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Em comunicado, Ministério das Relações Exteriores da Rússia diz que Londres escolheu confrontar o país

Irpin, a noroeste de Kiev - Ucrania - dia 10 da guerra Rússia-Ucrânia

A Rússia fez ameaças ao Reino Unido por apoiar a Ucrânia na guerra. Em comunicado divulgado neste sábado (5/3) pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo de Vladimir Putin afirma que o país “não esquecerá o desejo da Grã-Bretanha de cooperar com as forças ultranacionalistas na Ucrânia e o fornecimento de armas britânicas ao regime de Kiev“.

No texto, a porta-voz Maria Zakharova mostra que Putin está insatisfeito com as escolhas do primeiro-ministro inglês, Boris Johnson. “A histeria das sanções na qual Londres desempenha um dos papéis principais, se não o principal, não nos deixa escolha a não ser tomar medidas de retaliação proporcionalmente duras. Londres fez uma escolha final de confronto aberto com a Rússia”.

Imagem mostra o momento em que míssil atinge região de Kiev-Metrópoles
Tanques militares russos e veículos blindados -Metrópoles
Tanques ucranianos são vistos em cidade da região após o ataque russo -Metrópoles
Tanques ucranianos são vistos em cidade da região após o ataque russo. Na foto, militares observam veículos militares seguirem por caminho de terra -Metrópoles
Rebeldes disparam mísseis em cidade russa. Numa floresta de gelo, são vistos lança mísseis em atividade e o rastro de fogo no céu claro -Metrópoles
Na imagem um avião russo aparece caído no chão-Metrópoles
Ucranianos saem de trens carregando malas-Metrópoles
Ucranianos formam multidão para pegar ônibus-Metrópoles
Na imagem aparece uma rodovia da Ucrânia com engarrafamento-Metrópoles
Foto mostra os pés e armas de dois soldados russos levados prisioneiro perto de Kiev, pela Ucrânia após a operação militar da Rússia na Ucrânia. Espalhadas no chão estão armas brancas, cartuchos e fuzis AEK-971 - Met
Estrutura danificada no centro da cidade de Kiev-Metrópoles
Foguete russo em teto de residência-Metrópoles
Pessoas se manifestam contra o ataque russo à Ucrânia com, entre outras coisas, um cartaz que diz
Base Aérea dos EUA em Ramstein. Após a escalada do conflito na Ucrânia, os movimentos de aeronaves na base da Força Aérea dos EUA aumentaram significativamente-Metrópoles
fumaça subindo pelos prédios após bombardeios - Metrópoles
Residência de civis foram destruídas - Metrópoles
Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assina contrato de pedido para o país entrar na União Europeia - Metrópoles
Edifício danificado é vista em Kievsky Rayonda de Donetsk, Ucrânia - Metrópoles
Visão de praça em Kharkiv, repleta de escombros vistos após o ataque de mísseis do exército russo na cidade - Metrópoles
Visão do escritório do governador de Kharkiv danificadoapós o ataque de mísseis do exército russo na cidade - Metrópoles

O gabinete do governador de Kharkiv, ficou destruído após o bombardeio Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia/Agência Anadolu via Getty Images

Após prédios destruídos em Kharkiv, russos dizem ter tomado Kherson. Na foto, tanque de guerra passa pela cidade - Metrópoles
Civis se reúnem na estação de metrô Dorohozhychi para se abrigar enquanto os ataques russos continuam em Kiev, Ucrânia - Metrópoles
Prédios e estruturas ficaram completamente destruídos após ataques russos na Ucrânia - Metrópoles

O comunicado aponta ainda que o Reino Unido tem o objetivo de enfraquecer o governo russo. A porta-voz da Rússia já havia acusado a mídia inglesa de tentar desestabilizar o país. De acordo com o The Mirror, ela afirmou que a BBC desempenhava “um papel determinado a minar a estabilidade e a segurança russas”.

A acusação foi feita depois que a BBC anunciou a suspensão do trabalho da equipe de jornalistas no território russo. Isso porque as autoridades locais estavam aprovando leis que reprimiam veículos estrangeiros.

Finlândia e Suécia

As ameaças russas contra a Inglaterra ocorrem oito dias após declarações semelhantes direcionadas à Finlândia e Suécia. Em 25 de fevereiro, Sauli Niinisto e Sanna Marin, presidente e primeira-ministra da Finlândia, respectivamente, afirmaram que a nação estava pronta para se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Depois da afirmação, publicada no jornal EurAsian Times, o governo russo fez ameaças públicas.

“Consideramos o compromisso do governo finlandês com uma política militar de não alinhamento [com a Otan] um fator importante para garantir a segurança e a estabilidade no norte da Europa. A adesão da Finlândia à Otan teria sérias repercussões militares e políticas”, afirmou um comunicado publicado pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Mais cedo, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Mariya Zakharova, ainda pontuou que, caso a Suécia tentasse entrar na Otan, assim como a Finlândia, também aconteceriam “graves consequências político-militares que possam exigir que nosso país responda”.

Uma das maiores preocupações da Rússia é o alinhamento de países próximos a suas fronteiras à Otan, aliança militar que possui como um dos fundadores os Estados Unidos. Desta vez, um dos motivos da invasão à Ucrânia foi as intenções do país de ingressar na aliança.

Informações Metrópoles

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  1. Precisamos urgente de muita pesquisa e investimentos na busca de uma vacina contra o ódio