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Sunlenca (lenacapavir) se torna nova ferramenta para PrEP

Foto: © MS/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão.

A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.

Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária.

O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns em esquemas diários, informou a Anvisa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a Anvisa, a Sunlenca é um antirretroviral inovador composto por lenacapavir, fármaco de primeira classe que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1.

Essa ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa, processo em necessário para que use as células do hospedeiro para se multiplicar.

A agência advertiu que, embora o registro tenha sido concedido, o medicamento depende ainda da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

Já sua disponibilização no Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e pelo Ministério da Saúde.

Prevenção

A profilaxia pré-exposição (PrEP) é uma estratégia essencial para prevenir a infecção pelo HIV. Ela envolve o uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas que não têm o vírus, mas estão sob risco de contrair a doença, reduzindo significativamente as chances de transmissão.

A PrEP faz parte da chamada “prevenção combinada”, que inclui outras medidas, como testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral (TARV), profilaxia pós-exposição (PEP) e cuidados específicos para gestantes soropositivas, esclareceu a Agência.

O lenacapavir passou a ser recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho de 2025 como opção adicional para PrEP, classificando-o como a melhor alternativa após uma vacina, recurso que ainda não está disponível no caso da prevenção do HIV.

Com informações da Agência Brasil.


O Ambulatório de Pediatria do Hospital Inácia Pinto dos Santos (HIPS) – O Hospital da Mulher amplia o número de especialidades pediátricas este ano. A partir de fevereiro passa a contar com a especialidade de dermatologia pediátrica, ampliando assim de 17 para 18 especializações.

Nesta segunda-feira (12) a unidade registrou intensa movimentação de pais e responsáveis em busca de suporte especializado, reafirmando a confiança da população nos serviços prestados.

A unidade oferece um leque abrangente de cuidados, incluindo pediatria geral, gastroenterologia, nutrologia, psicologia e fisioterapia infantil. Um dos diferenciais é a oferta de exames neonatais essenciais — como os testes da orelhinha, linguinha e pezinho — que funcionam por livre demanda de segunda a sexta-feira, a partir das 7h.

Expansão e Neuropediatria

A gestão municipal tem focado na ampliação do suporte avançado. Segundo Gilberte Lucas, diretora-presidente da Fundação Hospitalar, o investimento em especialistas visa reduzir as filas de espera. Em 2025, o ambulatório realizou 1.370 atendimentos em neuropediatria, área que apresenta crescimento constante na demanda.

“Minha expectativa para este ano é ampliar ainda mais a oferta de especialidades, possibilitando mais vagas para consultas e exames para as crianças de Feira de Santana e região”, destacou a diretora.

Novas especialidades em 2026

A rede de assistência continua crescendo. Cinthia Barbosa, coordenadora de marcações, anunciou que o número de especialidades subiu de 16 para 17 no último ano. A novidade para o próximo mês é a chegada da dermatologia pediátrica. “A partir de fevereiro, vamos ampliar a assistência especializada com o atendimento da Dra. Thiara Pacheco”, informou a coordenadora.

O acolhimento é um ponto elogiado pelos usuários. A jovem Beatriz Santos de Jesus, de 17 anos, relatou satisfação ao levar o filho David Lucca para uma consulta com pneumologista. “Foi uma surpresa encontrar um local tão lindo e acolhedor. Consegui o agendamento pelo aplicativo e meu filho já saiu com os exames marcados”, contou.

Como acessar os serviços

Para garantir o atendimento, os responsáveis devem utilizar os canais oficiais:

Consultas Gerais: Agendamento via aplicativo Mais Saúde Cidadão.
Neuropediatria: Encaminhamento exclusivo através da Central de Regulação (atendimentos às terças e quintas-feiras).
Exames Neonatais: Livre demanda (sem necessidade de agendamento prévio).
O Ambulatório de Pediatria está localizado na Rua da Barra, nº 705, bairro Jardim Cruzeiro. Para mais informações, a população pode entrar em contato pelo telefone (75) 3602-7153.

*Secom


O ex-vereador Carlos Bolsonaro afirmou, neste domingo (11), que o médico do ex-presidente Jair Bolsonaro foi chamado à prisão após agravamento do quadro de saúde, com crises de soluço que evoluíram para azia constante e dificuldade para se alimentar e dormir.

Em mensagem publicada nas redes sociais, Carlos disse que o pai também apresenta abalo psicológico e que a situação é agravada pelo fato de permanecer sozinho na cela. Ele relatou ainda que a defesa protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária no fim de semana, que ainda não foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o texto, uma foto anexada à publicação mostraria Bolsonaro em crise de vômito, associada às sequelas da facada sofrida em 2018.

Carlos Bolsonaro também listou os crimes pelos quais o ex-presidente foi condenado a 27 anos de prisão e classificou as decisões como injustas. Ele afirmou que o pai não estava no Brasil em 8 de janeiro de 2023 e negou que houvesse liderança ou organização armada por parte de Bolsonaro.

Leia na íntegra:
Prezados, O médico do meu pai foi chamado hoje, domingo, 11 de janeiro de 2026, à prisão, após sermos informados de que suas crises persistentes de soluços evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária.

Neste fim de semana, a defesa do Presidente Jair Bolsonaro protocolou mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao STF, que, até o presente momento, lamentavelmente não foi apreciado.

– A foto anexa registra meu pai em intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu, praticada por um antigo militante do PSOL, partido historicamente alinhado à facção política de Lula.

Os crimes pelos quais Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão:

  1. Destruição de patrimônio
  2. Destruição de patrimônio tombado
    Jair Bolsonaro estava em Orlando (EUA). Não se encontrava na Praça dos Três Poderes. Portanto, não destruiu absolutamente nada.

No Direito Penal vigora o princípio da individualização da pena. Ainda assim, nesses dois crimes, Bolsonaro foi condenado injustamente.

  1. Organização criminosa armada

No dia 8 de janeiro, nenhuma arma foi apreendida. Não se tratou de movimento armado. Foi uma manifestação sem a participação ou liderança de Jair Bolsonaro, que saiu do controle, com a exaltação de alguns poucos manifestantes.

Trata-se de mais uma condenação injusta.

  1. Golpe de Estado
  2. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito

Não se pode falar em golpe sem ato executório. Não se dá golpe em um domingo, contra prédios públicos vazios. Os participantes foram condenados sob a tese de crime de multidão, isto é, sem liderança. Posteriormente, contraditoriamente, condena-se Jair Bolsonaro como líder dos fatos de 8 de janeiro, mesmo ele estando fora do país. O que se observa é uma perseguição política escancarada, incompatível com o Estado de Direito.

Mais uma condenação injusta.

Atenciosamente, Carlos Bolsonaro.

*Pleno.News
Foto: PR/Alan Santos


Foto: equipe Rotativo News

O mês de janeiro é marcado pela campanha Janeiro Branco, iniciativa que chama a atenção da sociedade para a importância dos cuidados com a saúde mental. Assim como outros meses coloridos, a campanha tem o objetivo de despertar o alerta para temas que, muitas vezes, acabam sendo negligenciados na rotina acelerada do dia a dia.

Para discutir o assunto sob a perspectiva do ambiente corporativo, o Rotativo News conversou com a psicóloga Larissa Neris, profissional da área clínica e organizacional, pós-graduanda em Psicologia Organizacional e do Trabalho. Atualmente, Larissa atua com recrutamento e seleção, mentoria e treinamentos, auxiliando empresas e colaboradores na promoção do bem-estar emocional.

Segundo a psicóloga, o Janeiro Branco carrega um simbolismo importante. “O branco remete a uma tela em branco. É um período em que as pessoas costumam revisar metas, planejar o ano e refletir sobre escolhas. Por isso, é um momento oportuno para pausar e olhar também para a saúde mental”, explica.

Burnout: um alerta dentro das organizações

Durante a entrevista, Larissa destacou a Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, como um dos principais problemas relacionados à saúde mental no trabalho. A condição é caracterizada por estresse crônico decorrente de situações vivenciadas no ambiente profissional e passou a integrar o Código Internacional de Doenças (CID) em 2022.

Dados do Ministério da Previdência Social apontam que, somente em 2024, quase meio milhão de afastamentos do trabalho estiveram relacionados a questões de saúde mental, incluindo casos de burnout. “Isso acende um alerta importante sobre o que está acontecendo dentro das empresas e por que tantos profissionais estão adoecendo”, ressalta a psicóloga.

Sintomas silenciosos

A especialista explica que o burnout costuma se manifestar de forma silenciosa e progressiva, o que dificulta o diagnóstico precoce. Entre os sintomas mais comuns estão o cansaço extremo, mesmo após períodos de descanso, estresse constante, irritabilidade excessiva, dificuldades de concentração, dores de cabeça, problemas digestivos e dores no corpo. Em alguns casos, até manchas na pele podem surgir.

“A mente adoecida acaba dando sinais no corpo físico. Por isso, é fundamental que o colaborador reflita sobre o que está sentindo e tente identificar se esses sintomas estão relacionados ao trabalho”, orienta Larissa.

O papel das empresas e das lideranças

De acordo com a psicóloga, o burnout não está associado apenas à sobrecarga de trabalho. Fatores como falta de comunicação, ausência de clareza nas funções, relações fragilizadas entre colegas, lideranças despreparadas e suporte inadequado também contribuem para o adoecimento emocional.

Larissa lembra ainda que a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) foi atualizada, ampliando a responsabilidade das empresas no mapeamento não apenas de riscos físicos, mas também emocionais, que podem impactar diretamente a saúde do trabalhador e os resultados organizacionais.

“A liderança precisa ir além do papel técnico. É necessário saber ouvir, observar e agir de forma humana. Investir em capacitação e treinamentos para líderes é essencial, pois eles atuam como mediadores entre a empresa e os colaboradores”, destaca.

Quebrando estigmas sobre a saúde mental

A psicóloga também reforça a importância de combater os estigmas ainda existentes em torno da busca por ajuda psicológica, especialmente entre os homens. “Existe uma cultura que associa procurar ajuda à fraqueza, quando, na verdade, cuidar da saúde mental é um ato de responsabilidade consigo mesmo”, afirma.

Ela orienta que as pessoas estejam atentas aos sinais, busquem acompanhamento profissional e fortaleçam suas redes de apoio. “As doenças psicológicas são silenciosas. Quanto antes o cuidado começa, menores são os riscos de agravamento”, conclui.

Onde encontrar

Larissa Neris atua como psicóloga organizacional e está com agenda aberta para 2026, realizando atendimentos individuais e coletivos, além de ações voltadas para empresas.

📲 Instagram: @psilarissaneriss

Da Redação do Rotativo News


Produtos de marcas como Nestogeno, Nan e Alfamino apresentaram risco de contaminação por toxina bacteriana e devem ser recolhidos do mercado no Brasil

Anvisa proíbe venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé

Foto: Divulgação

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição da comercialização, distribuição e uso de alguns lotes de fórmulas infantis da Nestlé no Brasil. A medida envolve produtos das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino.

De acordo com a agência, a decisão foi tomada após a identificação de risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão da substância pode causar sintomas como vômitos persistentes, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e dificuldade de reação.

O comunicado foi divulgado nesta quarta-feira (7), quando a Anvisa também informou que os lotes afetados devem ser recolhidos do mercado. A recomendação é que consumidores não utilizem os produtos incluídos na determinação e busquem orientações nos canais oficiais da empresa ou da própria agência.

Informações Metro1


Redução de massa muscular pode levar a perda de capacidade funcional

Foto:© Caroline Morais/Ministério da Saúde

O uso de canetas emagrecedoras por pessoas idosas requer cuidados para não acelerar o declínio funcional, avaliou nesta terça-feira (6), em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva.

Sem uma orientação adequada, as pessoas de 60 anos ou mais podem sofrer um risco mais imediato dos efeitos adversos. Estão incluídos principalmente náuseas e vômitos, além de dificuldade de ingestão de alimentos e água, podendo ocasionar até desidratação e distúrbios eletrolíticos, situação que é potencialmente grave, disse Oliva. A médio prazo, também pode ocorrer desnutrição.

Outro risco muito importante e significativo na população idosa é a perda de massa muscular quando a pessoa emagrece.

“Cerca de um terço do peso que a gente perde, com o uso dessas medicações, é peso em músculo, em massa magra. Não tem como a gente emagrecer apenas a gordura. O corpo perde gordura, mas perde também músculo”.

Na população com mais idade, essa perda de massa muscular pode significar perda de função,de funcionalidade, isto é, da capacidade de fazer as atividades do dia a dia.

“Então, é algo muito significativo que, inclusive, pode não ser recuperado”.

O diretor-científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Ivan Aprahamian, acrescenta que o efeito combinado de menor apetite, náuseas e rápida perda de peso pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física.

Tratamento da obesidade
O presidente da SBGG afirma que as canetas emagrecedoras são medicações para o tratamento da obesidade, do diabetes e da apneia do sono. Ele adverte que tratar a obesidade é diferente de usar essas medicações para emagrecer poucos quilos, com fins estéticos.

“Hoje, a gente vê os indivíduos que querem perder três quilos ou a gordura localizada, a barriga, utilizando essas medicações. Não há indicação médica para isso”.

Oliva considera que as canetas são “um tratamento muito bom, uma inovação fantástica da medicina que deve ser usada de maneira apropriada, para o diabetes, a apneia do sono ou a obesidade, que é uma doença grave crônica de difícil tratamento”, esclareceu.

A busca pelo corpo perfeito fez com que as chamadas “canetas emagrecedoras” ganhassem notoriedade por sua eficácia na perda de peso e no controle glicêmico, trazendo benefícios importantes para o tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e até mesmo para a prevenção de doenças cardiovasculares e renais. No entanto, o uso indiscriminado e incorreto, sem a devida supervisão médica, pode colocar em risco a saúde das pessoas, alerta a SBGG.

Dentro da programação de tratamento para obesidade, é necessário que os idosos tenham um bom acompanhamento médico e nutricional e um bom acompanhamento com fisioterapeuta ou educador físico, para que possa desempenhar também a atividade física de forma regular, à medida que emagrecem, visando minimizar a perda muscular que vai acontecer com o emagrecimento.

Oliva orientou que não se deve buscar um emagrecimento muito rápido, porque, quanto mais rápido, maior a tendência de perda associada de massa muscular.

“E esse emagrecimento precisa ser muito bem acompanhado, para que a gente consiga minimamente ingerir o que é necessário para manutenção do músculo e da saúde, porque é importante se alimentar também para manter a saúde. Vitaminas, minerais e atividade física de forma regular e, especialmente, exercícios do tipo musculação, para que não haja perda de massa muscular também”.

Musculação pode ajudar a reduzir perda de massa muscular ao emagrecer – José Cruz/Agência Brasil

Conscientização

Leonardo Oliva afirmou que o idoso tem que se conscientizar de que o seu corpo não é igual ao que tinha aos 20 anos. É tendência genética do corpo humano, destaca ele, que se acumule gordura à medida que a pessoa envelhece.

“Essa é uma memória genética que está associada à dificuldade de conseguir alimento. Porque, teoricamente, quanto mais velho o indivíduo se torna, mais difícil seria para ele conseguir o alimento, porque ele vai ter que disputar com os mais jovens, fica mais difícil para ele caçar, mais difícil para ele colher. Então, existe uma tendência ao acúmulo de gordura com o envelhecimento, e a substituição de músculo por gordura como um processo de evolução da espécie mesmo”.

“Então, essa genética acaba sendo desfavorável, porque a gente sabe que gordura demais é um marcador de saúde ruim. A obesidade é uma doença grave”.

De acordo com o geriatra, as pessoas precisam entender que, ao mesmo tempo em que lutam contra a tendência de acúmulo de gordura, isso deve estar associado à busca por saúde, e não simplesmente à perda de peso.

“Não é só uma questão de balança, é uma questão de buscar ter mais saúde”.

E isso envolve não apenas o peso, mas estar se alimentando bem, praticando atividade física e cuidando da saúde psicológica e emocional.

“Uma dieta de restrição calórica precisa ter um bom acompanhamento do ponto de vista psicológico, de saúde emocional. Porque, vai ser desafiador também do ponto de vista emocional fazer restrição calórica, comer menos do que o organismo gasta. 
Receita médica

Outro cuidado que o presidente da SBGG destaca como indispensável é a compra de produtos oficiais com receita médica em farmácias legalizadas, pois há falsificações de procedência duvidosa à venda no mercado ilegal.

“Isso as torna mais perigosas ainda”, ressalta ele, que descreve que, por conta dos riscos, há todo um controle de qualidade sobre a produção e regulação por parte de agências reguladoras, o que não ocorre nesses casos.

Os riscos envolvidos vão desde não saber o que a pessoa está injetando no próprio corpo, o que está comprando e usando, até o risco de como foi a manipulação em relação a infecções, contaminações por outras substâncias e por bactérias, fungos. “Comprar medicação em mercado paralelo é colocar a saúde em risco de uma forma muito grande”, advertiu.

Oliva explicou que a população muitas vezes não percebe a importância de uma medicação ter receita médica obrigatória.

“Na verdade, quando se impõe a necessidade de receita médica para se adquirir um medicamento, o que está sendo dito é que a pessoa só deve utilizar essa medicação após uma avaliação médica. Não é para pedir a receita para o vizinho que é médico, ou para o parente que é médico”.

“A gente tem que se submeter a uma avaliação médica, para que a indicação seja muito bem-feita e para que as consequências maléficas ou deletérias sejam acompanhadas para que não aconteçam. A necessidade da receita médica é exatamente para isso”, afiançou.

Com informações da Agência Brasil.


Pesquisa permitiu avançar na descrição da microcefalia

Foto:© 41330/Pixabay

Pesquisadores de diferentes estados e instituições brasileiras publicaram, no fim do ano passado, o maior estudo do mundo sobre os principais efeitos do vírus Zika na infância. Com dados de 12 centros de pesquisa do país, o Consórcio Brasileiro de Coortes de Zika (ZBC-Consórcio) reuniu informações de 843 crianças brasileiras com microcefalia, nascidas entre janeiro de 2015 e julho de 2018, nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país.

A pesquisadora Maria Elizabeth Lopes Moreira, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), que integra o ZBC-Consórcio, destacou nesta terça-feira (6) à Agência Brasil a importância do estudo.

“Não há estudo anterior publicado com esse número de crianças”,

A pesquisa foi publicada no último dia 29 de dezembro de 2025, no periódico científico focado em saúde pública PLOS Global Public Health

Os dados foram investigados para descrever os casos, uniformizar as informações e definir qual é o espectro da microcefalia causada por esse vírus.

Maria Elizabeth lembrou que a maior incidência de microcefalia por Zika do mundo ocorreu no Brasil, que viveu uma epidemia da doença entre 2015 e 2016.

Na avaliação da pesquisadora do IFF/Fiocruz, o resultado mais importante do estudo foi a definição de como era a morfologia dessa microcefalia, isto é, o que ela apresentava de diferente em relação a outras microcefalias por outras causas.

Segundo Maria Elizabeth, o que torna o estudo especial é que os pesquisadores pegaram o banco de dados original e separaram todos os casos. “Além do grande número, foram examinados os dados primários dos diferentes estudos no Brasil”.

Até então, a caracterização da Síndrome Congênita do Zika (SCZ) se baseava em séries de casos e estudos com poucos participantes ou em estudos individuais.

“Já o tamanho relativamente grande da amostra permitiu observar que, entre as crianças com microcefalia, existe um espectro de gravidade e diferentes tipos de manifestações da Síndrome”, completou.

“Agora, a gente tem mais capacidade de dar respostas para o sistema público de saúde”.

O professor da Universidade de Pernambuco (UPE), Demócrito Miranda, ressalta que a importância do estudo é consolidar um conhecimento que vem sendo construído nos últimos dez anos, desde o início da epidemia de microcefalia, identificada inicialmente no Nordeste brasileiro

Colapso

Maria Elizabeth explicou que, na maior parte das vezes, quando uma mãe era infectada no segundo ou no terceiro trimestres da gestação, a criança apresentava um cérebro que vinha crescendo normalmente e, de repente, começava a ter destruição celular e colapsava.

“É uma microcefalia diferente. É uma anatomia diferente, vamos dizer assim. É muito típica da doença por Zika na gravidez. Nas outras microcefalias, o cérebro fica pequeno. Na da Zika, não. Você vê claramente que tem algo diferente. O cérebro colapsa, e a estrutura óssea colapsa junto também”.

A pesquisadora acrescenta que isso vem associado a distúrbios neurológicos, auditivos e visuais. “E muita convulsão de difícil controle para essas famílias, relacionada à epilepsia causada pela Zika”.

Principais resultados

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cristina Hofer, descreve que as sequelas mais frequentes foram as anormalidades estruturais do sistema nervoso central, detectadas por neuroimagem, além de anormalidades nos exames neurológico e oftalmológico. Destacam-se:

Entre as alterações neurológicas, as mais frequentes foram déficit de atenção social, em cerca de 50% das crianças; epilepsia, em 30% a 80%, com média de 58,3%; e persistência de reflexos primitivos, em 63,1%.

No que tange ao comprometimento sensorial, observou-se alterações oftalmológicas em até 67,1% dos casos; e alterações auditivas menos frequentes, mas presentes.

Exames de neuroimagem constataram ainda calcificações cerebrais em 81,7%; ventriculomegalia em 76,8%; e atrofia cortical em cerca de 50%.

Maria Elizabeth destacou que em torno de 30% das 853 crianças objeto do estudo já morreram. As que permanecem vivas estão com idades entre 8 e 10 anos, e enfrentam dificuldades na inclusão escolar em muitos casos. “Algumas nem conseguem, porque têm problema de paralisia cerebral grave. As que vão, têm um déficit de atenção grande e de aprendizagem também”.

Recomendações

Não existe um tratamento específico para o zika vírus, reforçou a pesquisadora do IFF/Fiocruz. Diante disso, a primeira recomendação é a mulher grávida buscar evitar, o máximo possível, estar em zonas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da doençaem épocas de epidemia, além de usar repelentes e roupas de mangas compridas, preferivelmente em ambientes com ar condicionado.

“Coisas bem complicadas para uma determinada faixa da população”, reconhece Maria Elizabeth, que afirmou que, ao nascer, as crianças devem iniciar estimulação precoce o mais rápido possíve, porque é característica da criança ter a capacidade de formar novas células.

“Ela tem essa possibilidade. Ainda está formando novas células, e essas novas células na criança são formadas por estimulação. Quanto mais você estimular com estimulação essencial, fisioterapia, fonoaudiologia, melhor vai ser o prognóstico da criança”, disse Maria Elizabeth.

Segundo ela, isso se aplica a qualquer criança. Se a mãe foi exposta ao vírus na gravidez, mesmo que a criança, ao nascer, não apresente microcefalia, ela deve ser mais estimulada.

“Porque as crianças cujas mães tiveram exposição (ao vírus), mas não tiveram microcefalia, também podem ter atraso de desenvolvimento. E essas respondem muito bem às estimulações precoces”.

Maria Elizabeth estima que, em tempos de epidemia, 70% das mulheres grávidas têm Zika e não sabem. “Ou seja, é assintomático. Até hoje, não existe um exame que distinga se uma grávida teve Zika ou não. Uma boa sorologia para Zika ainda não existe”.

A pesquisadora disse que uma mulher só vai saber se teve Zika quando os ultrassons durante a gravidez detectarem uma microcefalia, e algum tipo de intervenção só poderá ser feito depois do nascimento da criança, com estímulos. “O bebê tem uma coisa chamada neuroplasticidade, ou seja, ele é capaz de formar novas células”.

Cuidados permanentes

Uma criança que nasce com o vírus da Zika tem de ter cuidados a vida inteira, recomendou o pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da UPE, Ricardo Ximenes.

“Esses graves danos ao sistema nervoso central (SNC) exigem cuidados multidisciplinares e assistência de diferentes especialidades médicas e de outras áreas da saúde”.

Mais uma vez, a pesquisadora do IFF/Fiocruz ponderou que o acesso a esses cuidados tem obstáculos no Brasil, levando as mães a peregrinarem pelos diferentes serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

“É uma carga social muito grande para as famílias”, manifestou, acrescentando que, em muitos casos, o marido abandonou a família appos o diagnóstico, deixando todo o peso para uma mãe solo.

Maria Elizabeth salientou a necessidade de que seja desenvolvida no Brasil uma vacina para as mulheres em idade fértil, que as impeça de terem Zika. 

Vida escolar

Após a publicação do estudo, os pesquisadores continuarão a acompanhar as crianças que tiveram Zika, investigando os impactos da doença na vida escolar.

“Essa é a maior dificuldade das crianças, principalmente das que não têm microcefalia, mas cujas mães tiveram Zika na gravidez comprovada. Quando nascem, um grupo dessas crianças tem microcefalia, e o outro, não. O grupo com microcefalia vai evoluir com muitos problemas. Mas o outro precisa ser acompanhado, porque também pode apresentar algum distúrbio de desenvolvimento”.

Esse acompanhamento é importante para permitir que estímulos precoces possam prevenir problemas mais graves, reforça. “Especialmente a geração que nasceu entre 2015 e 2018, deve ter o neurodesenvolvimento mais cuidadosamente investigado pela pediatria de forma geral”, sugeriu a pesquisadora.

Com informações da Agência Brasil.


Com selo QMentum International, a Unidade reforça a excelência em qualidade assistencial, segurança do paciente e gestão por processos

Fotos: Fotos: Edieric Magalhães

A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) da Santa Casa de Feira de Santana inicia 2026 com uma notícia sensacional: a conquista da certificação QMentum International, programa de acreditação de origem canadense que é reconhecido mundialmente pelo foco em três pilares: a qualidade, a segurança do paciente e a melhoria contínua das instituições de saúde.

A conquista representa um avanço não apenas para a Bahia, pois a Unidade de Feira se torna a primeira Unacon do Brasil a conquistar a certificação. “É um selo de excelência alinhado a padrões internacionais de qualidade, que são referência na área de saúde”, comemora a provedora da Santa Casa, a médica Fernanda Reis, que vem há aproximadamente um ano e meio liderando o processo de certificação da entidade.

A QMentum utiliza e avalia padrões desenvolvidos globalmente por comitês técnicos altamente especializados. “A certificação representa muito por que é o reconhecimento do trabalho sério e dedicado dos profissionais de todos os setores que fazem a nossa Unacon, um atendimento que já era muito bem avaliado pelos nossos milhares de pacientes, mas que agora ganha uma chancela internacional, de um organismo sério e respeitado mundialmente”, destaca a provedora.

Fernanda Reis ressalta ainda o protagonismo da equipe, fundamental para esta conquista. “Apesar de todos os desafios comuns a uma instituição mantida pelo SUS, conseguimos avançar graças ao engajamento e dedicação das nossas equipes de gestão, de liderança e da assistência que não medem esforços para aprimorar os nossos processos e o atendimento de qualidade aos nossos pacientes”, observa.

Para a acreditação, a Quality Global Alliance, responsável pela certificação no Brasil, avaliou diversos setores e processos desenvolvidos pela Unacon, a exemplo de segurança do paciente e gerenciamento de riscos, governança e liderança, controle de infecção, gestão de medicamentos, cuidado centrado no paciente e na família, qualidade e indicadores de desempenho. A Unidade conquistou o selo QMentum International nível Platinum.

A Unacon da Santa Casa de Feira de Santana é referência em oncologia para toda a macrorregião centro-leste da Bahia, atendendo a pacientes de mais de 70 municípios. Em 2025, a Unidade realizou mais de 36 mil sessões de quimio e hormonioterapia; 32.500 sessões de radioterapia; e mais de 37.500 consultas oncológicas.

Com informações da assessoria de comunicação.


Especialista do Sírio-Libanês alerta que exposição prolongada a altas temperaturas
pode desencadear desidratação e até falência térmica

Foto: Freepik

O Brasil vive uma escalada preocupante de calor extremo. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)1, o número de dias com ondas de calor saltou de 7 para 52 ao longo de 30 anos, evidenciando que o fenômeno deixou de ser isolado para se tornar rotina. No cenário global, um relatório do World Weather Attribution2 aponta que, em apenas 12 meses, cerca de 4 bilhões de pessoas, quase metade da população mundial, enfrentaram ao menos 30 dias adicionais de calor extremo devido às mudanças climáticas induzidas pelo homem.

Diante desse cenário, Luis Fernando Penna, clínico-geral e coordenador do Pronto Atendimento do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, reforça que o impacto das temperaturas elevadas na saúde ainda é subestimado. “Muitas pessoas acreditam que o calor causa apenas mal-estar, mas estamos falando de riscos reais que incluem desde quedas de pressão até falência térmica. Em dias de temperaturas extremas, o corpo trabalha no limite”, afirma.

Penna explica que, para dissipar o calor, o organismo aumenta a sudorese, acelera os batimentos cardíacos e dilata os vasos sanguíneos. Esses mecanismos, porém, têm limite e, quando falham, instala-se a falência térmica, uma emergência médica caracterizada por confusão mental, fala arrastada, pele quente e seca, e temperatura corporal acima de 40°C. “Se esses sinais aparecem, é fundamental procurar atendimento imediato”, alerta o médico.


O calor extremo também agrava doenças crônicas como hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e doença renal crônica. O uso de determinados medicamentos pode aumentar ainda mais a vulnerabilidade, já que diuréticos favorecem desidratação e queda de pressão; antihipertensivos somam seus efeitos à vasodilatação natural do calor; antidepressivos,
anticolinérgicos e antipsicóticos podem reduzir a sudorese ou alterar a regulação térmica. “Para quem já tem uma condição de base, o calor impõe uma sobrecarga perigosa ao organismo”, explica o especialista.

Os efeitos, porém, não se restringem ao corpo. Altas temperaturas interferem no sono, prejudicam o humor, aumentam a irritabilidade e reduzem a produtividade, já que a privação de descanso adequada afeta a atenção, memória e tomada de decisão.

Nesse contexto, Penna explica que a hidratação apropriada, incluindo reposição de eletrólitos, é essencial, mas não suficiente. Segundo ele, a recomendação é evitar exposição ao sol entre 10h e 16h, usar roupas leves e claras, priorizar ambientes ventilados ou climatizados e evitar exercícios intensos durante períodos de calor extremo. “Trabalhadores expostos ao sol, como profissionais da construção civil, coleta de lixo e entregadores, devem fazer pausas frequentes nos horários mais quentes”, ressalta.

Entre os grupos mais vulneráveis estão: idosos, que têm menor percepção de sede e regulação térmica menos eficiente; crianças, que desidratam mais rapidamente; gestantes; pessoas com doenças crônicas; e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. Hábitos comuns como dormir pouco, manter ambientes
fechados sem ventilação, ignorar sinais de sede ou tontura e aumentar o consumo de álcool ampliam ainda mais os riscos. Para Penna, a prevenção continua sendo a principal ferramenta diante de altas
temperaturas. “Não existe adaptação completa para ondas de calor extremas e repetidas. Acima de 35°C com alta umidade, o corpo humano simplesmente não consegue funcionar como deveria. Reconhecer sinais precoces e adotar medidas preventivas é essencial para evitar situações de risco”, conclui.

Erros mais frequentes ao tentar se refrescar

Deixar de priorizar a hidratação adequada ao longo do dia, confiando apenas em
soluções imediatistas como ventiladores ou duchas.

Usar roupas escuras e tecidos pesados, que retêm calor e dificultam a ventilação;

Tomar banhos gelados, que provocam efeito rebote e fazem o corpo aumentar a
produção de calor;

Exagerar no uso do ar-condicionado, criando ambientes excessivamente frios e
favorecendo choques térmicos;

Aumentar o consumo de álcool acreditando que ajuda a relaxar, quando na
verdade ele acelera a desidratação;

Permanecer em ambientes fechados e sem circulação de ar, onde o calor se
acumula e pode ser mais intenso do que ao ar livre;

Sobre o Sírio-Libanês


A Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, instituição filantrópica que completou 100 anos em 2021, atua diariamente para oferecer e compartilhar com a sociedade uma assistência médico-hospitalar de excelência, com atendimento humanizado e individualizado em mais de 60 especialidades. Desde 2007, é reconhecida pela Joint Commission International (JCI), principal órgão mundial em qualidade e segurança hospitalar, e é a única instituição no Brasil a possuir também a acreditação da JCI em Atenção Primária à Saúde.

Por meio da Faculdade Sírio-Libanês, contribui para a formação de profissionais de saúde éticos e preparados para atuar com base em boas práticas, além de fomentar o desenvolvimento científico com estudos e pesquisas nacionais e internacionais. A instituição oferece graduação, pós-graduação lato sensu e stricto sensu, residências médicas e multiprofissionais, cursos de atualização, estágios, seminários e reuniões científicas.

O Sírio-Libanês foi pioneiro na criação de programas de Saúde Populacional, que reúnem empresas, operadoras e equipes de Atenção Primária no cuidado contínuo e qualificado, apoiando a gestão do benefício do plano de saúde e promovendo qualidade de vida e produtividade. Atualmente, está presente com dois hospitais e cinco unidades em São Paulo e Brasília. Saiba mais em nosso site:
https://hospitalsiriolibanes.org.br/

Com informações da assessoria de comunicação.


O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) passou a noite junto com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no Hospital DF Star, em Brasília, e atualizou o estado de saúde do pai nesta terça-feira (30). Em publicação no X, ele informou que os soluços voltaram nesta manhã, mesmo após dois procedimentos para bloquear o nervo frênico e amenizar as crises.

– Seus soluços, infelizmente, novamente voltaram nesta manhã, após dois procedimentos para correção. Os níveis de ferro no sangue continuam sendo controlados devido à sua ineficiência – escreveu.

Carlos também informou que o líder conservador iniciou o tratamento para apneia do sono com aparelho próprio e se encontra em fase de adaptação.

– Ele iniciou o tratamento para apneia do sono com aparelho próprio e está em fase de adaptação. Sua flora digestiva apresenta boa evolução após as novas cirurgias de hérnias realizadas no último dia 25, e sua pressão segue sendo monitorada após novos picos – adicionou.

Segundo o ex-vereador, Bolsonaro irá para uma área restrita para tomar banho de Sol, algo que de acordo com Carlos, lhe foi “praticamente impossibilitado” durante sua prisão na Superintendência da Polícia Federal (PF), onde “sobrevive em um cubículo de 8 metros quadrados, com ar-condicionado central ligado e colado à parede de seu quarto o perturbando o dia inteiro”.

– Parece tudo proposital, mas é só coincidência democrática. O acompanhamento integral faz-se permanente e necessário para manutenção de sua vida, e os médicos continuam trabalhando para melhoria de sua saúde. Tudo muito cansativo, mas vale cada segundo ao seu lado. Seguimos mais um dia. Um grande abraço a todos! – concluiu Carlos.

*Pleno.News
Foto: Arquivo Pessoal

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