A campanha de vacinação contra a dengue segue intensificada em Feira de Santana. Desde que iniciou a imunização, em 15 de fevereiro, um total de 3.107 crianças, com idades entre 10 e 14 anos, foram vacinadas.
A vacinação continua neste fim de semana. No sábado (24) a ação será no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), das 8h às 12h, localizado na Avenida João Durval Carneiro e no distrito da Matinha, das 8h às 12h30, na unidade de saúde.
No domingo (25) será a vez de Tiquaruçu receber a vacinação, que ocorrerá na unidade de saúde, das 8h às 12h30.
Para receber as doses, é necessário que os responsáveis apresentem o documento de identidade da criança, o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e a caderneta de vacinação.
Vale ressaltar que a aplicação da vacina será realizada apenas na presença dos pais ou responsável legal.
O presidente do PL Bahia, João Roma, participa do ato em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (25). Confirmaram presenças também o deputado federal Capitão Alden (PL) e os estaduais Leandro de Jesus (PL) e Diego Castro (PL).
“Em defesa da nossa liberdade e democracia, estarei junto com o nosso capitão, neste domingo, em São Paulo”, comunicou Roma em suas redes sociais. A expectativa dele é que a manifestação seja ordeira e pacífica.
Para o ex-ministro da Cidadania na gestão de Jair Bolsonaro, é muito importante que os brasileiros se engajem no propósito de lutar contra os desmandos que vêm ocorrendo no país. “Vamos caminhar unidos nessa missão”, assinalou.
Nesta sexta-feira (23), no Rotativo News (Sociedade News FM 102.1), o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, comentou sobre o decreto emergencial publicado na quarta-feira (21), que pode impossibilitar a realização da Micareta 2024; das ações do governo para as famílias prejudicadas pelas fortes chuvas e outros assuntos.
Orlando (United States), 31/01/2023.- Former Brazilian President Jair Bolsonaro attends an event with members of the Brazilian community at the Majestic Life Church in Orlando, Florida, USA, 31 January 2023. Bolsonaro has applied for a six-month visitor visa to remain in the US, according to his lawyer Felipe Alexandre. (Brasil, Estados Unidos) EFE/EPA/CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH
O Exército Brasileiro está preparando celas especiais para atender possíveis prisões de militares. Algumas instalações foram ativadas durante a prisão do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL). As informações são do Poder360.
As celas têm cerca de 20 metros quadrados e grades nas janelas. Elas contêm mobília e câmeras internas.
– Cada unidade tem sistema de monitoramento nas suas dependências. Estão localizadas no Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília, mas há outras unidades no BGP (Batalhão de Guarda Presencial) e no Regimento de Cavalaria – reportou o portal.
Cid foi preso em maio de 2023, no caso que tratou da inserção de dados falsos em carteiras de vacinação do ex-presidente da República e de seus familiares, além do próprio Cid.
Autoridades nas Forças Armadas antecipam o avanço das investigações da PF (Polícia Federal) que miram supostas tratativas golpistas durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Uma nova leva de ativações começou durante a Operação Tempus Veritatis, que mirou Bolsonaro e aliados – incluindo militares– em 8 de janeiro de 2024. A PF prendeu quatro pessoas de maneira preventiva, três delas eram do Exército.
Nesta quinta-feira (22), Jair Bolsonaro e outras 13 pessoas investigadas na Tempus Veritatis prestam depoimento à PF.
O presidente da Bolívia, Luis Alberto Arce, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, saíram em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois de o líder do Brasil comparar as ações militares de Israel em Gaza com o Holocausto.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, havia comentado anteriormente em seu perfil X (antigo Twitter) que Lula “apenas falou a verdade”. “A verdade se defende ou a barbárie nos aniquilará”, disse Petro. Já Arce e Díaz-Canel mostraram solidariedade a Lula por ter sido considerado “persona non grata” por Israel.
Em relação a Maduro, o líder reafirmou a comparação que Lula fez de Israel com o Holocausto e disse em entrevista ao programa “Con Maduro +” que “o que estão fazendo, como disse o presente Lula da Silva na reunião da União Africana, o que estão fazendo a partir do governo israelense é a mesma coisa que Hitler fez contra o povo judeu”.
Após o jogo contra o Sport pela Copa do Nordeste, o Fortaleza teve o ônibus apedrejado na noite da quarta-feira (21), na BR-232, no Curado, na Zona Oeste do Recife. Segundo o clube cearense, seis jogadores ficaram feridos com o ataque dos vândalos e foram levados para o Real Hospital Português, no bairro do Paissandu, na área central da cidade. O ataque aconteceu após o empate por 1 a 1 entre os dois times na partida que aconteceu na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. A equipe do Fortaleza voltava para o hotel em que estava hospedada quando o ônibus foi atacado pelos vândalos.
Um vídeo publicado pelo clube cearense no Instagram mostra as pedras que foram jogadas contra o ônibus, que ficou com várias janelas quebradas e estilhaços de vidros sobre as poltronas. Nas imagens, ainda é possível ver manchas de sangue em alguns dos assentos do veículo. “Eu estava no ônibus, vi torcedores com camisa amarela, já vi uma bomba no nosso ônibus, quebrou toda a lateral do vidro do ônibus, seis atletas que ficaram lesionados”, afirmou Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, ao ge.
Um tema extremamente crucial para o futuro do nosso estado: a educação, ver a proposta do governo Professor Jerônimo que sugere a aprovação em massa nas nossas escolas, independentemente do desempenho dos alunos durante o ano letivo. Devo dizer, com toda a firmeza, que considero essa ideia não apenas um completo absurdo, mas também um profundo desrespeito com o povo da Bahia.
É imperativo entender que a qualidade da educação que é oferecido aos filhos de baianos e baianas é a base para o desenvolvimento futuro do nosso estado. Estar satisfeito com medidas que visam apenas inflar estatísticas sem se preocupar com o verdadeiro aprendizado é ignorar o potencial de cada um dos nossos jovens. Isso explica, em parte, por que estamos enfrentando um baixo índice de educação há anos, afirmou Matheus.
E completou dizendo “ Não podemos e não devemos aceitar essa situação como nossa realidade inalterável. A educação de qualidade vai muito além de possuir escolas com excelentes infraestruturas. Ela é construída com base em um ensino que realmente agregue valor, na capacidade incrível que sei que nossos professores possuem, e no acompanhamento criterioso do desempenho de cada aluno, independentemente de quem seja.”
E outra, devemos olhar para exemplos de sucesso como o Ceará e Pernambuco, que no Nordeste apresentam os melhores índices de educação, que devemos buscar inspiração. Esses estados demonstram que, com as políticas certas e um comprometimento real com a educação, podemos alcançar resultados extraordinários. Portanto, é rejeitável qualquer proposta de aprovação em massa sem a devida consideração pelo aprendizado e desenvolvimento dos alunos, finalizou Matheus.
O governo da Argentina fixou um aumento de 30% no salário mínimo no total entre fevereiro e março, de acordo com o porta-voz da Presidência na terça-feira (20), em meio a uma inflação de mais de 250% ao ano.
Durante uma reunião realizada na última quinta-feira (15), o Conselho do Salário Mínimo — composto pelo governo, pelas câmaras empresariais e pelos sindicatos, pediu um aumento de 85%. O porta-voz Manuel Adorni firmou que não foi possível um acordo.
“Não foi possível que as partes chegassem a um acordo na discussão sobre o salário mínimo, afirmou. Nesse contexto, acrescentou o porta-voz, “o governo deve arbitrar entre as partes e fixar um salário mínimo”, algo que o presidente Javier Milei havia inicialmente rejeitado.
O valor foi estabelecido em 180 mil pesos para fevereiro (US$ 204 na taxa oficial de câmbio, ou R$ 1.007), o que representa um aumento de 15% em relação aos 156 mil pesos atuais. E em 202,8 mil pesos para março (US$ 230, ou R$ 1.136), um aumento de 30% em relação ao valor atual.
O ajuste salarial ocorre em um momento de avanço de tensões sociais na Argentina, onde a pobreza atinge 57% da população, segundo um estudo do Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (UCA) divulgado no último fim de semana. Desde o último ajuste salarial em dezembro, a inflação argentina foi de 25,5% naquele mês e de 20,6% em janeiro, totalizando uma inflação interanual de 254%.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luis Roberto Barroso, negou, na noite de terça-feira (20), o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que o ministro Alexandre de Moraes fosse impedido de atuar no inquérito sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. As informações são do portal InfoMoney.
Segundo as investigações da Operação Tempus Veritatis, da PF, Bolsonaro e auxiliares diretos, incluindo militares do alto escalão do governo, teriam planejado um golpe de Estado que seria deflagrado após a derrota do ex-presidente na eleição de 2022.
“Não houve clara demonstração de qualquer das causas justificadoras de impedimento”, afirmou Barroso.
Em petição protocolada há uma semana, a defesa de Bolsonaro argumentou que Moraes não poderia ser interessado e, ao mesmo tempo, juiz do caso. O magistrado aparece nas investigações como alvo dos supostos golpistas.
Moraes figura nas investigações da Polícia Federal (PF) como alvo de uma minuta de decreto de golpe de Estado que previa sua prisão. Dessa forma, segundo a defesa de Bolsonaro, ele não poderia julgar o caso por ser interessado no processo.
Os advogados argumentaram que Moraes teria autorizado medidas cautelares contra pessoas que supostamente lhe infligem receio pessoal, “ou seja, assumiu, a um só tempo, a condição de vítima e de julgador”, diz a defesa do ex-presidente.
O presidente do STF, contudo, considerou o argumento insuficiente. Barroso anotou que “os fatos narrados na petição inicial não caracterizam, minimamente, as situações legais que impossibilitam o exercício da jurisdição pela autoridade arguida”.
Em paralelo, Barroso também negou outros 191 pedidos para afastar Moraes da relatoria dos inquéritos sobre o 8 de janeiro de 2023. Todos os pedidos foram apresentados, em separado, pelas defesas de réus e investigados.
O Senado aprovou nesta terça-feira (20), por 62 votos favoráveis, dois votos contrários e uma abstenção, um projeto de lei que proíbe a “saidinha”, benefício que permite a saída temporária de presos. Os dois parlamentares que votaram contra a proposição foram os senadores Cid Gomes (PSB-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE).
A autorização é dada aos detentos que tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de primeira condenação, e um quarto, quando reincidentes. As “saidinhas” ocorrem até cinco vezes por ano e não podem ultrapassar o período de sete dias. Com a aprovação do projeto no Senado, a matéria agora voltará para a Câmara, que terá que apreciar as emendas feitas ao texto.
Uma das alterações em relação ao texto que veio da Câmara foi proposta pelo senador Sergio Moro (PL-PR). Ele apresentou uma emenda ao relator da proposta, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para permitir o benefício aos presos que frequentarem cursos supletivos profissionalizantes, ensino médio ou superior. A emenda foi acatada por Flávio.
Uma das principais discussões ocorreu em torno de um destaque do senador Fabiano Contarato (ES), líder do PT na Câmara. Ele pedia que presos por crimes hediondos e inafiançáveis, como tortura, tráfico de entorpecentes, terrorismo, lei de segurança nacional, crimes hediondos e racismo também fossem alvo da restrição das “saidinhas”. A proposta, porém, foi rejeitada.
– Peço às senhoras e aos senhores senadores, não vamos trazer essa discussão do 8 de janeiro, que é o que esse destaque quer. A sociedade espera de nós seriedade – afirmou o senador Flávio Bolsonaro, argumentando que os detidos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 seriam atingidos pela medida proposta por Contarato.
Além do fim da saidinha, a proposta aprovada no Senado também prevê a exigência de exames criminológicos para a progressão de regime penal e o monitoramento eletrônico obrigatório dos detentos que passam para os regimes semiaberto e aberto. O exame deve avaliar “autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade”.