Foi definido nesta sexta-feira (15), na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), o consórcio responsável pela construção e operação dos serviços não assistenciais do novo Hospital Municipal de Feira de Santana. O Consórcio Saúde Feira de Santana venceu a licitação da Parceria Público-Privada (PPP) com proposta de R$ 6.287.200,00.

O certame contou com a presença do prefeito José Ronaldo de Carvalho, do secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, além de representantes da administração municipal e dos grupos participantes da disputa.

O novo hospital será voltado ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e terá estrutura de alta complexidade, com 110 leitos de internação, incluindo 10 leitos de UTI, centro cirúrgico moderno e parque de bioimagem para exames e diagnósticos.

O consórcio vencedor ficará responsável pela construção da unidade e também pela operação de serviços não assistenciais, como manutenção, segurança, lavanderia e logística.

Durante o evento, José Ronaldo afirmou que o momento representa a realização de um sonho antigo para Feira de Santana e destacou o trabalho técnico realizado para viabilizar o projeto.

Segundo a Prefeitura, a proposta é fortalecer a rede municipal de saúde, ampliando o acesso da população aos serviços especializados e aumentando a capacidade de atendimento no município.


A Bahia deve atravessar um período de estabilidade climática, com predomínio de sol e temperaturas elevadas em praticamente todas as regiões neste fim de semana. É o que aponta a previsão divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

De acordo com os dados do monitoramento realizado pela Coordenação de Estudos de Clima e Projetos Especiais (COCEP), o Vale do São Francisco deve registrar as temperaturas mais altas nos próximos dias, podendo atingir 35°C, enquanto nas áreas serranas do interior, como Piatã e Vitória da Conquista, as mínimas ficam abaixo de 17°C, evidenciando a diversidade climática característica do território baiano.

Sexta-feira (15)

Nesta sexta-feira, as condições do tempo permanecem predominantemente estáveis em toda a Bahia. Sol e temperaturas elevadas devem ser observados ao longo do dia, especialmente no período da tarde, quando o interior registra os valores mais expressivos. Na faixa litorânea, há possibilidade de chuvas fracas e pontuais, mas com o sol prevalecendo. Em Salvador, na Região Metropolitana e no Recôncavo Baiano, a previsão é de céu com poucas nuvens e temperaturas entre 22°C e 31°C.

Sábado (16)

No sábado, o tempo segue sem maiores alterações. Chuvas rápidas e isoladas podem ocorrer no litoral, mas o sol prevalece em todas as regiões ao longo do dia. Salvador mantém o mesmo padrão do dia anterior, com mínima de 23°C e máxima de 31°C. No oeste do estado, municípios como Barra e Bom Jesus da Lapa devem registrar máximas de 35°C, enquanto no sertão do São Francisco, Remanso e Juazeiro chegam a 32°C.

Domingo (17)

Para o domingo, a previsão indica mudança parcial no quadro. Áreas de instabilidade atmosférica devem favorecer o aumento de nebulosidade e pancadas de chuva de caráter pontual no litoral e no nordeste do estado. Nas demais regiões, o sol e o calor seguem como condição dominante. Ibotirama pode atingir 35°C, mesma marca projetada para Barra. Em Piatã, a mínima prevista é de 15°C — a menor do período entre as cidades monitoradas.

Segunda-feira (18)

A tendência para o início da semana aponta condições mais úmidas no leste baiano, com expectativa de aumento de nebulosidade e ocorrência de chuvas nessa faixa do estado. Nos demais setores, o sol deve prevalecer ao longo do período. O padrão de calor no interior segue inalterado: Bom Jesus da Lapa, Barra e Ibotirama devem encerrar o fim de semana estendido ainda com máximas entre 34°C e 35°C.

Foto: Matheus Lemos/ASCOM


O leilão de concessão administrativa que definirá a empresa ou consórcio responsável pelo novo Hospital Municipal, que acontece nesta sexta-feira (15), a partir das 14h, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), terá transmissão ao vivo reproduzida pelo site oficial da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br), Youtube oficial da Prefeitura (https://www.youtube.com/@prefeituradefeira) e da TV Feira (https://www.youtube.com/@tvfeira2.1).

A licitação será definida pelo critério de menor valor global apresentado, modelo adotado para assegurar a proposta mais econômica e vantajosa para os cofres públicos. O prefeito José Ronaldo de Carvalho acompanha presencialmente, em São Paulo, todas as etapas do leilão realizado na Bolsa de Valores (B3).

A parceria público-privada terá duração de 22 anos e movimentará um volume de recursos estimado em R$ 1,88 bilhão. Desse total, cerca de R$ 286,2 milhões serão destinados à implantação da estrutura hospitalar e futuros reinvestimentos. A previsão é que R$ 161,6 milhões sejam aplicados logo nos primeiros dois anos do contrato, acelerando a execução das obras do novo hospital.

O modelo adotado pela Prefeitura estabelece uma divisão entre os serviços assistenciais e a gestão da infraestrutura. Caberá à empresa vencedora executar a construção da unidade hospitalar e administrar áreas de suporte, como manutenção, segurança, lavanderia e logística. A proposta é utilizar a expertise da iniciativa privada na operação estrutural do equipamento, garantindo mais eficiência administrativa e melhor aproveitamento dos recursos públicos.

Conforme informações da assessoria da FAESP, responsável por prestar suporte técnico ao município durante o processo do leilão, os parâmetros financeiros do projeto passaram por criteriosa validação para tornar a concessão atrativa ao mercado. A estratégia da administração municipal é concentrar os esforços da Prefeitura na assistência direta à população, deixando sob responsabilidade da concessionária os serviços operacionais e de infraestrutura do hospital.

*Secom
Fotos: Dus Hamanaka


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta sexta-feira (15) às críticas feitas pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) sobre as negociações envolvendo recursos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Antes de embarcar de Brasília para o Rio de Janeiro, Flávio afirmou que Zema “foi precipitado” ao condená-lo publicamente e disse que esperava ao menos o “benefício da dúvida”. Segundo o parlamentar, ele tentou contato com Zema após as declarações do mineiro.

– Acho que ele foi precipitado, eu acho que eu merecia, pelo menos, da parte dele, já que nós conversamos, o benefício da dúvida, pelo menos. E após as minhas declarações, após os meus esclarecimentos, todo mundo com quem eu conversei diz que ficou bastante claro que não houve nada de errado, portanto, eu acho que ele se equivocou em se antecipar e pré-condenar. Ele se equivocou, jamais faria isso com ele – disse.

Na última quarta (13), mesmo dia em que o site Intercept Brasil divulgou o conteúdo de conversas entre Flávio e Vorcaro, Zema classificou como “imperdoável” e “um tapa na cara da sociedade” o fato de o senador ter cobrado recursos do banqueiro.

Em contraste, Flávio elogiou a postura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), também pré-candidato ao Planalto, dizendo que o o político adotou uma posição mais respeitosa diante da crise.

Flávio nega qualquer irregularidade na relação com Vorcaro e sustenta que os recursos correspondem a patrocínio privado para uma obra privada, sem uso de dinheiro público ou vantagem pessoal. O senador também sustenta que os valores foram direcionados a um fundo de investimento sediado nos Estados Unidos e fiscalizado por autoridades americanas.

*Pleno.News
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado


A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) sedia, na próxima sexta-feira (15), o leilão de concessão administrativa que promete transformar a saúde pública de Feira de Santana. O certame, marcado para as 14h, definirá a empresa ou consórcio responsável pelo novo Hospital Municipal da cidade. A disputa, na capital paulista, adotará o critério de menor preço global para escolher a proposta mais vantajosa para o município. O prefeito José Ronaldo de Carvalho está em São Paulo e acompanha pessoalmente todo o processo do leilão.

O contrato prevê um valor total expressivo de R$ 1.881.936.896,23 ao longo de 22 anos de vigência da parceria público-privada. Desse montante, R$ 286,2 milhões serão aplicados diretamente em investimentos estruturais e reinvestimentos futuros. A maior parte desse capital, somando R$ 161,6 milhões, será injetada já nos dois primeiros anos de contrato para garantir a celeridade das obras da unidade de saúde.

O projeto inovador separa a gestão clínica da infraestrutura física e dos serviços de apoio. A concessionária vencedora assumirá a construção do hospital, além de atividades não assistenciais, como manutenção predial, segurança, lavanderia e logística hospitalar. Essa modelagem visa transferir a eficiência operacional do setor privado para o gerenciamento do espaço, otimizando o gasto dos recursos públicos.

Segundo a assessoria da FAESP, que atua no suporte à Prefeitura de Feira de Santana durante o leilão, os valores foram rigorosamente validados para atrair grandes investidores. A estratégia da gestão municipal busca aliviar a máquina pública de funções burocráticas e operacionais pesadas. Com a infraestrutura sob a tutela privada, a Prefeitura foca seus esforços e investimentos exclusivamente no atendimento médico final aos cidadãos.

O acompanhamento do leilão na sede da B3 será aberto aos veículos de imprensa de forma presencial e remota. Jornalistas interessados em comparecer ao local, no centro de São Paulo, devem realizar o credenciamento prévio por e-mail com a assessoria da Bolsa. Para o público geral e correspondentes regionais, o evento terá transmissão ao vivo e em tempo real por meio do canal digital da TV B3.

*Secom


Nesta quarta-feira (13), supostos áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conversando com o banqueiro Daniel Vorcaro e pedindo financiamento para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro foram divulgados pelo site The Intercept Brasil. No entanto, o dono do Banco Master não teria financiado apenas um filme sobre o líder da direita brasileira. De acordo com a colune de Lauro Jardim, do jornal O Globo, Vorcaro também teria destinado recursos a um filme sobre o ex-presidente Michel Temer (MDB) e outro sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com o portal, uma das produções é o documento Lula, dirigido por Oliver Stone. O filme foi lançado em 2024 e conta a história do petista desde a sua infância.

Já o outro filme é 963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos, dirigido por Bruno Barreto. O filme conta a história da gestão de Temer após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Após a divulgação da reportagem, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República disse em nota que nem o governo, nem o presidente Lula pediram recursos a Vorcaro para a produção do filme.

Já o produtor do documentário sobre Temer, Elsinho Mouco, negou que tenha pedido dinheiro ao banqueiro.

*Pleno.News
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (14) a sexta etapa da Operação Compliance Zero, voltada à apuração de crimes ligados ao Banco Master. Nesta fase, foi preso Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação também mira pessoas próximas ao ex-executivo, apontadas como parte de um grupo usado para interferir no andamento do caso.

Estrutura paralela operava em sigilo e com divisão de tarefas

A Polícia Federal aponta que o grupo conhecido como “A Turma” atuava como um núcleo paralelo dentro das investigações do caso Banco Master. Segundo informações divulgadas pela CNN, a estrutura teria sido criada para reunir informações, monitorar pessoas e proteger interesses ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O funcionamento era discreto, baseado em funções divididas e comunicação restrita entre os envolvidos.

Como o grupo se organizava na prática

De acordo com as apurações, o núcleo operava como uma rede organizada, em que cada pessoa tinha uma função específica. Entre as atividades estavam:

vigilância de alvos
coleta de informações
repasse de dados
financiamento das ações

Essa divisão permitia continuidade das operações e dificultava o rastreamento pelas autoridades.

Monitoramento de pessoas e coleta de dados

A investigação indica que o grupo acompanhava jornalistas, autoridades e ex-funcionários ligados ao Banco Master. O monitoramento incluía levantamento de rotina, movimentações e dados pessoais. As ações eram feitas de forma clandestina, sem autorização legal, com uso de observação e cruzamento de informações.

Intimidação e pressão sobre alvos

Além da vigilância, o núcleo também atuaria na intimidação de pessoas consideradas críticas ao grupo. Segundo a PF, havia ações para constranger ex-funcionários e outros alvos estratégicos. A pressão envolvia obtenção de informações sensíveis e tentativas de influência indireta.

Quem fazia parte da “Turma”

As investigações apontam os seguintes nomes e funções dentro do grupo:

Marilson Roseno da Silva (policial federal aposentado): apontado como possível líder do núcleo, responsável por coordenar vigilância e uso de contatos da área de segurança
Luiz Phillippi Machado de Moraes Mourão (“Felipe Mourão” ou “Sicário”): coordenação de monitoramento e coleta de informações; morreu após tentativa de suicídio enquanto estava preso
Fabiano Campos Zettel (cunhado de Vorcaro): responsável por financiamento e pagamentos do grupo
Ana Cláudia Queiroz de Paiva: atuação no financiamento e repasses
Paulo Sérgio Neves de Souza: participação em monitoramento de alvos
Belline Santana: atuação em vigilância de pessoas
Leonardo Augusto Furtado Palhares: envolvimento em ações de acompanhamento e coleta de dados

Funcionamento dependia de dinheiro e sigilo

De acordo com a PF, o grupo funcionava com apoio financeiro para sustentar vigilância e operações. O sigilo interno era essencial para evitar rastreamento. Essa estrutura teria permitido a atuação contínua do núcleo até ser alvo das investigações da Polícia Federal.

*Metro1
Foto: Divulgação/PF


A Prefeitura de Feira de Santana deu início às obras de construção de um campo de futebol society e de uma moderna praça para lazer dos moradores do bairro Jardim Acácia. A ordem de serviço foi dada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, na manhã desta quarta-feira (13), cumprindo compromisso assumido com a comunidade.

Ao autorizar o início das obras, o prefeito José Ronaldo observou a importância do equipamento para proporcionar uma área de lazer moderna que atenda todas as faixas etárias da comunidade.

“Hoje começamos o dia aqui no bairro Jardim Acácia iniciando esta importante obra. Estivemos aqui há seis meses para as obras do CAPS III e assumimos o compromisso. Agora estamos dando início à construção deste campo de futebol, com praça e Academia da Saúde”, revelou.

O campo de futebol ocupará uma área de 20 metros de largura por 40 metros de comprimento, tendo ao redor uma pista de cooper com piso intertravado. Também serão instaladas três torres de iluminação para possibilitar a utilização do espaço à noite, com segurança, além de bancos e área de estacionamento para veículos.

Para garantir maior agilidade na execução das obras, duas construtoras vão atuar simultaneamente no local. Enquanto a Jotagê Construções está encarregada da construção da praça, a empresa EG ficará responsável pela construção do campo de futebol society.

O coordenador do projeto One Two, Marcos Trindade, comemorou o início das obras. “Hoje o pontapé inicial para esta importante obra foi dado, unindo forças e projetos sociais”, afirmou.

Também esteve presente a coordenadora da Escolinha de Futebol Nova Geração, Paula Santana.

Durante o início das obras também estiveram presentes o superintendente da SOMA, João Vianey; o secretário de Comunicação, Joilton Freitas; o superintendente de Esportes da Prefeitura, Emerson Brito; o engenheiro Ianco Pinho; além do vereador Edvaldo Lima.

*Secom
Foto: Silvio Tito


A cerimônia de posse de Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (12), acabou servindo também como palco para um novo capítulo da crise entre Palácio do Planalto e Congresso após a derrota da indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A razão para isso foi um gesto – ou a ausência dele – que teve relevância no meio político: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), optou por não aplaudir o chefe da AGU, que estava presente na posse, quando ele foi citado nominalmente durante discurso do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti.

Messias foi mencionado de forma elogiosa por Simonetti, que o chamou de “querido amigo”. Enquanto parte do público reagiu com aplausos, Alcolumbre permaneceu imóvel. O gesto foi acompanhado por outras figuras de peso presentes na solenidade, como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do STF, Edson Fachin, que também não aderiram à manifestação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aplaudiu brevemente.

A cena ganhou peso por ocorrer apenas duas semanas após o Senado rejeitar a indicação de Messias para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no ano passado. A derrota foi histórica: pela primeira vez desde 1894, o Senado recusou formalmente um indicado presidencial ao STF. O placar final foi de 42 votos contra 34, em votação secreta.

Desde antes da sabatina, Alcolumbre já articulava contra o nome de Messias. O senador defendia outro nome para a vaga: seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG), ex-presidente do Senado. Lula, no entanto, tinha outros planos para Pacheco, vendo nele um potencial candidato ao governo de Minas Gerais, e manteve a aposta em Messias.

A tensão ficou visível também na disposição das autoridades durante a posse. Lula e Alcolumbre ficaram sentados lado a lado, mas evitaram interações públicas, sem troca de olhares ou conversas perceptíveis. Nunes Marques ocupou a cadeira ao lado oposto do presidente.

Nos bastidores, a derrota de Messias segue reverberando. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o AGU teria atribuído sua rejeição a uma articulação envolvendo ministros do Supremo, mencionando nominalmente Alexandre de Moraes e Flávio Dino como influenciadores do resultado no Senado.

*Pleno.News
Foto: Luiz Roberto/TSE


A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta um cenário de equilíbrio em um eventual segundo turno da disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 41%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

O estudo mostra ainda que Lula mantém vantagem mais consolidada no Nordeste, entre mulheres, católicos, eleitores acima de 60 anos e beneficiários do Bolsa Família. Já Flávio Bolsonaro apresenta desempenho superior entre homens, evangélicos e moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste/Norte. No recorte regional do cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista lidera amplamente no Nordeste, onde alcança 61% contra 28% do senador.

Em contrapartida, Flávio aparece à frente no Sul, com 49% diante de 30% de Lula, além de vantagem no Centro-Oeste/Norte, por 50% a 36%. No Sudeste, os dois aparecem tecnicamente empatados. A pesquisa também indica melhora na avaliação do governo federal. De acordo com o levantamento, 46% dos entrevistados aprovam a gestão Lula, enquanto 49% desaprovam. No levantamento anterior, realizado em abril, os índices eram de 43% de aprovação e 52% de desaprovação.

O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio de 2026, em entrevistas presenciais realizadas em 120 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

*Metro1
Foto: Montagem: Ricardo Stuckert / PR e Zeca Ribeiro/Agencia Camara