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Jato da American Airlines partiu do Kansas e estava próximo do pous

Aviões sofreram colisão nesta quarta-feira, 29 | Foto: Reprodução/Twitter/X
Aviões sofreram colisão nesta quarta-feira, 29 | Foto: Reprodução/Twitter/X

Autoridades de Washington D.C., nos Estados Unidos, informaram que não há sobreviventes em colisão de avião da American Airlines com helicóptero nesta quarta-feira, 29.

Mais de 30 corpos foram resgatados, de acordo com a Casa Branca.

O avião, um Bombardier CRJ700, partiu de Wichita, no Kansas. Durante a aproximação para pouso, colidiu no ar com um helicóptero Sikorsky H-60 do Exército.

Os destroços das aeronaves caíram nas águas do Rio Potomac, localizado ao lado do aeroporto. No momento da colisão, o avião transportava 60 passageiros e quatro tripulantes. O helicóptero militar realizava um voo de treinamento. Três militares estavam a bordo.

O acidente foi confirmado pela empresa American Airlines por meio das redes sociais.

https://twitter.com/revistaoeste/status/1884900825555722750?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1884900825555722750%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=safari-reader%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fmundo%2Fnao-ha-sobreviventes-em-colisao-de-aeronaves-nos-eua-dizem-autoridades%2F

[O voo] #AA5342 a caminho de Wichita, Kansas (ICT), para Washington, DC (DCA) se envolveu em um acidente em DCA”, escreveu a empresa.

Horas depois do acidente, a US Figure Skating, entidade reguladora da patinação nos Estados Unidos, confirmou que atletas, treinadores e familiares da comunidade estavam a bordo do avião.

“Estamos devastados por esta tragédia”, declarou Alex Schauffler, diretor de comunicações do órgão.

Decolagens e pousos foram suspensos no aeroporto

As decolagens e pousos no aeroporto Reagan foram suspensos. A Administração Federal de Aviação interrompeu todas as operações até as 11h da manhã de quinta-feira, no horário local. Os voos foram redirecionados para o Aeroporto Internacional Marshall de Baltimore-Washington.

Registros de áudio do tráfego aéreo revelaram que, segundos antes da colisão, os controladores perguntaram ao helicóptero se a tripulação conseguia visualizar o avião. Em seguida, orientaram que passasse atrás da aeronave em aproximação. Um dos tripulantes respondeu que o avião estava à vista e solicitou “separação visual”. 

Isso permitiu uma aproximação maior do que a regulamentação estabelece para casos em que os pilotos não visualizam outras aeronaves. Os controladores aprovaram a solicitação. Cerca de 20 segundos depois, sons de movimentação foram registrados no áudio. Logo em seguida, os controladores começaram a desviar outras aeronaves do local do desastre.

O presidente dos Estados Unidos comentou colisão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou o acidente pouco depois do ocorrido. Em uma publicação no Truth Social, questionou os procedimentos do helicóptero militar e a atuação dos controladores de tráfego aéreo, órgãos subordinados ao governo federal.

“O avião estava em uma linha de aproximação perfeita e rotineira por um longo período em uma noite clara”, questionou Trump. “Por que o helicóptero não subiu, desceu ou virou, por que a torre de controle não disse ao helicóptero o que fazer em vez de perguntar se eles viram o avião.”

O Secretário de Defesa, Pete Hegseth, comunicou pelo Twitter/X, que o Exército e o Departamento de Defesa iniciaram uma investigação para esclarecer as causas do acidente.

Informações Revista Oeste

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