A Polícia Militar do Distrito Federal e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) realizam uma operação em estradas da região, neste sábado (19, para saber se Lázaro Barbosa, conhecido como ‘o serial killer do Distrito Federal, pode estar escondido no porta-malas dos carros que passam pelo local.
Em todas as saídas das estradas locais, a qualquer condição de suspeita, os policiais param os automóveis para averiguar a possibilidade do homem de 32 anos se esconder nos porta-malas dos veículos, como informa a Record TV.
Um dos motivos da ação é que Lázaros já havia utilizado deste método quando veio de Goiás dentro de um carro, no porta-malas, e saiu do automóvel e correu para a mata ao perceber uma blitz policial.
Simultaneamente, segundo informaram fontes da Secretaria de Segurança Pública à reportagem do Cidade Alerta, outros policiais, com maior experiência em matas, selvas e florestas, irão fazer buscas nestes tipos de campo da região para localizar Lázaro. Esta estratégia deverá durar ao menos cinco dias.
A Bahia registrou, neste sábado (19), 4.737 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e mais 96 mortes pela doença nas últimas 24 horas. Segundo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), também foi registrado 4.325 recuperados.
No total, a Bahia acumula agora 1.092.772 casos confirmados do novo coronavírus e 23.104 mortes em decorrência da infecção, contabilizados desde o início da pandemia, que chegou ao estado no dia 6 de março de 2020, com a identificação da primeira contaminação em Feira de Santana.
Os casos ativos agora somam 16.224. Os municípios baianos com mais casos confirmados desde o início da pandemia são Salvador (220.875), Feira de Santana (47.429), Itabuna (32.006), Vitória da Conquista (31.935), Camaçari (22.983), Lauro de Freitas (21.415), Ilhéus (20.511) e Barreiras (17.764).
A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 81%. Já no caso das unidades pediátricas de terapia intensiva, o percentual é de 63%.
FILA DA REGULAÇÃO Às 12h deste sábado, 74 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 56 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.
Neste sábado (19), o ministro das Comunicações, Fábio Faria, utilizou as redes sociais para criticar a ‘narrativa’ a respeito do número de mortos por Covid-19 no Brasil. Em sua conta do Twitter, ele falou sobre os 500 mil mortos pela doença. De acordo com o ministro, o assunto irá dominar o discurso de “políticos, artistas e jornalistas”, que irão apenas “lamentar” a marca atingida neste sábado, mas sem mencionarem os números positivos da pandemia.
– Em breve vocês verão políticos, artistas e jornalistas “lamentando” o número de 500 mil mortos. Nunca os verão comemorar os 86 milhões de doses aplicadas ou os 18 milhões de curados, porque o tom é sempre o do “quanto pior, melhor”. Infelizmente, eles torcem pelo vírus – escreveu.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que entregará ainda hoje (18) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais cerca de cinco milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).
Com a entrega desta semana, chega a 54,8 milhões o total de doses produzidas em Bio-Manguinhos e disponibilizadas ao Ministério da Saúde. Outras quatro milhões de doses do imunizante foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.
As doses fabricadas em Bio-Manguinhos são produzidas a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA), importado do laboratório chinês WuXi Biologics. Segundo a Fiocruz, um novo carregamento do insumo está previsto para chegar ao Rio de Janeiro na próxima quarta-feira (23), desembarcando no Aeroporto Internacional do Galeão.
Com a próxima remessa de IFA, poderão ser produzidas mais 5,8 milhões de doses, o que garante entregas de vacinas até o dia 16 de julho.
Enquanto trabalha no processamento do IFA que já está em Bio-Manguinhos e avança na transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo, a Fiocruz também aguarda a confirmação da farmacêutica europeia sobre a possibilidade de antecipação dos próximos envios de IFA produzido na China.
A pequena Yasmin Bastos, (10 anos), luta contra um câncer há 6 anos. A criança sofre de Leucemia extramedular e já teve 4 recaídas. Yasmin passou por um transplante de medula óssea e precisa se submeter a um novo tratamento, através da terapia CAR-T Cells, células de defesa do organismo, que são extraídas e moldadas em laboratório para combaterem um tumor. Depois, são infundidas de volta ao paciente. Ou seja, elas agem reprogramando as próprias células do paciente contra a doença. O tratamento custa R$ 3,5 milhões de reais. Por conta do alto valor, a família de Yasmin está pedindo ajuda e disponibilizou duas contas e uma chave PIX para doações:
Bradesco: Ag. 2273. C/C 38128-4
Caixa: Ag. 3802 C/C 21812-6
PIX: CPF – 826.374.315-04 (Viviane P. Bastos Nunes) @ajude.yasmin (Instagram)
relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta sexta-feira (18) os nomes das 14 pessoas que deixam a condição de testemunhas e passam a ser consideradas pelo colegiado como investigadas. Entre os escolhidos estão o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e ex-ministros do governo federal. A lista é composta por: – Marcelo Queiroga, ministro da Saúde; – Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde; – Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores; – Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social da Presidência; – Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde; – Nise Yamaguchi, imunologista; – Paolo Zanotto, virologista; – Carlos Wizard, empresário; – Arthur Weintraub, ex-assessor especial da Presidência; – Francieli Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização; – Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas; – Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde; – Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde; – Luciano Dias Azevedo, anestesista da Marinha.
de Santana sedia até domingo, 20, a 2ª Conferência do Rotary Distrito 4391, no Hotel Ibis. Na manhã de hoje, 18, o governador distrital, Luiz Antônio Macedo Cruz, foi recebido pelo prefeito Colbert Filho, no Paço Municipal Maria Quitéria.
A secretária municipal de Educação, Anaci Bispo Paim, participa do evento representando o presidente do Rotary Internacional 2020-21, Holger Knaack.
Pela primeira vez, uma mulher rotariana é designada para representar o presidente internacional da entidade em uma conferência local. “É uma honra acompanhar e fazer o pronunciamento do líder maior da entidade”, afirma.
Segundo o governador distrital, Luiz Antônio, o objetivo da conferência é promover a aprendizagem, interação de associados, não associados e entretenimento. O evento ocorre das 18h às 21h30 e terá a participação de cantores e cordelistas rotarianos.
Neste sábado, 19, à noite será marcada por premiações e também doações no valor de mil dólares à Fundação Rotária, entidades sem fins lucrativos. “Os premiados receberão o título Paul Harris, fundador do primeiro Rotary Club e primeiro presidente do Rotary International”. As contribuições serão distribuídas a fundos para apoiar programas humanitários e educacionais.
Já no domingo, das 8h às 12h, a programação abrirá espaço para os diversos programas que contemplam a juventude rotariana.
O prefeito Colbert Filho reiterou o papel social do Rotary no mundo, principalmente as ações desenvolvidas em campanhas de vacinação, a exemplo do trabalho para erradicar a pólio há mais de 35 anos.
A demora das forças policiais em conseguir capturar o “maníaco” Lucas Barbosa Sousa, 32 anos, está gerando crítica e defesa aos policiais por parte dos governadores do Distrito Federal e Goiás. Lucas está fugindo há oito dias de um cerco com mais de 200 policiais em uma área rural em Cocalzinho de Goiás, depois de matar quatro pessoas da mesma família em Ceilândia (DF), na última quarta-feira (09) e uma quinta pessoa em Goiás.
O governador Ronaldo Caiado (DEM) se manifestou em uma rede social sobre a fala do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que questionou a força-tarefa para busca de Lázaro Barbosa em Cocalzinho de Goiás. Em pronunciamento, Ibaneis falou que o suspeito faz “quase como de bobos” os profissionais do DF e de GO envolvidos na investigação.
“Que Ibaneis não se atreva a desrespeitar policiais goianos, os melhores do país, novamente. Não admito. Se ele trata policiais do DF com grosseria, minha solidariedade a eles. Em Goiás a polícia é nosso orgulho. Trabalha sério para prender a facínora sem produzir mais vítimas”, diz a publicação do governador Caiado.
O secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, também se pronunciou sobre a declaração do governador do DF.
“Não vou comentar coisa de gente que não está sofrendo aqui com a gente. Uma pessoa que está não sei onde, não merece respeito. Eu valorizo os policiais que estão aqui arriscando suas vidas”.
Lázaro Barbosa tem uma extensa ficha criminal. De acordo com informações divulgadas pelas secretarias de Segurança Pública de Goiás, Bahia e DF, o homem fugiu três vezes da prisão e é acusado de diversos crimes.
Em 2007, aos 19 anos, Lázaro matou dois homens em Barra do Mendes, no noroeste da Bahia, sua cidade Natal. As vítimas foram baleadas ao prestar ajuda a uma mulher que pediu socorro após Lázaro tentar estuprá-la. Nessa ocasião, ele fugiu por 15 dias, quando ficou escondido na serra e em grutas da região. Com fome e temendo ser morto, ele se entregou à polícia.
Em 2013, quando respondia a um processo por roubo, porte de arma de fogo e estupro na cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, um laudo criminológico apontou que o maníaco tem características de personalidade como “agressividade, ausência de mecanismos de controle, dependência emocional, impulsividade, instabilidade emocional, possibilidade de ruptura do equilíbrio, preocupações sexuais e sentimentos de angústia”.
O ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel recorreu ao habeas corpus concedido pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), para abandonar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, nesta quarta-feira (16). Ele deixou a comissão por volta das 14h10. Após usar o depoimento para se defender das acusações que resultaram em seu impeachment, Witzel decidiu deixar a CPI quando o senador Eduardo Girão passou a interrogá-lo sobre a compra superfaturada de respiradores para o estado do Rio. Ele saiu bem antes de responder as perguntas de todos os senadores inscritos para interrogá-lo.
A decisão foi comunicada pelo próprio Witzel ao presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM), enquanto Girão citava a diferença de preços entre os respiradores comprados pelo governo federal e os comprados pelo governo do Rio, que sequer chegaram ao Brasil ou, em muitos casos, não eram adequados ao tratamento da Covid-19.
Foto: Antonio Cruz A CPI da Pandemia ouve nesta quarta-feira (16) Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) são autores dos requerimentos de convocação de Witzel.
Na véspera do depoimento, o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ao ex-governador o direito de não comparecer à CPI da Pandemia. Com a decisão do STF, Wilson Witzel pode ficar calado; não precisa assumir o compromisso de dizer a verdade, e um advogado pode acompanhá-lo.
Em entrevista à CNN, o advogado Diego Carvalho Pereira, que atua na defesa do ex-governador, disse que a orientação é que Witzel não fale nada relacionado aos fatos que já vêm sendo investigados no Rio de Janeiro e nem sobre assuntos relacionados ao estado.
Antes do início dos questionamentos a Wilson Witzel, os senadores discutiram sobre a votação da quebra de sigilo de parte dos documentos enviados para a CPI com marcação indevida de secreto.
“Até concordo que há muitos documentos encaminhados à CPI em que não se justifica ter sigilo. Ocorre que quem determina o sigilo é a autoridade que manda [o documento]. Levantar isso configura quebra do próprio decoro”, disse o senador Marcos Rogério (DEM-RO).
Ele propôs que a comissão pedisse para os órgãos que enviaram os documentos que avaliasse se elas precisariam mesmo ser marcados como sigilosos.
O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), ponderou que até mesmo documentos que estão disponíveis no Portal da Transparência foram marcados como sigilosos, no que disse parecer “uma forma de tentar obstruir a investigação”.
“Agora, mandar de volta [os documentos para pedir reclassificação], vamos terminar a CPI e não vamos ter a resposta.”