Presidente falou sobre o movimento de servidores públicos federais em busca de reajustes salariais

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Agência Brasil/Antonio Cruz

Em meio à adesão em massa dos servidores públicos federais ao movimento de operação padrão e entrega de cargos comissionados no governo, o presidente Jair Bolsonaro pediu sensibilidade ao funcionalismo e reafirmou que não há espaço no orçamento para reajustes salariais neste ano.

Ele admitiu que até a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) podem ficar sem aumento em 2022.

– Primeiramente, não está garantido o reajuste para ninguém. Tem uma reserva de R$ 2 bilhões que poderia ser usada para a PF e a PRF, além do pessoal do sistema prisional. Mas outras categorias viram isso e disseram ‘eu também quero’, e veio essa onda toda – afirmou Bolsonaro, neste sábado (8), ao participar da festa de aniversário do advogado Geral da União, Bruno Bianco.

Bolsonaro lembrou que os servidores estão sem reajustes há três anos e passaram a contribuir mais após a reforma da Previdência.

– Reconheço que os servidores perderam bastante o poder aquisitivo, mas apelo para a sensibilidade deles. A proposta de Rodrigo Maia na pandemia era de cortar 25% dos salários do funcionalismo e decidimos por apenas congelar os salários por 1 ano e meio – argumentou.

E continuou.

– Não tem espaço no orçamento. Pode ser que não tenha reajuste para ninguém. Tudo é possível – acrescentou.

O movimento começou após o presidente Bolsonaro anunciar em dezembro que faria uma reestruturação das carreiras policiais ligadas ao Ministério da Justiça, como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O governo chegou a reservar R$ 1,7 bilhão no Orçamento de 2022 para a iniciativa.

O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) aprovou no fim de dezembro um calendário de mobilização de servidores públicos por reajuste salarial, incluindo paralisações em janeiro – a primeira no dia 18 -, e assembleias em fevereiro para deliberar sobre uma greve geral.

Vacina para crianças – Após o governo finalmente anunciar a imunização de crianças de 5 a 11 anos sem a necessidade de prescrição médica, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer não ter conhecimento de casos de internações de crianças por Covid-19.

– Não vi crianças sequer serem internadas por causa da pandemia, quanto mais óbitos. É uma raridade – afirmou.

Bolsonaro disse ainda que defendeu desde o começo da pandemia que as crianças continuassem em sala de aula.

– Apanhei muito por causa disso. Fechar escolas foi um crime. Nas guerras morre muita gente dentro das trincheiras por medo de lutar. Não tem como ficar em casa esperando a onda passar porque não vai passar Outras cepas vão vir, o vírus vai se mutando, até que chega o dia que a imunidade de rebanho encerra a pandemia – argumentou.

*AE


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A viagem à Paraíba nesta semana não será a única na qual o ex-juiz Sergio Moro contará com a ajuda de ex-bolsonaristas para organizar suas agendas eleitorais. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

De acordo com a publicação, deputados ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro também se movimentam para viabilizar compromissos de pré-campanha para o ex-juiz em outros estados brasileiros.

Há uma lista de próximas visitas de Moro sendo trabalhada por ex-bolsonaristas. Em especial no Nordeste, onde as pesquisas de intenção de voto ainda apontam uma preferência do eleitorado pelo PT de Lula.

Ex-apoiadora de Bolsonaro, a deputada federal Dayane Pimentel (PSL-BA), por exemplo, organiza para fevereiro uma visita do ex-juiz à Bahia. No Ceará, a agenda de Moro é organizada pelo deputado federal Heitor Freire (PSL-CE) e pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), filiado ao mesmo partido do ex-juiz.

A primeira viagem de Moro articulada por um antigo aliado de Bolsonaro foi na Paraíba, onde os encontros do ex-juiz foram agendados pelo deputado federal Julian Lemos (PSL-PB).

Em 2018, Dayane, Freire e Lemos atuaram ativamente pedindo votos para Bolsonaro no Nordeste. O deputado paraibano, inclusive, foi o coordenador da campanha do atual presidente na região.–

*Bahia.ba


Pré-candidato ao governo de São Paulo está sob suspeita de corrupção na Saúde

Gestão de João Doria também contratou OS suspeita Foto: EFE/Debora Klempous

Investigada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil na Operação Raio X, cujos desdobramentos colocaram o pré-candidato ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB), sob suspeita de corrupção na Saúde, a organização social Associação Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu fechou três contratos com a Secretaria de Saúde do Estado na gestão João Doria (PSDB).

Os contratos, assinados em 2019, tiveram como objeto a terceirização da gestão do Centro de Medicina de Reabilitação Lucy Montoro, em Santos, no litoral paulista, do Ambulatório Médico de Especialidades Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, e do Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Baixada Santista.

Além disso, o governo tucano assinou, entre 2019 e 2020, termos aditivos nas contratações da OS para gerir o Ambulatório Médico de Especialidades Santos, o Hospital Geral de Carapicuíba e o Ambulatório Médico de Especialidades Sorocaba, no interior do estado. Os dados estão disponíveis no Portal da Transparência do estado.

De acordo com a investigação, a Associação Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu pertence ao médico Cleudson Garcia Montali, condenado a mais de 100 anos de prisão na Raio X. A organização social seria usada, segundo a Polícia Civil, para viabilizar desvios por meio de contratos superfaturados e serviços não prestados.

Em nota, a Secretaria de Saúde de São Paulo disse que, ao tomar conhecimento das primeiras suspeitas envolvendo a organização social, abriu investigação interna, que resultou na rescisão de todos os contratos de gestão, em 2020. A qualificação da OS para contratar com o governo estadual foi suspensa cautelarmente em novembro do ano passado.

– A referida OSS não possui nenhum contrato ou convênio com a Secretaria e, inclusive, teve sua qualificação como Organização Social de Saúde em São Paulo suspensa cautelarmente pela atual gestão. A pasta é vítima e a atual gestão abriu investigação contra o responsável pela contratação das organizações sociais de saúde na gestão França. O caso ainda é acompanhado pela Controladoria Geral do Estado de São Paulo – disse em nota.

*AE


Em editorial, o apresentador do Jornal Nacional criticou o presidente por suas falas sobre a vacinação de crianças

Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais

Nesta sexta-feira (7), usuários de redes sociais se uniram para criticar a TV Globo e o apresentador William Bonner, do Jornal Nacional. No Twitter, “manifestantes” levantaram a #CalaABocaBonner e colocaram a tag como um dos assuntos em destaque na rede social.

A iniciativa ocorre após um editorial lido durante a edição de quinta-feira (6) do Jornal Nacional, na Globo. Na ocasião, Bonner e Renata Vasconcellos criticaram declarações de Jair Bolsonaro sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19 e disseram que o presidente tem que ser responsabilizado por seus atos.

– O presidente Jair Bolsonaro é responsável pelo que diz, pelo que faz. Espera-se que venha também a ser responsável por todas as consequências daquilo que faz e diz – afirmou Bonner.

O editorial foi lido logo após a exibição de uma reportagem sobre a eficácia e a segurança da vacina anticovid para crianças. No início do texto, o âncora disse que “as declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre as mortes de crianças por Covid afrontam a verdade e desrespeitam o luto de milhares de brasileiros”.

O jornalista disse ainda que o presidente “desrespeita todos os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ao questionar qual seria o interesse da Anvisa com a autorização da vacinação de crianças” e afirmou que Bolsonaro descumpre as prerrogativas da agência “ao ameaçar divulgar nomes de integrantes da Anvisa que aprovaram a vacinação infantil”.

Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Após 'ataque' da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
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Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
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Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
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Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais

Informações Pleno News


Fotos: EFE/Luca Piergiovanni // EFE/Sebastião Moreira // PR/Carolina Antunes

Apesar de não possuírem cargos públicos atualmente, três pré-candidatos à Presidência da República neste ano recebem “salários” dos partidos de que fazem parte. São eles o ex-presidente Lula (PT), o ex-governador Ciro Gomes (PDT) e o ex-ministro Sergio Moro (Podemos). De acordo com o jornal O Globo, a quantia fica, em média, na faixa de R$ 20 mil.

De acordo com o veículo, é Lula quem tem o maior salário líquido entre os postulantes ao Planalto, com ganhos de cerca de R$ 22,8 mil. Na sequência, aparece o pedetista Ciro Gomes, com salário líquido de R$ 21,3 mil. Por fim, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Filiado recentemente ao Podemos, ele receberá neste ano um valor bruto mensal de R$ 22 mil e líquido de cerca de R$ 15 mil.

Atualmente, a lei eleitoral não proíbe que os partidos políticos tenham em suas folhas de pagamento políticos sem cargos eletivos e não estabelece um teto de gastos de uso do fundo partidário. Entretanto, de acordo com o advogado Renato Ribeiro de Almeida, ouvido pelo jornal, é necessária uma transparência maior dos partidos sobre os pagamentos.

– Os políticos estão inseridos nas atividades político-partidárias e exercem funções que justificam a remuneração. O sistema de prestação de contas partidárias tem sido aperfeiçoado ao longo dos anos, mas os partidos ainda precisam dar mais transparência de valores gastos à população por meio dos seus sites ou outras plataformas – ressalta.

De acordo com o PT, Lula recebe remuneração por “exercer funções de direção partidária” e ocupar o posto de presidente de honra do partido. Já o Podemos, afirmou que Moro é vice-presidente estadual do partido, no Paraná, desde 10 de novembro.

*Pleno.News


Partido apresentou representação ao Ministério Público Eleitoral contra o presidente

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

O PT apresentou, nesta quinta-feira (6), representação ao Ministério Público Eleitoral (MPE) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) por campanha eleitoral antecipada e abuso de poder econômico. O partido pede a instauração de investigação para averiguar se ruralistas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão envolvidos no aluguel de outdoors para promover a candidatura de Bolsonaro à reeleição.

A representação do PT foi baseada em reportagem do jornalista Rubens Valente publicada no UOL, na qual são apresentados diversos registros de outdoors espalhados em propriedades rurais da região Centro-Oeste do País.

As peças de publicidade apresentam fotos de Bolsonaro, apoio declarado à sua candidatura neste ano e mensagens que exaltam as bandeiras do seu governo.

O partido também cita uma manifestação promovida pelo Sindicato Rural de Cuiabá contra a campanha “segunda sem carne” promovida pelo banco Bradesco. Segundo o PT, o protesto teria sido utilizado para fazer campanha a favor da candidatura de Bolsonaro, como indicam vídeos que circulam na internet.

Em um dos registros apresentados pela sigla ao MPE, um manifestante afirma que “para reeleger o presidente do Brasil, cada fazendeiro vai doar um boi”, e, em caso de derrota, os brasileiros vão ficar “igual lá na Venezuela” – em alusão ao cenário de crise econômica e humanitária do País vizinho.

Na representação, o PT afirma que os outdoors e o evento a favor da candidatura de Bolsonaro conflitam com a liberdade de expressão, pois “desequilibram a disputa eleitoral ao colocar em destaque um dos mais notórios pré-candidatos à disputa da Presidência da República em evidência, sem haver a mesma oportunidade aos outros candidatos”.

“A responsabilidade de Jair Bolsonaro, desta maneira, advém do fato de que candidato a cargos políticos não pode abusar dos poderes econômicos e/ou políticos que detenha, nem mesmo permitir que terceiros o façam em seu nome”, diz o PT.

“Não há dúvidas a respeito do benefício auferido pelo Sr. Jair Bolsonaro pela propaganda eleitoral promovida por pessoas físicas e jurídicas”, continuou a sigla.

O partido prossegue com a acusação de que não somente teria ocorrido propaganda eleitoral antecipada a favor do atual presidente, como teria sido financiada pelo setor privado, o que é proibido pela Justiça Eleitoral, inclusive durante o período regular de campanha.

“Há evidente movimento de campanha eleitoral antecipada promovida pelo setor rural dos Estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, que deve ser investigada e condenada pela Justiça Eleitoral brasileira, a fim de proteger e garantir a justa e democrática corrida eleitoral que se aproxima”, destaca o PT em outro trecho.

Renato Ribeiro, doutor em direito do Estado pela Universidade de São Paulo e membro da comissão de direito eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), afirmou que as denúncias de abuso de poder econômico apresentadas pelo PT, caso sejam reconhecidas pelo MPE e julgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem ter como efeito a cassação do mandato de Bolsonaro e sua inelegibilidade por 8 anos.

A eventual condenação pode destituí-lo do cargo tanto no atual mandato como em caso de reeleição.

COM A PALAVRA, O PALÁCIO DO PLANALTO
Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto não comentou as acusações do PT até o momento da publicação desta matéria.

*AE


Mais cedo, o presidente democrata havia culpado seu antecessor por invasão ao Capitólio

Ex-presidente Donald Trump Foto: Zach Gibson/EFE

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trumpafirmou nesta quinta-feira (6) que seu sucessor e atual ocupante do posto, Joe Biden, que mais cedo o culpou pelo ataque ao Capitólio, sede do Congresso, ocorrido há um ano, usou seu nome “para dividir” o país.

– Ele usou meu nome hoje para tentar dividir ainda mais os Estados Unidos. Todo esse teatro político é apenas uma distração para o fato de Biden ter falhado completa e totalmente – disse Trump em um comunicado.

Na última terça-feira, ele cancelou uma entrevista coletiva que havia programado para hoje, em sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, alegando “parcialidade total” do comitê que investiga o ataque ao Capitólio.

Biden culpou seu antecessor por criar uma “teia de mentiras” sobre as eleições de 2020 e incitar seus apoiadores a invadir o Capitólio, complexo em Washington onde fica o Congresso.

– Seu ego ferido é mais importante para ele do que nossa democracia e nossa Constituição – disse Biden em um discurso no Capitólio, no primeiro aniversário do ataque que deixou cinco mortos e 140 agentes de segurança feridos.

Em resposta, Trump também reiterou a acusação de que a eleição presidencial de 2020 – na qual ele perdeu para Biden – foi “fraudada” e deveria ser discutida.

– Eles escaparam impunes, e isso está levando à destruição de nosso país – afirmou o ex-presidente.

O empresário e político alegou que o atual mandatário está destruindo o país com “políticas malucas de fronteiras abertas, eleições corruptas, políticas energéticas desastrosas, mandatos inconstitucionais e devastadores fechamentos de escolas”.

O ex-presidente Trump também criticou a imprensa por referir-se à acusação de fraude eleitoral como “Grande Mentira”.

*EFE


Cirurgião disse que o presidente ligou “chorando de dor”

Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do médico Dr. Antônio Luiz de Macedo, durante declaração à imprensa Foto: Reprodução

O médico cirurgião Antonio Luiz de Macedo, que acompanha o presidente Jair Bolsonaro, fez um relato dramático do momento em que o presidente o procurou para informar sobre o recente problema de saúde no intestino, sequela da facada sofrida em 2018.

Em entrevista ao jornal O Globo, Macedo relatou que o presidente telefonou para ele “chorando de dor”. No momento, o cirurgião estava nas Bahamas, em viagem com a família.

– Ele me ligou chorando de dor. Falou “estou morrendo, Macedo. A coisa está ruim”. Mandei ele ir na hora para o Vila Nova Star, liguei para o Pedro (Pedro Henrique Loretti, diretor do hospital), que orquestrou tudo com muita competência. Quando cheguei, analisei a tomografia, os exames de sangue e toquei na barriga dele. Quando apalpei, vi que o intestino não estava rasgando e estava mais molinho. Foi muito bom. Porque qualquer cirurgia que for feita nessa região dificilmente vai durar menos de 12 horas – afirmou.

Ainda segundo o médico, o caso de Bolsonaro é “sempre perigoso”, mas desta vez foi “menos grave”.

– Foi menos grave. Ele se recuperou rapidamente. Mas não existe “pequena obstrução” no caso do presidente. O intestino está todo colado na parede devido a vários fatores — a própria facada, as cirurgias, os sangramentos e infecções já ocorridos. É sempre perigoso, portanto. Na hora que passamos a sonda nele, saiu um litro de suco gástrico do estômago. Se ele vomitasse, o líquido entrava nos pulmões e ele morria – declarou Macedo.

O cirurgião também elogiou a “força” de Bolsonaro, e admitiu se tratar de um quadro que causa dores severas no paciente.

– A dor é pavorosa. É como alguém bater com um martelo na barriga com força. O presidente é forte.

Informações Pleno News


“Manipula números e transfere toda culpa para o execrável e igualmente culpado Bolsonaro”, disparou o pedetista

Foto: Evaristo Sa/AFP
Foto: Evaristo Sa/AFP

O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT), utilizou as redes sociais, na manhã desta quarta-feira (5), para criticar duramente o artigo do ex-ministro da Economia, Guido Mantega, publicado na Folha de S.Paulo.

“A síntese do pensamento econômico do lulismo, pobre e cinicamente produzida por Guido Mantega, hoje na Folha, é uma das peças mais hipócritas e ambíguas já vistas. É uma mistura de ‘Carta aos Brasileiros’ envergonhada e nacional desenvolvimentismo de araque. Se o Brasil depender destes senhores para sair do atoleiro, vamos afundar de vez. A questão central – mudança do modelo de econômico – vira uma pergunta minúscula e covarde”, escreveu Ciro.

No artigo, Mantega afirma que no possível governo Lula, o Brasil retomará as políticas de incentivos industriais e os investimentos a tecnologia. O ex-ministro diz, ainda no artigo, que o governo de Jair Bolsonaro (PL) tem piorado a condição de vida dos brasileiros e a política econômica de Paulo Guedes só levou o país à regressão social.

“(No artigo) esconde vergonhosamente Dilma, manipula números e transfere toda culpa para o execrável e igualmente culpado Bolsonaro. Ou seja, fugindo das suas culpas que são imensas, o lulismo já reedita o famoso álibi da ‘herança maldita’, agora com sinal invertido e duplicado. Quem temia a proposta econômica do petismo fosse o ‘mais do mesmo’ ficou ainda mais frustado: é o ‘menos do mesmo’”, concluiu Ciro.

Informações Bahia.ba


Texto foi aprovado em 2017 no governo do ex-presidente Michel Temer

Gleisi Hoffmann e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: AGPT/Lula Marques

Nesta terça-feira (4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), falaram em revogar a reforma trabalhista brasileira. As mudanças foram aprovadas em 2017, no governo do ex-presidente Michel Temer.

Os comentários foram feitos após a Espanha anunciar que aprovou uma nova reforma para “revogar” as mudanças realizadas no país em 2012, que não trouxeram o resultado esperado na questão de empregos e salários.

Já a reforma brasileira promovida pelo governo Temer foi baseada na reforma feita pela Espanha, com a promessa de gerar milhões de empregos.

Ao falar sobre as mudanças promovidas no Brasil, Gleisi afirmou que as mudanças “não criaram empregos, só precarizam os direitos” trabalhistas.

– Notícias alvissareiras desse período: Argentina revoga privatização de empresas de energia, e Espanha, reforma trabalhista que retirou direitos. A reforma espanhola serviu de modelo para a brasileira, e ambas não criaram empregos, só precarizaram os direitos. Já temos o caminho – ressaltou.

Já o ex-presidente Lula falou que a Espanha está recuperando os direitos dos trabalhadores.

– É importante que os brasileiros acompanhem de perto o que está acontecendo na Reforma Trabalhista da Espanha, onde o presidente Pedro Sanchez está trabalhando para recuperar direitos dos trabalhadores – apontou.

Informações Pleno News