Policiais rodoviários federais apreenderam 24.287 quilos de pescados transportados irregularmente na tarde deste sábado (18), na BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia (BA).
Durante fiscalização da Operação Corpus Christi no Km 830 da rodovia, foi dada ordem de parada a uma carreta Scania/G420 que estava acoplada a um semirreboque baú.
Ao solicitar a documentação da carga, o condutor apresentou um documento sem validade para transporte interestadual.
Aos policiais, o motorista de 35 anos informou que embarcou o pescado na cidade de Santa Albertina (SP) e o destino final seria a capital cearense.
Os veículos e a carga foram entregues na Secretaria Estadual da Fazenda (SEFAZ-BA) para os procedimentos legais cabíveis.
Apontado pela Polícia Federal (PF) como terceiro suspeito de participação no assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, Jeferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, foi preso na manhã deste sábado (18), em Atalaia do Norte, no Amazonas.
“Conforme todas as provas, todos os depoimentos colhidos até o momento, ele estava na cena do crime e participou ativamente do duplo homicídio ocorrido”, afirmou o delegado da Polícia Civil Alex Perez Timóteo, ao G1.
Segundo o site, a Polícia Civil chegou a fazer buscas no sítio da mãe de Jeferson, mas ele não foi encontrado no local. Após os agentes conversarem com a família do suspeito e orientarem que ele se entregasse, ele se dirigiu à delegacia por volta das 6h deste sábado (18).
Pelado da Dinha se apresentou às autoridades sem a presença de advogado.
Uma criança de 3 anos morreu e outra de 9 ficou ferida e precisou ser internada após um incêndio em uma casa, no início da tarde desta sexta-feira (17), no bairro Campo Limpo, na cidade de Feira de Santana, a 100 km de Salvador. O estado de saúde da criança que sobreviveu é grave.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os moradores da casa relataram que o incêndio foi provocado por um celular, que explodiu enquanto estava sendo carregado na energia elétrica. No entanto, a perícia ainda não confirmou a informação.
O incêndio se concentrou nos quartos do imóvel. As chamas foram debeladas pelos vizinhos da casa, antes da chegada dos bombeiros.
A Polícia Federal (PF) informou que os restos mortais encontrados ao longo desta quarta-feira (15) como parte das buscas pelo jornalista britânico Dom Phillips e pelo indigenista Bruno Pereira estavam a mais de 3 quilômetros do local onde teria acontecido o crime. A corporação divulgou a informação durante uma entrevista coletiva.
De acordo com a PF, o pescador Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, um dos homens que está detido por envolvimento no crime, confessou ter matado Dom e Bruno, esquartejado os corpos e ateado fogo neles. Foi Amarildo quem informou onde os corpos estavam e acompanhou os agentes até o local na tarde desta quarta.
– Eles [os corpos] serão encaminhados para perícia em Brasília, onde será realizada a identificação. A ideia, em sendo comprovado que eles são relacionados ao Dom e ao Bruno, vamos restituir o mais breve possível à família – disse o superintendente regional da PF no Amazonas, Eduardo Alexandre Fortes.
O superintendente ressaltou que, pelo fato de o local onde os corpos estavam ser um local de difícil acesso, a confissão do crime foi fundamental para que as equipes conseguissem encontrar os restos mortais. Fortes informou que os investigadores levaram mais de duas horas entre Atalaia do Norte e o local indicado por Amarildo.
– Nós não teríamos condições de chegar de forma tão rápida neste local se não fosse essa confissão. É um local de dificílimo acesso – destacou.
Além de Amarildo, o irmão dele, Oseney de Oliveira, conhecido como Dos Santos, também está preso. De acordo com a PF, há ainda um terceiro investigado. O superintendente da Polícia Federal no Amazonas informou que a corporação trabalha com várias linhas de investigação sobre as motivações do crime, mas que elas estão sob sigilo.
Um dos presos por suspeita de envolvimento no desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips foi levado pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (15), para a área de buscas no Rio Itaquaí.
O homem foi conduzido da delegacia de Atalaia do Norte, Amazonas, para o porto da cidade, principal acesso à Terras Indígena do Vale do Javari. Uma vez lá, foi colocado em um carro da Polícia Federal e embarcou usando boné, máscara de proteção facial e um casaco com capuz.
Os policiais que atuam no caso não quiseram confirmar se o homem decidiu revelar informações que podem elucidar o caso, considerado suspeito de homicídio. Mais cedo, os agentes incluíram um cão farejador na equipe de buscas.
Pereira e Phillips percorriam a região do Vale do Javari. Pereira orientava moradores da região a denunciar irregularidades cometidas em reserva indígena, e o jornalista estrangeiro acompanhava o trabalho para registrar em um livro que pretendia escrever.
Ainda nesta quarta, a PF deve divulgar resultado de testes de DNA feitos em vestígios humanos que foram encontrados durante as investigações. Parentes de Pereira e Phillips cederam amostras para comparação.
Investigadores da Polícia Federal suspeitam que um traficante de drogas internacional tenha ligação com o desaparecimento do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira. Para as autoridades, o líder contrabandista chamado Colômbia, de nacionalidade peruana, pode ser o responsável por ordenar a execução das duas vítimas, pois elas denunciavam crimes ocorridos na Amazônia como parte de seus trabalhos. Dom e Bruno foram vistos pela última vez no dia 5 de junho, na região da Terra Indígena do Vale do Javari.
O narcotraficante, em questão, atua no transporte de cocaína na rota entre o Brasil e o Peru. De acordo com uma fonte da PF ouvida pelo R7 e também pela GloboNews, o governo peruano está colaborando com as apurações.
Até o momento, a polícia prendeu dois suspeitos de participar do desaparecimento. O primeiro deles é Amarildo da Costa de Oliveira, conhecido como Pelado. Ele possui histórico de ameaças a indígenas, além de envolvimento com drogas. Segundo a linha de investigação, Pelado teria sido o executor do crime, ordenado por Colômbia. Ele foi preso no último dia 7, portando uma arma de fogo e uma porção de drogas.
Pelado está entre os homens que foram denunciados por Bruno Pereira. É acusado de mineração, caça e pesca ilegal na Terra Indígena do Vale do Javari. Em depoimento, o suspeito disse que trabalha na pesca há 30 anos e conhecia Bruno apenas de vista, tendo o visto passando de barco no dia do sumiço. Pelado afirma que, naquele dia, não chegou a sair de casa, versão contrariada por testemunhas ouvidas pelos investigadores.
O segundo suspeito preso é irmão de Pelado. Trata-se do pescador Oseney da Costa de Oliveira, também conhecido como Dos Santos. Testemunhas disseram aos policiais federais que, no dia do desaparecimento, os dois irmãos saíram de barco atrás de Bruno e Dom.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a maior apreensão em quantidade de droga do ano de 2022. Foram 16,1 toneladas de maconha apreendidas na madrugada do sábado (11), em Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.
O casal que transportava a droga – um homem de 29 anos e uma mulher de 41 anos – foi preso no km 30 da rodovia estadual MS-164 em um veículo com placa de São Paulo.
Segundo a PRF, o homem disse que transportava soja, mas deu respostas contraditórias às perguntas dos policiais e demonstrou um nervosismo exagerado com a abordagem policial.
Após os policiais dizerem que realizariam vistoria no semirreboque, o condutor confessou que transportava produtos ilícitos junto à carga de soja.
O homem disse, ainda segundo a polícia, que receberia R$ 10 mil para levar a droga até Santos (SP). Já a mulher negou saber da existência da droga.
O valor da droga apreendida ultrapassa R$ 34 milhões.
Ponta Porã fica na fronteira com Paraguai, a 316 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.
Justiça de Alagoas decidiu conceder liberdade a um dos três presos pelo furto ao apartamento do influenciador Carlinhos Maia que aconteceu no fim do mês de maio. A decisão ocorreu durante a audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (8), em Maceió, Alagoas. Os outros dois homens seguirão detidos por determinação judicial.
Dos três homens detidos, Emerson de Holanda Lira é quem responderá o processo em liberdade, enquanto Wellington Medeiros da Silva Moraes e Eliabio Custódio Nepomuceno continuarão presos. O trio foi capturado na última segunda (6), em Campina Grande, na Paraíba. Segundo a Polícia Civil, os três são paraibanos e já tinham sido presos antes por crimes patrimoniais.
Ao portal G1, os advogados dos homens que seguirão presos afirmaram que vão recorrer das prisões e alegam falta de provas que liguem seus clientes ao furto no apartamento de Carlinhos Maia. No momento das prisões, a polícia apreendeu ferramentas, celulares, luvas, lanterna e uma escada retrátil que teriam sido utilizadas no crime. Entretanto, os itens furtados não foram encontrados.
Os agentes também apreenderam um carro que, segundo as investigações, foi filmado por câmeras de segurança rondando o prédio de Carlinhos Maia na noite do furto. De acordo com a Polícia Civil, o veículo pertenceria a Emerson Lira.
– Nós temos a certeza de que esse carro tem envolvimento direto com a ação criminosa. Dentro dele, nós apreendemos um par de luvas, que também está diretamente direcionado ao furto. Apreendemos também a lanterna utilizada pelos criminosos – disse o delegado Lucimério Campos.
O furto realizado no imóvel de Carlinhos Maia aconteceu no dia 29 de maio, quando ele e o companheiro, Lucas Guimarães, não estavam em casa. Carlinhos estava em Aracaju para realizar uma lipoaspiração e Lucas em Cancún, a trabalho. Depois do ocorrido, Carlinhos foi morar na casa dos pais. O prejuízo estimado com o furto de joias e relógios do influenciador seria de R$ 5 milhões.
O setor de atividades técnicas do 2º grupamento de bombeiros militar já iniciou as fiscalizações de vendas de fogos de artifício em Feira de Santana.
A equipe realiza inspeções que tem como objetivo verificar se os estabelecimentos estão cumprindo todas as normas de segurança exigidas pela instituição.
De acordo com o tenente Márcio Paiva do 2º GBM a fiscalização verifica itens como a distância entre os estabelecimentos e a presença de equipamentos como extintores que são fundamentais em casos de incêndios.
“O que a gente observa primeiro compete tanto ao responsável pelo comércio como ao proprietário do imóvel. Na vistoria buscamos o que se enquadra na legislação estadual de segurança contra incêndio e pânico. De que forma isso? Apresentando um projeto técnico de prevenção e combate a incêndio de pânico elaborado por um engenheiro arquiteto na sessão de atividades técnicas na unidade próxima.”. Disse o Tenente.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) se manifestou neste sábado (28) sobre a conduta da instituição em Sergipe, que levou à morte de um homem asfixiado em uma viatura. Em vídeo publicado no Youtube, a corporação afirma que a ação foi um caso isolado e promete aperfeiçoar os padrões de abordagem.
No comunicado, o coordenador-geral de comunicação institucional da PRF, policial Marco Territo, diz que a corporação teria assistido com indignação às imagens em que Genivaldo de Jesus Santos, 38, é asfixiado por gás enquanto é mantido preso numa viatura pelos agentes.
O caso ocorreu na cidade de Umbaúba, a 101 km de Aracaju, na quarta-feira (25). Imagens veiculadas na internet mostram a vítima, que era aposentada em virtude da esquizofrenia, presa dentro de uma viatura esfumaçada.