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Premiê israelense fez pronunciamento neste domingo (22) após seu exército bombardear Beirute sem mencionar explosões de pagers e walkie-talkies. Mais cedo, Hezbollahn lançou foguetes perto de Haifa, cidade grande no norte de Israel.

Benjamin Netanyahu em pronunciamento, em setembro de 2024.  — Foto: Ohad Zwigenberg/Pool via Reuters.

Benjamin Netanyahu em pronunciamento, em setembro de 2024. — Foto: Ohad Zwigenberg/Pool via Reuters. 

O primeiro-ministro de IsraelBenjamin Netanyahu, disse neste domingo (22) em pronunciamento na TV que atingiu o Hezbollah “de uma forma que eles nunca imaginariam” e prometeu que a ofensiva contra o grupo extremista continuará. 

“Se o Hezbollah não entendeu a mensagem, eu prometo que entenderá”, disse Netanyahu. 

O premiê israelense não fez referências diretas às explosões de pagers e walkie-talkies do Hezbollah, que foram detonados na semana passada em um ataque cuja autoria o grupo atribiu a Israel. O governo israelense não se pronunciou sobre o caso, mas jornais dos EUA afirmaram que as explosões foram realizadas pelo Mossad, o serviço secreto israelense. 

Na sexta-feira (20), Israel bombardeou Beirute, no maior ataque ao Líbano, onde o Hezbollah atua, desde o início da guerra em Gaza. O ataque deixou 45 mortos

Domo de Ferro israelense intercepta no norte de Israel mísseis do Hezbollah lançados do Líbano em 22 de setembro de 2024. — Foto: AP Photo/Baz Ratner

Domo de Ferro israelense intercepta no norte de Israel mísseis do Hezbollah lançados do Líbano em 22 de setembro de 2024. — Foto: AP Photo/Baz Ratner 

Também neste domingo, o grupo extremista libanês Hezbollah disparou cerca de 150 mísseis contra o norte de Israel. Em resposta, o Exército israelense realizou bombardeios em alvos do Hezbollah no sul do Líbano. 

Os foguetes do Hezbollah atingiram uma área mais interna do norte de Israel, distante de onde os ataques têm ocorrido. Os arredores de Haifa, uma das maiores cidades do país, foram atingidos, e quatro pessoas ficaram feridas, segundo autoridades locais. 

O Exército israelense afirmou que os foguetes foram disparados “em direção a áreas civis”, apontando para uma possível escalada, já que os ataques anteriores tinham como alvo principal instalações militares.

O Hezbollah disse em comunicado no Telegram que “bombardeou complexos de indústrias militares da empresa Rafael, especializada em meios e equipamentos eletrônicos, localizada ao norte da cidade de Haifa, com dezenas de mísseis do tipo Fadi 1, Fadi 2 e Katyusha.” 

Haifa é a terceira maior cidade de Israel e possui uma usina nuclear nos seus arredores. As regiões perto da cidade abrigam bases militares israelenses. 

O Exército israelense disse que realizou uma onda de ataques no sul do Líbano nas últimas 24 horas, atingindo cerca de 400 alvos militares do grupo extremista, incluindo lançadores de foguetes. 

O ministro da Defesa de Israel, Yoav Galant, disse neste domingo que o Hezbollah “está começando a sentir o gosto da capacidade militar israelense” e afirmou que continuará a operação contra o grupo extremista até o norte do país estar seguro. 

Forças de segurança israelenses examinam local atingido por foguete disparado do Líbano em Kiryat Bialik, no norte de Israel, em 22 de setembro de 2024. — Foto: AP Photo/Ariel Schalit 

Na sexta (20), o Exército israelense realizou o maior bombardeio em Beirute, capital do Líbano, desde o início da guerra na Faixa de Gaza –travada entre Israel e o grupo terrorista palestino Hamas. Em resposta, o Hezbollah disparou cerca de 150 mísseis contra o território israelense. O bombardeio israelense em Beirute deixou 37 mortos e matou um comandante de operações militares do grupo. 

Israel e Hezbollah têm trocado fogo desde o início da guerra em Gaza, há quase um ano, quando o grupo militante começou a disparar foguetes em solidariedade aos palestinos e seu aliado Hamas, apoiado pelo Irã. Os conflitos em baixa intensidade já mataram dezenas de pessoas em Israel, centenas no Líbano e deslocaram dezenas de milhares de ambos os lados da fronteira. 

Nenhum dos lados acredita estar buscando uma guerra. No entanto, nas últimas semanas, Israel mudou seu foco de Gaza para o Líbano e prometeu restaurar a calma na fronteira para que seus cidadãos possam retornar para casa. O Hezbollah afirmou que só interromperá seus ataques se houver um cessar-fogo em Gaza, o que parece cada vez mais elusivo, já que as longas negociações lideradas pelos Estados Unidos, Egito e Catar têm estagnado repetidamente. 

A guerra em Gaza começou com o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro, no qual militantes palestinos mataram cerca de 1.200 pessoas e sequestraram cerca de 250. Eles ainda mantêm cerca de 100 reféns, um terço dos quais acredita-se estar morto. O Ministério da Saúde de Gaza afirma que mais de 41.000 palestinos foram mortos, sem especificar quantos eram combatentes, mas afirmando que mulheres e crianças representam mais da metade dos mortos. 

A mídia israelense relatou que os foguetes disparados do Líbano na manhã de domingo foram interceptados nas áreas de Haifa e Nazaré, que estão mais ao sul do que a maioria dos disparos de foguetes até agora. Israel cancelou as aulas em todo o norte, intensificando a sensação de crise.

Informações G1


“Esse cara é uma farsa”, disse o religioso

(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)
(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

O pastor Silas Malafaia alfinetou o candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, após o ex-coach adotar uma postura mais moderada no debate do SBT, nta sexta-feira (20). A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metróóles.

Marçal começou o debate com uma postura mais light em comparação aos debates anteriores,marcados por ofensas pessoais em série disparadas pelo ex-coach.
Para Malafaia, o novo comportamento do candidato do PRTB não passa de uma “farsa”. À coluna, o pastor disse que Marçal está “calminho” porque caiu nas pesquisas.

“Esse cara é uma farsa. Ele está fazendo isso porque está caindo nas pesquisas. Ele já me pediu perdão várias vezes. Esse cara é um bandido, manipulador. Pediu perdão porque está em baixa. Não adiantou a provocação, a cadeirada. O que não pode é os candidatos caírem no jogo dele. Está calminho porque está em baixa na pesquisa. Ele quer enganar o povo de São Paulo”, disse o religioso.

Informações Bahia.ba


Até o momento já foram registradas 45 denúncias no estado

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A campanha eleitoral para prefeitos e vereadores registra até esta quinta-feira (19) 319 denúncias de assédio eleitoral. O número supera em mais de quatro vezes o total de 2022, quando 68 acusações foram registradas no primeiro turno das eleições. Entre os estados do país, a Bahia lidera em numero de denúncias somando 45.

Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MPT). Das mais de 300 denúncias, 265 são individuais, isto é, não houve repetição da queixa.

Apesar do número de casos superior no primeiro turno, o procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, não acredita que as atuais eleições municipais venham superar o total das eleições gerais de 2022, que após o segundo turno totalizou 3.606 denúncias.

“Temos o primeiro turno com mais denúncias, mas não acredito que o segundo turno terá a mesma velocidade que teve no segundo turno da eleição anterior. Não há o ambiente daquele momento, a polarização não vai aumentar”, avalia o procurador.

Para ele, o que chamava atenção nas eleições de 2022 era o volume de casos e a forma explícita e documentada de assédios. “Tinha vídeos que eu assistia e dizia ‘não acredito que uma pessoa fez isso’. É caso de estudo”, opina Ramos Pereira.

O assédio eleitoral se caracteriza como a prática de coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento associados a um pleito eleitoral, com o objetivo de influenciar ou manipular o voto, apoio, orientação ou manifestação política de trabalhadores no local de trabalho ou em situações relacionadas ao trabalho.

Ocorrências

Diferentes tipos de assédio foram listados pelo MPT. Há ocorrências em todos os estados, com exceção do Amapá. Os estados da Bahia, São Paulo, Paraíba, Goiás e Minas Gerais lideram a lista de denúncias de assédio, com respectivamente 45, 40, 22, 20 e 19 casos.

Para o procurador, os números demonstram que nessas regiões as paixões políticas são mais fortes e as disputas podem estar mais apertadas. “O assédio acontece muito em razão da vulnerabilidade social”, acrescenta.

O MPT repassou à Agência Brasil a descrição de alguns episódios de assédio eleitoral. Por exemplo, há o caso do dono de uma fábrica de vestimenta masculina no município de Jardim de Piranhas, no interior do Rio Grande do Norte, que pediu aos empregados para gravarem vídeo afirmando que iriam votar em determinados candidatos a prefeito e a vereador.

A mais de três mil quilômetros do Rio Grande do Norte, em Indianópolis, no noroeste paranaense, o assédio partiu do próprio prefeito, que ameaçou encerrar contratos de funcionários e de empresários fornecedores do município que não colocassem em seus carros adesivos de sua candidatura.

Em Pedro Leopoldo, a 40 quilômetros de Belo Horizonte (MG), o MPT constatou outro tipo de assédio: um dos sócios de uma empresa que oferece serviços de purificação e regeneração de óleos lubrificantes levou ao ambiente de trabalho, no horário do expediente, um candidato a prefeito para apresentar suas propostas e gravar peça de campanha eleitoral.

Apesar do crime eleitoral estar documentado, a empresa se negou a assinar o termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público. Em razão disso, o MPT ajuizou a denúncia na Justiça do Trabalho, que determinou que a empresa cumprisse as obrigações de “abster-se de promover, nas dependências da empresa e no horário de expediente, qualquer evento político-partidário e eleitoral, sob pena de multa de R$ 20 mil por evento ou violação, acrescidos de R$ 1 mil para cada trabalhador que participar”, descreve nota do MPT.

Legislação

Conforme a lei, qualquer pessoa acusada de assédio eleitoral no ambiente de trabalho pode ser convocada pelo MPT para apresentar explicações e, havendo procedência, assinar um TAC. Esse termo vai prever um dano social coletivo para ser pago à sociedade, além dos danos morais individuais a serem pagos para os trabalhadores assediados.

O assediador também deverá fazer retratação pelo mesmo meio que assediou empregados, funcionários ou prestadores de serviço. Se a empresa receber algum financiamento público, poderá ter o crédito cancelado.

Além do MPT, o Ministério Público Eleitoral faz a apuração criminal. Nesses casos, a prisão costuma ocorrer quando o acusado descumpre liminar ou sentença judicial.

As denúncias podem ser feitas pelo site do Ministério Público do Trabalho.

Informações Bahia.ba


Acidentes domésticos envolvendo crianças continuam a ser uma preocupação alarmante, especialmente quando se trata da ingestão acidental de substâncias perigosas ou objetos pequenos. “Segundos de descuido podem custar a vida de uma criança”, alerta o médico endoscopista intervencionista, Dr. Victor Galvão, especialista em endoscopia pediátrica. A prevenção é a chave, e os pais devem estar sempre atentos para garantir a segurança dos pequenos.

Essa questão é relevante, já que muitos dos produtos causadores de acidentes estão ao alcance das crianças. Com embalagens muitas vezes atrativas, produtos de limpeza, desentupidores e outros itens tóxicos podem ser facilmente manuseados por crianças curiosas, levando a acidentes que podem causar desde queimaduras internas até risco de morte.

Segundo Dr. Victor Galvão, a maioria dos acidentes ocorre quando as substâncias cáusticas, como alvejantes ou detergentes, estão mal armazenadas. “É necessário um cuidado redobrado com essas substâncias. Não se trata apenas de tóxicos líquidos, mas de outros itens do dia a dia, como ímãs ou baterias de lítio, que são extremamente perigosos quando ingeridos”, afirma o médico.

Além das substâncias cáusticas, os corpos estranhos, como moedas, baterias e brinquedos pequenos, também representam uma ameaça séria. “Crianças menores de três anos estão especialmente vulneráveis, pois ainda não têm discernimento para identificar o perigo de objetos pequenos”, ressalta o médico.

Consequências e Como Agir

A ingestão acidental pode causar uma série de problemas, como perfurações no esôfago, asfixia e envenenamento. O especialista destaca que, ao notar sinais como salivação excessiva, dificuldade respiratória, dor ao engolir ou vômito com sangue, os pais devem procurar atendimento médico imediato. “Cada minuto é precioso. É fundamental não adotar medidas caseiras, como provocar o vômito, pois isso pode piorar a situação, especialmente no caso de substâncias cáusticas.”

A endoscopia é o procedimento mais indicado para tratar casos de ingestão de substâncias perigosas ou objetos que ficam presos no esôfago. “Com o uso de um tubo flexível com câmera, conseguimos localizar o objeto e removê-lo de forma segura, minimizando os danos ao sistema digestivo da criança”, explica.

Os pais devem estar sempre atentos para evitar que esses acidentes aconteçam. Entre as principais dicas estão armazenar substâncias perigosas fora do alcance das crianças e supervisioná-las constantemente. Além disso, é importante educar os filhos sobre os riscos de colocar objetos na boca.

Participação na Jornada Alagoana de Gastroenterologia e Endoscopia Pediátrica

Dada a relevância do tema, Dr. Victor Galvão participará como palestrante da Jornada Alagoana de Gastroenterologia e Endoscopia Pediátrica, que será realizada entre 19 e 21 de setembro de 2024, em Penedo, Alagoas. O médico apresentará uma palestra sobre “Endoscopia Pediátrica – Abordagem de Corpos Estranhos e Ingestão de Cáusticos”. “Será uma oportunidade de compartilhar experiências e conhecimentos para minimizar os riscos associados a esses acidentes e salvar vidas”, afirma.

A participação de Dr. Victor no evento reforça a importância de se discutir e implementar medidas de segurança para a proteção das crianças contra os acidentes domésticos, em especial aqueles que envolvem a ingestão de substâncias perigosas e pequenos objetos. “Prevenir é sempre o melhor caminho, mas saber como agir em caso de emergência pode fazer toda a diferença na preservação da saúde e da vida das crianças”, pontua.

FONTE: Viver Mais Comunicação


Foto: Reprodução

Nos últimos anos, o mercado de veículos elétricos tem experimentado um crescimento significativo em várias partes do mundo. No Brasil, por exemplo, as vendas dispararam com a chegada dos modelos acessíveis das montadoras chinesas. No entanto, a situação nos Estados Unidos é bem diferente, onde os carros elétricos chineses enfrentam barreiras tarifárias e um público menos entusiasmado.

Uma pesquisa recente do site iSeeCars revelou uma tendência preocupante para os proprietários de veículos elétricos nos EUA. Entre os 15 veículos que mais desvalorizaram em 2024, várias unidades elétricas ocupam posições de destaque. Isso aponta para um desafio que o mercado norte-americano precisa superar para que os carros elétricos possam se tornar uma alternativa economicamente viável para os consumidores.

Porque os carros elétricos desvalorizaram tão rápido?

De acordo com um estudo realizado pela Deloitte, os incentivos federais e as reduções de preço não foram suficientes para conquistar os norte-americanos, que ainda preferem veículos a combustão. Fatores como o interesse crescente em veículos por assinatura, especialmente entre os jovens, contribuem para essa mudança de comportamento. Na Índia, por exemplo, o número de interessados em veículos por assinatura chega a 67%. Em contraste, nos Estados Unidos esse número é de apenas 28%.

Esse cenário reflete não só uma hesitação em relação aos veículos elétricos, mas também uma inclinação para novas formas de mobilidade. O público mais jovem, em particular, está optando por alternativas que oferecem mais flexibilidade e menos compromissos financeiros a longo prazo.

Quais são os veículos elétricos mais desvalorizados?

A pesquisa iSeeCars revelou que, entre os 15 carros com maior desvalorização nos EUA, seis são totalmente elétricos. O Tesla Model 3 lidera essa lista, com uma desvalorização de 24,8% em apenas 12 meses. Isso significa que um Model 3 que foi adquirido por US$ 34,4 mil está agora avaliado em US$ 25,9 mil. Outros modelos afetados incluem o Nissan Leaf, o Hyundai Kona e o Chevrolet Bolt EV.

Por que os carros elétricos estão perdendo valor tão rápido?

Há vários fatores que contribuem para essa rápida desvalorização dos veículos elétricos. Primeiro, a tecnologia dos EVs está em constante evolução, o que pode tornar os modelos atuais obsoletos mais rapidamente. Além disso, o mercado de usados enfrenta desafios adicionais como a falta de infraestrutura de carregamento em muitas áreas e a preocupação com a degradação da bateria ao longo do tempo.

Lista completa dos veículos e suas desvalorizações

  1. Tesla Model 3 – Preço do seminovo: US$ 25,9 mil (-24.8%)
  2. Kia Niro EV – US$ 21,6 mil (-21%)
  3. Maserati Levante – US$ 43,7 mil (-20.2%)
  4. Nissan Leaf – US$ 16,2 mil (-20.2%)
  5. Hyundai Kona EV – US$ 21,4 mil (-10.2%)
  6. Chevrolet Bolt EV – US$ 17,8 mil (-18.3%)
  7. Jaguar E-Pace – US$ 26,4 mil (-16.3%)
  8. Range Rover Sport – US$ 53 mil (-15.2%)
  9. Range Rover Evoque – US$ 30,5 mil (-15%)
  10. Range Rover Velar – US$ 37,6 mil (-15%)
  11. RAM 1500 Classic – US$ 26,4 mil (-14.9%)
  12. Mercedes-AMG GT – US$ 79,8 mil (-13.9%)
  13. BMW X7 – US$ 55,3 mil (-13.5%)
  14. BMW X2 – US$ 24,8 mil (-13.4%)
  15. Tesla Model S – US$ 53,1 mil (-4.8%)

O futuro dos veículos elétricos nos EUA

Apesar das atuais dificuldades, muitos especialistas estão otimistas quanto ao futuro dos veículos elétricos nos Estados Unidos. À medida que a infraestrutura de carregamento melhora e a tecnologia de baterias avança, espera-se que a desvalorização dos EVs diminua. Além disso, iniciativas governamentais e de empresas privadas podem ajudar a aumentar a aceitação e popularidade desses veículos.

Enquanto isso, os consumidores devem estar atentos a essas tendências e considerar todos os fatores antes de investir em um carro elétrico. Com o tempo e as devidas melhorias, os EVs tem o potencial de se tornar uma opção viável e atraente no mercado automotivo global.

Informações TBN


Militante lamentou a posição petista de não reconhecer ditador como o vencedor do pleito

Líder do MST diz que Lula deveria estar do lado de Maduro
‘Para nós, é triste a posição do governo Lula’, diz Milena Polini | Foto: Reprodução/Youtube

Líder do setor de internacionalismo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Milena Polini afirmou em entrevista à Rádio França Internacional (RFI) que a reeleição do ditador Nicolás Maduro, que a comunidade internacional considera fraudulenta, não altera o apoio do grupo de invasores ao venezuelano. A militante lamentou a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não reconhecer Maduro como o vencedor do pleito.

“Para nós, é triste a posição do governo Lula; para nós, do MST, seria muito mais proveitoso e importante se ele estivesse ao lado do Maduro”, criticou. “Mas o Lula é uma coisa, o PT é outra, e o MST é outra. Então, a gente nem sempre vai estar alinhado nas mesmas ideias.”

Embora ainda não declare Maduro reeleito presidente, Lula alegou, em recente entrevista, que a Venezuela não é uma ditadura. Também disse que seu aliado político implementou no país apenas um regime “muito desagradável”. 

Milena disse ainda que a leitura do movimento é que a Venezuela é um território de disputa do imperialismo. “Assim como é a Palestina, assim como é a Ucrânia, assim como tem outros territórios de disputa do imperialismo contra o Sul Global”, comparou.

A relação do MST com a Venezuela foi outro ponto discutido pela líder. Ela informou que os invasores brasileiros mantêm uma “brigada de trabalho” no país vizinho e anunciou um novo projeto de produção de alimentos na região.

Milena participou da festa de L’Humanité, em Paris, que acontece sempre em setembro e reúne políticos e esquerdistas da França e de outros países. Organizada desde 1930 pelo jornal comunista francês L’Humanité, a festa atrai mais de 400 mil militantes. O evento aconteceu no último fim de semana.

Líder do MST fala sobre relação com o governo Lula

Quando Lula assumiu seu terceiro mandato, ele deu cargos estratégicos para o MST na Presidência da República, no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e no Incra | Foto: Reprodução/Twitter/X
Quando Lula assumiu seu terceiro mandato, ofereceu cargos estratégicos para o MST na Presidência da República, no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e no Incra | Foto: Reprodução/Twitter/X

A RFI também perguntou sobre a relação do MST com o governo Lula. “Podemos dizer que o projeto que venceu nas urnas não é o projeto que está conseguindo ser implementado no governo”, afirmou.

Ela afirmou que a bancada ruralista é que “impede a aplicação completa do projeto vencedor das eleições de 2022, que preconizava a preservação ambiental e a ampliação das políticas públicas”.

“Temos críticas (ao governo), mas estamos trabalhando juntos”, disse. “No entanto, pensamos que, para realmente o projeto ser implementado, a gente precisa de organização social”, declarou.

Milena Polini participou de uma mesa-redonda sobre o atual momento do MST, que completou 40 anos em janeiro de 2024. Ela relatou que o público estava interessado na história e no “funcionamento do MST”, além de fazer perguntas sobre meio ambiente, as queimadas no Brasil e a relação dos invasores com o governo.

Segundo Milena, o público francês expressou preocupação com as queimadas no Brasil. 

“Essas queimadas foram coordenadas, não foram queimadas naturais, podemos dizer assim; foram intencionais, combinadas”, garantiu Milena. A militante só não mencionou os diversos avisos do Ministério do Meio Ambiente ao Executivo, desde fevereiro, sobre a catástrofe que estaria para acontecer no Brasil.

Informações Revista Oeste


Foto: Bloomberg

A icônica marca Tupperware se viu obrigada a tomar medidas drásticas após anos tentando reativar seu negócio em meio à queda na demanda. Segundo fontes internas, a empresa está se preparando para pedir falência, o que resultou em uma queda de mais de 50% nas ações.

A Tupperware, conhecida por seus potes e vasilhas de armazenamento de alimentos, tem enfrentado dificuldades para manter-se em operação. A empresa já contratou consultores jurídicos e financeiros para lidar com a situação, após violar os termos de sua dívida.

Qual é o Valor das Dívidas da Tupperware?

Os preparativos para a falência envolvem negociações contínuas entre a Tupperware e seus credores, com uma dívida de mais de US$ 700 milhões. Apesar de os credores terem concedido certa flexibilidade nos termos do empréstimo, a situação da empresa continua a se deteriorar.

As ações da Tupperware caíram drasticamente com as notícias da possível falência, refletindo a gravidade da situação. A empresa já alertava há anos sobre sua incapacidade de se manter no mercado.

Tentativas de Reestruturação e Mudanças na Gestão

Em um esforço para reverter o cenário desastroso, a Tupperware fez várias mudanças em sua gestão. No ano passado, o CEO Miguel Fernandez foi substituído, juntamente com vários membros do conselho. Laurie Ann Goldman foi nomeada a nova CEO, mas as dificuldades persistem.

Além disso, a empresa anunciou o fechamento de sua única fábrica nos EUA e a demissão de quase 150 funcionários, evidenciando a gravidade da crise. Essas medidas foram tentativas de diminuir custos e ajustar a operação à nova realidade do mercado.

Pergunta Principal: Qual é o Futuro da Tupperware?

A Tupperware foi introduzida ao mercado em 1946, com um selo hermético flexível criado por Earl Tupper. A marca se popularizou rapidamente nos lares americanos, principalmente através de festas de vendas conduzidas por mulheres suburbanas. Até 2022, a empresa ainda contava com mais de 300 mil vendedores independentes, o que evidencia sua grande dependência de vendas diretas.

No entanto, mesmo com uma história sólida e uma presença marcante no mercado, a queda na demanda e os desafios financeiros se mostraram insuperáveis. O futuro da Tupperware permanece incerto, e o próximo passo pode ser realmente a declaração de falência.

Conclusão: A Persistência das Marcas Tradicionais

A situação da Tupperware levanta questões sobre a sobrevivência das marcas tradicionais em um mercado que se transforma rapidamente. Será um grande desafio para a empresa se adaptar às novas demandas dos consumidores e ao cenário econômico global. Aguardemos as decisões finais para entender o impacto total dessa possível falência no mercado e nos consumidores.

Informações TBN


Em impasse com Celso Amorim, José Múcio Monteiro diz que aquisição de equipamentos não vai financiar ataques à Faixa de Gaza

Transação com Israel envolveria duas empresas brasileiras | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Transação com Israel envolveria duas empresas brasileiras | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, propôs ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma solução para destravar a compra de obuseiros da empresa de Israel Elbit Systems. 

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, em vez de comprar as 36 viaturas blindadas de obuseiro 155 mm, como previsto na licitação, o Exército pegaria somente duas unidades do equipamento.

Caso o produto-teste fosse aprovado, o Brasil poderia acionar uma cláusula para compra dos demais 34 obuseiros, com a exigência de que todo o armamento fosse produzido no Brasil.

De acordo com a Folha, a transação envolveria as empresas brasileiras Ares Aeroespacial e AEL Sistema e a promessa de criação de 400 empregos diretos.

Entretanto, a proposta enfrenta resistência de petistas e do assessor para assuntos internacionais de Lula, Celso Amorim. 

“Com todo respeito, as pessoas que estão contra são por motivos políticos, ideológicos”, disse o ministro da Defesa em entrevista à Folha. “Eu estou defendendo o Exército, e que a gente tenha oportunidade de dotar o Exército Brasileiro de equipamentos mais modernos.”

Os opositores à compra argumentam que não é razoável o governo brasileiro adquirir equipamentos militares de um país cuja ação militar na Faixa de Gaza é criticada por Lula. Eles dizem que a compra dos obuseiros, por quase R$ 1 bilhão, poderia financiar os ataques de Israel aos palestinos.

“A gente está brigando com uma coisa simples, coisa boba”, argumenta o ministro à Folha. “Não estamos fazendo uma compra gigantesca de Israel […]. Precisava provar que foi o dinheiro dos obuseiros que financiou aquela guerra. Dois obuseiros não movimentam absolutamente nada.”

Lula postergou assinatura de contrato com empresa de Israel

A assinatura do contrato foi adiada em maio por decisão de Lula, sem previsão de conclusão. O contexto era o avanço de operações de Tel-Aviv na Faixa de Gaza.

Lula ouviu a proposta de Mucio e pediu mais tempo para decidir, segundo dois generais com conhecimento do assunto, ouvidos pela Folha. A posição vencedora, por ora, é a capitaneada por Celso Amorim.

“Ele tem uma posição igual à minha: firme”, disse Mucio, ao comentar o impasse com Amorim. O ministro afirma cumprir seu papel de representar as Forças Armadas e diz que o conselheiro de Lula, por sua vez, o faz com foco na diplomacia.

“Eu não acho que isso seja um problema diplomático —a diplomacia está lá, nós ainda temos relações diplomáticas com Israel”, afirmou. “Se o presidente [primeiro-ministro Netanyahu] foi desatencioso [ao declarar Lula como persona non grata], o presidente não representa todo mundo de lá. Eu estou admitindo que eu estou com a banda boa [de Israel].”

Celso Amorim foi procurado pela Folha, mas não se manifestou sobre esse tema.

Informações Revista Oeste


Candidato do PRTB foi levado ao Hospital Sírio-Libanês após o ato

Imagem: Reprodução/Redes Sociais/@pablomarcalporsp

A campanha do candidato Pablo Marçal (PRTB), que disputa a prefeitura de São Paulo, registrou um boletim de ocorrência após o seu concorrente, o apresentador José Luiz Datena (PSDB), arremessar uma cadeira contra o ex-coach durante debate promovido pela TV Cultura.

No documento, o advogado do postulante, Tássio Renam, afirmar que Marçal foi atingido “na região da cabeça e também torácica e costelas” após a agressão, que aconteceu na noite de domingo (15). O caso foi registrado como lesão corporal e injúria no 78º Distrito Policial (DP), nos Jardins, zona oeste da cidade.

Mais cedo, Tássio informou aos jornalistas no Hospital Sírio-Libanês, onde Marçal foi levado após o ato, que a campanha pediria um exame de corpo de delito.

“Estou me deslocando para a delegacia para colocar ali as queixas e pedir um exame de corpo de delito, porque realmente foi algo muito grave o que aconteceu ali”, afirmou o advogado. “Todas as medidas serão tomadas. Nós temos que punir essa injusta agressão do candidato Datena”, disse.

Informações Bahia.ba


Créditos: depositphotos.com / canno73

O presidente do conselho de diretores do Al-Ahli, Khaled Al-Issa, revelou recentemente que o clube da Arábia Saudita tentou contratar o atacante brasileiro Vinicius Jr. na última janela de transferências. Em uma entrevista ao programa de TV Koora Rotana, ele detalhou as negociações e os obstáculos que surgiram durante o processo.

Segundo o dirigente, o Al-Ahli tinha um grande interesse em trazer uma ponta de destaque, e Vinicius Jr. era o nome desejado. No entanto, durante as tratativas, os jogadores sauditas começaram a se profissionalizar conforme o programa de bolsas oferecido pelo governo, o que mudou as prioridades do clube.

Tentativa de Contratação de Vinicius Jr.

Com essa mudança de estratégia, o foco do Al-Ahli passou a ser a contratação de um centroavante, o que levou o clube a negociar com Toney e Osimhen. A operação por Vinicius Jr. foi iniciada após a saída do atacante francês Saint-Maximin para o Fenerbahçe.

Embora os valores não tenham sido revelados oficialmente, o jornal ÁS, da Espanha, informou que o contrato oferecido ao brasileiro era de 1 bilhão de euros por cinco anos. Mesmo com essa oferta astronômica, o Real Madrid e Vinicius Jr. recusaram a proposta.

Por que a negociação não foi adiante?

De acordo com Khaled Al-Issa, fatores internos e mudanças de prioridade no clube impediram que a negociação fosse concretizada. A necessidade de um centroavante de ponta acabou sendo mais urgente para a equipe do Al-Ahli.

O que isso significa para o futuro?

Apesar da tentativa frustrada, o Al-Ahli continua em busca de um jogador de destaque para o ataque. “Se Deus quiser, no inverno contrataremos um atacante que supere as expectativas”, afirmou Khaled Al-Issa. Isso demonstra a determinação do clube em reforçar seu elenco e continuar investindo em grandes nomes do futebol internacional.

Al-Ahli vai continuar atrás de Vinicius Jr.?

Aparentemente, a vontade de trazer Vinicius Jr. para a Arábia Saudita ainda não foi completamente descartada. Segundo reportagens do diário espanhol ÁS, o brasileiro continua sendo um alvo importante para impulsionar o futebol no país.

Essa decisão estratégica do Al-Ahli mostra o quanto o clube está disposto a investir para se destacar no cenário do futebol mundial. A vinda de um jogador do calibre de Vinicius Jr. poderia não só elevar o nível do time, mas também atrair mais olhos para o futebol saudita, impulsionando seu desenvolvimento e popularidade.

Quais as próximas jogadas do Al-Ahli?

Enquanto aguardam a próxima janela de transferências, a equipe de Al-Issa deve continuar monitorando o mercado de futebol internacional em busca de oportunidades. Contratar um atacante de renome ainda é o objetivo principal, e os olhos estão voltados para o inverno.

Com essa atitude proativa, o Al-Ahli visa consolidar seu lugar entre os grandes clubes, não só na Ásia, mas também no panorama global do futebol. E, claro, o nome de Vinicius Jr. continua rondando as metas ambiciosas da equipe árabe.

Informações TBN

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