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O suspeito preso, segundo afirmou a delegada, não efetuou disparos contra a vítima, agindo apenas como informante

Foto: Reprodução/ redes sociais

O pastor Wesley Bacelar da Silva Bento, de 27 anos, foi morto a tiros, na última terça-feira (2), no bairro de Novo Horizonte, em Feira de Santana. O religioso, que possui mais de 45 mil seguidores nas redes sociais, foi assassinado com 15 disparos de arma de fogo, segundo afirmou a Polícia Civil. 

Nas redes sociais, ele compartilhava imagens de suas pregações e mensagens religiosas, onde se identificava como “Juiz da Paz”, pregador e estudante de Ciência Bíblicas. Ele deixa esposa e dois filhos. O corpo do pastor foi encontrado próximo a sua casa, na Rua Ponta Porã, no bairro do Novo Horizonte.

Na quarta-feira (3), a Polícia Civil identificou e prendeu um suspeito de participação no crime, sendo apontado como o informante dos assassinos sobre a rotina diária de Wesley. “Esse homem teria dado informações do trajeto da vítima, de quando a vítima iria chegar até o local onde foi morta. Dessa forma, ele contribuiu para que o crime ocorresse”, disse a delegada Fernanda Gabriela, a um site de Feira de Santana.

“Esse homem que foi preso não chegou a deflagrar os tiros, ele entrou nesse crime como partícipe, um colaborador”, completou ela.

Ainda segundo a delegada, a motivação do homicídio seria uma vingança contra o pastor que, muito atuante nas redes sociais, buscava combater o crime, fazendo pregações contra a criminalidade. Além disso, ele participava de grupos em redes sociais de trocas de informações sobre diversos assuntos, especialmente sobre atividade de grupos ou pessoas criminosas.

“É uma espécie de vingança, por conta dessa crença de algumas pessoas de que ele estaria passando informações para a polícia. Ele teve uma desavença com o homem e provavelmente essa foi a motivação do crime”, afirmou a delegada.

Informações Bahia.ba


O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), foi preso nesta quarta-feira (3) pela Polícia Federal (PF) na Operação Unha e Carne. Segundo a PF, Bacellar é suspeito de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, em que o então deputado estadual TH Joias (MDB) foi preso.
O mandado de prisão de Bacellar foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O Blog do Octavio Guedes mostrou que, na tarde de 2 de setembro, véspera da Operação Zargun, Bacellar ligou para TH Joias, avisou que haveria mandados contra ele e o orientou a destruir provas — o ourives chegou a organizar uma mudança e usou até um caminhão-baú para isso.
O g1 apurou que Bacellar foi preso dentro da Superintendência da PF no Rio, na Praça Mauá, após “ser convidado” para uma “reunião” pelo próprio superintendente, Fábio Galvão. O presidente da Alerj recebeu voz de prisão tão logo chegou — e seu celular foi apreendido. TH também seria levado para a PF a fim de prestar depoimento.

Para a Polícia Federal, a “atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun”.

Até a última atualização desta reportagem, nem a Alerj, nem a defesa de Bacellar tinham se manifestado sobre a prisão desta quarta-feira.

*g1
Foto: Divulgação


Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco municípios contra grupo empresarial do comércio varejista de armas e munições

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou na manhã de hoje, dia 2, a ‘Operação Fogo Cruzado’, que investiga a sonegação de mais de R$ 14 milhões em impostos aos cofres estaduais por empresários do setor de comércio varejista de armas e munição. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Irecê, Jussara e Coração de Maria e uma ordem judicial de prisão temporária em Feira contra o empresário apontado como líder do grupo criminoso.

Segundo a apuração, o grupo deixava de recolher ICMS declarado aos cofres públicos no prazo legal e de forma continuada e se valia de diversas manobras para sonegar o tributo, a exemplo da sucessão empresarial fraudulenta e interposição fictícia de sócios e administradores.  As investigações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, identificaram a constituição fraudulenta de empresas vinculadas entre si, mediante “laranjas”, com a intenção de esconder seu real proprietário e adiar o devido pagamento do imposto devido (ICMS) por tempo indeterminado, sem qualquer intenção de saldá-lo.

A Força-Tarefa investiga, ainda, a associação criminosa e estruturação de um esquema de lavagem de dinheiro da atividade ilícita através do comércio de joias, como atividade correlata a atividade delitiva. A operação contou com a participação de sete promotores de Justiça, 14 delegados de Polícia, 56 policiais do Necot/Draco, seis servidores do Fisco Estadual, oito servidores do MPBA, e sete policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).

Intensificação

A Força-Tarefa intensificou as ações em face de fraudes tributárias e da prática de declarar o débito de ICMS e não repassar o imposto à Fazenda, de forma contumaz, o que configura crime contra a ordem tributária, e que muitas vezes serve apenas para dissimular fraudes ainda mais graves. Estas práticas criminosas causam graves danos à coletividade, especialmente considerando que o imposto foi efetivamente pago pelos consumidores e não repassado aos cofres públicos, resultando em perda de receitas necessárias às políticas públicas e serviços públicos essenciais para a população.

Força-Tarefa

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip) da Sefaz e pelo Núcleo Especializado no combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco), da Polícia Civil da Bahia.

Com informações da assessoria de comunicação da PCBA


Ao menos sete farmácias foram alvo de assaltos em Salvador nas últimas semanas, em uma escalada de crimes ligada ao alto valor de revenda de canetas emagrecedores. O avanço das ações criminosas levou a Polícia Civil a deflagrar, nesta terça-feira (25), a Operação Apotheke, voltada para desarticular um grupo suspeito de atuar na capital e na Região Metropolitana.

A ofensiva ocorre após uma série de ocorrências registradas entre os dias 15 e 24 de novembro, período em que quatro adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos por envolvimento em roubos a farmácias. Nesse intervalo, 77 caixas de canetas emagrecedoras foram recuperadas pelas forças de segurança.

O caso mais recente aconteceu na noite de segunda-feira (24), quando dois homens, ambos de 21 anos, foram detidos em flagrante pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR). A dupla foi surpreendida por uma guarnição da Polícia Militar enquanto assaltava funcionários e clientes de uma farmácia na Pituba. Com eles, a polícia encontrou caixas de canetas emagrecedoras, celulares roubados e a motocicleta usada na ação. Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.

Em outra ação criminosa, registrada no dia 19, uma idosa de 60 anos foi presa pela Polícia Militar com 27 caixas de canetas, avaliadas em cerca de R$ 60 mil

De acordo com a Polícia Civil, mais de dez pessoas já foram identificadas como integrantes do esquema. As investigações começaram há cerca de seis meses e apontam que o grupo escolhia farmácias cujo estoque incluía medicamentos caros e de revenda rápida, especialmente as canetas emagrecedoras.

*Metro1
Foto: Mrsiraphol/Freepik


Ação conjunta entre a Polícia Civil da Bahia e a Polícia Militar de São Paulo cumpriu três mandados de prisão

Foto: divulgação

Um homem de 22 anos investigado por homicídios e tentativas de homicídio ocorridos em Serrinha foi preso nesta segunda-feira (24), após ação conjunta entre a Polícia Civil da Bahia e a Polícia Militar de São Paulo. Entre as vítimas está Givanildo dos Santos Mota, atingido por disparos durante uma festa no povoado de Intrude, em setembro de 2024.

Considerado de alta periculosidade, o suspeito é apontado como executor de ações violentas atribuídas a um grupo criminoso com atuação na região. Contra ele foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, todos expedidos pela Vara do Júri da Comarca de Serrinha.

As investigações coordenadas pela Delegacia Territorial de Serrinha, apontam que o homem fugiu para o estado de São Paulo um dia após a última tentativa de homicídio atribuída a ele, registrada em 28 de agosto deste ano, no bairro da Vaquejada. Desde então, permaneceu foragido até ser localizado pelas equipes integradas da PCBA e da PM paulista.

O investigado possui extensa ficha criminal e foi indiciado em cinco inquéritos distintos, incluindo um homicídio qualificado consumado, uma dupla tentativa de homicídio qualificado, outra tentativa de homicídio com invasão domiciliar, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e tráfico de drogas. A gravidade dos crimes e a reiteração das condutas motivaram a decretação das prisões.

Após ser capturado, ele passou por exame de lesões corporais e ficou à disposição da Justiça.

Marcela Correia/Ascom PCBA


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (22) que a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), causa “profunda perplexidade”.
Bolsonaro foi detido em casa, em Brasília, por volta das 6h.
A prisão é preventiva, ou seja, não tem data determinada para acabar. Moraes tomou essa decisão para garantir a ordem pública, já que, segundo o ministro, foi convocada uma vigília na porta do condomínio onde mora o ex-presidente com o objetivo de evitar que ele fosse preso. Moraes também afirmou que Bolsonaro violou a tornozeleira eletrônica, em indício de tentativa de fuga.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses pela tentativa de golpe. Não é por essa condenação ainda que ele está preso,, já que o prazo dos recursos ainda está em aberto. O fim dos recursos e a prisão por condenação devem ocorrer nos próximos dias.
Como a condenação de Bolsonaro é superior a oito anos (27 anos e 3 meses), ele deverá iniciar a execução da pena em regime fechado, ou seja, na cadeia. Assim, deve emendar a prisão preventiva com a prisão pela condenação.
Segundo os advogados, a decisão estaria baseada na convocação de uma vigília de orações organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Eles argumentam que o direito de reunião e liberdade religiosa é garantido pela Constituição.

“A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada na manhã de hoje, causa profunda perplexidade, principalmente porque, conforme demonstra a cronologia dos fatos, está calcada em uma vigília de orações”, diz a nota.

Os defensores afirmam ainda que Bolsonaro estava em sua residência, usando tornozeleira eletrônica e sob monitoramento policial, o que — segundo eles — afastaria o risco de fuga apontado por Moraes.
O ministro do STF justificou a prisão citando violação da tornozeleira eletrônica às 0h08 deste sábado, risco concreto de fuga, tentativa de uso de apoiadores para obstruir medidas cautelares e proximidade da residência do ex-presidente com embaixadas estrangeiras. A decisão também menciona a fuga de aliados, como o deputado Alexandre Ramagem e a deputada Carla Zambelli.
A defesa alegou ainda que o estado de saúde de Bolsonaro é “delicado” e que a prisão “pode colocar sua vida em risco”.
“A defesa vai apresentar o recurso cabível”, conclui a nota.
Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo (23), às 12h, por videoconferência, na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

*g1


Arma usada no crime e drogas foram apreendidas no apartamento onde o grupo se reuniu na ação

Um homem de 18 anos foi preso em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e tráfico de drogas, na tarde de quarta-feira (19), em um condomínio no bairro Rua Nova, em Feira de Santana. Ele é suspeito de participar da morte de Gabriel Santos Lima, de 15 anos, e Cauã Leite de Jesus, de 21 anos, mortos a tiros na terça-feira (18), em uma residência no bairro Brasília, naquele município.

Equipes do Serviço de Inteligência (SI) da Delegacia de Homicídios (DH) iniciaram diligências logo após o crime e, por meio da análise de câmeras de segurança e outras técnicas investigativas, identificaram o veículo utilizado pelos autores, conseguindo localizá-lo.

Durante as diligências, os investigadores também encontraram o apartamento onde os suspeitos se reuniram antes e depois da ação criminosa. No imóvel, foi localizado o investigado, que se rendeu após o cerco policial. Na delegacia, ele confessou participação no crime e indicou o local onde escondia a arma usada.

No interior da residência foram apreendidos um revólver calibre .38 utilizado no duplo homicídio, porções de maconha e cocaína, dois celulares e roupas utilizadas pelos suspeitos.

O homem passou por exames de corpo de delito e segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário. Diligências continuam para localizar os demais envolvidos no crime.

Guilherme Santos / Ascom-PCBA
20.11.2025


A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta segunda-feira (17), o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em uma operação para apurar suspeitas de crimes envolvendo a venda do Master para o Banco de Brasília (BRB). A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão. Augusto Lima, sócio do Master, também foi preso na ação.

A operação foi batizada pela PF de Compliance Zero e detectou suspeitas da emissão de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. Esses títulos teriam sido vendidos ao BRB e, após a fiscalização do Banco Central (BC), foram substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada. São investigados crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa, dentre outros.

Em setembro, o Banco Central reprovou a compra de uma fatia do Banco Master pelo Banco de Brasília. O BC passou cinco meses analisando o processo. Um ponto central da decisão foi o risco de o BRB ser contaminado pelos ativos do Master considerados “podres”.

Na operação desta terça, além de Vorcaro e Lima, diretores do Master também são alvo de mandados de prisão.

LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
O BC decretou nesta terça-feira a liquidação extrajudicial do Banco Master, menos de um dia depois de o Grupo Fictor ter indicado o interesse em comprar a instituição. Segundo pessoas que acompanham o tema de perto, a liquidação acaba com a possibilidade de o acordo avançar.

A liquidação foi assinada pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Pelo termo, também fica sob liquidação judicial a Master SA Corretora de Câmbio. A EFB Regimes Especiais de Empresas foi nomeada liquidante, com amplos poderes de administração e liquidação.

A liquidação judicial do Master entrou no radar do mercado desde setembro, quando o BC negou a autorização para o BRB adquirir a companhia. O modelo de negócios do Master era considerado problemático, já que o banco emitia papéis garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e pagava taxas muito acima do mercado.

A liquidação extrajudicial é um regime de resolução à disposição do BC para lidar com problemas graves em instituições financeiras, a fim de manter a estabilidade do sistema. A medida interrompe o funcionamento da instituição, retirando-a do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Isso significa que o banco fecha, ou seja, que deixa de funcionar.

*AE
Foto: Reprodução/YouTube CNN Brasil Money


Mesmo com determinação judicial, o homem seguiu desrespeitando as medidas e foi preso em flagrante

Um homem de 25 anos foi preso nesta segunda-feira (17), em Serrinha, no Nordeste baiano, acusado de ameaçar a ex-companheira e de descumprir determinação judicial que o impedia de se aproximar da mulher. A prisão foi realizada por uma equipe da Polícia Civil vinculada ao Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher (Neam).

A ex-companheira havia procurado o Neam em setembro deste ano para requerer medidas de proteção judicial após o término do relacionamento, devido às ameaças sofridas. Na ocasião, a vítima relatou que o ex-companheiro praticou violência patrimonial ao danificar bens da casa onde ela morava.

Já nesta segunda-feira, a polícia foi comunicada de que o autor estava descumprindo a ordem judicial e que se encontrava na frente da residência da vítima, realizando chamadas telefônicas e exigindo que ela abrisse a porta.

Diante da situação, os policiais foram ao local e deram voz de prisão ao homem, conduzindo-o à delegacia, onde a autoridade policial lavrou o Auto de Prisão em Flagrante. O autor do fato segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: ASCOM/PC


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido apresentado pela defesa de Daniel Silveira para que ele realizasse fisioterapia aos fins de semana. A decisão, embora divulgada pelo STF nesta segunda-feira (17), foi assinada pelo ministro na semana anterior.

A solicitação dos advogados buscava permissão para que Silveira pudesse deixar sua residência aos sábados, domingos e feriados com o objetivo de realizar sessões de fisioterapia após um procedimento cirúrgico.

A equipe jurídica, composta por Paulo Faria e Michael Robert, anexou um laudo médico recomendando a continuidade do tratamento “todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados”, sob risco de “regressão funcional”.

Ao analisar o caso, Moraes entendeu que a demanda tinha o intuito de “mitigar condição expressamente fixada como requisito da própria progressão de regime”, o que, segundo ele, “comprometeria o controle judicial e a efetividade da execução penal”.

Moraes também destacou que Silveira possui autorização para seguir com o tratamento médico, desde que respeite os horários já estabelecidos pela Justiça. Ele reforçou que a rotina deve se adaptar ao recolhimento obrigatório: noturno nos dias de semana e integralmente aos finais de semana e feriados.

– O mero relato de recomendação de exercícios diários, embora relevante, não configura motivo suficiente para afastar a medida de recolhimento – afirmou Moraes.

*Pleno.News
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

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