Com o crescimento exponencial de medidas de censura em redes sociais como o Facebook e Twitter, em uma verdadeira caça às bruxas contra figuras conservadoras que incluiu até os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, o aparecimento de redes alternativas se tornou um fato frequente nos últimos tempos, e uma delas começou a se popularizar justamente entre os usuários conservadores por se apresentar como um local de “discurso livre”, o Parler.
Criada em 2018 por John Matze e Jared Thomson, a plataforma se apresenta como uma forma de oferecer um ambiente onde qualquer pessoa pode compartilhar conteúdos com opiniões políticas e religiosas sem correr o risco de ser censurado.
Diversas figuras populares de direita, como o presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), já possuem perfis na rede.
O fundador do Parler, John Matze, afirma que a procura maior de conservadores no sistema criado por ele acontece em razão das frequentes censuras sentidas por essa parte do público em redes já tradicionais como Twitter e Facebook.
Com uma aparência semelhante à do Twitter, o Parler usa “ecos” em vez de retweets e permite que contas deem gorjetas ou “votem positivamente” nas postagens de que gostam, em mecanismo similar ao apresentado na seção de comentários do fórum Reddit.
Uma ferramenta similar aos “Trending Topics”, ou assuntos mais vistos, do Twitter também está presente na redes social. No canto superior da página principal do Parler é possível ver uma lista com os tópicos mais comentados no ambiente virtual.
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O WhatsApp vai lançar nas próximas semanas um conjunto de novidades. A plataforma já confirmou que que deve liberar o modo escuro para as versões web e desktop, pacote de figurinhas animadas e a possibilidade de adicionar novos contatos por QR Code.
A plataforma ainda confirmou melhorias nas videochamadas de grupo de oito pessoas, uma ótima notícia para quem usa a ferramenta para manter o contato com os amigos durante a quarentena. Além disso, o recurso ‘status’ deve chegar aos usuários de KaiOS, sistema operacional utilizado em celulares mais básicos.
Agência Brasil – Pesquisa realizada pelo Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), sobre a exposição excessiva às telas de computador, televisão, celular tablet ou videogame mostrou que mais de 55% das crianças avaliadas faziam as refeições assistindo televisão, e 28% passavam longos períodos utilizando mídias de tela. Além disso, o uso excessivo de mídia de tela aumentou o risco de as crianças apresentarem habilidades motoras pobres, acentuou a inatividade física e diminuiu as horas de sono. O estudo abrangeu 900 crianças em idade pré-escolar, de 4 a 6 anos.
Para a pesquisa foram entrevistados pais ou responsáveis que responderam a questionário para determinar o perfil de atividade física e duração de sono da criança. As perguntas englobaram informações sobre os níveis de atividade física das crianças, número de horas de sono durante a noite e o dia, uso da mídia de tela e hábitos de uso. Para o tempo de uso das mídias de tela havia quatro opções de resposta: menos de 1h por dia; mais de 1h por dia até menos de 2h por dia; 2h por dia; ou mais de 2h por dia.
“As crianças realizaram uma avaliação motora completa, com testes como manuseio de objetos, andar em linha reta, pular, ficar na ponta dos pés, imitação de gestos, noções de direita e esquerda, repetir frases e reprodução de estímulos visuais e auditivos”, explicou a fisioterapeuta e doutoranda do Departamento de Psiquiatria da EPM/Unifesp, que conduziu a pesquisa, Erika Felix.
De acordo com Érika, o aumento do risco de comprometimento das habilidades motoras em função do uso excessivo das telas se justifica pelo fato de que a infância é um período crucial para o desenvolvimento motor e cognitivo e é significativamente influenciada pelo ambiente.
“Assim, recomenda-se que crianças de até 11 anos realizem pelo menos 60 minutos de atividade física por dia, tenham 2 horas ou menos de uso de mídia de tela de lazer por dia e durmam de 9 a 11 horas por noite”, disse.
Com a chegada da covid-19 no Brasil e a necessidade do isolamento social, as atividades ficaram limitadas e as crianças aumentaram o uso desses equipamentos. Segundo o levantamento, crianças de todas as idades passavam, em média, cerca de 3 horas de seus dias nas telas antes desta crise, período que passou para 6 horas, número que pode ser até maior, de acordo com a pesquisadora.
“Temos que fazer o que é prático e possível no momento para sobreviver, e isso inclui, também para as crianças, em ter mais tempo de tela. Mas a supervisão dos pais é de extrema importância, enfatizando que o tempo na tela não deve substituir a atividade física e o sono suficiente para todos”, concluiu a fisioterapeuta.
Agência Brasil – Os consumidores não poderão usar o novo serviço do WhatsApp que permite pagamentos e transferências de dinheiro, decidiu hoje (23) o Banco Central (BC). A autoridade monetária determinou que as operadoras Visa e Mastercard suspendam as atividades da ferramenta lançada pelo aplicativo de mensagens na semana passada.
Em nota, o BC informou que o órgão quer avaliar os riscos da nova tecnologia, que está sendo liberada aos poucos no Brasil. O país foi o primeiro a ser escolhido pelo Facebook, empresa dona do WhatsApp, para testar a ferramenta.
Segundo o comunicado, o serviço não poderia ter começado a funcionar sem autorização do BC. Destacou o BC, que verificará se o novo recurso cumpre as regras previstas na Lei 12.865, de 2013, que regula os meios de pagamento no país.
O descumprimento da determinação acarretará o pagamento de multa e a abertura de processo administrativo contra os responsáveis pela plataforma. De acordo com o próprio Facebook, instituições financeiras como Banco do Brasil, Sicredi e Nubank são parceiras da iniciativa para a transferência entre pessoas físicas. O pagamento a empresas era realizado em associação com a operadora de cartões de crédito Cielo.
WhatsApp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo. E o Brasil será primeiro país a contar com novidade. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15) pela plataforma.
Para isso, será necessário cadastrar um cartão com função débito ou crédito para fazer transferências. Não haverá custos para usuários. Negócios com conta WhatsApp Bussines poderão aderir, mas mediante a pagamento de taxa.
Inicialmente, a lista inclui Banco do Brasil, Nubank e Sicredi nas bandeiras Mastercard e Visa. Os pagamentos serão processados pela Cielo.
A expectativa é que a função seja liberada no Brasil nas próximas semanas.