Foto: Divulgação

A deputada federal Vivi Reis (PSOL-PA) gerou revolta nas redes sociais após acusar a polícia de Goiás de matar o maníaco Lázaro Barbosa sem “ouvir” o que ele tinha para dizer. Lázaro foi morto com mais de 20 tiros na manhã desta segunda-feira (28), após intensa troca de tiros com a polícia.
– Lázaro foi preso e morto. A perseguição do criminoso deixou um lastro de ódio, intolerância religiosa e abusos. A celebração de sua morte é retrato da espetacularização dessa caçada de 20 dias e R$ 19 milhões. Quando o capturam, ao invés de ouvi-lo, o executam. Vexame – escreveu.

Com a repercussão negativa do post e acusações de que estaria defendendo Lázaro – que havia matado cinco pessoas, sendo quatro da mesma família, entre outros crimes -, Vivi apagou o tuíte e fez uma nova publicação para, segundo ela, “explicar melhor” sua opinião.

– Já que o último tuíte abriu margem para interpretações equivocadas, vou explicar melhor. Lázaro causou dor em muitas famílias. Minha solidariedade a todas elas! Porém, somente o interrogando saberíamos se ele estava a mando de outras pessoas, evitando que mais gente siga impune – argumentou.

Ainda segundo ela, o objetivo de capturar Lázaro vivo era “descobrir” se o criminoso agia sozinho.

– Ele tinha que responder pelos crimes que cometeu, mas se não estivesse sozinho seria necessário descobrir. Talvez agora fique mais difícil. A nós não interessa a impunidade – declarou.

Informações: Pleno News


Representação será apresentada à PGR nesta segunda-feira

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

O depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF) na CPI da Covid vai levar o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a apresentar, nesta segunda-feira (28), uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro na Procuradoria-Geral da República (PGR). O parlamentar acusa o presidente de cometer crime de prevaricação ao não ter determinado a apuração de um suposto esquema de corrupção envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin.

Em depoimento na sexta-feira (25), o deputado disse que, durante uma reunião com Bolsonaro no dia 20 de março, no Palácio da Alvorada, o presidente teria citado o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), como o parlamentar que queria fazer “rolo” no Ministério da Saúde com a Covaxin.

Miranda e seu irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor de carreira da pasta, confirmaram à CPI ter avisado Bolsonaro sobre suspeitas de corrupção na compra da vacina indiana.

Para Randolfe, Bolsonaro deve ser acusado pelo crime de prevaricação, pois tinha obrigação legal de avisar os órgãos competentes sobre indícios de práticas irregulares. Nesse caso, caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, avaliar se investigará ou até mesmo denunciará Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte é responsável por julgar o chefe do Executivo em caso de crime comum, mas, nesse caso, precisa de autorização da Câmara dos Deputados.

– Este crime até aqui é o mínimo a ser apurado. Eu tenho certeza que a Comissão Parlamentar de Inquérito apurará muito mais além disso – disse Randolfe ao anunciar a notícia-crime contra Bolsonaro.

Na sexta-feira, ele afirmou que avaliava acionar o STF. No sábado (26), porém, especificou que a representação será levada ao procurador-geral, antecipando medida que pode ser feita pela própria CPI. A comissão, porém, precisa finalizar os trabalhos e o relatório de Renan Calheiros (MDB-AL) para encaminhar a conclusão a Aras.

– A gravidade é muito maior do que vocês estão imaginando – disse o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM).

Ricardo Barros
Na Câmara, a oposição prepara uma representação contra Ricardo Barros no Conselho de Ética da Casa. O PSOL vai acionar o órgão e pedir a cassação do deputado, que nega envolvimento no caso citado por Luis Miranda. ”

– Está claro que Barros cometeu ato de corrupção por agir em favor da Precisa Medicamentos no contexto de contrato fraudulento da Covaxin. Basta! – escreveu o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) no Twitter.

Governistas, por outro lado, ameaçaram acionar Luis Miranda no Conselho de Ética e acusá-lo de denunciação caluniosa contra o governo.

*AE


Ministro afirmou que “apenas uma minoria coloca em dúvida a legitimidade da votação eletrônica”

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: STF/Rosinei Coutinho

Próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes criticou o projeto, em debate no Congresso Nacional, de implementação do voto impresso.

– Não contribui para a democracia – afirmou.

Segundo Alexandre, a “maioria massacrante” dos brasileiros acredita nas urnas eletrônicas e apenas uma minoria coloca em dúvida a legitimidade da votação eletrônica, “sem apresentar até agora uma única prova de fraude”.

As afirmações foram feitas ao podcast ‘Supremo na Semana’, que é editado pela Corte. O terceiro episódio da produção foi publicado neste sábado (26), sendo que, na edição, Alexandre ponderou que a discussão sobre o voto impresso é válida para que a corte eleitoral “possa reafirmar a total legitimidade transparência e confiabilidade do voto eletrônico”.

– Não há nenhum problema em se abrir todas portas do TSE para se verificar que nunca houve e dificilmente haverá problema com o voto eletrônico, porque é controlado do início ao fim. Eventualmente se houver necessidade de alterações para uma maior fiscalização a Justiça Eleitoral está aberta. Estamos discutindo não só no TSE, mas no STF também, mas se você me perguntar é necessário hoje para aprimorar a democracia o voto impresso, não é – destacou o ministro.

As declarações de Alexandre foram ao ar no mesmo dia em que presidentes de 11 partidos fecharam um posicionamento contra o voto impresso nas eleições de 2022. Como a reportagem mostrou no início do mês, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso tinha votos suficientes para avançar na comissão especial da Câmara.

A discussão sobre a medida tem patrocínio do presidente Jair Bolsonaro, que recorrentemente faz declarações sobre fraudes nas eleições, sem apresentar quaisquer provas.

Nesta semana, o ministro Gilmar Mendes, colega de Alexandre no STF, e o ministro Luís Felipe Salomão, corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, pediram explicações do chefe do Executivo sobre as alegações contra a urna eletrônica.

*AE


No entanto, Gilberto Carvalho minimizou questão e disse que maioria do partido é honesta

Gilberto Carvalho foi chefe de gabinete do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Reprodução

O ex-chefe de gabinete do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, admitiu, em entrevista à revista Veja, que houve corrupção durante as gestões petistas. No entanto, Carvalho minimizou o problema e afirmou se tratar de uma questão que permeia todos os governos e esferas da vida.

– […] Houve corrupção durante os nossos governos? Claro que houve corrupção nos nossos governos, como há em qualquer governo, em qualquer instituição, empresa. Houve petistas que se corromperam? Houve. Houve aliados nossos que se corromperam? Houve. Mas, se você considerar bem tudo o que houve na Petrobras, nos processos todos, a imensa maioria dos autores desses roubos são aqueles que continuam no governo Bolsonaro. São os mesmos partidos que continuam lá, os do Centrão – acusou.

Confrontado sobre a tentativa de aproximação do PT com lideranças do Centrão – a quem culpou pelos roubos -, incluindo a busca de Lula por alianças que o fortaleçam para 2022, Carvalho atribuiu a questão ao contexto político que se vive com o governo Jair Bolsonaro.

– É uma aparente contradição, mas o que ocorre é que o agravamento da realidade brasileira se deu de tal modo, a prática da destruição do país levou a tal ponto que a reversão desse quadro de morte não se dará apenas pelas forças de centro-esquerda. Essa situação nos obriga a fazer esse tipo de diálogo – justificou.

Ainda segundo Carvalho, apesar dos diversos escândalos envolvendo o governo Lula, a corrupção ‘não era a norma’.

– Temos de usar a informação como arma. Mostrar que, se houve fatos de corrupção dentro do nosso governo, isso não era a norma. Temos de mostrar que a imensa maioria dos petistas, a imensa maioria dos ministros do PT, assim como eu [o processo de corrupção que havia contra ele foi arquivado por falta de provas], segue lutando para sobreviver e não acumulou riqueza – argumenta.

Informações Pleno News


Foto: Pleno News

Usuários de redes sociais voltaram a se unir, neste sábado (26), em mais uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro. No Twitter, apoiadores levantaram a #BolsonaroAte2026 e levaram a tag a ser uma dos assuntos mais comentados na rede social.

A manifestação ocorre no mesmo dia em que Bolsonaro realizou uma “motociata” em Chapecó, Santa Catarina.

Nas publicações, usuários elogiaram o presidente e reafirmaram o apoio à reeleição.

Alguns também dispararam críticas contra os adversários políticos de Bolsonaro.

Informações: Pleno News


Foto: Pleno News

O presidente Jair Bolsonaro participa, na manhã deste sábado (26), de uma motociata promovida por apoiadores em Chapecó, em Santa Catarina. Antes de chegar ao ponto de partida, Bolsonaro sobrevoou a região de helicóptero e acenou para apoiadores que estavam às margens da rodovia BR-282 aguardando a passagem do presidente.

Esta é a quarta “motociata” em apoio a Bolsonaro. As outras aconteceram no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Já em terra firme, Bolsonaro cavalgou até o ponto de encontro com apoiadores, no Distrito Industrial Flávio Baldissera, onde teve início o passeio de motos, pouco após as 9h. O trajeto inclui a passagem do grupo pela BR-282 até chegar a Xanxerê, onde será inaugurada uma agência da Caixa Econômica Federal. Depois, as motocicletas irão retornar ao Centro de Eventos de Chapecó.

Além do presidente, participam da motociata o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Oliveira, o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, e Jorge Seif Jr., secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura.

A todo momento, Bolsonaro foi acompanhado por um forte esquema de segurança. A Polícia Militar deslocou quatro regionais e quatro grupamentos para prestar apoio.

BOLSONARO EM CHAPECÓ
O presidente Jair Bolsonaro chegou na tarde desta sexta-feira (25) em Chapecó para participar do encontro com motociclistas. A expectativa é de que o evento reúna 50 mil motos que percorrerão uma distância de cerca de 50 quilômetros.

Ainda na tarde da sexta, Bolsonaro se encontrou com empresários e visitou indústrias.

Até hoje, Bolsonaro já realizou três “motociatas” pelo Brasil; todas elas com amplo apoio da sociedade. A primeira ocorreu em Brasília, no dia 8 de maio, no Dia das Mães. A segunda aconteceu no Rio de Janeiro e arrastou uma multidão pela orla carioca, no dia 23 de maio. A última aconteceu em São Paulo, no dia 12 deste mês, sendo a maior “motociata” registrada até agora.

Informações: Pleno News


Programa vai beneficiar 200 mulheres imigrantes

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, durante o lançamento da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o Movimento Virada Feminina e a Casa Venezuela, com o apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM), lançaram, nesta sexta-feira (25), o programa de inclusão socioeconômica Beleza Além das Fronteiras. Serão 200 mulheres venezuelanas e imigrantes de países vizinhos beneficiadas com a ação inicialmente.

Segundo o ministério, a iniciativa tem o objetivo de investir na autonomia econômica dessas mulheres com a inserção no mercado da beleza e integração no Brasil. As candidatas participarão de curso de assistente de cabeleireiro, de preparação para inclusão no mercado de trabalho e de treinamento para entrevistas. Elas terão apoio também para abertura do registro como Microempreendedor Individual (MEI).

As mulheres participantes receberão um kit de prevenção contra a covid-19 e um kit com equipamentos para a atividade profissional. Elas terão também acesso a informações sobre enfrentamento da violência contra a mulher, desenvolvimento de microempresas, informações financeiras, promoção da saúde da mulher e direitos trabalhistas.

No evento de lançamento do programa, na noite desta sexta-feira, na capital paulista, a ministra Damares Alves disse aos presentes que “quem nunca foi lá na [Operação] Acolhida precisa ir, vocês precisam ir lá”, referindo-se no local de entrada dos venezuelanos no Brasil, região de fronteira entre os dois países, em Roraima. “É emocionante ir lá, vocês precisam ir lá. E, quando vocês chegarem lá, vocês vão perceber que tenda não é lar, acampamento não é lar e a gente precisa ajudar a interiorizar.”

Damares disse o número de pessoas interiorizadas ultrapassaram 52 mil. “Nós estamos fazendo isso porque se fosse ao contrário esse povo incrível, que é o povo venezuelano, estaria nos acolhendo lá, nós precisamos acolher desta forma, com dignidade”, disse.

Informações Agência Brasil


Senador foi diagnosticado com o vírus na terça-feira

Senador José Serra Foto: AIG-MRE/Jessika Lima

O senador José Serra (PSDB-SP) foi internado, preventivamente, após ser diagnosticado com covid-19. A informação foi publicada nesta quarta-feira (24), em suas redes sociais.

De acordo com nota da assessoria de imprensa, o tucano testou positivo para o vírus na terça-feira (22) e passa bem, sem ter apresentado sintomas.

– Segundo avaliação médica, (a falta de sintomas) deve-se à sua imunização por duas doses da vacina – apontou a publicação.

Ainda segundo o comunicado, Serra foi hospitalizado para realização de exames.

– Sua hospitalização é preventiva e para realização de exames, e garante também a segurança de familiares e pessoas próximas ainda não vacinadas.

*AE


Com isso, casos da Lava Jato contra o petista voltam ao início

Ministro Gilmar Mendes, do STF, ampliou suspeição de Moro contra Lula Foto: Divulgação

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (24) estender os efeitos da declaração de suspeição do ex-juiz Sérgio Moro a outros dois processos da Lava Jato envolvendo o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT): o do sítio de Atibaia e o da doação do terreno para sediar o Instituto Lula.

A decisão individual foi tomada um dia após o plenário da Corte bater o martelo sobre a parcialidade de Moro na ação penal do tríplex do Guarujá, que levou o petista à prisão por 580 dias e o deixou de fora das eleições de 2018.

Em seu despacho, o ministro observou que os fundamentos que levaram o STF a concluir pela suspeição no caso do tríplex são compartilhados nas demais ações penais.

– Por isonomia e segurança jurídica, é dever deste Tribunal, por meio do Relator do feito, estender a decisão aos casos pertinentes, quando há identidade fática e jurídica – escreveu Gilmar Mendes.

*AE


Foto: Arquivo/ Reprodução

O ex-presidente do Patriota em Salvador, Jean Sacramento, agora presidente do PROS, reuniu-se com lideranças políticas na última semana na capital baiana para tratar sobre o cenário do interior do Estado. Conforme informações, a legenda deixará a base do governador Rui Costa (PT) e irá apoiar a pré-candidatura de ACM Neto (DEM) que deve disputar o governo do Estado em 2022.

O comando nacional do PROS estaria insatisfeito com o deputado federal Uldurico, que presidia a legenda na Bahia desde as últimas eleições.

O Patriota está na base do prefeito Bruno Reis (DEM) e, até o momento, tem a indicação de apoiar ACM Neto nas eleições de 2022, quando o ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas deve concorrer ao Governo do Estado.

No entanto, com a entrada de Bolsonaro no Patriota, a possibilidade do partido lançar um nome próprio no estado é quase certa e deve apoiar João Roma que é filiado ao Republicanos.

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