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DE NOVO: Cantora erra Hino Nacional em evento do governo; veja vídeo

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A cantora Talíz errou a letra do Hino Nacional do Brasil durante o evento de celebração do Dia Nacional da Consciência Negra, no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira, 20. 

Talíz pulou três estrofes do hino. Apesar de entoar corretamente a primeira parte, na segunda, em vez de cantar “Do que a terra, mais garrida”, a cantora omitiu três estrofes e iniciou com “Mas, se ergues da justiça a clava forte”. 

Ao perceber o erro, a artista interrompeu a interpretação, mantendo apenas a melodia, e retomou o hino posteriormente. 

Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o evento, que tinha como propósito lançar medidas de promoção da igualdade racial, contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin e de ministros, parlamentares, lideranças de movimentos sociais e representantes do terceiro setor. 

A data, feriado em alguns Estados e municípios, foi instituída como efeméride nos calendários escolares, pela Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, durante o primeiro governo do presidente Lula. 

Errar a letra do Hino Nacional virou comum

Ludmilla Hino
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram que Ludmilla cantou apenas o primeiro verso do hino. Ao lado, o jovem Miguel Vicente | Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

Não é a primeira vez que artistas erram a letra do Hino Nacional em eventos importantes. No início de novembro, durante a abertura do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, a cantora Ludmilla também esqueceu parte da canção. 

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Ludmilla cantando apenas o primeiro verso do hino: “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas”. O restante da estrofe é omitido, enquanto a cantora deixa de gesticular com a boca. Poucos segundos depois, sua voz retorna: “Conseguimos conquistar com braço forte”. 

Por meio de suas redes sociais, a cantora se pronunciou sobre o episódio e atribuiu o erro a problemas técnicos. “Gente, foi emocionante!”, destacou a cantora. “Só teve uma falha no som no início, mas a gente tirou de letra e arrasou. Foi top! Foi lindo!” 

Informações TBN


O presidente do PL Bahia, João Roma, se manifestou nas redes sociais, parabenizando Javier Milei pela eleição para presidente da Argentina. Ex-ministro da Cidadania, Roma acredita que o país vizinho vai se soerguer com a nova condução política.

No X (antigo Twitter), ele postou:

“Um heroico brado de liberdade se ouve da vizinha Argentina com a vitória do novo presidente Javier Milei. É o primeiro passo para o soerguimento desta nação-irmã! Novos tempos se anunciam à América do Sul! O nosso Brasil em breve retomará o rumo da liberdade!”


Milei, novo presidente da Argentina, em votação do segundo turno, em Buenos Aires
Milei, novo presidente da Argentina, em votação do segundo turno, em Buenos Aires Imagem: Agustin Marcarian/Reuters

Javier Milei, economista da direita radical, venceu o segundo turno nas eleições presidenciais argentinas, realizadas neste domingo (19). O resultado foi informado por volta de 20h20 da Dirección Nacional Electoral da Argentina. Com 95% dos votos apurados às 21h, Milei tinha 55,78% dos votos.

O que aconteceu

Milei foi declarado vencedor das eleições presidenciais da Argentina por volta de 20h20 deste domingo. A apuração dos votos seguia em curso, mas, com cerca de 90% dos votos apurados na altura, Milei já estava matematicamente eleito.

Às 21h, 95,3% dos votos já estavam apurados. Milei registrava 55,78%, contra 44,21% de Sergio Massa.

A larga diferença entre os candidatos, de mais de 10 pontos percentuais, surpreendeu observadores eleitorais. Pesquisas de intenção de voto mostravam uma distância menor entre os candidatos. Assessor de Milei declarou ao UOL que a equipe do presidente eleito não esperava uma vantagem tão grande. 

No primeiro turno, Milei havia ficado atrás de Massa. Mas um terço dos eleitores argentinos haviam votado em outros candidatos e eram considerados cruciais para definir o resultado deste domingo. 

Em comparação com o primeiro turno, Milei conquistou mais de 6 milhões de votos a mais, um acréscimo de mais de 70%. No primeiro turno, teve 7,88 milhões. No segundo, com pouco mais de 95% dos votos computados, 13,95 milhões.

Já Massa aumentou sua votação em cerca de 1,4 milhão de voto, ganho de menos de 15%. Conquistou 9,6 milhões de votos no primeiro turno. No segundo, pouco mais de 11 milhões, faltando cerca de 5% dos votos para apurar.

Os números mostram que a maior parte dos eleitores que não votaram em nenhum dos dois candidatos no primeiro turno optou por Milei no segundo.Continua após a publicidade

O candidato Sergio Massa, atual ministro da Economia da Argentina e peronista do União pela Pátria, reconheceu a derrota antes do anúncio oficial do resultado pela Dirección Nacional Electoral da Argentina.

Às 20h40, Lula, presidente brasileiro, parabenizou o eleito na Argentina: “Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito.

Página oficial da apuração das eleições argentinas, às 21h, mostrando vitória de Milei
Página oficial da apuração das eleições argentinas, às 21h, mostrando vitória de Milei Imagem: Reprodução/Dirección Nacional Electoral da Argentina

Quem é Milei

O novo presidente da Argentina é considerado um outsider na política. Foi eleito deputado federal em 2021 e ficou conhecido por participações em talk shows.Continua após a publicidade

Milei se declara “anarcocapitalista”, corrente ultraliberal que defende privatizações e ausência do Estado.

Uma de suas propostas polêmicas é dolarizar a economia e abandonar o desvalorizado peso argentino. Já falou em fechar o Banco Central e facilitar a posse de armas de fogo para a população. Chamou as mudanças climáticas de “farsas da esquerda” e considera a educação sexual como uma manobra para destruir a família.

19.nov.2023 - Apoiadores de Javier Milei se reuniram para aguardar resultado das eleições na Argentina
19.nov.2023 – Apoiadores de Javier Milei se reuniram para aguardar resultado das eleições na Argentina Imagem: Amanda Cotrim/Colaboração para o UOL

Números das eleições

O comparecimento às urnas foi baixo, de 76%, segundo a Dirección Nacional Electoral da Argentina. É menos do que o registrado em eleições anteriores e também abaixo do que o visto no primeiro turno (77%).

No primeiro turno, Massa havia ficado em primeiro lugar, com 36,68% dos votos. Milei, em segundo, teve 29,98%. 

A terceira colocada no primeiro turno, Patrícia Bullrich, havia declarado apoio em Milei para o segundo turno. Foi um apoio importante, já que Patrícia obteve um número expressivo de votos: 23,83%. Essa fatia do eleitorado era considerada decisiva para o resultado deste domingo. 

O resultado divulgado neste domingo é provisório. A apuração oficial dos votos — em cédulas de papel — só começará a ser feita 48h após o fim das eleições.

O órgão responsável pelas eleições, a Dirección Nacional Electoral, explica que, neste domingo, a contagem de votos anunciada é baseada na somatória do resultado transmitido por cada seção eleitoral, que faz as primeiras contagem das cédulas de votação. Já para o resultado oficial, haverá a contagem de todas as cédulas pela Justiça Eleitoral, que proclamará o vencedor.

Essa foi a segunda vez na história da Argentina que a decisão sobre o novo presidente foi decidida em segundo turno. A primeira foi 2015, quando Mauricio Macri derrotou o candidato peronista Daniel Scioli. 

Massa reconheceu derrota

Antes do anúncio oficial, Massa disse que os resultados “não são os que esperávamos” e disse que já conversou com Milei: “Para parabenizá-lo e desejar-lhe boa sorte, porque é o presidente que a maioria dos argentinos elegeu para os próximos quatro anos”, disse.

Os argentinos escolheram outro caminho. A partir de amanhã, a tarefa de dar certezas e transmitir garantias sobre o funcionamento social, político e econômico é responsabilidade do presidente eleito. Esperamos que o faça
Sergio Massa

Votação de Milei teve confusão

Uma multidão esperou Milei em seu local de votação, um colégio eleitoral no bairro de Almagro, em Buenos Aires. Apesar do aparato de segurança, houve confusão na saída do candidato do local de votação.

Vizinhos do bairro, apoiadores de Massa, gritaram dos edifícios e das ruas “Milei, você é a ditadura”. Em debate entre os candidatos no primeiro turno, Milei colocou em dúvida o número de desaparecidos na ditadura Argentina.

Um desses vizinhos jogou ovos em direção ao carro onde estava Milei. 

A militância de Milei reagiu com insultos. Também cantaram: “Massa, lixo, você é a ditadura”, em uma inversão do slogan que marcou a campanha dos adversários do agora eleito presidente da Argentina.

Informações UOL


GRAVE: Gleisi Hoffmann insinua pedir cassação de concessão do Estadão por "criar história" da Dama do Tráfico

Foto: Alessandro Dantas.

Nos últimos dias, uma série de declarações e ações têm levantado preocupações sobre a liberdade de imprensa no Brasil. A mais recente envolve a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffman, que utilizou as redes sociais para fazer denúncias sérias sobre o jornal Estadão e a concessão de uma rádio. Segundo Gleisi, há uma denúncia de que o Estadão tenha forçado um jornalista a criar a narrativa da ” Dama do Tráfico”. Essa situação acende um alerta sobre as possíveis tentativas de calar a imprensa e restringir a liberdade de expressão, algo que só ocorre em regimes autoritários. 

No caso em questão, Gleisi Hoffman insinuou que a concessão da rádio obrigava uma postura mais favorável ao governo, o que representaria uma clara tentativa de censura. Além disso, utilizou uma denúncia não confirmada do Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal para embasar suas alegações, o que levanta dúvidas sobre sua veracidade. 

É importante ressaltar que a imprensa livre desempenha um papel fundamental em uma sociedade democrática. Os meios de comunicação têm a responsabilidade de informar a população de forma imparcial e questionar as autoridades quando necessário. Tentativas de ameaçar ou censurar a imprensa colocam em risco não apenas o direito dos jornalistas de fazer seu trabalho, mas também o direito dos cidadãos de se manterem informados. 

A rede X fez um alerta que a denúncia apresentada por Gleisi Hoffman acerca do Estadão pode ser falsa. 

Informações TBN


‘Jornal não censura ninguém; ao contrário, é censurado. Quem censura é a polícia, com a qual a esquerda radical brasileira vive hoje um caso de amor’

Em live, o presidente Lula disse que as bombas lançadas por Israel liberam gases do efeito estufa
o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma das edições de sua live semanal | Foto: Reprodução/YouTube/Lula 

(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 19 de novembro de 2023)

Desde que iniciou o seu terceiro mandato na Presidência da República, Lula vem fazendo tudo o que pode para sabotar qualquer tentativa mais séria de se criar uma atmosfera de paz política e social no Brasil. É como se a paz fosse um problema. O nível de tensão baixou? Então é preciso fazer com que ele suba de novo — este parece ser o único ambiente em que o presidente consegue funcionar, pelo menos nas suas declarações ao público em geral. O fato é que, em seus quase onze meses de governo, raramente perdeu uma oportunidade de fabricar tensão, agredir alguém e tentar jogar os brasileiros uns contra os outros. Até hoje não estendeu a mão para ninguém — ao contrário, insulta o tempo todo os adversários. Para ele, são sempre “fascistas”.

[Lula] tomou o lado dos terroristas do Hamas contra Israel, a quem seus ministros acusam de “genocídio”J. R. Guzzo

Durante meses seguidos, acusou o presidente do Banco Central de ser uma espécie de criminoso econômico, responsável por todos os problemas que o seu governo não sabe resolver. Acusou de “fascista” uma “parte” (não disse qual) do agronegócio, o único setor da econômica brasileira que funciona. Atiça o Norte contra o Sul, os trabalhadores contra as empresas, o “povo” contra o “mercado”. Quer briga, até mesmo, com o seu próprio governo — diante da possiblidade de um pouco de sossego na economia, com as promessas de respeito ao teto de gastos públicos, anunciou que não vai respeitar os limites pretendidos pelo ministro da Fazenda. Tomou o lado dos terroristas do Hamas contra Israel, a quem seus ministros acusam de “genocídio”. Agora, enfim, resolveu declarar guerra à imprensa.

Gleisi insubordinação Arruda
Gleisi Hoffmann deputada federal pelo Paraná e presidente nacional do PT | Foto: Divulgação/Câmera dos Deputados

O ataque foi feito pela presidente do seu partido — como sempre, segundo o procedimento-padrão de Lula, se algo der errado a culpa vai ser dela. Depois de acusar os jornais Estadão e O Globo de “arrogância” e antes de chamar seus proprietários de “mesquinhos”, a dirigente do PT disse que ambos querem “censurar o presidente Lula”. Como assim? Jornal não censura ninguém; ao contrário, é censurado. Quem censura é a polícia, com a qual a esquerda radical brasileira vive hoje um caso de amor. Só fala, a propósito, de inquérito, denúncia, delação, prisão, processo, condenação. É uma falsificação maciça da realidade, ao mesmo tempo, chamar de “arrogância” a pura e simples manifestação de um ponto de vista por parte dos dois jornais. O que ela quer — editoriais que repitam a sua opinião? Se não for assim não pode?

A decisão de agredir a imprensa é uma evidência a mais de que o único compromisso para valer de Lula e do PT (além de passar o resto da vida às custas do Tesouro Nacional) é ficar, sempre, contra a liberdade. Como o Hamas, não conseguem sobreviver se há paz.

Informações Revista Oeste


Do montante, mais de R$ 800 milhões de reais foram investido em viagens de servidores

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Governo Lula gastou cerca de R$ 1 bilhão em seu primeiro ano, com despesas de viagens, segundo apuração da coluna Radar, da Revista Veja.

Ainda de acordo com a publicação, com giros internacionais, foram R$ 164 milhões de reais destinados a pagamentos de diárias, compra de passagens e outras despesas. O restante da conta, que passa dos 800 milhões de reais, foi investido em viagens de servidores da máquina dentro do Brasil.

Informações Bahia.ba


MPF e PF estão apurando uma suposta importunação ao cetáceo, no litoral de São Paulo

Ex-presidente Jair Bolsonaro e deputado Eduardo Bolsonaro 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu ao fato de o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser alvo de uma investigação de um suposto crime de “importunação intencional” a uma baleia-jubarte em São Sebastião, Litoral Norte de São Paulo.

Em seu perfil no Instagram, o parlamentar compartilhou a matéria publicada pelo Pleno.News, com uma breve legenda:

– Tudo pela democracia e pacificação do Brasil.

A postagem, feita na madrugada deste sábado (18), já conta com quase 17 mi comentários. Eduardo possui 5,3 milhões de seguidores na rede social.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Eduardo Bolsonaro (@bolsonarosp)

As reações foram as mais diversas. Muitos internautas consideraram a pauta absurda a ponto de acharem se tratar de uma piada.

No entanto, de fato, Ministério Público Federal em São Paulo decidiu acompanhar a investigação da Polícia Federal sobre suposto crime, em junho deste ano.

O inquérito foi aberto com base em vídeo que mostra um homem pilotando um jet ski e se aproximando do grande cetáceo, que pode atingir 15 metros de comprimento e pesar até 30 toneladas. A suspeita da Procuradoria é a de que Bolsonaro seria o condutor do veículo aquático que ficou muito perto do mamífero.

A portaria de instauração de procedimento administrativo de acompanhamento da Procuradoria foi publicada nesta sexta-feira (17), no Diário Oficial do Ministério Público Federal.

Informações TBN


Excesso de ousadia: É temerário Janja se alinhar à Turquia assinando manifesto sobre Gaza

Foto: Reprodução/O Globo.

Seria uma temeridade a primeira-dama, Janja Lula da Silva, assinar o documento emitido depois do encontro “Unidos pela paz na Palestina”, promovido pela primeira-dama da Turquia, Emine Erdogan, em Istambul. Janja enviou um vídeo para se fazer presente na reunião entre cônjuges de uma quinzena de líderes mundiais, na tentativa de fazer um apelo humanitário em nome da população da Faixa de Gaza (ela e a venezuelana Cilia Flores, mulher do ditador Nicolás Maduro, eram as únicas não muçulmanas). 

O vídeo de Janja, depois publicado nas redes sociais, já se revela inadequado. “Esta é uma iniciativa inspiradora que nos convoca a unir nossas vozes por Gaza, pelo povo palestino e pela humanidade”, afirmou. “De acordo com a ONU, 70% das vítimas palestinas do conflito de Gaza são mulheres e crianças. Jamais imaginei que, no século XXI, depois da Segunda Guerra e de todos os seus horrores, teríamos de assistir ao massacre de bebês, de crianças e de jovens.” 

Nenhuma palavra sobre os atentados do Hamas em 7 de outubro, cuja selvageria despertou a reação israelense. Nenhuma palavra sobre os três brasileiros vítimas dos terroristas — dois deles numa festa. Nem sobre os bebês mortos nos ataques ou sobre os mais de 200 reféns até hoje mantidos em poder do grupo terrorista. Em vez disso, um paralelo sem cabimento entre as ações de Israel e a barbárie nazista na Segunda Guerra, de teor ofensivo à memória das vítimas do Holocausto. Se o vídeo tivesse mencionado os horrores do Hamas, teria sido aceito? 

É evidente que as mortes de civis em Gaza precisam parar, em especial as de jovens, mulheres e crianças. Todas elas são lamentáveis. É urgente o estabelecimento de corredores humanitários e interrupções nos combates que permitam a passagem de auxílio médico e alimentos, objeto da resolução tomada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas nesta semana. Janja diz que “o diálogo deve prevalecer sobre as armas”, mas omite — ou não sabe — que organizações terroristas não dialogam, matam. 

Se no vídeo ela já revela uma preferência incompatível com a posição da diplomacia brasileira, assinar o documento seria temerário. Nem tanto pelo que o texto diz, mas pelo que não diz: a barbárie dos ataques do Hamas. Não é coincidência. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, considera o Hamas um “movimento de resistência” legítimo e, depois dos atentados, chegou a receber em Ancara seu líder, Ismail Hanyeh, sem jamais ter condenado os atos de terrorismo. 

A política externa do Brasil deve ser liderada pelo Itamaraty, sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Primeiras-damas e primeiros-cavalheiros são bem-vindos em ações em prol de seus países, e Janja tem se destacado positivamente em algumas áreas. Mas precisam ter cautela para não interferir em princípios e interesses diplomáticos de suas nações. Janja deveria saber disso. 

Créditos: O Globo. 


Governo Lula e o desastre ambiental nas florestas do Brasil

Foto: Reprodução/X @FlavioBolsonaro.

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o governo federal por conta dos incêndios no Pantanal. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os focos de queimadas são decorrentes de 3 raios que atingiram o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dorochê e uma propriedade particular próxima, no norte do Estado de Mato Grosso, em 21 de outubro. O fogo já devastou 27.000 hectares no parque e 23.000, na reserva. 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em seu perfil no X (ex-Twitter) que “nos últimos 4 anos a grande mídia” atribuiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “qualquer queimada nos planetas do sistema solar”. E completou: “Em 2023, com o Pantanal em chamas, a culpa é do #lulaNero”, disse. 

Foto: Reprodução/X. 

Carla Zambelli (PL-SP), deputada federal, também criticou o presidente. “Cadê o Lula, que ia ‘salvar o meio ambiente’? Cadê Marina [Silva, ministra do Meio Ambiente], os artistas e lacradores que atacaram Bolsonaro tão injustamente?”, questionou a congressista na rede social. Além do Pantanal, Zambelli também mencionou os focos de incêndios no Amazonas. “Manaus segue encoberta pela fumaça”, disse. E perguntou: “Cadê o escândalo dos ‘defensores do meio ambiente que passaram anos atacando Bolsonaro’”?. 

Foto: Reprodução/X. 

Leia outras manifestações sobre o Pantanal: 

MBL (Movimento Brasil Livre): 

Foto: Reprodução/X. 

Mario Frias (PL-SP), deputado federal: 

Foto: Reprodução/X. 

Informações TBN


Luciane Barbosa Farias foi recebida duas vezes por secretários do ministro da Justiça em menos de 3 meses neste ano; ela é casada com líder do Comando Vermelho no Amazonas

Flavio Dino
O ministro da Justiça, Flávio Dino, declarou que o termo “dama do tráfico amazonense”, como é conhecida Luciane Barbosa Farias, foi uma invenção do jornal O Estado de S. Paulo | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança PúblicaFlávio Dino, declarou nesta sexta-feira, 17, que o termo “dama do tráfico amazonense”, como é conhecida Luciane Barbosa Farias, foi uma invenção do jornal O Estado de S. Paulo.

O apelido seria relacionado ao fato de que Luciane é mulher de Clemilson dos Santos Farias, o “Tio Patinhas”, líder da facção criminosa Comando Vermelho no Amazonas e preso desde dezembro de 2022.

“O repórter que fez a matéria confessou, e depois apagou, que foi ele que criou o nome ‘dama do tráfico’. Ele que criou. Ele que inventou. Ele disse isso”, disse Dino em entrevista a jornalistas.

A expressão teria sido usada pela primeira vez pelo jornal na segunda-feira 13. Luciane afirmou no dia seguinte que nunca havia sido chamada assim e que tomou conhecimento do termo por meio do noticiário.

“Nunca fui conhecida como ‘dama do tráfico’, e sim como ‘Lu Farias’”, disse.

A Dama do Tráfico foi recebida duas vezes no Ministério da Justiça em menos de três meses e se encontrou com congressistas governistas ao longo do ano.

O ministro afirmou que não demitirá os assessores que participaram de audiências com ela.

Flavio Dino
Flávio Dino disse que não vai demitir os assessores que participaram de audiências com Luciane Barbosa Farias | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Impeachment de Dino

Em relação aos pedidos de impeachment feitos por parlamentares por causa do episódio, Flávio Dino respondeu de forma irônica.

Segundo ele, não pode sofrer uma suposta destituição por um ato que não cometeu e que, “por sua vez, não é criminoso”.

“Não existe na lei penal o crime de receber uma pessoa, fazer reunião com uma pessoa condenada”, argumentou.

O ministro voltou a afirmar que os secretários Elias Vaz e Rafael Velasco não conheciam Luciane e não erraram em tê-la recebido.

“Aí dizem: ‘mas ela era condenada’. Mentira. Ela foi recebida em março, a condenação foi em outubro”, disse.

“Quando você olha essa história, não sobre rigorosamente nada.”

Informações Revista Oeste

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