Atriz disse que quer fazer a diferença e deixar um legado
Luiza Brunet Foto: Wallace Barbosa / AgNews
Conhecida por seus trabalhos como modelo e atriz, Luiza Brunet se prepara para ingressar na política. Aos 59 anos, ela é pré-candidata ao posto de deputada federal pelo PSDB, e disse ao portal Metrópoles que quer usar sua experiência como ativista dos direitos das mulheres para fazer algo concreto.
Em 2016, Luiza foi vítima de agressão pelo então companheiro, Lírio Parisotto. O empresário foi enquadrado na Lei Maria da Penha.
– Essa experiência pode ser usada em favor das mulheres e, como deputada, vou ter mais oportunidade de alavancar políticas públicas nesse sentido. Quero fazer diferença, deixar um legado e por isso resolvi me candidatar a deputada federal – falou.
– A violência contra a mulher é democrática. Afeta mulheres de todas classes sociais e idades, sem distinção, embora as estatísticas mostrem que as negras e pobres sofram mais com isso. Essa problemática é muito complexa e exige atuação em diversos campos, mas acredito que o fator fundamental seja a educação. Além disso, é importante ampliar o número de mulheres na política, melhorar esses indicadores de representatividade nos espaços de poder. Fui bastante clara quando decidi me filiar: estou aqui para fazer algo concreto pelas mulheres. Se não, continuo como ativista – acrescentou.
Brunet contou que recebeu convites de vários partidos, mas escolheu o PSDB “pela prioridade às pautas femininas não apenas no discurso”.
Ela faz planos de também atuar em políticas voltadas aos homens, “com o acolhimento e tratamento de doenças como o alcoolismo e doenças e mentais”.
Segundo turno das eleições acontecerá no próximo dia 24
Emmanuel Macron Foto: EFE/EPA/BENOIT TESSIER / POOL MAXPPP OUT
Neste domingo (10), o presidente da França, Emmanuel Macron, celebrou o primeiro lugar no primeiro turno das eleições francesas, segundo várias projeções. Ele enfatizou, no entanto, que “nada está decidido”.
Macron enfrentará a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. Pesquisas apontam que a disputa no segundo turno, que acontecerá no próximo dia 24, desenha-se bastante disputada, com vantagem estreita para o atual líder do país.
O presidente francês disse que a disputa será “decisiva” para a França e também para a Europa. Ele pediu a todos os eleitores que atuem para “barrar a extrema-direita” e agradeceu o fato de que vários de seus rivais no primeiro turno já declararam voto nele, pedindo a derrota de Le Pen.
A candidata do partido Reagrupamento Nacional, por sua vez, celebrou, em discurso a correligionários, o fato de ter passado ao segundo turno da disputa presidencial da França.
Marine Le Pen afirmou ser a candidata da “justiça social e da proteção” dos cidadãos e disse que há duas visões opostas em jogo, a “injustiça e a desordem” com o atual presidente, Emmanuel Macron, e o projeto dela, “nacional e popular”. Ela aparece um pouco atrás de Macron nas pesquisas para o segundo turno.
Em sua fala neste domingo, Marine Le Pen disse que pretende ser “a presidente de todos os franceses”, repetindo pontos de sua plataforma como a defesa de melhorias no sistema de saúde e no setor de habitação.
Le Pen também afirmou ser o nome que defende “a laicidade” do Estado e que protege os mais vulneráveis, além de pedir mudanças na legislação imigratória. A candidata é acusada de xenofobia por rivais.
Pesquisas indicam que atual chefe de Estado da França, Emmanuel Macron, deve ser o mais votado, seguido pela candidata da extrema direita Marine Le Pen
Os eleitores franceses irão hoje (10) às urnas para escolher seu novo presidente da República. Segundo as principais pesquisas, a decisão deve ficar para um segundo turno entre o atual chefe de Estado francês, Emmanuel Macron (República em Marcha), e a candidata da extrema direita Marine Le Pen (Reagrupamento Nacional).
Embora Macron seja o favorito desde o início da campanha, a vantagem do atual presidente no primeiro turno diminuiu em todas as principais pesquisas, enquanto as intenções de voto à Le Pen aumentaram.
Uma vitória do representante da República em Marcha significaria continuidade em políticas atualmente vigentes na França. Caso o assento presidencial seja assumido por Le Pen importantes mudanças em política externa, relação com a União Europeia e políticas para imigrantes devem ser sentidas no país.
Como funciona a eleição na França?
No primeiro turno, que acontece hoje, 12 candidatos se enfrentarão. Para participar da disputa, todos eles tiveram de garantir o apoio de 500 prefeitos e/ou vereadores de todo o país.
Se nenhum dos 12 conseguir 50% dos votos nesta primeira rodada, como sugerem as pesquisas, os eleitores irão às urnas novamente daqui duas semanas, no dia 24 de abril. Nesse caso, a votação será entre os dois nomes mais votados hoje.
Cerca de 48,7 milhões de franceses estão registrados para votar, dado que o voto não é obrigatório no país. Por lá, a votação é feita por meio de cédulas de papel, de maneira direta e secreta. É esperado que até o fim da noite os franceses saibam o resultado da apuração.
Confira a programação geral de horários para o pleito francês, conforme o horário de Brasília:
3h: começa a votação em toda a França
Entre 7h e 12h: são divulgadas as primeiras estimativas de comparecimento às urnas
12h: termina a votação
A partir das 15h: são publicadas as primeiras apurações de boca-de-urna
Quem são os candidatos?
Neste ano, disputam a presidência da França, além de Emmanuel Macron e Marine Le Pen, Jean-Luc Mélenchon; Valéria Pécresse, Éric Zemmour, Yannick Jador; Jean Lassalle; Fabien Roussel; Anne Hidalgo; Nicolas Dupont-aignan; Philippe Poutou e Nathalie Arthaud.
Ainda que não tenha grandes chances de ir para o segundo turno, o terceiro colocado, Jean-Luc Mélenchon, representante da extrema esquerda, cresceu nas pesquisas com o passar das semanas. O candidato reúne cerca de 17% das intenções de voto, segundo pesquisas do Instituto Ifop e da Harris Interactive-Toluna.
Emmanuel Macron
Presidente da França, Emmanuel Macron, no Vaticano / Yara Nardi/Reuters (26.nov.2021)
O ex-banqueiro de investimentos e atual presidente da França, Emmanuel Macron, está disputando a sua segunda corrida eleitoral. Na primeira, saiu vencedor. O candidato, fundador do partido centrista República em Marcha, tenta assumir o papel de líder da Europa.
Assim como para todos os líderes mundiais nos últimos dois anos, a pandemia da Covid-19 foi um dos principais desafios de seu mandato. Antes da crise sanitária, ainda no início do mandato, uma onda de protestos invadiu a França. O movimento dos “coletes amarelos” levou milhares de pessoas às ruas, engatilhado por uma medida de Macron que aumentou o preço do diesel, no fim de 2018.
Dentre as propostas da campanha atual, o presidente prometeu o aumento da aposentadoria para os 65 anos, reformas no seguro-desemprego e mercado de trabalho, relançamento de reatores nucleares, além de investimento em energia ecológica e objetivo de alcançar a neutralidade carbônica até 2050.
Marine Le Pen
Marine Le Pen, candidata presidencial de extrema-direita na França / Albert Gea/Reuters (07.abr.2022)
A atual deputada Marine Le Pen ingressou na política ainda jovem, aos 18 anos. Filha de Jean-Marie Le Pen, fundador do Frente Nacional – atual Reagrupamento Nacional, partido de Le Pen – a candidata representa a extrema direita francesa.
Apesar de tentar suavizar a imagem de sua sigla, conhecida pela política nacionalista e anti-imigrante, Le Pen mantém alguns pontos emblemáticos em seu programa, como enrijecimento da política de imigração e proposta de erradicação do Islamismo.
Além disso, a segunda colocada intensificou suas propostas no campo econômico, visando aumentar o poder de compra do povo francês e reduzir impostos.
Datas-chave para as eleições da França
10 de abril: primeiro turno das eleições presidenciais
24 de abril: segundo turno realizado entre os dois primeiros candidatos
13 de maio: prazo final para novo presidente tomar posse
Sem o nome dos parlamentares, requerimento depende de mais duas assinaturas para atingir o mínimo necessário para ser avaliado por presidente do Senado
Segundo Oriovisto, embora acredite que “fatos graves” ocorreram no Ministério, “uma CPI tão próxima das eleições acabará em palanque eleitoral”.
De acordo Styvenson, “trazer essa discussão para dentro do Congresso Nacional em um ano eleitoral serviria apenas para dar palanque político para a oposição”, entretanto afirmou que “todas as denúncias de crime devem ser investigadas e os criminosos punidos”.
— Senador Oriovisto Guimarães (@Sen_Oriovisto) April 9, 2022
Sem o apoio dos parlamentares, o requerimento fica com 25 assinaturas – faltando duas para atingir o mínimo necessário para dar procedimento ao processo de abertura das investigações.
Se atingir novamente as 27 assinaturas, o documento vai ao plenário para a leitura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que decide sobre a abertura ou não da CPI.
A crise no MEC começou após o jornal “Folha de S.Paulo” ter revelado um áudio do então ministro Milton Ribeiro dizendo que municípios próximos ao pastor Gilmar Santos teriam prioridade em suas demandas. Em depoimento à Polícia Federal, Ribeiro confirmou a autoria do áudio, mas afirmou que a gravação foi tirada de contexto.
Depois de passar por Irará, Ouriçangas, Aramari, Alagoinhas e Araçás , o pré-candidato a governador ACM Neto esteve, neste sábado (9), no distrito de Coqueiro, em Jandaíra, e se comprometeu, caso seja eleito, a fazer a estrada que liga o município à Linha Verde.
“ACM fez ações que transformaram completamente a história Bahia. Um ótimo exemplo disso é que em seu último mandato ele fez a Linha Verde, mostrando que sempre foi um homem à frente do seu tempo. E é nisso que eu pretendo me espelhar, construindo essa estrada que vai conectar Janadaíra a toda rota turística do litoral norte da Bahia”, afirmou.
ACM Neto ressaltou ainda que o próximo governador necessita ter um olhar mais estratégico para o turismo, que precisa ser estimulado não só para atrair visitantes, mas também para gerar empregos e atrair investimentos.
“Temos aqui um dos mais bonitos litorais do Brasil. Precisamos valorizar as belezas naturais da nossa Bahia, que já é tão admirada em todo mundo, e fazer um plano de promoção do turismo que conecte essa e outras regiões do estado às oportunidades”.
Agenda – Na próxima terça-feira (12), o pré-candidato do União Brasil vai a Gongogi, onde participa da missa em comemoração ao aniversário da cidade, encontra lideranças da região e conversa com a população sobre ideias e projetos para o futuro da Bahia.
O ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador, José Ronaldo, esteve nesta sexta (08) em Alagoinhas, na Camara Municipal, onde o pré-candidato ao governo ACM Neto recebeu o título de cidadão alagoinhense.
Estiveram presentes o vice-governador e pré-candidato ao senado, João Leão, os deputados federais Paulo Azi e Marcelo Nilo. O ex-prefeito Paulo César e os vereadores de Alagoinhas.
Nesta sexta-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro questionou os resultados das pesquisas de intenção de voto. Segundo ele, quem acredita nelas acredita em Papai Noel. As informações são da agência Reuters.
– Quem acredita em pesquisa, acredita em Papai Noel também. Nenhuma pesquisa acertou em 2018 e não vai ser agora que vai acertar também – falou.
Ele deu declarações durante uma solenidade alusiva à entrega de obras de ampliação do aeroporto de Passo Fundo (RS).
Ainda no evento, o chefe do Executivo destacou que seu governo facilitou a compra de armas de fogo no país.
– Povo armado jamais será escravizado, reagirá a qualquer ditador de plantão que queira roubar a liberdade do seu povo – falou.
Sergio Moro e seu novo partido, o União Brasil, não estão em consenso sobre qual vaga o ex-juiz disputará nas eleições deste ano. Embora o União Brasil já o tenha descartado como presidenciável, Moro segue firme em seu projeto de corrida ao Planalto.
Nesta sexta-feira (8), em entrevista ao Atlantic Council, centro de pesquisas situado em Washington (EUA), o ex-juiz disse que sua candidatura agora depende de Luciano Bivar, que preside o partido. No entanto, ponderou que não concorrerá a uma vaga na Câmara.
– Eu não posso ir para um novo partido e dizer “oh, sou o candidato presidencial”. Mas meu nome está disponível para essa posição ou outra que eles entendam que possamos trabalhar. Mas já disse que não serei candidato a deputado federal – afirmou.
Sergio Moro está nos Estados Unidos deste a última quarta-feira (6) e estará com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. Ele também terá conversa com investidores e deve participar do evento batizado de Diálogo Interamericano – Discussão fechada sobre as eleições presidenciais brasileiras e as dinâmicas subjacentes à campanha.
De acordo com Guilherme Amado, do Metrópoles, o núcleo evangélico de pré-campanha de Moro no Podemos continua trabalhando a todo vapor, com foco nacional. O grupo, inclusive, negocia reuniões nos próximos dias com entidades cristãs internacionais, como a World Evangelical Alliance e a Religious Liberty Partnership. Essas agendas são mais comuns em campanhas presidenciais do que estaduais.
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi indicado oficialmente pelo PSB como pré-candidato à vice-presidência da República na chapa com o ex-presidente Lula (PT).
A confirmação vem após meses de rumores e foi divulgada em um documento, assinado pelo presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, nesta sexta-feira (8), após uma cúpula entre lideranças dos partidos em São Paulo.
“Não temos qualquer dúvida de que é o companheiro Lula quem reúne as melhores condições para articular forças políticas amplas, capazes de dar à resistência democrática a envergadura que permitirá enfrentar e vencer o bolsonarismo”, diz a carta.
Em suas redes sociais, ex-presidente Lula, que atualmente lidera as intenções de voto nas pesquisas eleitorais, agradeceu o gesto do PSB. “É plenamente possível duas forças com projetos diferentes, mas com princípios iguais, se juntarem em um momento de necessidade do povo. Agradeço aos companheiros do PSB Nacional”, escreveu Lula.
Presidente conseguiu avançar cinco pontos na comparação com pesquisa Quaest/Genial feita em março
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
A pesquisa Quaest/Genial divulgada nesta quinta-feira (7) indicou que o presidente Jair Bolsonaro(PL) avançou nas intenções de votos. Isso aconteceu por que uma parcela do eleitorado que antes estava direcionada para a chamada terceira via, nome atribuído ao grupo de candidatos fora do cenário entre ele e o ex-presidente Lula (PT), redirecionou suas preferências.
Nos números apurados no mês de abril, a escolha por outros candidatos de fora da dupla Bolsonaro e Lula despencou sete pontos percentuais (de 19% para 12%) na comparação com a análise realizada em março. A queda, provavelmente, poderia ser explicada com a saída do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) da disputa.
Na distribuição dos sete pontos percentuais deixados para trás, por aquela que pode ser considerada a terceira via, cinco deles foram para o presidente Jair Bolsonaro, que saltou de 26% para 31%. Os outros dois pontos foram distribuídos da seguinte forma: um ponto para Lula (45% em abril contra 44% em março) e um para os indecisos (6% em abril contra 5% em março).
Bolsonaro subiu 5 pontos na comparação com a última pesquisa Foto: Reprodução/Quaest Pesquisa e Consultoria
Um outro aspecto avaliado pela pesquisa, e que ratificou a queda da terceira via com a migração dos votos para o atual presidente, foi a respeito de qual seria a preferência do eleitor para 2022 entre aqueles que optaram por Bolsonaro, ou Fernando Haddad (PT), no segundo turno do pleito de 2018.
Em março, o percentual de eleitores que votou no atual presidente há quatro anos, e que estavam optando pela chamada terceira via – nomeada pela pesquisa como “Nem Lula, nem Bolsonaro” – era de 23%. Já em abril, esse número caiu para 15%.
Por outro lado, os eleitores que optaram por Bolsonaro em 2018 e que repetiriam o voto em 2022 aumentaram de 54% para 63%.
Repetição de votos em Bolsonaro aumentou na comparação com março Foto: Reprodução/Quaest Pesquisa e Consultoria
A pesquisa Quaest/Genial foi feita a partir de 2 mil entrevistas pessoais com eleitores a partir de 16 anos, entre os dias 1° e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%. A análise foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00372/2022.