Segundo ele, o ex-presidente enfrenta um quadro clínico que exige acompanhamento médico contínuo

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, criticou nesta quinta-feira (1º) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mantendo o cumprimento da pena em regime fechado.
Em nota, Roma afirmou que a medida desconsidera o atual estado de saúde de Bolsonaro, que passou recentemente por procedimentos cirúrgicos decorrentes das complicações da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018. Segundo ele, o ex-presidente enfrenta um quadro clínico que exige acompanhamento médico contínuo.
O dirigente partidário avaliou que o retorno ao regime fechado, nas condições relatadas, deveria ser reavaliado sob o ponto de vista humanitário. Para Roma, a concessão da prisão domiciliar não representaria risco e permitiria a continuidade do tratamento médico necessário.
Ainda de acordo com o ex-ministro, decisões judiciais envolvendo a situação devem priorizar critérios técnicos e de saúde, evitando, segundo ele, medidas que possam agravar o quadro clínico do ex-presidente.
O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal, responsável por acompanhar a execução da pena e as condições de saúde apresentadas pela defesa de Jair Bolsonaro.
Informações Bahia.ba
