Egito, Estados Unidos e Reino Unido orientam empresas a evitarem espaços aéreos em regiões como Líbano e Irã, afetados pela guerra
Oriente Médio: mapa de fluxo do site Flightradar24, capturado na tarde desta quinta-feira 8, mostra ausência de aeronaves no espaço aéreo próximos aos países da Síria, Líbano e Iraque | Foto: Reprodução/ Site Flightradar24
Autoridades dos governos do Egito, Estados Unidos e Reino Unido emitiram alertas para que companhias aéreas de seus países evitem sobrevoar alguns territórios na região do Oriente Médio.
A orientação é para que as empresas cancelem seus voos ou busquem rotas alternativas, especialmente em relação ao Irã e ao Líbano.
Às 15h30 desta quinta-feira, 8, o site Flightradar24, especializado em fluxo aéreo, mostrava um número muito pequeno de aeronaves sobrevoando o Oriente Médio.
Mapa de fluxo mostra pequeno movimento de aeronaves no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, na região do Oriente Médio
Os aeroportos de Tel-Aviv (Israel), Beirute (Líbano) e Bagdá (Iraque) praticamente não indicavam movimentação de aeronaves.
O mapa de fluxo exibia uma área circular sem nenhum voo. O cenário coincidia com as recomendações dos países receosos com a guerra.
Tensão aumenta no Oriente Médio
A tensão aumentou depois do assassinato de líderes dos grupos terroristas Hamas e Hezbollah. Diante do atual contexto, há o temor de que Israel sofra ataques de grupos fundamentalistas.
O governo do Egito foi o primeiro a lançar o alerta de restrição de voos no Oriente Médio. A autoridade egípcia divulgou nota pedindo a companhias que não sobrevoassem os territórios do Irã e do Líbano. Estavam previstos exercícios militares em ambos os países.
Em seguida, foi a vez de o Reino Unido recomendar a exclusão do espaço aéreo do Líbano no plano de suas companhias aéreas.
EUA cancelam voos
O temor alcançou os Estados Unidos, onde a United Airlines e a Delta Airlines suspenderam diversos voos.
Maior companhia aérea da Austrália, Qantas redirecionou suas rotas para evitar os conflitos no Oriente Médio | Foto: Divulgação/Wikimedia
Principal companhia aérea da Austrália, a Qantas interrompeu seus destinos diretos para Londres. A empresa agora usa rota alternativa para evitar a área de conflito.
Nesta quinta-feira, a Qantas confirmou que, pela segunda vez no ano, interrompeu um de seus planos e voo, em razão de hostilidades entre Irã e Israel.
Aeroporto de Heathrow, em Londres, é afetado diretamente pelas mudanças de rotas das aeronaves que passam pela Europa com destino ao Oriente Médio | Foto: Divulgação/Wikimedia
A onda de redirecionamentos afeta diretamente o fluxo de aeronaves no Aeroporto de Heathrow, em Londres, pois o local funciona como uma espécie hub.
A capital do Reino Unido é uma das principais rotas de circulação de passageiros que passam pela Europa com destino a regiões da Ásia e do Oriente Médio.
A coletiva de Donald Trump na Flórida, nesta quinta-feira, marcou sua primeira aparição pública desde que a vice-presidente e candidata democrata Kamala Harris escolheu o governador de Minnesota, Tim Walz, como seu candidato a vice-presidente. Durante o evento, Trump fez uma série de declarações polêmicas que repercutiram intensamente.
No início de sua fala, Trump expressou sua preocupação com a atual situação global, afirmando: “Na minha opinião, estamos muito perto de uma Guerra Mundial. As pessoas no comando não fazem ideia do que estão fazendo. Rússia não nos respeita mais, China também não, Coreia do Norte não nos respeita. Estamos em um estágio muito perigoso para a 3ª Guerra Mundial, isso pode acontecer”.
O que Trará Tim Walz à Chapa de Kamala Harris?
Trump também fez duras críticas a Kamala Harris e Tim Walz, referindo-se a eles como “radicais da extrema-esquerda”. Ele afirmou que Kamala Harris é “a pior vice-presidente da história dos EUA” e que Tim Walz desencadearia “o inferno na terra” se fosse eleito. Segundo Trump: “Tim Walz seria o pior vice-presidente da história! Ainda pior que a perigosa liberal e corrupta Kamala Harris.”
Por que os Debates Presidenciais São Importantes?
Trump enfatizou a importância dos debates presidenciais e desafiou Kamala Harris a participar de três debates, cujas datas foram confirmadas para setembro. As emissoras envolvidas seriam Fox News, ABC e NBC. “É muito importante termos debates. Falamos com as lideranças das redes e tudo foi confirmado”, declarou Trump. Ele também mencionou que a CBS realizará um debate entre os candidatos a vice-presidente, J.D. Vance e Tim Walz.
Qual é a Opinião de Trump sobre Kamala Harris e Tim Walz?
Nesta coletiva, Trump não economizou nas críticas, atacando tanto Harris quanto Walz com veemência. Ele afirmou que ambos são extremistas liberais que colocariam em risco a segurança e a estabilidade dos EUA. A secretária de imprensa da equipe de campanha de Trump, Karoline Leavitt, também fez declarações incisivas, comparando Harris e Walz a “perigosos extremistas liberais”.
Repercussão das Declarações de Trump
As declarações de Trump repercutiram imediatamente. Kamala Harris e Tim Walz também receberam apoio de líderes influentes, como o ex-presidente Barack Obama, que elogiou a escolha de Walz, chamando-o de “um governador fora do comum”. Joe Biden também expressou seu apoio à chapa Harris-Walz, destacando as suas capacidades de liderança e comprometimento com a classe média.
Como a Escolha de Tim Walz Impacta a Campanha Democrata?
A escolha de Tim Walz como vice na chapa de Kamala Harris foi estrategicamente importante para os democratas. Harris elogiou Walz por sua dedicação à classe média, enquanto Walz declarou estar “totalmente dentro” da campanha, considerando uma honra se juntar a Harris. Harris também considerava outros nomes, como o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, mas optou por Walz devido às suas convicções e experiência.
A escolha foi bem recebida por figuras proeminentes do Partido Democrata, como Barack Obama e Michelle Obama, que destacaram as qualidades de liderança de Walz e seu potencial para fazer uma diferença positiva no governo dos EUA.
O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, está prestes a trocar a prisão preventiva pela liberdade monitorada. Após ser preso em agosto de 2023, Silvinei agora deverá cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
Segundo informações de Camila Bomfim, pelo g1, a decisão de soltura foi anunciada na última quinta-feira (8) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A prisão de Silvinei, que atualmente está no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, foi motivada pela acusação de tentativa de interferência nas eleições de 2022 para beneficiar o então presidente Bolsonaro.
Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, durante depoimento à CPI dos Atos Golpistas — Foto: Evaristo SA / AFP
Por que Silvinei Vasques foi Preso?
Silvinei Vasques foi acusado de usar sua posição como chefe da PRF para favorecer Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022. De acordo com as investigações, suas ações teriam o potencial de influenciar negativamente o resultado eleitoral, comprometendo a imparcialidade que se espera de um órgão federal.
Esse episódio levantou questões não apenas sobre a integridade das eleições, mas também sobre o papel e responsabilidades das autoridades.
Como Será a Liberdade de Silvinei Vasques?
Após a soltura, Silvinei Vasques não terá liberdade total. Entre as medidas cautelares impostas, o uso da tornozeleira eletrônica é a mais significativa. Mas o que exatamente isso implica para ele?
Monitoramento Contínuo: A tornozeleira permite que as autoridades acompanhem os movimentos de Silvinei 24 horas por dia.
Restrição de Locais: Ele deverá evitar certos lugares e eventos que possam atrapalhar as investigações ou permitir a repetição dos atos dos quais é acusado.
Relatório Regular: Obrigatoriedade de comparecer regularmente à justiça para reportar suas atividades.
cancelamento do passaporte e proibição de deixar o país;
suspensão do porte de arma de fogo;
proibição de uso das redes sociais.
Agora, a dúvida que muitos têm é: o que essa soltura significa para a investigação e para o próprio Silvinei Vasques?
Primeiro, é importante notar que a liberdade monitorada não significa que as acusações foram retiradas. Silvinei ainda enfrentará um processo judicial onde todas as provas serão analisadas detalhadamente.
Segundo, essa decisão reforça a intenção do STF de proceder com as investigações de forma justa e imparcial, garantindo a segurança de todos os envolvidos e a continuação do processo sem interrupções.
Embora estejamos tratando da soltura temporária de Silvinei Vasques, o desenrolar das investigações ainda é um ponto crucial.
Setor hoteleiro pede a taxação dos anfitriões para alcançar uma concorrência ‘mais justa’
Receita Federal planeja novas ações para combater a sonegação de IR em aluguéis | Foto: Reprodução/Instagram/@top.airbnb.brasil
A Receita Federalestuda formas de cobrar Imposto de Renda de quem recebe aluguéis de imóveis por meio de plataformas como Airbnb e Booking.com. A iniciativa atende a um pedido do setor hoteleiro. Representantes do segmento e o secretário do Fisco, Robinson Barreirinhas, se reuniram para discutir o assunto na última segunda-feira, 5.
O presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), Orlando Souza, informou ao jornal O Estado de S. Paulo que ainda não há uma definição detalhada sobre as ações. No entanto, o anúncio de novas medidas deve ocorrer em breve.
Souza adiantou que elas poderão incluir uma revisão das declarações dos últimos cinco anos e a implementação de um mecanismo para cruzamento de dados dessas operações.
Propostas para cruzamento de dados para cobrança de Imposto de Renda
Uma das propostas é exigir que as plataformas enviem ao Fisco uma declaração similar à Dimob, usada por imobiliárias em aluguéis de longa duração. Isso permitiria o cruzamento dos dados fornecidos pelas empresas com as declarações de IR dos usuários.
A Receita Federal não quis comentar o assunto, mas interlocutores confirmam ao Estadão que as medidas estão em desenvolvimento e que será dada a chance de autorregularização aos contribuintes.
De acordo com Orlando Souza, ninguém do setor hoteleiro quer discutir o modelo de negócio dessas plataformas.
“Esse é um debate já superado, é um modelo como iFood e Uber”, comparou, em entrevista ao jornal.
Para o presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros, a questão é o “desequilíbrio concorrencial”. Ele destaca que a prioridade é garantir a taxação da renda dos anfitriões para alcançar uma concorrência mais justa.
Posicionamento das plataformas
Em nota, o Airbnb afirmou que os anfitriões são responsáveis por recolher impostos e que a plataforma sempre enfatizou a educação de sua comunidade.
“Contamos com o Centro de Recursos Fiscais, uma página especial que disponibiliza informações relevantes aos anfitriões para ajudá-los a compreender as obrigações tributárias no Brasil”, diz a nota.
O Airbnb também destacou que a locação por temporada não se configura como atividade comercial hoteleira.
Por maioria, o TCU (Tribunal de Contas da União) entendeu que o relógio de luxo recebido pelo presidente Lula (PT) em 2005 na França além de presentes recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros mandatários não precisam ser devolvidos enquanto não houver lei específica sobre isso.
O que aconteceu
TCU julgou nesta quarta-feira pedido para que petista devolvesse presente. A ação foi apresentada pelo deputado federal Sanderson (PL-RS) e pedia que Lula fosse obrigado a devolver o relógio de ouro avaliado em R$ 60 mil que ganhou de presente da marca francesa Cartier em 2005. Para o parlamentar, bem deveria ser encaminhado ao acervo público da Presidência da República.
Relator do caso, ministro Antônio Anastasia entendeu que presidente não precisa devolver presente. Ele seguiu o entendimento da área técnica do tribunal de que, quando Lula recebeu o relógio, ainda não estava em vigor a decisão do TCU que trouxe regras mais claras sobre o assunto. A procuradora-geral do MP junto ao TCU, Cristina Machado de Costa e Silva, endossou o entendimento. Na prática Anastasia defendeu que a resolução de 2016 que estabelece algumas regras sobre presentes é valida, mas que não poderia ser aplicada em 2005.
Coube ao ministro revisor, Walton Alencar, abrir a divergência e defender que Lula deveria, sim, devolver o relógio. Ele considerou que, além do Cartier, também deveria ser devolvido por Lula um relógio Piaget recebido de presente por ele também em 2005. Na avaliação dele, seria necessário queas situações semelhantes envolvendo outros ex-presidentes fossem “corrigidas”, isto é, todos os presentes de alto valor recebidos por ex-presidentes durante seus mandatos deveriam ser devolvidos.
Na avaliação do ministro revisor, situação levaria a “duplicidade de visão do Estado”. Como antecipou o UOL, o ministro argumentou que a eventual liberação do presente para Lula geraria uma situação desigual em relação a Bolsonaro, que é acusado pela PF de desviar dinheiro de bens que deveriam ser considerados públicos.
Ministro Jorge Oliveira, por sua vez, apresentou uma terceira proposta. No entendimento dele, como não existe uma lei específica sobre presentes recebidos por presidentes da República, não caberia ao TCU editar uma norma a respeito e, portanto, decidir sobre eventual devolução ou não de presentes. A resolução do TCU sobre o tema de 2016 leva em consideração uma legislação sobre o acervo presidencial e não especificamente sobre recebimento de presentes.
A maioria dos ministros acabou seguindo a proposta de Jorge Oliveira. Acompanharam ele os ministros Jhonatan de Jesus, Vital do Rêgo, Aroldo Cedraz e Augusto Nardes. O ministro Marcos Bemquerer seguiu a proposta do ministro Anastasia, que diferente de Jorge Oliveira entende que a decisão de 2016 do tribunal é válida, mas não pode retroagir. Ao todo o TCU tem nove ministros, sendo que o presidente só vota em caso de empate.
Haveria clara duplicidade de visão do estado em relação ao tema para um presidente e crime de peculato, para outro presidente, direito reconhecido pelo plenário do TCU. Ministro Walton Alencar, do TCU, ao votar pela devolução dos bens de Lula
[Este processo] Muito dirá sobre o processo civilizatório do país como um todo, não somos uma ditadura cujo ditador confunde seu patrimônio com o do próprio pais. Ministro Walton Alencar, do TCU, ao votar pela devolução dos bensContinua após a publicidade
As normas mencionadas não se aplicam a presentes e, até que se tenha uma norma, não caberia ao tribunal fazer [a determinação para devolver o relógio]. Ministro Jorge Oliveira, ao votar pela manutenção dos presentes de todos os presidentes e ex-presidentes
Defesa de Bolsonaro
Julgamento é central para a defesa de Bolsonaro. Ex-presidente foi indiciado pela Polícia Federal por desvio de dinheiro devido aos episódios de venda no exterior de joias e presentes recebidos por ele enquanto era presidente. Na sexta-feira (2), a defesa de Bolsonaro pediu ao STF(Supremo Tribunal Federal) o arquivamento do caso alegando que não cometeu nenhuma ilegalidade e que caberia ao TCU analisar primeiro o pedido de devolução do relógio de Lula, antes de as investigações avançarem.
Para os investigadores, vendas e tentativas de vendas realizadas pelos auxiliares de Bolsonaro configuram crime. Isso segue entendimento do TCU estabelecido em 2016 de que os bens vendidos pertenceriam ao patrimônio público. A defesa do ex-presidente, porém, entende que a situação dele é a mesma de Lula, que não devolveu o presente recebido em 2005.
Relógio de Lula foi uma homenagem a Santos Dumont. O modelo foi um presente da fabricante Cartier durante uma visita do presidente a Paris. Ele é feito de ouro branco 16 quilates e prata 750.
Área técnica foi contra devolução. Em maio, os técnicos do TCU divulgaram parecer defendendo que Lula fique com o relógio porque não existia, em 2005, a regra que hoje obriga o presidente da República a esperar o fim do mandato para ficar com os chamados itens personalíssimos —ou seja, presentes de uso pessoal de baixo valor. Essa regra só entrou em vigor em 2016, quando TCU estabeleceu critérios claros para orientar a Presidência da República.
Pioneira em atendimento digital segue inovando e elevando o padrão de atendimento no mercado global
Já estamos no segundo semestre de 2024, ano em que as previsões para investimentos em Inteligência Artificial, poderão chegar a US$150 bilhões para o software empresarial global, segundo projeções da Goldman Sachs, empresa bancária de investimento. É inegável que a tecnologia e a inteligência artificial têm se mostrado grandes aliadas na transformação de negócios e na conexão entre pessoas e organizações.
A evolução constante dessas áreas está presente no dia a dia, desde assistentes virtuais até sistemas complexos de automação, demonstrando que, quando bem utilizada, a tecnologia é uma parceira indispensável para o crescimento das empresas.
É com essa visão que a Huggy, pioneira em atendimento digital, comemora seus 9 anos de história. Fundada em 2015, a Huggy evoluiu e se tornou uma referência em soluções para facilitar a comunicação e transformar negócios. Desde sua criação, ela tem utilizado a tecnologia para oferecer um atendimento digital eficiente e escalável, aproximando organizações e pessoas. Ao longo dos anos, a Huggy passou por grandes transformações, adotando o compromisso em oferecer uma comunicação que valoriza o tempo e a forma como as pessoas merecem ser atendidas.
“É com imenso orgulho que testemunho a jornada da Huggy, desde seu começo como Power Zap até sua consolidação como líder em atendimento digital. Nossa determinação e paixão pela inovação nos levaram além das fronteiras nacionais, criando um ecossistema forte”, afirma Diego Freire, CEO da Huggy. A empresa conta com diversas soluções, desde Chatbots que vão além da automação, integração de atendimento via WhatsApp, gatilhos do Instagram com respostas imediatas, análise de resultados do desempenho de atendimento e outros.
Com todas essas soluções, a Huggy consolidou seu posicionamento no mercado, atraindo grandes marcas como Unimed, Bayer, Vivo, Sebrae, Positivo e StartSe, que confiaram na Huggy para transformar o atendimento de seus negócios.
Conexão entre empresas e pessoas
Conexões entre empresas e pessoas precisam ser descomplicadas e uso de ferramentas que facilitem a comunicação e o contato entre clientes e empresas, torna o processo mais fácil. O objetivo da Huggy é possibilitar uma comunicação eficiente e personalizada, que transforme a experiência do cliente. Guilherme Ribas, Gerente Comercial da Elite Futevôlei, destaca essa importância.
“A Elite Ftv é mais que uma escola de Futevôlei, é uma comunidade que une pessoas de diversos locais e diversas sedes sob um nome só. A Huggy hoje faz parte disso, através de suas ferramentas, integrações e automações eficientes nos ajudou a cada vez mais aproximar nosso público em um só canal.”
Reconhecimento
Com mais de 3 mil negócios atendidos, 4 bilhões de mensagens processadas e uma equipe de mais de 100 colaboradores distribuídos pelo Brasil, a Huggy continua a trilhar um caminho de grande expansão. “Hoje, somos reconhecidos como pioneiros e criadores do termo ‘atendimento digital’. Continuaremos a trilhar novos caminhos, sempre mantendo nossa missão de aproximar organizações e pessoas, elevando o padrão do atendimento digital em todo o mundo”, enfatiza Diego Freire.
Olhando para o futuro
O governo do Brasil anunciou nesta terça-feira (30) uma proposta de R$ 23 bilhões destinada a um plano de investimento em inteligência artificial (IA), visando o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e direcionadas à sociedade. Um sinal de que os investimentos na área estão a todo vapor, comprovando que o cenário e a presença da AI é uma realidade que veio para ficar.
“Podemos notar que o mercado de Inteligência Artificial está cada vez mais aquecido e os investimentos estão sendo feitos tanto pelo governo, quanto por empresas privadas. Diante disso, queremos levar nossa mensagem e nosso propósito de utilizar a tecnologia para criar conexões reais, construindo soluções estratégicas para seguir em escala global”, conclui Diego.
Com uma base sólida estabelecida no mercado nacional, a Huggy tem seus olhos voltados para o futuro, buscando excelência em suas soluções. A história da Huggy destaca o poder da inovação, visão estratégica e dedicação em transformar e impactar negócios. Ao celebrar seus 9 anos, a Huggy reafirma seu compromisso em continuar revolucionando o atendimento digital e conectando pessoas e organizações.
As eleições presidenciais na Venezuela foram marcadas por uma grande controvérsia. Após o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) ter anunciado a vitória de Nicolás Maduro, diversas reações surgiram tanto interna quanto externamente. O coletivo de hackers Anonymous foi um dos grupos que se manifestou de forma enfática sobre o resultado.
O grupo de hackers e ativistas digitais, considerado descentralizado e com membros espalhados pelo mundo, acusou Maduro de fraude eleitoral. As acusações geraram grande burburinho e levantaram questões sobre a legitimidade do processo eleitoral no país. Anonymous fez uma série de declarações e ações online para chamar atenção às suas acusações.
Em uma mensagem divulgada via redes sociais, Anonymous expressou seu apoio à democracia na Venezuela. Eles afirmaram estar solidários aos venezuelanos e destacaram que o regime de Maduro viola os princípios democráticos e suprime a liberdade de voto.
Em um comunicado, o grupo afirmou: “Nós, o coletivo Anonymous, estamos unidos contra a tiranía do regime de Maduro. O descarado fraude eleitoral, a violação dos princípios democráticos e a supressão da liberdade de votar não podem nem serão tolerados”. Além disso, eles reiteraram seu compromisso em lutar pela liberdade e democracia na Venezuela.
As acusações de fraude eleitoral levantadas pelo Anonymous não são isoladas. Vários especialistas e entidades internacionais também expressaram preocupações sobre a transparência e a legitimidade das eleições na Venezuela. O processo eleitoral foi marcado por denúncias de irregularidades, intimidação de eleitores e falta de observadores internacionais independentes.
Diversas páginas de entidades estatais da Venezuela ficaram fora do ar após ataques cibernéticos reivindicados pelo Anonymous.
O grupo conseguiu derrubar mais de 45 sites governamentais, expondo supostos casos de corrupção e engano.
Anonymous enviou um forte recado: “Nossas ações são um mensagem para Maduro e seus cúmplices: o mundo está observando e não vamos ficar quietos enquanto vocês pisoteiam os direitos do seu povo”.
A situação na Venezuela continua a evoluir, com protestos e manifestações ocorrem quase diariamente. A comunidade internacional, incluindo organizações como a União Europeia e a Organização dos Estados Americanos (OEA), tem chamado por um processo eleitoral justo e transparente.
Os venezuelanos estão divididos entre os que apoiam Maduro e os que buscam mudanças significativas no governo. Enquanto isso, Anonymous e outros grupos ativistas prometem continuar suas ações para expor o regime e apoiar a luta pela democracia e justiça no país.
Com as tensões crescentes e os olhares do mundo voltados para a Venezuela, permanece a pergunta: como o país conseguirá se mover em direção a uma verdadeira democracia? A resposta a essa questão ainda está em aberto, mas a pressão interna e externa sugere que uma transformação pode estar no horizonte.
Acompanhe mais notícias e desenvolvimentos sobre a situação da Venezuela e as ações do Anonymous. O futuro político do país depende de uma série de fatores, e a busca por justiça e transparência continua.
Decisão liminar foi concedida na última sexta-feira, 2, pelo ministro André Ramos Tavares
Em 5 de maio, anunciou que havia recebido formalmente o convite do Novo | Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados
O deputado federal Ricardo Salles obteve uma decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que autoriza sua desfiliação do Partido Liberal (PL).
Presidido por Valdemar Costa Neto, o PL autorizou Salles a deixar o partido e concedeu ao parlamentar uma carta de anuência. Com a liminar, o deputado não perde o mandato por infidelidade partidária e poderá se filiar ao Novo, conforme já anunciou o partido comandado por Eduardo Ribeiro.
A decisão foi proferida na sexta-feira, 2, pelo ministro André Ramos Tavares, do TSE.
“Em primeira análise da carta de anuência juntada aos autos, assinada pelo Presidente Nacional do Partido Liberal, verifico sua higidez, o que sustenta a probabilidade do direito. Anoto, ainda, que monocraticamente julguei procedentes pedidos de reconhecimento de justa causa com base em cartas de anuência também oriundas da mesma agremiação, em contornos fáticos muito semelhantes à presente demanda”, escreveu Tavares.
Com decisão do TSE, Salles deve se filiar ao Novo este ano
Interlocutores informaram a Oeste que a filiação deve ocorrer ainda neste ano. Em 5 de maio, o parlamentar — que é ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro — anunciou que havia recebido formalmente o convite do Novo para se filiar à legenda e concorrer ao Senado em 2026.
“Seis anos depois de ter sido expulso pelo Amoedo [fundador do Novo] por ter me tornado, com muito orgulho, ministro do Bolsonaro, com quem estive, estou e sempre estarei junto”, escreveu Salles no Twitter/X na ocasião.
A ideia é que o Novo tenha cinco parlamentares eleitos quando as eleições municipais, de fato, começarem. Desse modo, os candidatos do Novo nesse pleito podem ser chamados para participar de debates na TV, de acordo com a lei eleitoral.
Bolsonaro deu permissão para deputado e ex-ministro deixar o PL
Conforme apurou Oeste, a permissão para foi do ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora Salles poderá mudar de partido sem perder o mandato por risco de infidelidade partidária.
É preciso ter lado, assumir posições, deixar claro quais são as suas convicções. Não se comportar como a folha morta que vai para qualquer lado que o vento sopre! pic.twitter.com/w71py8OSHM
Ele demonstrou mágoa pela forma como se deu sua saída, com o que ele classificou como um “pontapé na bunda”. “Construímos aquela coisa e demos para eles (a família Marinho) de presente. Eu merecia um ‘carinhozinho’, um afago. Não precisava ser um jantar de 400 pessoas, mas precisava que passasse a mão na minha cabeça ou que desse um tapinha nas minhas costas e me dissesse um ‘obrigado’, mas eu não recebi tapinha nas costas, recebi um pontapé na bunda”.
O pai de Boninho também disse que não preparou um sucesso porque não encontrou alguém capaz de substituí-lo. “Sem modéstia nenhuma, por motivos acidentais, não tinha outro Boni. Todo o planejamento de toda a estrutura da eletrônica sempre passou pela minha mão. Eu tinha uma cultura geral dos ingredientes necessários para se fazer televisão que outras pessoas não tinham. Eu conversava com engenheiros, conversava com jornalistas, conversava com cenógrafos, autores, de igual para igual. Não tinha como eu montar um cara para substituir isso aí”.
Boni saiu da Globo em 1997, mas mantém laços com a emissora. Seu filho mais famoso, Boninho, é um dos principais nomes da empresa atualmente. Além disso, Boni é sócio da TV Vanguarda, afiliada da Globo no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou nesta quinta-feira (1º) que os Estados Unidosdevem “tirar seus narizes” da Venezuela, em resposta ao reconhecimento de Edmundo González Urrutia como vencedor da eleição presidencial do último domingo, apesar do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) ter anunciado a reeleição do chavista.
“Os EUA deveriam tirar seus narizes da Venezuela, porque é o povo soberano que governa na Venezuela, que coloca, que escolhe, que diz, que decide”, afirmou Maduro em um discurso inflamado. Pouco antes, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, divulgou um comunicado afirmando que o governo americano concluiu, com base em “provas contundentes”, que González foi o vencedor das eleições presidenciais de 28 de julho.
O reconhecimento dos EUA na eleição na Venezuela
Em uma resposta direta, Maduro afirmou: “O processo na Venezuela, legal, constitucional e institucionalmente, ainda não foi concluído, e os EUA dizem que têm as atas e as provas”. Ele reiterou que o sistema eleitoral “sofreu um ataque brutal” que teve como objetivo “impedir os resultados das eleições” e, por isso, apresentou um recurso à Câmara Eleitoral do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) para esclarecer “tudo o que precisa ser esclarecido” sobre as eleições.
O que está acontecendo com o processo eleitoral na Venezuela?
Nesta quinta-feira, a Câmara Eleitoral do mais alto tribunal venezuelano aceitou o recurso e anunciou uma investigação para “certificar, de forma irrestrita, os resultados” das eleições, convocando os 10 candidatos a comparecerem em 2 de agosto. Maduro disse que espera que “todos compareçam” e fez uma referência especial a González: “Espero que esse senhor tenha a coragem mínima (…) necessária para assumir posições políticas e comparecer à convocação obrigatória do TSJ, onde veremos os rostos uns dos outros”.
A oposição e suas reivindicações
A maior coalizão de oposição da Venezuela, a Plataforma Unitária Democrática (PUD), afirmou que possui mais de 80% das folhas de contagem das seções eleitorais, graças ao trabalho de testemunhas e membros das seções eleitorais, e que essas folhas apontam a vitória de González Urrutia.
Maduro mantém sua postura firme contra a interferência dos EUA.
O TSJ iniciou uma investigação para validar os resultados das eleições.
A PUD reivindica a vitória de González com base em sua contagem das folhas eleitorais.
Maduro também mencionou que, em uma conversa com a presidente do Supremo e chefe da Câmara Eleitoral, Caryslia Rodríguez, as autoridades estão “preparadas” para apresentar todas as atas de votação, “até a última”. Caryslia Rodríguez é uma simpatizante declarada do regime e entusiasta do chavismo.
Como especialistas interpretam a situação?
Especialistas em política latino-americana observam que a situação na Venezuela continua complexa e volátil. Alguns acreditam que o reconhecimento de González pelos EUA pode aumentar a pressão internacional sobre Maduro, enquanto outros veem a ação do TSJ como um movimento para ganhar tempo e validar a reeleição do ditador.
Em suma, a tensão política na Venezuela permanece alta e o futuro do país sul-americano é incerto. Os desdobramentos das investigações do TSJ e as reações tanto internas quanto externas serão cruciais para determinar se haverá uma nova direção ou se a crise política continuará.