Em uma ação conjunta das secretarias municipais de saúde e de educação, mais de 700 crianças foram vacinadas contra a paralisia infantil (Poliomielite) nas escolas da rede municipal de ensino, durante os meses de setembro e outubro.

O objetivo da força tarefa foi atingir a meta do Ministério da Saúde de vacinação e imunizar 95% das crianças de até 5 anos em Feira de Santana. No entanto, o município atingiu 61,13% da meta, vacinando 19.584 crianças, percentual acima da média registrada na maior parte do Brasil.

As escolas receberam as equipes dos programas Saúde na Escola e Saúde da Família, que atendem as respectivas áreas das unidades escolares, para vacinar os estudantes.

“A vacinação aconteceu com a autorização prévia dos pais dos alunos, que permitiram e muitas vezes acompanharam a imunização, reforçando que a vacinação é um ato de amor e cuidado. Certamente, se a população aderisse à campanha de forma efetiva, conseguiríamos ter alcançado a meta”, destaca a técnica de imunização da Atenção Primária à Saúde/SMS, Natalya Duarte.

A paralisia infantil não tem cura e deixa sequelas motoras, como crescimento diferente das pernas, atrofia muscular, paralisia das pernas e paralisia dos músculos do rosto. O único meio de prevenção é a vacina.

*Secom


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é o entrevistado do programa A Voz do Brasil.

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento em cadeia de rádio e TV na noite deste domingo (6) pedindo para que pais e responsáveis vacinem as crianças contra a poliomielite. Segundo dados do ministério, a campanha de vacinação que ocorreu em agosto e setembro deste ano vacinou menos de 70% do público-alvo, composto por crianças de zero a cinco anos. A meta é imunizar 95% das crianças nessa faixa etária em todo o país.

“Faço um apelo aos pais, avós e responsáveis. Vacinem suas crianças contra a poliomielite. Não podemos negar esse direito ao futuro do nosso Brasil. Não podemos aceitar que ninguém, especialmente as nossas crianças, adoeçam e morram de doenças para as quais existe vacina há tanto tempo.”

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, e que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes e secreções eliminadas pela boca de pacientes. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

“Há 32 anos a região das Américas é considerada livre da poliomielite, mas infelizmente as coberturas vacinais estão caindo no mundo, assim como no nosso Brasil”, disse Queiroga no pronunciamento. Segundo ele, a baixa taxa de vacinação contra a doença foi agravada  pela pandemia de covid-19. 

“O Ministério da Saúde está empenhado para manter o Brasil livre da poliomielite”, destacou. O ministro afirmou que, durante a 30ª Conferência Sanitária Pan-Americana da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que ocorreu em setembro, nos Estados Unidos, o Brasil reforçou a necessidade dos países americanos se mobilizarem para erradicar a enfermidade.

Queiroga lembrou ainda que na última semana o governo lançou um plano de combate à poliomielite com o objetivo de organizar o trabalho da União, dos estados e dos municípios. Entre as ações prioritárias está o fortalecimento da vigilância epidemiológica e da vacinação.

“As vacinas continuam disponíveis nos postos de vacinação. É possível sim atingir a meta. Para tanto, é necessário o engajamento dos gestores de saúde e da sociedade civil. Estados como a Paraíba e o Amapá, por exemplo, já vacinaram mais de 90% do público alvo”, afirmou o ministro.

Informações Agência Brasil


Foto: reprodução/internet.

O que provoca a obesidade e diabetes no corpo humano? Cientistas brasileiros da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) descobriram que a leptina, atua em um tipo de célula imunológica e contribui para o desenvolvimento de distúrbios metabólicos.

Produzida no tecido adiposo, ela é conhecida como hormônio da saciedade.  “Com esses experimentos, mostramos como ela atua especificamente nas células imunes do tecido adiposo, onde a leptina é produzida. Em obesos, normalmente há um excesso desse hormônio e um processo inflamatório por conta disso”, disse o professor Pedro Vieira, da Unicamp.

A descoberta pode ser o caminho para o desenvolvimento de terapias que possam ajudar pessoas com obesidade e diabetes.

A pesquisa

Para se certificar do papel das células imunes na interação com a leptina, os pesquisadores fizeram tanto experimentos in vitro, usando células, como em animais (in vivo)

Os testes foram direcionados para entender, neste primeiro momento, como a substância age em nosso organismo e até que ponto ela pode recuperar o corpo.

Na primeira fase, eles estudaram os macrófagos, um tipo de célula imune do corpo. Essas células foram isoladas de camundongos que não tinham o receptor do hormônio em nenhuma parte do corpo.

Já na segunda parte do estudo, os pesquisadores avaliaram camundongos que não apresentavam o receptor da leptina apenas nas células mieloides, envolvidas no processo inflamatório causado pela obesidade.

“Isso exclui os efeitos da leptina em células do sistema nervoso central, como neurônios, uma vez que esse hormônio também atua no cérebro sinalizando quando é hora de parar de comer”, afirmou o professor.

Tratamentos para o futuro

Para os pesquisadores, a saída para tratar a obesidade e a diabetes a partir do hormônio da saciedade é descobrir as condições normais, sem inflamações, da leptina.

Com esse controle, a substância conseguirá reparar os tecidos inflamados e, consequentemente, a comorbidade.

Apesar de ainda precisarem de alguns estudos, os pesquisadores entenderam que sem inflamações, a leptina é importante no reparo dos tecidos.

Créditos: Diário da Saúde.


"Ao longo da primeira década de vida, eu só usava calça de moletom" - Monika Kozub on Unsplash
“Ao longo da primeira década de vida, eu só usava calça de moletom” Imagem: Monika Kozub on Unsplash

Fui uma criança gorda o suficiente para que as outras crianças notassem. Antes ainda: fui uma criança gorda o suficiente para que minha mãe notasse

Nossa casa era dietética: horários, verduras, restrições. O armário de guloseimas da casa de uma amiga era o paraíso proibido; eu salivava de vontade e inveja. Apesar dos esforços em sentido contrário, a largura do meu corpo só aumentava. Espelho era sinônimo de angústia.

Ao longo da primeira década de vida, eu só usava calça de moletom. Na entrada da adolescência, comecei a entender que havia um código de vestuário ao qual eu precisava me adequar. Emagreci pela primeira vez, a primeira de muitas. Mas não durava muito. Nunca durou. Em poucos meses, a calça jeans voltava a emperrar nas minhas coxas: eu estava errada, o meu corpo estava errado, o tecido apertando a carne me dizia. Jamais cogitei que o problema pudesse ser o número da roupa.

Problema que não se resumia ao fato de eu ser mulher, ainda que, claro, ser mulher piorasse a situação. Meu pai era gordo. Eu não conseguia entender como minha mãe era casada com ele; como minhas tias eram casadas com meus tios. Segundo o mapa do mundo que me chegava por todos os lados, ser gordo significava ser indigno de amor, como se só um corpo magro pudesse ser amado. Como se bastasse que eu fosse magra para que o amor, enfim, chegasse. Eu me surpreendia, nos períodos que se seguiam a quaisquer das dietas que fiz, com a dolorosa constatação de que não, as coisas não eram bem assim.

Esta não é uma história de superação. Ainda que meu corpo funcione tão bem, que me leve para caminhar, para correr, que me dê prazer, me sacie; ainda que seja através de seus sentidos que o mundo me chegue a cada instante; ainda que ele receba a beleza com arrepios, ainda que ele saiba abraçar e gozar; ainda que ele seja, o meu corpo, a concretude cotidiana da minha vida, é muitas vezes difícil aceitar, entranhadamente difícil, a sua especificidade, as suas marcas, até sua beleza própria.

Para os que atribuem saúde exclusivamente à magreza, meu pai morreu magro porque teve câncer.

Termino com uma cena: a minha cama, no puerpério do meu segundo filho, o corpo flácido, imenso, azedo de leite, com as dobras vazias que o gestar deixou. O enlace desejante e incompreensível do meu companheiro. O amor, que se sente no corpo, com o corpo, pelo corpo, apesar do corpo.

Informações Universa UOL


Doença é reconhecida pela OMS como principal causa de problemas de saúde no mundo

Depressão é reconhecida pela OMS como doença | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisadores da Universidade de Nanjing, na China, criaram um novo medicamento que pode agir contra a depressão em até duas horas. A doença psiquiátrica é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de problemas de saúde em todo mundo.

Segundo os pesquisadores, a maioria dos antidepressivos atuais tem como alvo o transportador de serotonina (SERT), conhecido como o hormônio da felicidade. Além disso, esses medicamentos levam até quatro semanas para ser fabricados e apresentam efeitos colaterais negativos.

O novo remédio, no entanto, foi capaz de reduzir a serotonina em uma região chamada núcleo dorsal da rafe, o que promoveu a liberação rápida do hormônio no córtex pré-frontal medial. Os efeitos puderam ser constatados sem a ocorrência de efeitos colaterais. 

Passados mais de dois anos desde o início da disseminação maciça da covid-19, vários países do mundo vivem uma nova pandemia: a de saúde mental. O Brasil é um deles: os diagnósticos de depressão entre a população adulta brasileira cresceram 41% de março de 2020 a abril deste ano.

As mulheres foram as que mais impulsionaram a alta, com mais do que o dobro da prevalência registrada entre os homens. No caso delas, o porcentual de casos diagnosticados de depressão saltou de 13,5% para 18,8%. Entre os homens, aumentou de 5,4% para 7,8%.

A conclusão é de um relatório da Covitel — Inquérito Telefônico sobre o Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Fatores de Risco para as Doenças Crônicas não Transmissíveis. Foram analisados dados de antes da covid-19 e do primeiro trimestre de 2022.

“O fechamento de escolas e outras restrições similares limitaram a capacidade dos jovens de aprender e interagir com seus colegas, o que, combinado com o aumento do risco de desemprego, teve impacto na saúde mental dos mais novos”, afirmou Alize Ferrari, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Queensland, uma das coautoras da pesquisa.

Informações Revista Oeste


A vacinação contra a meningite segue disponível em todas as unidades de saúde para pessoas entre 1 e 19 anos de idade, além de trabalhadores da saúde com até 55 anos em Feira de Santana. Este ano, entre janeiro e outubro, 31.422 pessoas foram vacinadas contra a doença. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde.

Para receber o imunizante, é necessário apresentar os documentos de identidade, cartão SUS e a caderneta de vacinação. No município são 104 salas de vacina, localizadas na zona urbana e rural.

É importante destacar que as unidades vinculadas ao programa Saúde na Hora, têm funcionamento ampliado das 8h às 21h. São elas: Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha.

Sobre a doença

A meningite geralmente é causada por uma infecção viral das membranas que envolvem o cérebro, mas a doença também pode ter origem bacteriana ou fúngica. Dentre os sintomas mais comuns, estão dor de cabeça e febre. É uma doença grave e contagiosa, capaz de provocar sequelas e até mesmo a morte.

*Secom


Entre janeiro e julho deste ano, 198 pessoas morreram aguardando a regulação em Feira de Santana. Na manhã desta quinta-feira (27), 45 pessoas esperam a transferência para uma unidade hospitalar, através das vagas disponibilizadas pelo Sistema do Governo do Estado.

Conforme os dados da Secretaria Municipal de Saúde, o mês com mais mortes registradas foi janeiro (41). A maioria dos pacientes que evoluíram para óbito na fila da regulação possuía histórico de insuficiência respiratória aguda, acidente vascular cerebral, sepse ou algum tipo de doença cardiovascular.

Além de sobrecarregar o sistema de saúde local, a demora para a transferência expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado. Em abril, um paciente com insuficiência cardíaca respiratória chegou a ficar 25 dias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Queimadinha. Já em maio, um paciente com choque séptico aguardou 26 dias na mesma unidade.

*Secom


Dos nove casos confirmados de varíola dos macacos, em Feira de Santana, apenas quatro ainda estão ativos. Dez casos suspeitos aguardam o resultado do exame em isolamento domiciliar. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, afirma que a doença segue controlada no município e destaca que o estado de saúde dos pacientes infectados é estável.

“Tanto os pacientes ativos quanto os suspeitos seguem em isolamento, sendo monitorados pelas equipes de saúde”, diz. Há 72 notificações da doença na SMS.

As pessoas com sintomas característicos da varíola dos macacos devem procurar as unidades de referência para o atendimento. São elas: as sete policlínicas municipais, as duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e mais seis Unidades de Saúde da Família (USFs) vinculadas ao programa Saúde na Hora – esta última funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

“De todos os pacientes que foram confirmados, os sintomas mais comuns que temos observado são, principalmente, as lesões de pele, os gânglios inflamados, dor de cabeça forte e febre alta”, pontuou Carlita.

*Secom


Decisão ocorre após mobilização de entidades e pacientes

Conselho Federal de Medicina (CFM)

O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu sustar temporariamente os efeitos da Resolução 2.324/2022, que estabelecia regras para a prescrição de medicamentos à base do canabidiol, um derivado da Cannabis. A decisão foi tomada na manhã de ontem (24) em reunião plenária extraordinária e publicada hoje (25) no Diário Oficial da União (DOU).

Com a nova resolução, ficam suspensos os efeitos da norma publicada no último dia 14 e a decisão pela indicação do uso do canabidiol volta a ser de responsabilidade do médico, de acordo com regras já estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Também nesta segunda-feira, o CFM abriu uma consulta pública para receber contribuições sobre o tema. Os interessados têm 60 dias, até 23 de dezembro, para apresentar suas sugestões por meio de uma plataforma eletrônica. As informações vão servir de subsídio e serão tratadas sob os critérios de sigilo e anonimato, segundo o conselho. 

Entenda

A norma agora suspensa foi publicada no último dia 14, restringindo a prescrição do canabidiol apenas para o tratamento de epilepsia refratária em crianças e adolescentes com síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut ou complexo de esclerose tuberosa. Para os demais tipos de epilepsia, a substância não poderia mais ser prescrita.

Dessa forma, pessoas adultas e doenças como depressão, ansiedade, dores crônicas, Alzheimer e Parkinson não estavam cobertas pela resolução. A medida também proibia médicos de darem palestras e cursos fora do ambiente científico sobre o uso do canabidiol e de outros produtos derivados da Cannabis, bem como de fazer divulgação publicitária das substâncias.

De acordo com dados da própria Anvisa, estima-se que mais de 100 mil pacientes façam algum tipo de tratamento usando a chamada Cannabis mediinal. Além disso, mais de 66 mil medicamentos à base da planta foram importados em 2021. Atualmente, cerca de 50 países já regulamentaram o uso medicinal e industrial da Cannabis e do Cânhamo.

Legalidade

Na última segunda-feira (17), o Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento preparatóriopara apurar a legalidade da primeira resolução do CFM. Como primeiras providências, o MPF requisitou à Anvisa documentos que mostrem as evidências científicas que sustentam as atuais autorizações para uso medicinal da Cannabis no Brasil.

O procurador da República requisitou ao CFM documentos que demonstrem evidências científicas que sustentam a resolução de 14 de outubro. Também foi requisitado ao Ministério da Saúde informações sobre as repercussões administrativas, financeiras e técnicas no Sistema Único de Saúde (SUS) das resoluções da Anvisa e do CFM. O prazo para as respostas é de 15 dias.

Na última sexta-feira (21), pacientes e representantes de associações de cultivo protestaram na sede do CFM pedindo a revogação do texto.

Informações Agência Brasil


O Ministério da Saúde ampliou a testagem de varíola dos macacos (monkeypox) para todos os laboratórios centrais de Saúde Pública (Lacens) do Brasil. Os kits para os diagnósticos, produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foram entregues na semana passada. Antes da ampliação, os exames já eram realizados em 15 laboratórios designados pelo governo federal.

Agora, os testes poderão ser feitos em 31 laboratórios de referência, sendo os 27 Lacens dos estados, além dos laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Fiocruz no Rio de Janeiro, da Fiocruz no Amazonas e do Instituto Evandro Chagas, sediado em Belém (PA).

O teste molecular para diagnóstico laboratorial deve ser realizado em todos os pacientes com suspeita da doença.

No início de setembro, o Ministério da Saúde incluiu a varíola dos macacos na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o Brasil. Ou seja, todos os resultados de testes diagnósticos para detecção da monkeypox feitos por laboratórios das redes pública, privada, universitárias e quaisquer outros, sejam positivos, negativos ou inconclusivos, precisam ser notificados ao Ministério da Saúde de forma imediata, em até 24 horas.

A pasta informou que o teste é capaz de detectar o material genético do vírus na amostra colhida de cada indivíduo. Para isso, ela deve ser coletada, preferencialmente, a partir da secreção das lesões purulentas. Quando estas já estão secas, as crostas podem ser retiradas e encaminhadas ao laboratório.

Para quem testou positivo, a conduta recomendada é a manutenção do isolamento até desaparecimento das crostas e a completa cicatrização da pele, sem a necessidade de um novo teste. Para os pacientes graves, o Ministério da Saúde disponibiliza 12 tratamentos e segue em tratativas para aquisições de outros antivirais.

No início deste mês, o Brasil recebeu as primeiras 9,8 mil doses de imunizantes contra a doença. As vacinas Jynneos/Imvanex foram adquiridas pelo Ministério da Saúde por meio do fundo rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para a realização de estudos de efetividade. O quantitativo total que será adquirido pela pasta é de 49 mil doses que serão recebidas em mais duas remessas.

Os sintomas mais comuns da varíola dos macacos são erupção cutânea ou lesões espalhadas pela pele; adenomegalia/linfonodos inchados, também conhecidos como ínguas; dor de cabeça; calafrios e fraqueza.

*Agência Brasil