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EXTRA TBN: defesa de Bolsonaro se manifesta após posicionamento de Cid no caso das joias; VEJA

Foto: Adriano Machado/Reuters.

Representando a defesa de Jair Bolsonaro (PL), o advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que o ex-presidente tinha direito a vender as joias obtidas como presente do regime da Arábia Saudita quando estava na Presidência. 

A informação é da Folha de S. Paulo, publicada nesta sexta-feira (18). 

Bueno reage à notícia de ontem, quinta (17), de que o ex-ajudante de ordens Mauro Cid venha a confessar ordem do ex-presidente para comercializar as joias sauditas nos Estados Unidos em junho de 2022. 

“A lei autorizava”, disse Bueno à Folha. 

Segundo ele, citando a lei regulamentadora do acervo presidencial, Lei 8394/91, as joias se encaixam nos chamados “objetos tridimensionais” previstos no “acervo presidencial privado” , sendo “propriedade do presidente da República, inclusive para fins de herança, doação ou venda”. 

O advogado também afirmou que, antes da venda, as joias já teriam sido catalogadas no acervo pessoal do presidente. 

O Antagonista

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