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A avaliação é do Departamento de Áreas Verdes da Sesp (Secretaria de Serviços Públicos), que produziu um laudo técnico sugerindo substituí-las por outras árvores ornamentais.

Foto: Divulgação/Sesp


O assunto foi abordado em reunião, na manhã desta terça-feira, 20, na Sesp. Participaram o titular da pasta, Eli Ribeiro, o diretor de Áreas Verdes, João Falcão, e Wellington Andrade, diretor da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmam).

“O Nim não é recomendado para o plantio como arborização, uma vez que foi constatado que essa espécie mata as abelhas, fonte de polinizador das plantas. Além disso, possui raízes que se desenvolvem bem, quebrando calçadas e passeios, podendo chegar às vias públicas”, afirma João Falcão.
O diretor de Áreas Verdes aponta que o piso do canteiro central, no trecho em frente ao Colégio Asas, foi danificado pelas volumosas raízes dessas árvores, inclusive afetando o mobiliário.

O laudo sugere a remoção por outras espécies de melhor adaptação, a exemplo de Felicia, Sibipiruna e Resedá. “São árvores com boas copas, bonitas e que não causam problemas no pavimento onde estão plantadas”, pontua o diretor de Áreas Verdes.

Árvore exótica

A árvore Nim é uma espécie exótica, originária do sul da Ásia. Na Índia é bastante utilizada por adeptos da fitoterapia por possuir propriedades farmacológicas. Foi introduzida no Brasil na década de 1980, com o intuito de trabalhar como um pesticida em lavouras, mas se tornou uma planta com alto poder degradante. Tem sido bastante usada, especialmente no paisagismo urbano de ruas e calçadas.

Secom

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