O ex-prefeito de Feira de Santana (BA), José Ronaldo (DEM), afirmou que vai participar do processo político em 2022. Ele não detalhou, contudo, se vai ou não compor com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que quer lançar uma candidatura ao Governo da Bahia.
O feirense afirmou que isto depende somente do entendimento político de partido e passa por algumas conversas. “Vou afirmar pela primeira vez. Eu vou participar desse processo em 2022”, pontuou.
O ex-gestor, que teve papel fundamental para a reeleição de Colbert Martins (MDB) em 2020, defendeu o nome do herdeiro carlista para representar o grupo e reafirmou que tem ótima relação com o soteropolitano. “Tenho uma relação extremamente respeitosa com ACM Neto, eu acho que Neto é um bom candidato para ser governador da Bahia. Agora eu se possível quero participar da chapa majoritária”, salientou.
Ronaldo afirmou ainda que também terá a tarefa de eleger deputados para compor cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara Federal. “Deputado hoje na Câmara Federal tem muito prestígio, para poder ajudar o município, quando eu sonhei em ser governador, eu sonhava em construir um grande hospital em Feira de Santana, um hospital com 200 a 250 leitos e isso só era possível sendo governador, eu sonhava em acabar com esse sofrimento desse anel de contorno de Feira”, lembrou. Ele também rebateu comentários de adversários que davam conta sobre uma suposta “morte política” dele após deixar a prefeitura.
“Quando eu era prefeito e Paulo Souto perdeu a eleição, quem era oposição dizia: ‘José Ronaldo está morto, acabou, por que era Paulo Souto que ajudava ele a ser prefeito de Feira, José Ronaldo nesses dois anos que faltam como prefeito vai se aniquilar, se acabar’”. Quando escutei aquilo, reuni meu secretariado, tomamos decisões firmes, duras. Com essas decisões surgiram os viadutos da cidade, a gente foi para cima e Tarcízio ganhou a eleição. E disseram que eu estava morto. O povo me conduziu melhor ainda. A verdade é que eu sobrevivi a tudo isso e sou extremamente grato a essa terra, essa terra é a minha vida, essa terra eu vivo por ela, eu amo essa terra”, concluiu.
O índice de brasileiros que não pretendem se vacinar contra a Covid-19 aumentou nos últimos meses e já chega a 22%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo neste sábado (12). O porcentual é muito superior aos 9% que haviam declarado recusa ao imunizante em pesquisa realizada em agosto, também pelo Datafolha.
No mais recente levantamento, feito entre 8 e 10 de dezembro com 2.016 brasileiros adultos em todas as regiões e Estados do País, além dos 22% hesitantes, 73% dos entrevistados disseram que vão aderir à vacinação e outros 5% se mostraram indecisos.
A pesquisa revela ainda que embora haja pouca diferença nas respostas de acordo com gênero, idade ou escolaridade, a recusa pode variar bastante de acordo com a origem da vacina.
A maior resistência está relacionada a um imunizante desenvolvido na China, que não seria aceito por 47% dos entrevistados. A recusa a vacinas dos EUA, Inglaterra e Rússia ficaram em 23%, 26% e 36%, respectivamente.
A resistência à imunização é maior também entre os que dizem confiar no presidente Jair Bolsonaro. Ele já fez críticas à Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e se mostrou contrário à obrigatoriedade da vacinação.
De acordo com a pesquisa, o índice de brasileiros que não pretendem tomar a vacina variou de 16% entre os que nunca confiam em Bolsonaro a 33% entre os que disseram sempre confiar no presidente.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Ela foi feita por meio de entrevistas telefônicas.
A arrecadação de donativos da campanha Natal Solidário 2020 ocorreu em formato de drive-thru, na manhã deste sábado (12), no estacionamento das rádios Princesa e Sociedade News FM. A campanha, que está em sua décima quinta edição, é realizada pela Fundação Santo Antônio, pertencente à Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e controladora das duas rádios.
O Vitória voltou a perder na Série B do Brasileirão, desta vez para o Cruzeiro, na noite de hoje (11), em partida disputada no Barradão, em Salvador. O time mineiro venceu por 1 a 0 e complicou a vida do Leão, que passou a se preocupar mais uma vez com a proximidade do Z-4. O gol da partida foi marcado pelo zagueiro Ramon, ex-jogador do Vitória, ainda no primeiro tempo.
A derrota marcou a estreia do técnico Mazola Júnior pelo Vitória. O time baiano segue com 33 pontos e na 14ª posição, com cinco de distância da zona de rebaixamento.
O próximo compromisso do Leão é diante do Juventude, dentro de casa, na terça-feira (15), no Barradão, às 21h30.
O governo Jair Bolsonaro vai editar uma Medida Provisória para abrir crédito de R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra a Covid-19. Com a medida, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deve reforçar o discurso de que a sua pasta vai comprar e distribuir todas as vacinas disponíveis do país, inclusive a Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, órgão ligado ao governo paulista de João Doria (PSDB). A verba deve ser usada para compra de vacina e seus insumos, além da logística e a comunicação da campanha de imunização. A edição da MP foi revelada pela Coluna do Estadão.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que esteve com Pazuello nesta sexta-feira (11), afirmou que as vacinas devem ser “requisitadas” pelo ministério.
– Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid-19 – afirmou Caiado, no Twitter.
Integrantes do governo federal que acompanham a discussão afirmam que a MP deve se limitar a abrir crédito para a compra de vacinas. Dizem ainda que o texto está em construção e veem exagero na fala de Caiado. Procurado, o Palácio do Planalto não se posicionou sobre a MP.
Em seu discurso, Pazuello não tratou de requisição de vacinas, mas ele teve conversas reservadas de pelo menos 1 hora com Caiado durante o evento. O próprio diretor do Butantan, Dimas Covas, disse ao Estadão que se o ministério formalizar o interesse na Coronavac, as doses, então, serão todas ofertadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), ou seja, sem exigir uma medida mais agressiva, como a requisição.
Pazuello disse, na cerimônia, ter determinado a busca por recursos para vacinar “todo o nosso povo”. O general voltou a chamar para o ministério a responsabilidade de organizar a imunização nacional.
– Nenhum estado da federação será tratado de forma diferente. Nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros brasileiros – disse.
Nos últimos dias, Pazuello tem dito que a vacinação seria possível até em dezembro ou janeiro, caso alguma fabricante de vacinas consiga o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial do produto.
O governo Bolsonaro ainda busca reagir a Doria, que promete começar a imunizar a população paulista em 25 de janeiro, mesmo sem ter apresentado dados finais de desenvolvimento da Coronavac. Em Goiânia, Pazuello afirmou que a “ansiedade” para a vacinação “faz parte” e mandou recados.
– É criada pela própria situação da Covid-19, dos riscos, da gravidade da contaminação. É causada pelo açodamento de algumas autoridades do país, mas o governo federal saberá na hora certa se posicionar claramente – prometeu.
Pazuello afirmou que as “previsões” do ministério sobre a vacinação estão “diretamente” ligadas ao registro dos imunizantes na Anvisa. Para isso, é preciso ter todos os estudos finalizados e a agência tem prazo de 60 dias para liberar o produto ou não. Outro caminho, mais célere, é pedir o uso emergencial da vacina, o que pode ser feito com testes finais em andamento, mas a aplicação só poderia ocorrer em grupos restritos, como de profissionais de saúde ou idosos.
– Não é isso que nós consideramos como solução – disse Pazuello sobre o uso emergencial. O ministro disse ainda que irá cobrar “pessoalmente” rapidez na Anvisa para liberar o uso de vacinas.
Até o começo da última semana, o governo Bolsonaro apostava em dois caminhos para imunizar a população. A pasta investiu cerca de R$ 2 bilhões para incorporar a tecnologia de produção da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, além de comprar cerca de 100 milhões de doses. Pazuello afirma que o produto deve ser registrado pela Anvisa no fim de fevereiro de 2021, mas os pesquisadores ainda patinam para fechar o estudo finais de desenvolvimento.
O governo também liberou R$ 2,5 bilhões para ingressar no consórcio internacional Covax Facility, que deve entregar doses suficientes para 10% da população brasileira. No total, a expectativa é ter 300 milhões de doses no próximo ano com estas duas apostas, sendo que a imunização é feita em duas aplicações.
Pressionado, o ministério voltou a negociar na última semana a compra da vacina da Pfizer e fechou um memorando de entendimento para receber 70 milhões de doses no próximo ano. No primeiro semestre, porém, seriam 8,5 milhões.
Um casal foi agredido em um restaurante em Curitiba, no Parná, na noite da quarta-feira (9), depois que o homem teve uma crise de tosse após engasgar. Outro cliente do local desconfiou que ele estava com covid-19 e começou a hostilizá-lo.
“Quando eu consegui levantar da mesa, ele comentou: ‘você está com covid-19’. Eu falei, ‘não, não estou com covid-19’. Ele disse que os familiares dele estavam internados e que estar ali era uma falta de respeito”, disse a vítima ao jornal Bom Dia, Paraná, sem se identificar.
Ele a a mulher receberam socos e pontapés. “Eu achei um absurdo. Eu penso que se eu tenho preocupação com relação ao vírus, não quero me expor para pegar o vírus, eu fico em casa. Imagine se eu vou ao mercado, à farmácia, e vejo alguém tossindo, espirrando, eu vou encher a pessoa de bordoada e vou acusar ela de Covid?!”, comentou a esposa.
Antes de ir embora, o agressor chegou a se desculpar. A matéria diz que o homem atacado perdeu o pai de covid-19 há cerca de três meses. Abalado com o episódio, ele registrou boletim de ocorrência e vai fazer exame de corpo de delito no IML. A Polícia Civil investiga o caso.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou seis pessoas pela morte do autônomo João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças de uma loja do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, no dia 19 de novembro deste ano.
Além dos seguranças Giovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, que foram filmados espancando Freitas, a delegada Roberta Mariana Bertoldo da Silva também indiciou por homicídio triplamente qualificado a funcionária Adriana Alves Dutra e outros três empregados da rede de hipermercados: Paulo Francisco da Silva; Kleiton Silva Santos e Rafael Rezende.
Em vídeos gravados por testemunhas, Adriana aparece filmando as agressões de Silva e Borges contra Freitas e ameaçando pessoas que usavam seus celulares para registrar os fatos. Nas filmagens, Francisco é flagrado impedindo a mulher de Freitas de se aproximar do marido, enquanto Santos e Rezende ajudam Silva e Borges a imobilizar o autônomo que, em dado momento, alerta que não consegue respirar com os seguranças sobre ele.
“A conclusão do inquérito faz uma construção que consegue, através das provas coletadas, trazer elementos que deixam nítido que há sim um tratamento desumano e degradante naquela ação”, disse a delegada-chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Nadine Farias Anflor, a respeito das conclusões apresentadas pela delegada Roberta Mariana.
Com base nas provas reunidas no âmbito do inquérito policial, os seis réus foram indiciados por homicídio qualificado cometido por motivo torpe, por meio da asfixia da vítima, que não teve como se defender. Em seus depoimentos, eles asseguraram que Freitas teria dado início à confusão, ameaçando funcionários e clientes da loja.
Câmeras de segurança registraram o momento em que, ao ser escoltado para fora do estabelecimento, o autônomo atinge Silva com um soco, sendo logo imobilizado por Borges, enquanto Silva passa a desferir uma série de golpes contra sua cabeça.
A Secretaria de Comunicação da Presidência divulgou uma nota nesta sexta-feira (11) na qual informou que o secretário de Cultura do governo federal, Mário Frias, foi levado a um hospital de Brasília com “princípio de infarto”.
De acordo com a Secom, Frias foi submetido a um cateterismo. A secretaria não detalhou, contudo, o estado de saúde do secretário.
Mário Frias foi levado para o hospital Santa Lúcia Norte, na Asa Norte. Procurado, o hospital informou que não poderia passar mais informações.
Mario Frias foi nomeado secretário de Cultura em 19 de junho. O ator sucedeu no cargo a também atriz Regina Duarte, que permaneceu à frente da secretaria por menos de dois meses.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.
Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pretende requisitar vacinas Foto: MS/Erasmo Salomão O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.
– O ministro Pazuello me informou que será editada uma Medida Provisória que vai tratar dessa centralização e distribuição igualitária das vacinas. Toda e qualquer vacina certificada que for produzida ou importada será requisitada pelo Ministério da Saúde – disse o governador. Caiado também defendeu que, com esta MP, “nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”, em referência clara ao movimento do governador de São Paulo, João Doria, que já anunciou a fabricação do imunizante e até o início da aplicação da vacina na população do estado.
A MP que está prestes a ser editada irá atrapalhar os planos de Doria. Em conversa com a jornalista Natuza Nery, da GloboNews, Doria acusou Caiado de seguir a “insanidade de Bolsonaro”.
– A insanidade de Bolsonaro foi adotada por Caiado. Triste o país que tem homens públicos que pensem assim. Negando a pandemia, promovendo a discórdia e abandonando seu povo – afirmou.
Considerada uma das obras mais importantes para Feira de Santana, o Novo Centro, projeto de requalificação da área Urbana da cidade, que visa priorizar o direito de ir e vir das pessoas pelas ruas centrais do comércio local, deve ficar pronto somente em 2021, segundo o prefeito Colbert Martins Filho (MDB). O gestor fez esta afirmação durante entrevista concedida ao programa Rotativo News desta sexta-feira (11).
“Eu acredito que seja concluída no final do ano que vem. Estão em andamento, já começamos a realizar obras nos passeios, mas nós vamos concluir e fazer todas as intervenções”, afirmou.
Questionado sobre o MDB estar ligado à família Vieira Lima, o prefeito Colbert Filho disse estar buscando a participação legítima do partido.
“Nos reunimos em Salvador (BA), na semana passada, Herzem Gusmão (MDB-prefeito reeleito de Vitória da Conquista) e eu, mas a nossa participação será cada vez mais forte. Como fomos indicados pelas urnas, temos o dever que nos foi consagrado pelas unas”, concluiu.
O gestor municipal comentou sobre o ex-prefeito José Ronaldo disputar mais uma vez o governo da Bahia: “Feira já teve cinco deputados federais, pode voltar a ter. Precisamos de um governador como foi João Durval Carneiro, e acredito que o nome de Zé Ronaldo é o mais forte para nos representar, e nós vamos trabalhar muito para isso”, afirmou Colbert.