ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Obrigação faz parte de acordo firmado com Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal.

Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa — Foto: Reprodução

Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa — Foto: Reprodução 

A Caixa Econômica Federal terá de pagar R$ 10 milhões, a título de dano moral coletivo, por tolerar práticas de assédio sexual e moral dentro do banco. O valor será revertido a instituições sem fins lucrativos. 

A obrigação faz parte de acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) em processo aberto a pedido do procurador Paulo Neto após relatos de assédio sexual e moral praticado pelo então presidente da instituição, Pedro Guimarães. Após as denúncias, ele foi demitido. 

O acordo foi homologado pela Justiça do Trabalho, informou o MPT-DF nesta quinta-feira (27). O acordo foi assinado em 27 de março. 

O acordo firmado com a Caixa encerra o caso em relação ao banco. Já o processo sobre a responsabilização individual do ex-presidente continua em andamento, sob sigilo de Justiça. 

A presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano, afirmou nesta quinta-feira (27) que vai cobrar do ex-presidente, Pedro Guimarães, o ressarcimento dos valores. 

Caixa conclui investigações sobre acusações ao ex-presidente do banco Pedro Guimarães de assédio sexual

Caixa conclui investigações sobre acusações ao ex-presidente do banco Pedro Guimarães de assédio sexual 

Além do pagamento de dano moral coletivo, o acordo prevê que a empresa terá que cumprir obrigações, entre elas: 

Há previsão de multa de R$ 5 mil por descumprimento, multiplicada pelo número de irregularidades identificadas.

Informações G1

Comente pelo facebook:
Comente pelo Blog: