a defesa apresentou argumentos consistentes, lastreados em provas e nos próprios depoimentos colhidos em juízo – inclusive de testemunhas arroladas pela acusação e das supostas vítimas – que afastam a tese acusatória. Nada disso, contudo, foi devidamente enfrentado na sentença, que optou por ignorar elementos essenciais dos autos, conduzindo a uma condenação desprovida de fundamentação adequada. Mais grave, a decisão representa a vitória do preconceito contra um jovem nordestino, negro e homossexual, além de expressar estigmatização contra o universo cultural do BregaFunk”, escreve a defesa, informando a intenção de acionar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar eventual má conduta do magistrado designado para o caso.

“Tal constatação é reforçada por trecho da própria sentença em que se afirma que não é porque Hytalo é negro e gay assumido, inclusive casado com um homem, que teria personalidade desvirtuada. Se inexistisse preconceito, seria absolutamente desnecessária a menção a tais características pessoais, que não guardam qualquer pertinência jurídica com os fatos discutidos no processo. A simples inclusão desse tipo de observação revela o viés que contaminou o julgamento.”

Em seu perfil no Instagram, o advogado Sean Kompier Abib também se pronunciou individualmente, reiterando o que considerou ser a escolha do juiz por “ignorar todas as provas” e os depoimentos de testemunhas que teriam mudado sua versão inicial e de outras que se colocaram a favor do casal e negaram as ilegalidades atribuídas. 

Com informações da Agência Brasil.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Comando do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pela custódia na Papudinha, preste esclarecimentos, no prazo de 48 horas, sobre a realização de uma visita fora do horário autorizado ao ex-ministro Anderson Torres, que cumpre pena na unidade, integrante do Complexo Penitenciário da Papuda.

Ministro da Justiça no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Torres foi condenado a 24 anos de prisão na ação de tentativa golpe de Estado. Em despacho assinado em 20 de fevereiro, Moraes aponta que relatório encaminhado pelo 19º BPM registra a ocorrência de visita no dia 11 de fevereiro de 2026, das 17h às 19h, fora da faixa previamente autorizada pelo Supremo.

Em decisão anterior, de 29 de janeiro, o ministro havia autorizado a alteração dos dias de visita para quartas-feiras e sábados, mantendo três turnos fixos: das 8h às 10h, das 11h às 13h e das 14h às 16h. Diante da divergência entre o que foi determinado e o horário informado no relatório, Moraes ordenou a expedição de ofício ao comando do batalhão para que esclareça o ocorrido.

Segundo a PM, a visita fora do horário teria sido realizada pelo pai e pela irmã de Torres, João Torres Filho e Patrícia Gisele Torres.

O ex-ministro está trabalhando no sistema penitenciário, se inscreveu em cursos técnicos e tem lido livros para abater a pena.

*AE
Foto: Ton Molina/STF


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento da investigação que envolvia o ministro Dias Toffoli no âmbito de uma possível suspeição no chamado caso Master. A decisão foi tomada neste sábado (21) e é definitiva, ou seja, sem possibilidade de recurso.

Fachin era relator da Arguição de Suspeição (AS 244) que tinha sido aberta contra Toffoli após o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, ter apresentado ao presidente do STF apontamentos sobre possíveis ligações do ex-relator do caso do Banco Master com o grupo empresarial investigado por fraude bilionária no sistema financeiro.

Antes do arquivamento ser oficialmente decretado, Toffoli já havia deixado a relatoria do caso Master em meio à repercussão das informações encaminhadas pela PF a Fachin. O novo relator sorteado para as investigações sobre o banco foi o ministro André Mendonça.

A deliberação do presidente da Corte ocorre dias após um entendimento firmado entre os ministros do Supremo em uma reunião realizada na véspera do feriado de Carnaval. Em nota pública, divulgada na ocasião, o STF informou que os magistrados entenderam que o caso de Toffoli não era de cabimento da arguição de suspeição e reconheceram a validade dos atos praticados por ele enquanto relator da apuração.

*Pleno.News
Fotos: Carlos Moura/SCO/STF


Senado afirma que suspeito apresentava sinais de perturbação mental

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Um homem, que não teve a identidade revelada, foi detido pela Polícia do Senado na última quarta-feira (18) após correr nu em direção ao Congresso Nacional, em Brasília.

De acordo com nota oficial divulgada pelo Senado, o suspeito apresentava sinais de “perturbação mental”. Ele foi contido por policiais legislativos antes de conseguir acessar o Palácio do Congresso. 

O homem chegou ao local vestido, mas em seguida se “despiu completamente e correu em direção à cúpula do Congresso Nacional”.

Após ser detido, ele foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento de São Sebastião, no Distrito Federal, para avaliação médica. O Senado informou ainda que o homem não chegou a invadir as dependências internas do Parlamento.

Informações Bahia.ba


Ricardo Mosano integrava o alto escalão da Delegacia da Receita em Presidente Prudente

O ministro do STF Gilmar Mendes: urgência | Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
Gilmar Mendes é o decano do STF | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil 

A Receita Federal decidiu afastar do cargo de chefia o auditor fiscal Ricardo Mansano, alvo de uma operação determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que visa a investigar supostos acessos indevidos a informações fiscais de uma ex-enteada do ministro Gilmar Mendes. A decisão consta no Diário Oficialdesta quinta-feira, 19.

Mansano atuava como substituto eventual do chefe da equipe de gestão do crédito tributário e do direito creditório da Delegacia da Receita em Presidente Prudente. Em relatos a investigadores e a colegas do Fisco, Mansano disse que acessou os dados por “acidente”.

Nesta quinta-feira, os advogados do auditor negaram envolvimento com as supostas irregularidades. “A defesa reafirma a idoneidade do servidor, profissional de reputação ilibada, que, ao longo de anos de atuação junto à Receita Federal do Brasil, jamais respondeu a qualquer falta funcional”, ressaltaram Marianna Chiabrando e Camilla Chiabrando.

Entenda o caso que envolve o auditor da Receita Federal

A ofensiva da Polícia Federal começou a partir de uma investigação que apura possíveis acessos irregulares a informações fiscais de ministros do STF e de seus familiares. A suspeita é de que servidores da Receita teriam consultado dados protegidos por sigilo sem autorização legal, o que pode configurar quebra indevida de confidencialidade funcional.

A operação foi autorizada por Moraes depois da representação da Procuradoria-Geral da República e resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão em três Estados. Além das diligências, foram impostas medidas cautelares, como afastamento de funções públicas, uso de tornozeleira eletrônica e restrições de deslocamento.

No caso específico do auditor Ricardo Mansano de Moraes, a investigação busca esclarecer se houve acesso irregular a dados ligados a familiares de ministros da Corte. A defesa sustenta que ainda não teve acesso integral aos autos e afirma que eventuais esclarecimentos serão prestados no momento oportuno, reiterando a necessidade de respeito ao devido processo legal.

Informações Revista Oeste


Um motivo incomum levou o Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais a ingressar com uma ação civil pública contra a TV Globo: a forma como a emissora pronuncia a palavra “recorde”. O processo foi apresentado pelo procurador Cléber Eustáquio Neves, que pede, além de correções na programação, a aplicação de multa de R$ 10 milhões. A informação foi divulgada pela coluna Outro Canal, da Folha.

Segundo o veículo, o MPF acusou a emissora e seus jornalistas de adotarem uma pronúncia considerada incorreta do termo, o que, na avaliação do procurador, influencia o público a repetir o mesmo erro. À coluna, o órgão confirmou a existência da ação, mas não detalhou o caso. O procurador não respondeu aos contatos, e a Globo afirmou que não comenta processos em andamento.

Na petição apresentada ao Judiciário, o procurador defende que “recorde” é uma palavra paroxítona, ou seja, com tonicidade na sílaba “cor”, e não deveria ser pronunciada como proparoxítona, com intensidade na sílaba “re”. Para embasar o pedido, ele anexou trechos de programas da emissora, como Jornal Nacional, Globo Esporte e Globo Rural, nos quais apresentadores utilizam a forma considerada incorreta.

– A palavra “recorde” é paroxítona, com a sílaba tônica em cor: reCORde. Portanto, não leva acento gráfico e não deve ser pronunciada como proparoxítona. Leia-se RÉ-cor-de – diz o pedido.

O procurador argumenta ainda que a emissora “atua como um braço do Estado na difusão de informações” e que, “portanto, a utilização da norma culta da língua portuguesa não é uma opção estética, mas um modelo de qualidade e eficiência administrativa”.

Na ação, o MPF pede que a emissora faça uma retificação em rede nacional sobre a pronúncia da palavra em telejornais e programas esportivos, e solicita uma indenização de R$ 10 milhões por “lesão ao patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa”. A Globo foi notificada antes do carnaval e ainda não apresentou defesa no processo.

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Foto: Reprodução/TV Globo


O ministro André Mendonça, novo relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a Polícia Federal (PF) terá “carta branca” para trabalhar nas investigações. A declaração, feita pelo magistrado a interlocutores, foi confirmada à CNN Brasil pelo gabinete de Mendonça.

Segundo relatos, o ministro também tem dito que considera o inquérito o mais relevante de sua trajetória e que o desfecho deverá marcar sua biografia. Por isso, ele teria apontado que pretende conduzir o processo com extrema correção.

As declarações do magistrado, com o gesto de reforço à autonomia da PF, surgem como contraponto em comparação ao relator anterior do caso, o ministro Dias Toffoli. Na ocasião, decisões de Toffoli limitaram o acesso da corporação a materiais apreendidos, determinando que documentos permanecessem sob guarda do gabinete e que a análise fosse feita apenas por peritos designados pelo Supremo.

O posicionamento de Mendonça também foi visto como contraste em relação a críticas feitas por outros integrantes da Corte. Durante a reunião reservada no STF que tratou da relatoria do caso Master, o ministro Alexandre de Moraes teria afirmado que alertou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, de que a investigação não poderia continuar se houvesse alguma descoberta sobre autoridades.

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Foto: Victor Piemonte/STF


PGR entendeu que não há provas suficientes para embasar a denúncia

© Lula Marques/ EBC

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (18) o arquivamento de um inquérito aberto para investigar a ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação.

A investigação foi aberta em junho do ano passado após Zambelli afirmar durante uma entrevista que, após ter fugido do Brasil, pretendia permanecer nos Estados Unidos e pedir asilo político ao governo do presidente Donald Trump.

Ela também declarou que pretendia adotar o “mesmo modus operandi” utilizado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a “prática de condutas ilícitas”. A apuração foi aberta antes de Zambelli ser presa na Itália. 

Na decisão, o ministro acolheu pedido de arquivamento feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A PGR entendeu que não há provas suficientes para embasar uma denúncia contra a ex-deputada.

“Diante do exposto, acolho a manifestação da Procuradoria-Geral da República e defiro o arquivamento desta investigação”, decidiu o ministro.

Fuga

Em julho do ano passado, Zambelli foi presa em Roma, capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.

Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil em busca de asilo político em terras italianas após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.

De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.

Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da deputada para o Brasil.

A decisão final sobre o processo de extradição será tomada durante uma audiência que será realizada pela Justiça italiana nas próximas semanas.


No Órgão afirma que apuração citada pelo STF não indica violação, e auditoria segue em andamento

Sede da Receita Federal em Brasília: mais controle e cobrança de impostos | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil grupo fit
Receita Federal diz que ‘não tolera’ desvios de dados fiscais | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

A Receita Federal negou, nesta terça-feira, 17, ter havido acesso a dados fiscais sigilosos do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de familiares. No mesmo dia, pela manhã, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia citado uma “apuração de possível vazamento indevido” que envolve informações fiscais de ministros, do PGR e de parentes.

A Receita afirmou, porém, que a menção do STF não significa que todos os citados sofreram acesso irregular. Segundo o órgão, os nomes foram incluídos na verificação dos registros. 

Além disso, o Fisco declarou que “não tolera desvios, especialmente relacionados ao sigilo fiscal”. O órgão citou inquérito aberto pela Corte em 12 de janeiro para apurar eventual vazamento de dados bancários de ministros e parentes que envolve a Receita e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

“O trabalho foi incluído em procedimento que já havia sido aberto no dia anterior pela Corregedoria da Receita Federal com base em notícias veiculadas pela imprensa”, informou o órgão. “A auditoria, que envolve dezenas de sistemas e contribuintes, está em andamento, sendo que desvios já detectados foram preliminarmente informados ao relator no STF. Os sistemas da Receita Federal são totalmente rastreáveis, de modo que qualquer desvio é detectável, auditável e punível, inclusive na esfera criminal.”

Operação da PF investiga vazamento de dados da Receita

O esclarecimento ocorre no contexto de operação da Polícia Federal (PF) que investiga vazamento de dados sigilosos por consultas indevidas em bases da Receita. Por determinação do STF e a pedido da PGR, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia.

Não houve prisões. Em vez disso, a Justiça impôs medidas cautelares, como afastamento de função pública, tornozeleira eletrônica, cancelamento de passaportes e proibição de deixar o país.

O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a operação depois de representação da PGR. O inquérito avalia medidas adicionais, como perícia em computadores usados nas consultas e eventual quebra de sigilo telemático.

Informações Revista Oeste

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