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A Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) concluiu a pavimentação de ruas no entorno da Praça João Barbosa de Carvalho, conhecida como Praça do Fórum, em Feira de Santana, na manhã desta segunda-feira (05). Localizada próxima ao Fórum Desembargador Filinto Bastos, a praça é um espaço simbólico e de grande circulação, cercada por escritórios de advocacia e estabelecimentos comerciais.

As intervenções contemplaram também a Rua Coronel Álvaro Simões, visando melhorar a mobilidade e a fluidez do tráfego em uma área estratégica da cidade.

Além da nova pavimentação, o prefeito José Ronaldo de Carvalho anunciou que o local passará por um projeto de revitalização que inclui paisagismo, nova iluminação, instalação de bancos, renovação do piso e arborização.

O gestor municipal acompanhou o serviço e destacou a importância da obra para o município. “Estamos trabalhando arduamente para levar obras e benefícios à cidade. Nosso objetivo é asfaltar a grande maioria das ruas. A pavimentação na Praça João Barbosa de Carvalho é mais um passo nesse sentido, e vamos seguir com a revitalização do espaço, que tem importância histórica e cultural para Feira de Santana”, afirmou José Ronaldo.

O superintendente da SOMA, João Vianey, reforçou que a obra tem papel fundamental para o trânsito e para a requalificação urbana.

“Além de melhorar a fluidez da via e a mobilidade na região, a pavimentação vai permitir, junto com a SMT, um projeto de sinalização mais eficiente, garantindo um ordenamento melhor do tráfego. Em relação à praça, já estamos em planejamento com a Secretaria de Serviços Públicos para executar melhorias que vão unir estética e funcionalidade, valorizando ainda mais esse ponto central da cidade”, explicou.

*Secom/PMFS
Foto: Jorge Magalhães


Os candidatos inscritos na Prova Nacional Docente (PND) que não obtiveram isenção da taxa têm até esta quarta-feira (6) para efetuar o pagamento de R$ 85. O boleto (GRU) está disponível na Página do Participante do Sistema PND, acessível com login gov.br. A prova será aplicada pelo Inep no dia 26 de outubro, com base no modelo do Enade, e abrangerá 17 áreas de licenciatura, com questões objetivas e discursivas.

Criada em 2025, a PND tem como objetivo padronizar a avaliação de professores, auxiliando estados e municípios na contratação de profissionais mais qualificados. A edição deste ano contou com a adesão de 22 estados e 1.508 municípios, incluindo 18 capitais. O exame faz parte do programa federal “Mais Professores para o Brasil”, que visa fortalecer a formação docente e incentivar o ingresso no ensino público.

A PND não é um concurso público, mas os resultados poderão ser usados, a partir de 2026, por redes de ensino como critério único ou complementar em processos seletivos. A participação das redes estaduais e municipais na adesão ao uso da prova é voluntária.

*Metro1
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil


O vereador Pedro Américo (Cidadania) abriu o segundo semestre legislativo na Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta terça-feira (5), com um discurso marcado por reconhecimento.

Em sua fala, ele destacou a importância de manter um diálogo propositivo com o Executivo e ressaltou o empenho de secretários e superintendentes municipais que têm dado respostas concretas às demandas da população.

Um dos principais pontos abordados foi o início da regularização do pagamento do piso da enfermagem para enfermeiros e técnicos da rede municipal. “Essa foi uma luta do nosso mandato. Denunciamos ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas, cobramos com firmeza e agora celebramos essa conquista, fruto também da atuação do secretário Rodrigo Matos e do prefeito José Ronaldo”, afirmou o vereador.

O parlamentar também destacou outras ações da Secretaria de Saúde, como a licitação de um transporte específico para pacientes com deficiência que fazem Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e os esforços para reestruturar a rede de exames, medida que impactará diretamente as unidades de saúde da família.

O vereador elogiou ainda o trabalho de outros gestores, como o secretário Justiniano França, responsável pelas áreas de limpeza e iluminação pública, e o secretário Silvaney Araújo, que tem liderado iniciativas voltadas à agricultura e à reforma do Centro de Abastecimento. “Quando fui secretário, desenhei a rampa que vai ser construída no galpão de cereais. É bom ver que esse projeto saiu do papel. Essa obra já foi liberada pelo prefeito e integra um esforço maior de valorização das feiras livres e da zona rural”, pontuou.

Pedro também saudou a atuação da superintendente da Fundação Hospitalar, Gilbert Lucas, e de gestores de outras pastas como o secretário Luziel Andrade, da SEPREV e Valdivan Conceição, da Habitação. Para ele, o papel do vereador é ser ponte entre as necessidades do povo e as ações do poder público.

“Nosso compromisso é fazer com que as nossas ideias e reivindicações sejam ouvidas. E quando isso acontece, quem ganha é a população. Seguimos contribuindo com esse time que trabalha por Feira de Santana”, finalizou.

Foto- texto: Adriele Mercês | ASCOM


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (5) a Operação Amparo Espúrio, com o objetivo de apurar suspeitas de fraude em laudos médicos apresentados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A investigação aponta que um advogado teria forjado atestados, utilizados por seus clientes para obter indevidamente benefícios de assistência a pessoas com deficiência.

De acordo com a PF, foi detectada uma série de documentos com assinaturas falsificadas de um cardiologista, que confirmou à polícia não ter emitido os atestados. Os laudos indicavam diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, apesar de a especialidade do médico não abranger neurologia ou psiquiatria.

Foram executados dois mandados de busca e apreensão em Fortaleza (CE), expedidos pela 32ª Vara Federal. As condutas investigadas podem configurar crimes como estelionato previdenciário, falsificação e uso de documentos falsos, com penas que, somadas, podem alcançar até 17 anos de reclusão.

A ação foi realizada em parceria com o Núcleo Regional de Inteligência Previdenciária do Ceará, ligado ao Ministério da Previdência. As investigações seguem com a análise do material recolhido, que pode revelar outros envolvidos no esquema.

*Metro1
Foto: Divulgação/Polícia Federal


A biometria facial tem se mostrado uma ferramenta eficaz no combate ao cambismo em jogos de Bahia e Vitória. Desde que a tecnologia passou a ser usada nos acessos da Arena Fonte Nova e do Barradão, os clubes registraram redução significativa nas tentativas de fraude. Apesar disso, a mudança também tem causado impacto direto no número de sócios, especialmente com o fim do “aluguel de carteirinha”.

A exigência do reconhecimento facial foi determinada pela Lei Geral do Esporte e se tornará obrigatória em estádios com mais de 20 mil lugares a partir de junho de 2025. Na prática, o torcedor precisa cadastrar seu rosto em uma plataforma digital no momento da compra do ingresso. Câmeras instaladas nas catracas fazem o reconhecimento em tempo real, impedindo o uso de entradas por terceiros e bloqueando o acesso de pessoas com histórico de violência ou mandados de prisão.

No Barradão

O Vitória saiu na frente e iniciou os testes com a tecnologia ainda em 2023. Em junho deste ano, encerrou de vez a venda de ingressos físicos. Agora, o acesso ao estádio é feito exclusivamente por meio digital com validação biométrica.

Na Arena Fonte Nova

O Bahia adotou o sistema de forma gradual. A biometria se tornou obrigatória a partir de agosto de 2024, inicialmente em setores como Cadeira Sudeste e Visitante. O primeiro jogo com a nova exigência foi contra o Paysandu, pela Copa do Brasil, no dia 21 de maio.

Combate ao cambismo

Vitor Ferraz, diretor de Operações e Relações Institucionais do Bahia, afirma que o sistema trouxe ganhos em segurança e praticidade. “O impacto é direto. Já não verificamos mais a prática do cambismo como antes”, afirmou.

No entanto, a torcida relata que o problema ainda resiste, embora em menor escala. O torcedor Bruno Santana contou ter visto cambistas vendendo ingressos nas proximidades da Fonte Nova. “Diminuiu bastante, mas ainda tem quem tente. A diferença é que hoje há mais controle e as filas também estão menores”, comentou.

Situação semelhante é observada no Barradão. Alguns torcedores ainda se deparam com ofertas de ingressos nas redondezas, com vendedores prometendo transferir a titularidade por meio do aplicativo oficial do clube. A prática, no entanto, gera desconfiança e medo de golpes.

Impacto nos sócios

Além de combater o cambismo, a biometria facial atingiu uma prática comum: o aluguel de carteirinhas de sócio. Com a exigência do reconhecimento individual, a comercialização indevida de acessos tornou-se inviável, o que impactou diretamente na base de associados dos clubes.

O Vitória, por exemplo, chegou a registrar 44 mil sócios em abril deste ano. Atualmente, o número de ativos caiu para cerca de 33 mil. A má fase do time pode ser um fator, mas a nova tecnologia também é apontada como causa da retração.

Éder Miranda, diretor do programa “Sou Mais Vitória”, reconhece a mudança como positiva. “Com o reconhecimento facial, garantimos que o verdadeiro sócio esteja presente no estádio. Isso reforça o caráter pessoal e intransferível do programa”, declarou.

No Bahia, a situação não era diferente. Torcedores já foram punidos por alugar suas carteiras de sócio, especialmente em jogos de maior apelo. A biometria agora limita esse tipo de fraude e ajuda a valorizar a experiência de quem é, de fato, associado ao clube.

*Metro1

Foto: Divulgação/Etice


A memória de Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião, foi celebrada com emoção na manhã desta segunda-feira (4), durante a tradicional missa realizada no Santuário Senhor dos Passos, em Feira de Santana. A cerimônia, que une fé e cultura, marcou os 36 anos do falecimento do artista, ocorrido em 2 de agosto de 1989. Neste ano, por motivos logísticos, a celebração foi transferida para o dia 4.

Forrozeiros, artistas, fiéis e admiradores da música nordestina participaram do momento de fé, que se repete anualmente desde a morte do cantor. A celebração foi presidida pelo padre Júlio Santa Bárbara, reitor do Santuário, que conduziu a missa pela terceira vez.

“O que fazemos aqui é mais do que uma homenagem. É um verdadeiro encontro entre fé e cultura, entre espiritualidade e identidade popular. Luiz Gonzaga foi um homem que elevou a alma nordestina através da música, da poesia e da luta”, destacou o padre.

A tradição começou 30 dias após a morte de Gonzaga, quando um grupo de fiéis solicitou ao então Frei Félix uma missa em sua memória. Desde então, a celebração se repete todos os anos, mantendo viva a conexão entre religiosidade e arte popular.

Sobrinho de Luiz Gonzaga, presente na cerimônia, lembrou da relevância do artista para a cultura brasileira e lamentou a ausência do tio mesmo após mais de três décadas. “A saudade que sentimos é maior do que esses 36 anos. Ele nos faz falta. E a cultura que ele representava já estava sendo descaracterizada ainda em vida”, afirmou. Ele também relembrou o desabafo feito por Gonzaga no início dos anos 1980, quando questionou a baixa execução de suas músicas em seu próprio estado natal.

Este ano, o tradicional quadro gigante com a imagem do artista não pôde ser levado à igreja. Ainda assim, a cerimônia foi marcada por símbolos carregados de significado: imagens de Padre Cícero, Frei Damião e Chico Mendes – todos homenageados por Luiz Gonzaga em vida – estavam presentes, junto com relíquias como discos de vinil do forrozeiro.

A missa, mais uma vez, reafirmou o papel de Luiz Gonzaga como símbolo da cultura nordestina e um dos maiores nomes da música popular brasileira. Seu legado segue ecoando não apenas nas festas juninas, mas no coração de um povo que nunca esqueceu sua voz.

*Com informações do Acorda Cidade

Foto: Ed. Santos


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Moraes justificou que descumpriu as medidas cautelares impostas a ele, por ter veiculado conteúdo nas redes sociais dos filhos.
Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.
“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes. Para o ministro, a atuação do ex-presidente, mesmo sem o uso direto de seus perfis, burlou de forma deliberada a restrição imposta anteriormente.
Com isso, Moraes determinou que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar em seu endereço residencial. A decisão inclui:
uso de tornozeleira eletrônica;
proibição de visitas, salvo por familiares próximos e advogados;
recolhimento de todos os celulares disponíveis no local.

*G1
Foto: REUTERS/Mateus Bonomi 



Manu Pilger, Mestra em Comunicação pela UFRB

Nos últimos tempos, tem sido cada vez mais comum ouvir o desabafo de mulheres que, além de assumirem sozinhas a criação dos filhos, carregam também o peso do preconceito quando tentam recomeçar sua vida afetiva. São mães solos que sonham em encontrar alguém para dividir alegrias, companheirismo e afeto, mas se deparam com perguntas e atitudes que revelam uma mentalidade ainda presa ao passado ou ao menos a uma lógica que deveria ter ficado para trás.

Entre as principais queixas, destaca-se um comportamento que choca pela frieza: homens que, no primeiro contato, questionam quem é o “provedor” das contas da casa ou quem sustenta a família. A frustração dessas mulheres não está apenas no constrangimento imediato da pergunta, mas no que ela revela: a ideia, ainda enraizada, de que a mulher com filhos é um “fardo” financeiro, e que se relacionar com ela seria uma espécie de “ônus” ou “compromisso automático” com despesas que não lhe dizem respeito.

Essa visão distorcida escancara não apenas o machismo estrutural, mas também um pensamento capitalista que associa relações a custos e não a afetos. É diferente da mulher solteira sem filhos, que muitas vezes passa ilesa a esse tipo de julgamento. A mãe solo, por outro lado, precisa lidar com o estigma de ter filhos e, ainda assim, é criticada quando busca reconstruir a própria felicidade.

O paradoxo é evidente: a sociedade condena mães solos tanto por permanecerem sozinhas (“ninguém quer mulher com filho”) quanto por ousarem buscar um relacionamento (“olha aí, querendo que alguém banque o filho”). É uma armadilha emocional e social. E como bem lembrou Tom Jobim, é impossível ser feliz sozinho querer companhia não é sinal de fraqueza ou incapacidade, mas de humanidade.

Nesse novo tempo, em que modelos de família se ampliam para incluir uniões homoafetivas, famílias recompostas e diversas formas de amar, é urgente que os homens, e a sociedade como um todo, revisitem seus conceitos sobre relacionamentos com mães solos. Que enxerguem essas mulheres não como um “pacote problemático”, mas como mulheres inteiras, que já demonstraram força e coragem ao seguirem sozinhas e que merecem dividir não apenas as contas mas principalmente as alegrias, o cuidado e o amor.

O que se espera dos homens, hoje, não é apenas que sejam provedores, mas que sejam parceiros: dispostos a construir junto, a respeitar a história da mulher e de seus filhos, e a somar felicidade em vez de pesar com julgamentos. Só assim será possível caminhar rumo a relações mais saudáveis, empáticas e maduras onde ser mãe solo não seja mais sinônimo de solidão forçada.


Suprema Corte analisa, ainda, temas como transporte de animais de apoio emocional em aviões e a coleta obrigatória de DNA de condenados

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fachada do Supremo Tribunal Federal, em Brasília | Foto: Divulgação/STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concentram sua atenção nesta semana em julgamentos que envolvem desde o uso de material genético de condenados até o transporte de animais de apoio emocional em voos. Há, ainda, a apreciação de temas políticos e econômicos relevantes para o cenário nacional.

Dentre os processos em pauta, destaca-se a análise da legalidade das federações partidárias, o debate sobre a coleta obrigatória de DNA de pessoas condenadas e a avaliação do papel da Polícia Militar do Distrito Federal nos eventos do 8 de janeiro. 

Também haverá o debate sobre a cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e sua aplicação em contratos internacionais.

STF analisa federações partidárias e transporte de animais

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Na próxima quarta-feira, 6, o plenário avaliará uma ação do PTB, que argumenta que a legislação das federações partidárias viola a proibição constitucional das coligações proporcionais. O ministro Luís Roberto Barroso concedeu uma liminar que determinou que as federações devem registrar seus estatutos até seis meses antes das eleições, prazo equivalente ao exigido de partidos.

Outro tema da quarta-feira 6 envolve a obrigatoriedade ou não das companhias aéreas brasileiras transportarem gratuitamente animais de suporte emocional em cabines de voos nacionais com origem, ou destino, no Rio de Janeiro. O ministro André Mendonça suspendeu a lei estadual que determinava essa obrigação, e o plenário decidirá se mantém a medida.

No mesmo dia, os ministros vão analisar a constitucionalidade da coleta de material genético de condenados por crimes violentos. A ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge defende a medida, pois “a obrigação está amparada em lei e não fere o princípio da legalidade”.

Em relação à Cide, o STF avaliará recurso da Scania Latin America contra decisão do TRF-3. O Tribunal permitiu a cobrança da contribuição sobre remessas ao exterior para contratos de tecnologia. A empresa, por sua vez, alega que os fundos arrecadados não têm sido destinados exclusivamente ao desenvolvimento tecnológico, como previsto em lei.

Também será discutida a possibilidade de incluir empresas de um mesmo grupo econômico na execução de condenações trabalhistas, mesmo sem terem participado do processo original. Cinco ministros, entre eles Dias Toffoli, Flávio Dino, André Mendonça e Nunes Marques, são contra a inclusão automática, salvo em situações excepcionais. Edson Fachin diverge e defende a inclusão, desde que a empresa possa recorrer.

Julgamentos virtuais: 8 de janeiro e acordos de leniência

Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Entre 8 e 18 de agosto, a Primeira Turma da Corte julgará, em plenário virtual, ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal por suposta omissão nos atos do 8 de janeiro de 2023. 

Eles respondem a acusações de crimes como tentativa de golpe de Estado. Especialistas veem o caso, que está sob a relatoria de Alexandre de Moraes, como referência para futuros julgamentos.

No plenário virtual, também a partir do dia 8, os ministros avaliam a repactuação dos acordos de leniência de empresas investigadas na Lava Jato. As companhias, incluindo Andrade Gutierrez, Braskem e Novonor, poderão ter abatimento de até 50% nos valores devidos. Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou apoio à repactuação desses acordos.

Informações Revista Oeste


tema: instalação de uma delegacia da PF, em Feira de Santana

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